Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder!
Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros.
À luta!
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Não percam nossa segunda aula do curso Raça na Luta de Classes: da teoria à práxis! Amanhã às 18h.

Vamos discutir um pouco da luta pela sobrevivência imposta pelo racismo e o capitalismo. Todas as aulas são transmitidas e ficam gravadas no canal do Contrapoder no YouTube.

Aula de hoje aqui: https://youtu.be/WfwOxnOkJHI
#Editorial A Terra se move
"De um canto a outro a crise se manifesta no acirramento da luta de classes e no esvaziamento do centrismo político, em favor da extrema-direita fascistoide ou da rebelião popular antineoliberal e mesmo anticapitalista."
Leia: http://bit.ly/ecp_200521
Recebemos ontem a triste notícia da morte de Jesús Santrich, sociólogo, socialista, líder da FARC, dirigente e pactuante do acordo de paz, dissidente do acordo por ver sua ineficiência e a morte dos seus… Voltou à luta armada e foi assassinado pelo exército colombiano em terras venezuelanas.

Abaixo a nota escrita pelo nosso correspondente colombiano: João Gabriel Almeida

Santrich estava equivocado, e essa era a sua maior virtude. Toda a sua vida foi um improvável. Numa narrativa de heróis e vilões, onde a luta política é reivindicada como necessidade, um artista boêmio que não tinha problemas de dinheiro, torna-se guerrilheiro, quebrando a ilusão de que tudo era uma luta pela sobrevivência e lembrando-nos que havia também o elemento do sonho, da utopia.

No meio das balas, inventou uma rádio, fez um teatro de sombras brechtiano. Quando deixou de ver o mundo, em vez de desistir da sua luta, decidiu confiar na sua imensa crença na amizade e na camaradagem para criar um grande corpo coletivo que ampliou o se
#Entrevista
Nesta quarta-feira, dia 26 de maio, às 12h, faremos uma entrevista ao vivo com Glauber Braga, deputado federal e pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL. A conversa será conduzida por Marinalva Oliveira, professora da UFF e ex-presidenta da Sessão Nacional do Andes, e terá como tema "Organização, projeto de Brasil e Soberania Nacional".
A entrevista será transmitida em nosso canal no Youtube, em nossa página no Facebook e na página do dep. Glauber.
Programe-se:
Youtube: http://bit.ly/eaovivocpglauber_yt
Facebook: http://bit.ly/eaovivocpglauber_fb
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#PraTodosVerem Arte em fundo preto e com imagens de manifestações de rua. Na parte superior, escrito em letras verdes: Organização, Projeto de Brasil e Soberania Nacional, dia 26 de maio às 12horas. Logo abaixo foto de Marinalva Oliveira segurando um microfone, ex-presidenta do ANDES-SN e Professora da UFRJ. Abaixo da foto escrito em letras brancas: Entrevista. Logo abaixo ao lado esquerdo, foto do Deputado Federal PSOL-RJ e pré-candidato à presidente, Glauber Braga.
Lado esquerdo na parte inferior do card o site do Contrapoder.
https://www.facebook.com/ContrapoderBr
Errata: Marinalva Oliveira, professora da UFRJ e ex-presidenta do Andes-SN.
29 de maio, a classe trabalhadora no aquecimento: Fora Bolsonaro!

Somamo-nos às centrais sindicais, aos movimentos sociais e às organizações de esquerda que estão convocando as manifestações populares pelo Fora Bolsonaro no dia 29 de maio. A pauta dos atos também inclui o auxílio emergencial de, no mínimo, 600 reais, vacinação para toda a população, contra os cortes na educação, contra a Reforma Administrativa e as privatizações e pelo fim do genocídio da população pobre e preta.

É fundamental o retorno da classe trabalhadora às ruas (ou a retomada das ruas pela classe trabalhadora), alimentando e sendo alimentada pela dura batalha pela sobrevivência em meio a uma pandemia sob um governo de extrema-direita. Sem o poder da mobilização popular, um eventual afastamento de Bolsonaro “por cima” representará uma espécie de Operação Boi de Piranha, na qual a cabeça do presidente é entregue para acalmar o povo e o general Mourão assume, moderando a política de “imunidade de rebanho” e avançando na agenda neoliberal radical.

Precisamos olhar para os exemplos de povos de todo o mundo que, nas ruas, resistem ou avançam. Olhar com atenção a experiência recente do povo chileno, que, enfrentando a brutal repressão do Estado, conseguiu pela primeira vez escolher pelo voto popular seus representantes constituintes. Somente uma ofensiva dos de baixo pode impedir a barbárie planejada pelos de cima.

É importante salientar que manifestações em plena pandemia são um risco, mas mais mortal que o Covid-19 é este Estado genocida que mata os nossos de vírus e de fome. Recomendamos a todos e todas que tenham algum fator de risco, moram com alguém nesta condição ou ainda não foram vacinados, que não compareçam presencialmente aos atos e que os/as demais usem máscaras adequadas, mantenham distância dos outros manifestantes e higienizem as mãos com frequência.

Derrubar Bolsonaro é só o primeiro passo para mudarmos este jogo!
"Palestina Livre. Colômbia livre. Liberdade aos povos indígenas em todos os lugares!"

"Free Palestine. Free Colombia. Free Indigenous peoples everywhere!"

