Boa Tarde!
Entrevista: Gilson Amaro entrevista a professora Maria Orlanda Pinassi, escritora, socióloga e professora aposentada da UNESP Araraquara, que é um dos grandes nomes do pensamento crítico brasileiro.
Debatemos sobre a crise estrutural do capital, o fortalecimento da extrema-direita no Brasil, a conjuntura brasileira e formas organizativas e de luta para enfrentar a situação dramática que vivemos.
Assista Crise Estrutural do Capital e a Realidade Brasileira aqui: http://bit.ly/e_pinassi0321
Entrevista: Gilson Amaro entrevista a professora Maria Orlanda Pinassi, escritora, socióloga e professora aposentada da UNESP Araraquara, que é um dos grandes nomes do pensamento crítico brasileiro.
Debatemos sobre a crise estrutural do capital, o fortalecimento da extrema-direita no Brasil, a conjuntura brasileira e formas organizativas e de luta para enfrentar a situação dramática que vivemos.
Assista Crise Estrutural do Capital e a Realidade Brasileira aqui: http://bit.ly/e_pinassi0321
Contrapoder
Crise Estrutural do Capital e a Realidade Brasileira - Contrapoder
Gilson Amaro entrevista a professora Maria Orlanda Pinassi, escritora, socióloga e professora aposentada da UNESP Araraquara, que é um dos grandes nomes do pensamento crítico
3 anos, uma pergunta: quem mandou matar Marielle?
Há 3 anos uma pergunta nos atordoa: quem mandou matar Marielle? Seguimos sem respostas, mas não sem luta. Desde que a vida de Marielle Franco e Anderson Gomes foram interrompidas, ocupamos as ruas, a política, a mídia e nos espalhamos pelo mundo. Um sinal de que não seremos interrompidas e de que há resistência sempre que atentem contra uma de nós.
Quem atroz e covardemente pensou em acabar com a vida da cria da Favela da Maré, feminista, mulher preta e vereadora eleita da cidade do Rio de Janeiro, cometeu um grave erro. Marielle se multiplicou porque a sua bandeira também é o que faz muita gente caminhar. Gente que quase não tem voz nos espaços de poder, gente marcada pelas profundas desigualdades do Brasil. Sentimos medo, revolta, raiva e impotência muitas vezes. Sentimos tudo isso quando mataram a Marielle; o mesmo que sentimos quando morre um dos nossos, vítima de bala achada em operações policiais do Estado que têm sempre um território alvo, com cor, gênero e classe. Esses sentimentos também nos invadem quando vemos que o povo preto é o que mais morre vítima da Covid. Foi também o que sentimos quando da morte do menino Miguel de apenas cinco anos em junho de 2020.
Sangramos, porém aprendemos a organizar a nossa revolta, o nosso luto. As vozes que ainda clamam por justiça elegeram o legado de Marielle em diversas casas legislativas espalhadas pelo país. Temos mais mulheres no centro da política e esse é um caminho sem volta. Temos mais mulheres negras ocupando o parlamento e esse é só o começo de um caminho árduo. O cenário, na verdade, é bem preocupante, pois desde o assassinato de Marielle, outras companheiras também têm de lidar com ameaças e alterar suas rotinas. É o caso de companheiras negras como a deputada federal Talíria Petrone (PSOL RJ) e as recém-eleitas, covereadora Carolina Iara (PSOL SP) e a vereadora Erika Hilton (PSOL SP), primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal da capital paulista, entre outras.
Querem nos fazer recuar, mas fincamos pés e bandeiras e não daremos nenhum passo atrás. Aliás, estamos na batalha para que o dia 14 de março se torne o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra mulheres negras, LGBTs e periféricas, uma iniciativa do Instituto Marielle Franco que já foi abraçada por dezenas de parlamentares.
14 de março. Nesta mesma data, décadas mais distantes, nascia Carolina Maria de Jesus, escritora, poetisa, compositora, mulher negra com uma vasta obra que o Brasil praticamente desconhece. Carolina foi certeira quando há 60 anos escreveu em Quarto de Despejo quem deveria governar o país: alguém que passou fome, pois para ela a fome também era professora.
Após 3 anos do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, seguimos com fome de justiça por esse ataque à democracia e por tantas feridas que rasgam o Brasil, agora ainda mais violentamente em razão da pandemia e de um desgoverno federal.
