Liberdade de Expressão
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Canal da página "Eu Defendo a Liberdade de Expressão, MAS" do Facebook. bit.ly/edaldem

Aqui falarmos sobre tudo relacionado à liberdade de expressão, promovendo o debate acerca do tema.
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Escrevendo para a Mother Jones, uma tradicional revista da esquerda americana, a repórter Stephanie Mencimer foi a uma convenção de estudantes conservadores. Descobriu-os todos antenadíssimos na linguagem de memes. Os jovens ativistas de direita se treinam na linguagem do humor viral online, usando-a com rara eficiência para fazer distribuir pela rede suas ideias. Conseguem. O título da reportagem: The Left Can’t Meme. A esquerda não fala a língua dos memes. Vale, também, para o Brasil.

https://www.motherjones.com/politics/2019/04/right-wing-groups-are-training-young-conservatives-to-win-the-next-meme-war/
Bolsonaro entrou na lista dos 100 mais influentes do mundo da Time, ao lado de Donald Trump, Juan Guaidó e Netanyahu. A revista o classificou como um ‘personagem complexo’, ‘homofóbico ultraconservador’, que promete ‘guerra cultural’. O texto é assinado por Ian Bremmer, presidente da Eurasia Group.

http://time.com/collection/100-most-influential-people-2019/5567770/jair-bolsonaro/

Veja a lista completa: http://time.com/collection/100-most-influential-people-2019/
Nunca tinha pensado nisso... Faz todo sentido que, diante de incitações veladas à violência, e se é que o Direito deve estabelecer punição nesses casos, que se cobre esclarecimento público. O que vocês pensam a respeito?
Em 1996, uma adolescente negra protegeu um homem branco de uma multidão enfurecida que achava que ele apoiava a organização racista Ku Klux Klan. Foi um ato de extraordinária coragem e bondade — e até hoje tem inspirado pessoas.

https://www.bbc.com/news/magazine-24653643
Quadrinho mais desonesto que você já viu passando na sua timeline pra fechar a sua semana com chave de merda.

@edaldem
parece que o pessoal do @aventurasnajusticasocial consertou o quadrinho
Isso muda todo o conceito de firewall...

Piadinhas à parte, eu tô sem palavras. Será que realmente eram hackers, ou talvez esse foi apenas o motivo dado por Israel pra justificar essas mortes? Aliás, e de fossem mesmo hackers, é legítimo explodi-los?

Mano, hacker na faixa de Gaza é ridículo. Um nerd de 21 anos poderia fazer esse trabalho lá na Califórnia sem correr esse risco. Ou Hamas é muito burro ou tem algo errado aí.

~~ aly

https://m.tecmundo.com.br/seguranca/140964-israel-impede-ciberataque-explodindo-predio-hackers.htm
PCO: novo símbolo de opressão da extrema-direita.

"Mais uma vez a confusão da esquerda pequeno-burguesa é demonstrada nas redes sociais, na campanha "criminaliza STF". Uma esquerda que não compreende que quanto mais dispositivos de repressão a burguesia dispor, mais trabalhadores, negros e pobres irão para a cadeia.⚙️"

@edaldem
NENHUM, repito... NENHUM PARTIDO DE ESQUERDA entende tão bem a importância da liberdade de expressão quanto o PCO...

Duas hipóteses:

1 - PCO é a única "esquerda raiz" e todas as outras são "esquerda nutella", ou...
2 - o golpe libertário (libertários se infiltrando no PCO) deu certo.

Eu aposto em 1 mas o 2 faria sentido. Não desconfiem da internet.

@edaldem
rousseau foi um dos primeiros grandes defensores da liberdade de expresSOCO

@edaldem
"Ocasionalmente" é importante manter uma certa objetividade.

Se o papel do STF é promover a justiça, é melhor substituir todos os ministros por filósofos, pois o nome da faculdade é ciências jurídicas e sociais (direito), não filosofia.

Não é papel do juiz dizer o que é justo e sim dizer o que é jurídico. Nosso limite é a lei... não a ética.

É tentador esperar que o judiciário, o único poder que não passa pelo crivo eleitoral, possa resolver problemas que a democracia representativa não consegue resolver. O ônus dessa premissa é duplo: primeiro, o que confere legitimidade ao judiciário é a observância aos limites da lei: no final do dia, o juiz é juiz pois a lei diz que ele é.

