Primeiro release efetuado https://www.war.gov/UFO/
U.S. Department of War
Presidential Unsealing and Reporting System for UAP Encounters (PURSUE)
At the direction of President Donald J. Trump, the Department of War is overseeing a multiagency effort to expeditiously find, review, identify, declassify and publicly release unresolved Unidentified Anomalous Phenomena-related records and historical documents…
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E acontece exatamente conforme eu expliquei na época que o Fux foi pra segunda turma, aqui vc está a frente do tempo e bem informado @divineagent #osint #espiritual
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Nossa mente foi exterminada e agora está sendo reconstruida
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Revelações Divinas e Soberanas
E acontece exatamente conforme eu expliquei na época que o Fux foi pra segunda turma, aqui vc está a frente do tempo e bem informado @divineagent #osint #espiritual
Me especializei em prever tendências pra procurar saber qual era o melhor negócio para atuar, isso me levou a patamares interessantes de análise da realidade. Quando usei esse conhecimento pra entender a realidade espiritual afetada pela Covid percebi que iríamos ganhar o jogo. Essa capacidade poucos de nós tem, e por isso que eu insistentemente coloco ela aqui
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Revelações Divinas e Soberanas
Me especializei em prever tendências pra procurar saber qual era o melhor negócio para atuar, isso me levou a patamares interessantes de análise da realidade. Quando usei esse conhecimento pra entender a realidade espiritual afetada pela Covid percebi que…
O inimigo se assusta com essa capacidade, e outras, por que ele nos subestima, nos despreza
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O inimigo quer o alimento caro, querem nos matar de fome
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MANIFESTO PELA SOBERANIA DAS PROPRIEDADES RURAIS
1. A terra que sustenta o Brasil não pode ser criminalizada
Nós, produtores rurais, colonos, famílias tradicionais e cidadãos que constroem este país com trabalho e raízes profundas, afirmamos: o Brasil que alimenta o mundo não aceitou — e não aceitará — a narrativa de culpa imposta sobre quem produz.
O campo brasileiro preserva mais do que qualquer outra nação.
66,3% do território nacional está protegido por lei, enquanto apenas 7,8% é destinado à agricultura.
Quem ameaça a soberania não é o produtor.
O produtor é a soberania.
2. Uso consolidado é história viva — e lei federal
Estradas antigas, reflorestamentos, pomares, roçados, pastos, fornos, trilhos, pontes e acessos que existem antes de 22 de julho de 2008 são, por definição legal:
USO CONSOLIDADO.
DIREITO ADQUIRIDO.
PATRIMÔNIO CULTURAL E PRODUTIVO.
O que foi construído por décadas, com suor e sacrifício, não pode ser reescrito por burocratas, planilhas de gabinete ou interpretações ideológicas de servidores.
O Brasil rural não aceita a ficção de que o que é antigo “virou ilegal”.
Ilegal é ignorar a lei federal que protege o uso consolidado.
3. A autonomia do campo é pilar da soberania nacional
Sem propriedade rural segura, não há:
• segurança alimentar,
• soberania energética,
• autonomia tecnológica,
• nem dignidade das comunidades tradicionais e colonas.
A tentativa de sufocar o produtor por meio de autuações indevidas, interpretações distorcidas ou ampliação arbitrária de restrições ambientais é uma forma de intervenção indireta no território nacional.
O colono não é invasor.
O colono é guardião do território.
4. Não aceitaremos a demonização das famílias produtoras
A narrativa que tenta transformar cidadãos de bem em infratores ambientais é política, não técnica.
É um projeto de poder.
E como todo projeto que se apoia em mentira, cai pela força da verdade:
• As estradas são antigas.
• As pontes são necessárias.
• A produção é legítima.
• O reflorestamento é sustentável.
• A propriedade rural é base da economia real.
O Brasil profundo não será tratado como suspeito em sua própria terra.
5. Exigimos respeito às leis federais e ao pacto do território
Reafirmamos
📌 Art. 61-A da Lei 12.651/2012 — Uso consolidado é garantido.
📌 Art. 3º, IX — Estradas, bueiros e pontes são intervenções de baixo impacto.
📌 O município e o estado não podem criar proibições que anulem direitos federais.
A federação existe para proteger o cidadão, não para restringi-lo.
6. O que defendemos
✔️ Soberania plena das propriedades rurais
Como base da segurança nacional e da autonomia civilizatória brasileira.
✔️ Respeito ao uso consolidado
Direito adquirido, inviolável e protegido por lei federal.
✔️ Fim da perseguição administrativa
Autuações injustas e interpretações distorcidas não constroem país.