Carolina Maria morreu em 1977, mas somente em 2021 foi reconhecida pela UFRJ como doutora. O título demorou, porém é justo e nos fez vibrar. Lembrar Carolina para falar de Marielle é não deixar que a nossa causa fique esquecida. Mulheres pretas resistem desde muito e seguirão nas trincheiras de luta até que todas sejam livres. Lembrar os legados é crucial para seguir em tempos de violência e ódio escancarados. É vital porque também nos diz que somos um coletivo.
Que não passemos mais um 14 de março sem resposta é o que queremos, mas que não pensem que iremos ceder, repetiremos essa pergunta quantas vezes for preciso. A prisão dos executores de Marielle e Anderson, Roni Lessa e Élcio de Queiroz, não basta. Queremos saber quem é o mandante e qual é o motivo. Queremos justiça!
Confira o Dossiê 3 anos do caso Marielle e Anderson: https://casomarielleeanderson.org/
Há 3 anos uma pergunta nos atordoa: quem mandou matar Marielle? Seguimos sem respostas, mas não sem luta. Desde que a vida de Marielle Franco e Anderson Gomes foram interrompidas, ocupamos as ruas, a política, a mídia e nos espalhamos pelo mundo. Um sinal de que não seremos interrompidas e de que há resistência sempre que atentem contra uma de nós.
Quem atroz e covardemente pensou em acabar com a vida da cria da Favela da Maré, feminista, mulher preta e vereadora eleita da cidade do Rio de Janeiro, cometeu um grave erro. Marielle se multiplicou porque a sua bandeira também é o que faz muita gente caminhar. Gente que quase não tem voz nos espaços de poder, gente marcada pelas profundas desigualdades do Brasil. Sentimos medo, revolta, raiva e impotência muitas vezes. Sentimos tudo isso quando mataram a Marielle; o mesmo que sentimos quando morre um dos nossos, vítima de bala achada em operações policiais do Estado que têm sempre um território alvo, com cor, gênero e classe. Esses sentimentos também nos invadem quando vemos que o povo preto é o que mais morre vítima da Covid. Foi também o que sentimos quando da morte do menino Miguel de apenas cinco anos em junho de 2020.
Sangramos, porém aprendemos a organizar a nossa revolta, o nosso luto. As vozes que ainda clamam por justiça elegeram o legado de Marielle em diversas casas legislativas espalhadas pelo país. Temos mais mulheres no centro da política e esse é um caminho sem volta. Temos mais mulheres negras ocupando o parlamento e esse é só o começo de um caminho árduo. O cenário, na verdade, é bem preocupante, pois desde o assassinato de Marielle, outras companheiras também têm de lidar com ameaças e alterar suas rotinas. É o caso de companheiras negras como a deputada federal Talíria Petrone (PSOL RJ) e as recém-eleitas, covereadora Carolina Iara (PSOL SP) e a vereadora Erika Hilton (PSOL SP), primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal da capital paulista, entre outras.
Querem nos fazer recuar, mas fincamos pés e bandeiras e não daremos nenhum passo atrás. Aliás, estamos na batalha para que o dia 14 de março se torne o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra mulheres negras, LGBTs e periféricas, uma iniciativa do Instituto Marielle Franco que já foi abraçada por dezenas de parlamentares.
14 de março. Nesta mesma data, décadas mais distantes, nascia Carolina Maria de Jesus, escritora, poetisa, compositora, mulher negra com uma vasta obra que o Brasil praticamente desconhece. Carolina foi certeira quando há 60 anos escreveu em Quarto de Despejo quem deveria governar o país: alguém que passou fome, pois para ela a fome também era professora.
Após 3 anos do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, seguimos com fome de justiça por esse ataque à democracia e por tantas feridas que rasgam o Brasil, agora ainda mais violentamente em razão da pandemia e de um desgoverno federal.
Carolina Maria morreu em 1977, mas somente em 2021 foi reconhecida pela UFRJ como doutora. O título demorou, porém é justo e nos fez vibrar. Lembrar Carolina para falar de Marielle é não deixar que a nossa causa fique esquecida. Mulheres pretas resistem desde muito e seguirão nas trincheiras de luta até que todas sejam livres. Lembrar os legados é crucial para seguir em tempos de violência e ódio escancarados. É vital porque também nos diz que somos um coletivo.
