#SalaEscura
Às 20h, iniciaremos o debate do filme A Febre (2019) de Maya Da-Rin.
Acompanhe:
https://www.youtube.com/watch?v=VCOa9zWZryM
Às 20h, iniciaremos o debate do filme A Febre (2019) de Maya Da-Rin.
Acompanhe:
https://www.youtube.com/watch?v=VCOa9zWZryM
YouTube
#SalaEscura: Sessão de abertura: A Febre (2019) de Maya Da-Rin
Sessão de abertura de abertura: A Febre (2019) de Maya Da-Rin, com a participação da cineasta Maya Da-Rin, da pesquisadora Naara Fontinele e da professora Lú...
Essencial é a vida!!
As escolas não precisam ser reabertas neste momento, os trabalhadores não essenciais devem ficar em casa, a vida acima do lucro!
#Contrapoder #escolasfechadasvidaspreservadas #bordadospolíticos
Bordado de @lidiabristot
As escolas não precisam ser reabertas neste momento, os trabalhadores não essenciais devem ficar em casa, a vida acima do lucro!
#Contrapoder #escolasfechadasvidaspreservadas #bordadospolíticos
Bordado de @lidiabristot
#19DeAbril
Neste dia da Resistência dos povos indígenas, repostamos nosso editorial sobre o extermínio do povo Juma e a luta em defesa da soberania dos povos indígenas do Brasil.
"A morte de um ser humano faz parte do ciclo da vida. A morte de um povo é o fim do ciclo da vida."
https://bit.ly/ecp_230221
Neste dia da Resistência dos povos indígenas, repostamos nosso editorial sobre o extermínio do povo Juma e a luta em defesa da soberania dos povos indígenas do Brasil.
"A morte de um ser humano faz parte do ciclo da vida. A morte de um povo é o fim do ciclo da vida."
https://bit.ly/ecp_230221
Contrapoder
O genocídio indígena e Aruká Juma - Contrapoder
A morte do último Juma revela em plenitude a brutalidade de nosso tempo. Com seu desaparecimento, extingue-se um povo e sua longa história de resistência
#19DeAbril
Neste dia da Resistência dos povos indígenas a esplanada dos ministério em Brasília amanheceu assim.
Foto: Scarlett Rocha
Neste dia da Resistência dos povos indígenas a esplanada dos ministério em Brasília amanheceu assim.
Foto: Scarlett Rocha
IX Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo – EBEM
Estão abertas, até o dia 05 de maios, as inscrições para o IX EBEM. O tema desta edição é: “O Avanço do neoliberalismo e os desafios das lutas na América Latina” e vai acontecer entre os dias 05 e 26 de maio.
Inscrições: https://bit.ly/IX_EBEM
Os Encontros Brasileiros de Educação e Marxismo têm se constituído, nos últimos anos, como um importante espaço de debate acadêmico/político no Brasil para pensar a educação articulada às lutas sociais. Configura-se como estratégia de aglutinação e de ação dos marxistas vinculados à educação, entendendo que a perspectiva marxista constitui-se como teoria e prática capazes de desvendar as contradições da ordem do capital e apontar para a constituição da sociedade comunista. O marxismo é fundamental para construir alternativas conjunturais que potencializem a ação das classes trabalhadoras no enfrentamento cotidiano das práticas que buscam aniquilar o seu protagonismo histórico.
Estão abertas, até o dia 05 de maios, as inscrições para o IX EBEM. O tema desta edição é: “O Avanço do neoliberalismo e os desafios das lutas na América Latina” e vai acontecer entre os dias 05 e 26 de maio.
Inscrições: https://bit.ly/IX_EBEM
Os Encontros Brasileiros de Educação e Marxismo têm se constituído, nos últimos anos, como um importante espaço de debate acadêmico/político no Brasil para pensar a educação articulada às lutas sociais. Configura-se como estratégia de aglutinação e de ação dos marxistas vinculados à educação, entendendo que a perspectiva marxista constitui-se como teoria e prática capazes de desvendar as contradições da ordem do capital e apontar para a constituição da sociedade comunista. O marxismo é fundamental para construir alternativas conjunturais que potencializem a ação das classes trabalhadoras no enfrentamento cotidiano das práticas que buscam aniquilar o seu protagonismo histórico.
Google Docs
IX - EBEM
Formulário de Inscrição no IX Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo – EBEM
Acabamos de receber a triste notícia da morte de Alípio Freire, em decorrência do novo coronavírus. Alípio foi militante da Ala Vermelha, foi preso na operação Bandeirantes e brutalmente torturado pela ditadura civil-militar. Foi um dos fundadores do PT e dedicou sua vida à construção do socialismo.
#AlípioPresente
#AlípioPresente
#Editorial: Lula está no páreo. E agora?
O que representa a volta de Lula à disputa eleitoral? Discutir 2022 é a solução para o atual momento da crise? Quais são as tarefas atuais?
