130 anos de Antonio Gramsci
Nascido no dia 22 de janeiro de 1891, em Ales, província de Cagliari, na Sardenha, o pequeno Ninno, como era chamado quando criança foi o quarto dos sete filhos de Francesco Gramsci e Giuseppina Marcias. De saúde frágil desde a infância em função de uma deformação na coluna causada por uma tuberculose óssea, aos 12 anos Antonio Gramsci foi obrigado a interromper os estudos por um período de três anos para começar a trabalhar, diante das dificuldades financeiras pelas quais passava sua família.
Leia a matéria completa em: http://bit.ly/bio_gramsci130
Nascido no dia 22 de janeiro de 1891, em Ales, província de Cagliari, na Sardenha, o pequeno Ninno, como era chamado quando criança foi o quarto dos sete filhos de Francesco Gramsci e Giuseppina Marcias. De saúde frágil desde a infância em função de uma deformação na coluna causada por uma tuberculose óssea, aos 12 anos Antonio Gramsci foi obrigado a interromper os estudos por um período de três anos para começar a trabalhar, diante das dificuldades financeiras pelas quais passava sua família.
Leia a matéria completa em: http://bit.ly/bio_gramsci130
Contrapoder
130 anos de Antonio Gramsci - Contrapoder
Nascido no dia 22 de janeiro de 1891, em Ales, província de Cagliari, na Sardenha, o pequeno Ninno, como era chamado quando criança, foi o
2 anos do crime de Brumadinho!
259 mortos, 11 desaparecidos, toneladas e mais toneladas de lama tóxica jogadas na natureza.
Até agora não houve uma reparação digna às famílias e o crime ambiental continua impune.
#ValeCriminosa
259 mortos, 11 desaparecidos, toneladas e mais toneladas de lama tóxica jogadas na natureza.
Até agora não houve uma reparação digna às famílias e o crime ambiental continua impune.
#ValeCriminosa
#Editorial Colapso sanitário e luta de classes: Vacina já!
"O descaso criminoso das autoridades públicas com a saúde da população pobre revela que o genocídio sanitário é uma política de Estado."
Leia: http://bit.ly/ecp_250121
"O descaso criminoso das autoridades públicas com a saúde da população pobre revela que o genocídio sanitário é uma política de Estado."
Leia: http://bit.ly/ecp_250121
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Colapso sanitário e luta de classes: Vacina já! - Contrapoder
Com a epidemia de coronavírus em franca expansão e um acúmulo de óbitos dantesco, interromper a mortandade gratuita dos trabalhadores por Covid-19 é a prioridade
Neste dia, em 1944, nascia Angela Davis, um dos maiores ícones do socialismo estadunidense. Foi dirigente do Partido Comunista e dos Panteras Negras, sua trajetória foi marcada por uma extensa obra que faz a junção do debate de raça, classe e gênero. É uma das maiores intelectuais marxistas ainda viva.
Angela Davis, parabéns pelos 77 anos!
Angela Davis, parabéns pelos 77 anos!
Boa tarde! ✊🏾
📌 #IntervençãoNasIFES: Começaremos hoje a divulgar uma série de textos sobre as intervenções nas Instituições Federais de Ensino Superior. Serão textos de diversos setores que estão na luta cotidiana das universidades federais brasileiras.
🇧🇷 O Primeiro texto é do Coletivo Rosa Luxemburgo - Andes e debate a necessidade de uma nova agenda de lutas nacional. "O ataque à autonomia e à democracia nas instituições de ensino superior federais tem impacto, não apenas administrativo, mas no ethos acadêmico dessas IES numa tentativa de alterar de forma autoritária a própria natureza da universidade pública brasileira destruindo esse patrimônio que pertence ao povo e não a governos de plantão."
📕 Leia Só com luta nacional poderá ser restabelecida a democracia aqui: http://bit.ly/eIFES_rosaluxemburgo
📌 #IntervençãoNasIFES: Começaremos hoje a divulgar uma série de textos sobre as intervenções nas Instituições Federais de Ensino Superior. Serão textos de diversos setores que estão na luta cotidiana das universidades federais brasileiras.
🇧🇷 O Primeiro texto é do Coletivo Rosa Luxemburgo - Andes e debate a necessidade de uma nova agenda de lutas nacional. "O ataque à autonomia e à democracia nas instituições de ensino superior federais tem impacto, não apenas administrativo, mas no ethos acadêmico dessas IES numa tentativa de alterar de forma autoritária a própria natureza da universidade pública brasileira destruindo esse patrimônio que pertence ao povo e não a governos de plantão."
📕 Leia Só com luta nacional poderá ser restabelecida a democracia aqui: http://bit.ly/eIFES_rosaluxemburgo
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#Especial: Intervenção nas IFES: Só com luta nacional poderá ser restabelecida a democracia - Contrapoder
Um conjunto de princípios fundamenta a Universidade pública como patrimônio social presente e futuro. Entre eles a exigência de que a Universidade seja democrática no
76 anos da libertação de Auschwitz
Em 27 de janeiro de 1945 o Exército Vermelho libertou o campo de extermínio nazista de Auschwitz, local onde mais de um milhão de pessoas foram assassinadas pelos nazistas, em sua maioria judeus.