Que não passemos mais um 14 de março sem resposta é o que queremos, mas que não pensem que iremos ceder, repetiremos essa pergunta quantas vezes for preciso. A prisão dos executores de Marielle e Anderson, Roni Lessa e Élcio de Queiroz, não basta. Queremos saber quem é o mandante e qual é o motivo. Queremos justiça!
Confira o Dossiê 3 anos do caso Marielle e Anderson: https://casomarielleeanderson.org/
Dossiê do Caso Marielle e Anderson
Clique para ver a linha do tempo atualizada.
E as 14 perguntas há 3 anos sem respostas.
Semana passada, dia das internacional de luta das mulheres, Cidade do México.
Ato pautado contra a violência estatal e o patriarcado.
(Foto via SSC-CDMX)
#fogonopatriarcado
Ato pautado contra a violência estatal e o patriarcado.
(Foto via SSC-CDMX)
#fogonopatriarcado
#Editorial: Em nosso editorial, nossa análise da conjuntura com a reabilitação de Lula ao cenário político institucional. O que podemos esperar deste cenário?
Leia aqui: http://bit.ly/ecp_170321
Leia aqui: http://bit.ly/ecp_170321
Contrapoder
Lula Livre - Contrapoder
A anulação da condenação de Lula nos processos arbitrários presididos por Sergio Moro repara tardiamente uma injustiça flagorosa, mas em nada contribui para a superação
150 anos da comuna de Paris!
"A Comuna de Paris desnudou, no limiar dos tempos atuais, que a reprodução social do sistema passa pela afirmação da ordem do capital, pela submissão do trabalho assalariado e pela dominação de classe, através do Estado."
Leia: http://bit.ly/150comunapariscp
"A Comuna de Paris desnudou, no limiar dos tempos atuais, que a reprodução social do sistema passa pela afirmação da ordem do capital, pela submissão do trabalho assalariado e pela dominação de classe, através do Estado."
Leia: http://bit.ly/150comunapariscp
Contrapoder
No limiar da bandeira vermelha: 150 anos da Comuna de Paris - Contrapoder
O ano vermelho de 1871 começou com o bombardeio de Paris pelas tropas prussianas que, nesse mesmo dia, ocuparam Versalhes. O governo provisório convocou eleições
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Neste dia, em 1738, nasceu Túpac Amaru II, líder da maior resistência indígena e anticolonial do Sec. XVIII em nuestra américa.Foi assassinado antes de ver seu sonho de liberdade para os povos oprimidos do nosso continente.
283 anos deste gigante.
“Voltarei e seremos milhões".
283 anos deste gigante.
“Voltarei e seremos milhões".
#Editorial A fome como razão de Estado
"O nexo entre neoliberalismo sanitário, devastação do trabalho, insegurança alimentar e Estado autoritário é a quinta-essência da economia política do genocídio."
Leia aqui: http://bit.ly/econtrapoder_220321
"O nexo entre neoliberalismo sanitário, devastação do trabalho, insegurança alimentar e Estado autoritário é a quinta-essência da economia política do genocídio."
Leia aqui: http://bit.ly/econtrapoder_220321
Contrapoder
A fome como razão de Estado - Contrapoder
A atuação de Bolsonaro evidencia que o presidente miliciano não abandonou seus sonhos despóticos. A hecatombe sanitária, a catástrofe social e a escalada autoritária são
#Artigo MST Movimiento Socialista de los Trabajadores
Neste dia, em 1976, a cúpula militar argentina - junto à burguesia e apoiada pelo EUA - instituiu a última ditadura no país. Um sangrento golpe que ceifou mais de 30 mil.
#24deMarzo
#NuncaMas
#MemoriaVerdadYJusticia
#Argentina
Leia: http://bit.ly/alis_45golpearg
Neste dia, em 1976, a cúpula militar argentina - junto à burguesia e apoiada pelo EUA - instituiu a última ditadura no país. Um sangrento golpe que ceifou mais de 30 mil.