Visto na Nova Zelândia.
Ocupar as ruas, conquistar a vacina e derrubar o governo

Pelo Brasil afora os trabalhadores saíram às ruas contra o governo Bolsonaro e sua política. Contra o genocídio organizado a partir de cima por governo e empresários, contra a rapina dos bens públicos e recursos naturais, contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas, contra o desemprego e a fome, contra a repressão policial, os trabalhadores voltaram a mostrar sua insatisfação com a pauta econômica e política do golpe de 2016 e o governo do qual o bloco no poder aparenta ter vergonha, mas sustenta enquanto "a boiada não passar por completo".
O dia de hoje já é histórico por que mostra que os trabalhadores querem o FORA BOLSONARO E MOURÃO, mas também não aceitam as soluções conciliadoras costuradas nos gabinetes refrigerados, que podem até mudar a face política visível da dominação do capital, reabilitando a esquerda da ordem e seus truques de mistificação, mas preservam e consolidam a ofensiva burguesa. O dia de hoje mostra que os trabalhadores querem mais que simplesmente derrubar BOLSONARO E MOURÃO e enterrar a ameaça de um novo golpe, querem reverter as reformas neoliberais e implodir a autocracia burguesa.
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Causou perplexidade e revolta a notícia do último dia 31 de Maio de que o Brasil receberá a Copa América de Futebol. Não apenas porque o Brasil é o campeão regional e casos e mortes por conta da covid-19, mas principalmente porque a Colômbia primeiro e depois a Argentina desistiram da competição que tem tudo para ser a mais vergonhosa da história do Esporte, só comparável à Olimpíada de Tóquio, também confirmada para esse ano. As razões da recusa do campeonato da CONMEBOL pela Colômbia é dupla, o óbvio, a pandemia e outra de natureza política, os protestos populares que cresceram no país. O peso das lutas sociais na Colômbia na decisão de levar o torneio para a Argentina é inegável. A Argentina de seu lado não consegue controlar o vírus e desistiu, coube à CBF defender os interesses dos patrocinadores e os negócios envolvidos na competição, e para isso, recorreram ao aliado deles e do Vírus, Jair Bolsonaro.
Não é a primeira e nem será a última vez que o governo brasileiro procura sequestrar o futebol, de clubes e da seleção. E entidade como CBF, CONMEBOL são há anos uma espécie de depósito do lixo das ditaduras na América larina, como bem confirma a ficha corrida de José Maria Marin, colaborador da ditadura e preso nos EUA por corrupção, só para citar o caso mais emblemático.
A realização da Copa América nesse momento é um absurdo esportivo e sanitário e só as lutas sociais do povo brasileiro pode, hoje, impedir essa insanidade! O exemplo da Colômbia é inspirador. É preciso organizar a GREVE GERAL CONTRA A COPA E PELA VACINA!!!

Arte: @crisvector

#ForaBolsonaro #copaamerica
Partiu FDS!
Graças aos trabalhadores...

Memes comunistas violentamente expropriados da gringa e traduzidos
Viva El Centauro del Norte!

Neste dia, em 1878, nascia, em San Juan del Río/México, José Doroteo Arango Arámbula, mundialmente conhecido como Pancho Villa.
Villa é herói da revolução mexicana, líder das tropas do norte. Foi peça fundamental na vitória dos revolucionários contra as forças de Porfirio Díaz e Victoriano Huerta. É aclamado, até hoje, como um símbolo do combate ao colonialismo e como um Robin Wood mexicano.
Entre seus inúmeros feitos, há vitórias militares e políticas, mas é marcante ele ter sido o primeiro mexicano a invadir militarmente os Estados Unidos, tornando-se o primeiro inimigo dos EUA caçado fora do país. É de responsabilidade de Villa a declaração de guerra dos EUA contra o México em 1916.

Seu legado e sua luta são exemplos aos povos latinos. Viva a Revolução mexicana! Viva Pancho Villa!
Hoje o PSTU completa 27 anos de luta em defesa dos interesses da classe trabalhadora brasileira. São valorosos companheiros que não se renderam e estão na trincheira da luta pelo socialismo e pela revolução.

Vida longa ao PSTU e a todos que defendem a classe trabalhadora.

Viva o Socialismo.
PSOL, 17 anos!

O PSOL surgiu, há exatos 17 anos, como uma resposta histórica de esquerda e radical contra a adesão dos governos Lula, da cúpula do petismo e outros setores da esquerda à agenda neoliberal. Foi fruto da expulsão dos radicais do PT pela direção do partido por terem se colocado contra a retirada de direitos dos trabalhadores e por defenderem a democracia em 2003. Foi um momento decisivo, que marcou a opção pela coerência e radicalidade deste conjunto de lutadores e lutadoras que, com diversos outros militantes, foram membros fundacionais do PSOL.

A coerência e radicalidade sempre foram as marcas deste combativo partido, que teve papel importante, para citar alguns temas: em junho de 2013; nas manifestações contra Copa e olimpíadas, em 2014; contra Belo Monte; combatendo reforma da previdência de Dilma e Bolsonaro; contra o Golpe de 2016 e pelo "Fora Temer" e, agora, na luta contra o genocida pedindo o #ForaBolsonaro.

A oposição programática e de esquerda aos governos petistas fez o partido se manter na luta intransigente contra todas as forças da ordem do capital. Não podemos nos esquecer das tarefas centrais do PSOL: ser alternativa de esquerda anticapitalista, lutar contra a corrupção e o sistema bancário, pelo ecossocialismo e contra qualquer tipo de colaboração com a burguesia. Tarefas as vezes esquecidas pela direção oscilante.

Que os próximos anos sejam de lutas, de crescimento e de retorno do PSOL ao seus marcos fundacionais.

Vida longa ao PSOL radical, de luta e anticapitalista.