✔️ Reconhecimento da história das famílias colonas
Que moldaram rios, serras, estradas e cidades com trabalho multigeracional.
7. Aos governos, deixamos claro:
Não aceitaremos
• retroatividade ambiental abusiva,
• criação artificial de áreas restritivas,
• tentativas de inviabilizar propriedades produtivas,
• criminalização da vida rural,
• interferência ideológica sobre a história e o território do produtor.
Esta é a linha que não será cruzada.
8. A convocação
Chamamos produtores, colonos, comunidades rurais, associações e líderes locais a se unirem em torno deste compromisso
DEFENDER O DIREITO DE PRODUZIR,
DE EXISTIR E DE PERMANECER EM SUA TERRA.
A soberania do campo é a soberania do Brasil.
O país que preserva mais do que qualquer outro tem o direito de proteger seus verdadeiros guardiões.
1. A terra que sustenta o Brasil não pode ser criminalizada
Nós, produtores rurais, colonos, famílias tradicionais e cidadãos que constroem este país com trabalho e raízes profundas, afirmamos: o Brasil que alimenta o mundo não aceitou — e não aceitará — a narrativa de culpa imposta sobre quem produz.
O campo brasileiro preserva mais do que qualquer outra nação.
66,3% do território nacional está protegido por lei, enquanto apenas 7,8% é destinado à agricultura.
Quem ameaça a soberania não é o produtor.
O produtor é a soberania.
2. Uso consolidado é história viva — e lei federal
Estradas antigas, reflorestamentos, pomares, roçados, pastos, fornos, trilhos, pontes e acessos que existem antes de 22 de julho de 2008 são, por definição legal:
USO CONSOLIDADO.
DIREITO ADQUIRIDO.
PATRIMÔNIO CULTURAL E PRODUTIVO.
O que foi construído por décadas, com suor e sacrifício, não pode ser reescrito por burocratas, planilhas de gabinete ou interpretações ideológicas de servidores.
O Brasil rural não aceita a ficção de que o que é antigo “virou ilegal”.
Ilegal é ignorar a lei federal que protege o uso consolidado.
3. A autonomia do campo é pilar da soberania nacional
Sem propriedade rural segura, não há:
• segurança alimentar,
• soberania energética,
• autonomia tecnológica,
• nem dignidade das comunidades tradicionais e colonas.
A tentativa de sufocar o produtor por meio de autuações indevidas, interpretações distorcidas ou ampliação arbitrária de restrições ambientais é uma forma de intervenção indireta no território nacional.
O colono não é invasor.
O colono é guardião do território.
4. Não aceitaremos a demonização das famílias produtoras
A narrativa que tenta transformar cidadãos de bem em infratores ambientais é política, não técnica.
É um projeto de poder.
E como todo projeto que se apoia em mentira, cai pela força da verdade:
• As estradas são antigas.
• As pontes são necessárias.
• A produção é legítima.
• O reflorestamento é sustentável.
• A propriedade rural é base da economia real.
O Brasil profundo não será tratado como suspeito em sua própria terra.
5. Exigimos respeito às leis federais e ao pacto do território
Reafirmamos
📌 Art. 61-A da Lei 12.651/2012 — Uso consolidado é garantido.
📌 Art. 3º, IX — Estradas, bueiros e pontes são intervenções de baixo impacto.
📌 O município e o estado não podem criar proibições que anulem direitos federais.
A federação existe para proteger o cidadão, não para restringi-lo.
6. O que defendemos
✔️ Soberania plena das propriedades rurais
Como base da segurança nacional e da autonomia civilizatória brasileira.
✔️ Respeito ao uso consolidado
Direito adquirido, inviolável e protegido por lei federal.
✔️ Fim da perseguição administrativa
Autuações injustas e interpretações distorcidas não constroem país.
✔️ Reconhecimento da história das famílias colonas
Que moldaram rios, serras, estradas e cidades com trabalho multigeracional.
7. Aos governos, deixamos claro:
Não aceitaremos
• retroatividade ambiental abusiva,
• criação artificial de áreas restritivas,
• tentativas de inviabilizar propriedades produtivas,
• criminalização da vida rural,
• interferência ideológica sobre a história e o território do produtor.
Esta é a linha que não será cruzada.
8. A convocação
Chamamos produtores, colonos, comunidades rurais, associações e líderes locais a se unirem em torno deste compromisso
DEFENDER O DIREITO DE PRODUZIR,
DE EXISTIR E DE PERMANECER EM SUA TERRA.
A soberania do campo é a soberania do Brasil.
O país que preserva mais do que qualquer outro tem o direito de proteger seus verdadeiros guardiões.
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