Mais do que isso, ao deslocar o eixo normativo do legislativo para o judiciário, nós estamos dizendo que é um grupo de 11 ministros indicados, e não um corpo de legisladores eleitos, que representa os anseios da população.

Dai é loteria né. Ocasionalmente eles decidem como uma parte da população quer...ocasionalmente decidem como outra parte quer. E não tem critério, é o ''clamor popular''.

É tudo diversão e jogos até que alguém perde um olho.

~~ Mikki Ferreira
estamos no twitter também, voltaremos à ativa por lá em breve. sigam e bora falar de liberdade de expressão

https://twitter.com/EDALDEM
Acho que eu tenho um partido pra cada tópico político.... Pra liberdade de expressão, é o PCO. Texto na íntegra colado abaixo (se o PCO defender que não existe propriedade intelectual, será meu partido nesse tópico também kkK):

QUANDO FAKE NEWS E LUGAR DE FALA SE ENCONTRAM

A pérola negra da coroa francesa, a “filósofa” Djamila Ribeiro, veio mais uma vez a público demonstrar o caráter reacionário, direitista e profundamente antidemocrático de seu pensamento. Dessa vez seu alvo foram pessoas que defendem o fim do encarceramento em massa.

Andreza Delgado, militante do movimento negro que defende o abolicionismo penal, comentou em sua conta do twitter uma posição de Djamila sobre um aspecto da questão prisional. A polêmica surgiu do debate sobre encarceramento gerado a partir do caso da condenação do humorista Danlo Gentili. No tweet, Andreza escreve que Ribeiro havia publicado um texto que ataca a discussão das militantes anti-cárcere, chamando o debate de “coisa de branco”.

Residente de Paris, a “filósofa” negra acionou sua equipe de advogados negros, que enviou uma intimação extrajudicial para a militante negra Andreza, esta moradora do Capão Redondo, bairro periférico de São Paulo. O documento alega o uso de fake news por parte de Andreza, que prontamente publicou a intimação extra-judicial de Djamila em suas redes, denunciando o ataque que sofrera. A resposta que recebeu foi uma mensagem que termina com: “beijos de Paris”.

Para além do confuso debate sobre colorismo que Djamila tentou levantar para defender o direito de utilizar seu aparato jurídico de ébano para calar militantes de causas populares, o que fica explícito nesse caso é o lugar de fala que a “filósofa” ocupa atualmente. Para quem ainda não conhece o conceito antidemocrático de lugar de fala, trata-se de um mecanismo policialesco de supressão da liberdade de expressão, só que “do bem”, criado com o suposto interesse de dar prioridade às posições de pessoas negras em um debate.

Paris se tornou o lugar de Djamila desde que a moça foi à França receber um prêmio de “personalidade (liberal) do amanhã” das mãos do presidente francês Emmanuel Macron, um notório direitista, odiado pela população francesa por seus ataques à direitos sociais, inimigo mortal dos imigrantes árabes e africanos, e alto representante do capital financeiro internacional. Quem acompanha as redes de Djamila sabe que rolou até foto com o neocolonialista no encontro.

De debates em eventos neo-hippies da Mídia Ninja, a ascensão meteórica da “filósofa” ao Palácio dos Elísios passou por participações em programas de TV na Rede Globo, e por conferências em diversas universidades do primeiro mundo, conhecidos celeiros ideológicos do liberarismo. É nesse ambiente que Djamila fortaleceu uma imagem de figura pública incontestável, colocando a cor da sua pele como fator preponderante para nunca ser contraditada. Se convencionou que apontar as graves contradições na sua ideologia seria desrespeito ao tal lugar de fala e, em alguns casos, “racismo”. A própria Andreza, a militante vítima da intimação extra-judicial, foi considera racista por Djamila, que além de negra, se diz “retinta”, o que dentro das suas teses lhe confere um lugar de fala maior.

Este não é o primeiro caso de tentativa de censura por parte de Djamila, mas é o primeiro, até onde sabemos, onde ela utiliza o judiciário, uma ferramenta tradicional da burguesia, para ameaçar e tentar calar uma posição política. Sua nova posição social a encorajou a atuar de maneira mais contundente, e o caso fica mais grave ainda se considerarmos a acusação de “fake news”, conceito criado pela direita para controlar o debate público de idéias e a liberdade de pensamento. Um coquetel profundamente reacionário que demonstra o verdadeiro “lugar” de Djamila: a direita.


https://www.causaoperaria.org.br/quando-fake-news-e-lugar-de-fala-se-encontram/

~~ @alyaugusto