Leia: http://bit.ly/ecp_220421
O que representa a volta de Lula à disputa eleitoral? Discutir 2022 é a solução para o atual momento da crise? Quais são as tarefas atuais?
Leia: http://bit.ly/ecp_220421
Contrapoder
Lula está no páreo. E agora? - Contrapoder
Com a confirmação, pelo plenário do STF, da anulação das condenações de Lula na Operação Lava Jato, o ex-presidente reconquista seus direitos políticos e volta
O 25 de abril português
Neste dia, há 47 anos, começava a revolução portuguesa, a revolução de abril, a revolução dos cravos. Dos cravos por que a revolução tinha originalmente a perspectiva de derrubada do fascismo como se fosse possível afastá-lo com uma flor, sem sangue, nem ruptura. Ou seja, com a subversão de uma parte estratégica do aparelho de Estado, as forças armadas, que assumiriam o processo de transformação a partir de cima e por dentro da ordem. Logo ficou claro que o fascismo resistiria tenazmente a partir de setores do próprio aparelho de Estado na metrópole e nas colônias e que não haveria qualquer abalo sísmico sem a intervenção das massas populares e suas organizações, construídas ao longo das décadas sob as duras condições da ditadura salazarista. Assim que o cristal se quebrou essas intervieram de maneira incisiva, revelando sua perspectiva revolucionária e formas de organização autogestionária que atualizaram as melhores tradições da Comuna de Paris, da Rússia dos soviets, do Biennio Rosso italiano e das lutas inspiradas pelo maio de 1968 em todo o mundo. A força desta revolução de impacto ao mesmo tempo nacional, europeu, africano e mundial gerou reações poderosas, que buscaram derrotá-la e domesticá-la por meio do financiamento dos governos reformistas da esquerda da ordem, o PS, e do desbaratamento repressivo e/ou aliciador das experiências de autogestão.
A queda do salazarismo em Portugal acelerou o processo revolucionário nas colônias portuguesas na África e na Ásia e inspirou lutas democráticas em muitos lugares como Espanha e Brasil. Mas o papel contra revolucionário das "democracias ocidentais" (EUA e Europa) não deve ser esquecido, bancando uma solução "por dentro da ordem" que preservou os interesses do grande capital português e do imperialismo com a cumplicidade ativa da esquerda da ordem portuguesa. Por conta disso a revolução continua na ordem do dia em Portugal, com os cravos simbolizando a beleza do futuro e os trabalhadores assumindo seu destino sem precisar de militares bem intencionados ou representantes civilizados da ordem burguesa.
Neste dia, há 47 anos, começava a revolução portuguesa, a revolução de abril, a revolução dos cravos. Dos cravos por que a revolução tinha originalmente a perspectiva de derrubada do fascismo como se fosse possível afastá-lo com uma flor, sem sangue, nem ruptura. Ou seja, com a subversão de uma parte estratégica do aparelho de Estado, as forças armadas, que assumiriam o processo de transformação a partir de cima e por dentro da ordem. Logo ficou claro que o fascismo resistiria tenazmente a partir de setores do próprio aparelho de Estado na metrópole e nas colônias e que não haveria qualquer abalo sísmico sem a intervenção das massas populares e suas organizações, construídas ao longo das décadas sob as duras condições da ditadura salazarista. Assim que o cristal se quebrou essas intervieram de maneira incisiva, revelando sua perspectiva revolucionária e formas de organização autogestionária que atualizaram as melhores tradições da Comuna de Paris, da Rússia dos soviets, do Biennio Rosso italiano e das lutas inspiradas pelo maio de 1968 em todo o mundo. A força desta revolução de impacto ao mesmo tempo nacional, europeu, africano e mundial gerou reações poderosas, que buscaram derrotá-la e domesticá-la por meio do financiamento dos governos reformistas da esquerda da ordem, o PS, e do desbaratamento repressivo e/ou aliciador das experiências de autogestão.
A queda do salazarismo em Portugal acelerou o processo revolucionário nas colônias portuguesas na África e na Ásia e inspirou lutas democráticas em muitos lugares como Espanha e Brasil. Mas o papel contra revolucionário das "democracias ocidentais" (EUA e Europa) não deve ser esquecido, bancando uma solução "por dentro da ordem" que preservou os interesses do grande capital português e do imperialismo com a cumplicidade ativa da esquerda da ordem portuguesa. Por conta disso a revolução continua na ordem do dia em Portugal, com os cravos simbolizando a beleza do futuro e os trabalhadores assumindo seu destino sem precisar de militares bem intencionados ou representantes civilizados da ordem burguesa.
Começa hoje e vai até o dia 30 deste mês o VI Seminário Nacional sobre a Lutas de classes, ruptura e transição: 150 anos da Comuna de Paris.
Inscrições aqui: https://even3.com.br/ICP2021
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