#24deMarzo
#NuncaMas
#MemoriaVerdadYJusticia
#Argentina
Leia: http://bit.ly/alis_45golpearg
Contrapoder
Argentina: 45 anos do golpe genocida – a luta pela Memória, Verdade e Justiça - Contrapoder
É costume em quase todo o movimento de Direitos Humanos definir a última ditadura como cívico-militar ou cívico-eclesiástico-militar. Os partidos patronais e a liderança católica
45 anos do último golpe militar na #Argentina.
Desde então, as Mães da Plaza de Mayo têm liderado uma luta pela verdade e pelo reagrupamento das famílias.
Terrorismo de Estado nunca mais, em nenhum lugar do mundo!
A memória é uma obrigação.
#DitaduraNuncaMais #24deMarzo
Desde então, as Mães da Plaza de Mayo têm liderado uma luta pela verdade e pelo reagrupamento das famílias.
Terrorismo de Estado nunca mais, em nenhum lugar do mundo!
A memória é uma obrigação.
#DitaduraNuncaMais #24deMarzo
Neste dia, em 1922, em Niterói, surgia o mais longevo partido da esquerda brasileira, o Partido Comunista Brasileiro. Hoje o PCB faz 99 ano de luta em defesa da classe trabalhadora brasileira .
Vida longa ao Partidão.
#PCB99Anos
Vida longa ao Partidão.
#PCB99Anos
ditorial Contrapoder: Demorou mais de um ano para que os neoliberais percebessem que a superação da crise econômica pressupõe o fim da pandemia. Foi preciso mais de 300 mil mortos oficiais para que a tragédia sanitária fosse considerada excessiva.
Leia Caos sanitário divide a burguesia aqui: http://bit.ly/ecp_2390321
Leia Caos sanitário divide a burguesia aqui: http://bit.ly/ecp_2390321
Contrapoder
Caos sanitário divide a burguesia - Contrapoder
A Carta Aberta à Sociedade Referente a Medidas de Combate à Pandemia, assinada por significativa parcela do PIB brasileiro e seus asseclas, pede prioridade para
Cineclube Sala Escura no Contrapoder:
Cinemas amazônicos em tempos de luta
O Contrapoder, junto com o Laboratório de Práticas Audiovisuais (UFMG) e o Cineclube Sala Escura (UFF) apresentam o ciclo de filmes: Cinemas amazônicos em tempos de luta.
Serão filmes da região amazônica, seguidos de debates com realizadores e pesquisadores abordando diversos temas sobre os filmes e o cinema na região.
Sobre o Ciclo de filmes:
100% gratuito;
Os filmes ficarão disponíveis para visionamento prévio e os debates sobre os filmes ocorrerão, geralmente, na última quinta-feira de cada mês, no canal do Contrapoder do YouTube;
O ciclo de cinema é um projeto de extensão vinculado à Universidade Federal Fluminense, haverá por filme.
Mais informações e inscrições aqui: http://bit.ly/cp_salaescura
Cinemas amazônicos em tempos de luta
O Contrapoder, junto com o Laboratório de Práticas Audiovisuais (UFMG) e o Cineclube Sala Escura (UFF) apresentam o ciclo de filmes: Cinemas amazônicos em tempos de luta.
Serão filmes da região amazônica, seguidos de debates com realizadores e pesquisadores abordando diversos temas sobre os filmes e o cinema na região.
Sobre o Ciclo de filmes:
100% gratuito;
Os filmes ficarão disponíveis para visionamento prévio e os debates sobre os filmes ocorrerão, geralmente, na última quinta-feira de cada mês, no canal do Contrapoder do YouTube;
O ciclo de cinema é um projeto de extensão vinculado à Universidade Federal Fluminense, haverá por filme.
Mais informações e inscrições aqui: http://bit.ly/cp_salaescura
Contrapoder
Cineclube Sala Escura no Contrapoder - Contrapoder
Cinemas amazônicos em tempos de luta O que podem o cinema e o audiovisual – e a pesquisa nessa área – face aos ataques de toda
A ditadura civil-militar brasileira expulsou, torturou e "desapareceu" com milhares de pessoas.
Dizimou nossos sonhos e destruiu nossa economia.
Viva os heróis do nosso povo, que resistiram a repressão, censura e tortura!
#NãoPerdoamos
#NãoEsquecemos
#DitaBrandaÉoCaralho
Dizimou nossos sonhos e destruiu nossa economia.
Viva os heróis do nosso povo, que resistiram a repressão, censura e tortura!
#NãoPerdoamos
#NãoEsquecemos
#DitaBrandaÉoCaralho
#SalaEscura
A sessão de estreia do cineclube Sala escura é com o filme "A Febre" (2019) de Maya Da-Rin.
#Debate:
O debate será nesta Quinta-feira, 8 de abril, às 20h, com a participação da cineasta Maya Da-Rin, da pesquisadora Naara Fontinele e da professora Lúcia Monteiro (UFF), organizadora do ciclo Cinemas amazônicos em tempos de luta.
#Sinopse:
Justino, um indígena Desana de 45 anos, é vigilante do porto de cargas de Manaus. Enquanto sua filha se prepara para estudar medicina em Brasília, ele é tomado por uma febre misteriosa que o leva de volta a sua aldeia, de onde partiu vinte anos atrás.
#Assista: https://linktr.ee/afebrefilme
Não se inscreveu no Sala Escura?
Corre lá: https://bit.ly/cp_salaescura
A sessão de estreia do cineclube Sala escura é com o filme "A Febre" (2019) de Maya Da-Rin.
#Debate:
O debate será nesta Quinta-feira, 8 de abril, às 20h, com a participação da cineasta Maya Da-Rin, da pesquisadora Naara Fontinele e da professora Lúcia Monteiro (UFF), organizadora do ciclo Cinemas amazônicos em tempos de luta.
#Sinopse:
Justino, um indígena Desana de 45 anos, é vigilante do porto de cargas de Manaus. Enquanto sua filha se prepara para estudar medicina em Brasília, ele é tomado por uma febre misteriosa que o leva de volta a sua aldeia, de onde partiu vinte anos atrás.
#Assista: https://linktr.ee/afebrefilme
Não se inscreveu no Sala Escura?
Corre lá: https://bit.ly/cp_salaescura
#Editorial Pra que outro golpe?
"É preciso resistir a esta ameaça de maneira organizada e preventiva, e, ao mesmo tempo, desmascarar as mistificações “democráticas” verbalizadas nos últimos dias por golpistas e saudosos da ditadura."
Leia aqui: http://bit.ly/ecp_060421
"É preciso resistir a esta ameaça de maneira organizada e preventiva, e, ao mesmo tempo, desmascarar as mistificações “democráticas” verbalizadas nos últimos dias por golpistas e saudosos da ditadura."
Leia aqui: http://bit.ly/ecp_060421
Contrapoder
Pra que outro golpe? - Contrapoder
A pandemia da Covid-19 mostra a cada dia que a lógica do capital é incompatível com o equilíbrio ambiental, a saúde e o bem estar.
Hoje aconteceu a remoção da #OcupaCCBB em Brasília. Hoje destruíram a Escolinha do Cerrado de forma violenta e criminosa. Quatro pessoas foram presas: Thiago Avila, Erika Oliveira, Caio Barbosa e Pedro Felipe
O processo todo é muito contraditório com a própria legislação vigente que impede desocupações em plena pandemia.
O governo do DF alegou a necessidade da desocupação por conta que mais trabalhadores estavam se juntando lá. A lógica é que todos os processos de moradia irregular (dos trabalhadores, é claro) devem ser criminalizados. O governo, se pensasse em seu povo, ficaria aliviado em ter seu povo em fora das ruas e morando sobre um teto, por mais precário que seja. Mas Ibaneis é um desgraçado genocida, quer o povo do DF dormindo na rua, sem nenhuma condição de vida digna.
#ForaIbaneis #OcupaCCBBResiste #LiberdadeOcupaCCBB
fotos: @scarlett_rocha
O processo todo é muito contraditório com a própria legislação vigente que impede desocupações em plena pandemia.
O governo do DF alegou a necessidade da desocupação por conta que mais trabalhadores estavam se juntando lá. A lógica é que todos os processos de moradia irregular (dos trabalhadores, é claro) devem ser criminalizados. O governo, se pensasse em seu povo, ficaria aliviado em ter seu povo em fora das ruas e morando sobre um teto, por mais precário que seja. Mas Ibaneis é um desgraçado genocida, quer o povo do DF dormindo na rua, sem nenhuma condição de vida digna.
#ForaIbaneis #OcupaCCBBResiste #LiberdadeOcupaCCBB
fotos: @scarlett_rocha