A efeméride do dia é mais um dos marcos de memória do fim da segunda guerra mundial e do genocídio cometido pela Alemanha nazista de Adolf Hitler. Mas o que esse dia têm de especial? Existem alguns pontos importantes que devemos destacar para responder essa pergunta. Auschwitz foi o maior campo de concentração criado pelos nazistas na Polônia, onde judeus, ciganos, homossexuais, socialistas, dentre outros grupos foram presos, obrigados ao trabalho forçado e assassinados.
O dia 27 de janeiro de 1945 foi o dia da salvação para pessoas como o italiano Primo Levi, químico judeu que lutou ao lado dos partisans, resistência anti-facista italiana. Ao tornar-se prisioneiro, foi levado ao campo de concentração de Auschwitz, onde seria libertado 11 meses depois pelo Exército Vermelho. Primo Levi é conhecido pelo livro de memórias que escreveu chamado “É isso um homem?” contando sua história de prisioneiro nazista.
A data pode não ter significado o dia da libertação para outras pessoas, como a judia Anita Lasker-Wallfisch, que passou meses como prisioneira de Auschwitz, sobrevivendo no campo de concentração por saber tocar violoncelo. Mas que, assim como tantos outros prisioneiros, foi transferida em outubro de 1944 para outro campo de concentração devido a aproximação das tropas soviéticas à Auschwitz. Anita foi liberta pelas tropas britânicas em abril de 1945, ainda assim o papel do Exército Vermelho foi importante para que houvesse sua libertação.
O 27 de janeiro de 1945 é um dos marcos das vitórias do Exército Vermelho sobre a Alemanha nazista, que teve seu fechamento em 30 de abril do mesmo ano, com a conquista do parlamento alemão pelos soviéticos na cidade de Berlim.
Essas datas podem não ser tão importantes para mim ou você, mas os acontecimentos desses dias são importantes para rememorar as vitórias sobre esses momentos tão traumáticos e dolorosos da história da humanidade. Servem também, para que os socialistas, demarquem seu espaço na memória em disputa, já que a maioria dos que detêm o poder de comunicação na sociedade capitalista se esforçam para apagar o papel de homens e mulheres soviéticas na vitória sobre o nazifascismo na Segunda Guerra Mundial.
Por: Pedro Cristiano de Azevedo, para Contrapoder
Pedro é mestre e professor de história
Em 27 de janeiro de 1945 o Exército Vermelho libertou o campo de extermínio nazista de Auschwitz, local onde mais de um milhão de pessoas foram assassinadas pelos nazistas, em sua maioria judeus.
A efeméride do dia é mais um dos marcos de memória do fim da segunda guerra mundial e do genocídio cometido pela Alemanha nazista de Adolf Hitler. Mas o que esse dia têm de especial? Existem alguns pontos importantes que devemos destacar para responder essa pergunta. Auschwitz foi o maior campo de concentração criado pelos nazistas na Polônia, onde judeus, ciganos, homossexuais, socialistas, dentre outros grupos foram presos, obrigados ao trabalho forçado e assassinados.
O dia 27 de janeiro de 1945 foi o dia da salvação para pessoas como o italiano Primo Levi, químico judeu que lutou ao lado dos partisans, resistência anti-facista italiana. Ao tornar-se prisioneiro, foi levado ao campo de concentração de Auschwitz, onde seria libertado 11 meses depois pelo Exército Vermelho. Primo Levi é conhecido pelo livro de memórias que escreveu chamado “É isso um homem?” contando sua história de prisioneiro nazista.
A data pode não ter significado o dia da libertação para outras pessoas, como a judia Anita Lasker-Wallfisch, que passou meses como prisioneira de Auschwitz, sobrevivendo no campo de concentração por saber tocar violoncelo. Mas que, assim como tantos outros prisioneiros, foi transferida em outubro de 1944 para outro campo de concentração devido a aproximação das tropas soviéticas à Auschwitz. Anita foi liberta pelas tropas britânicas em abril de 1945, ainda assim o papel do Exército Vermelho foi importante para que houvesse sua libertação.
O 27 de janeiro de 1945 é um dos marcos das vitórias do Exército Vermelho sobre a Alemanha nazista, que teve seu fechamento em 30 de abril do mesmo ano, com a conquista do parlamento alemão pelos soviéticos na cidade de Berlim.
Essas datas podem não ser tão importantes para mim ou você, mas os acontecimentos desses dias são importantes para rememorar as vitórias sobre esses momentos tão traumáticos e dolorosos da história da humanidade. Servem também, para que os socialistas, demarquem seu espaço na memória em disputa, já que a maioria dos que detêm o poder de comunicação na sociedade capitalista se esforçam para apagar o papel de homens e mulheres soviéticas na vitória sobre o nazifascismo na Segunda Guerra Mundial.
Por: Pedro Cristiano de Azevedo, para Contrapoder
Pedro é mestre e professor de história
#Editorial Quem ganha com a frente ampla?
"A oportunidade de uma aliança com segmentos da direita reacende o debate sobre a conveniência de uma “frente ampla” contra Bolsonaro em nome de um governo de salvação nacional."
Leia: http://bit.ly/ecp_010221
"A oportunidade de uma aliança com segmentos da direita reacende o debate sobre a conveniência de uma “frente ampla” contra Bolsonaro em nome de um governo de salvação nacional."
Leia: http://bit.ly/ecp_010221
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Quem ganha com a frente ampla? - Contrapoder
Nas últimas semanas, uma parcela da direita da ordem passou a reivindicar abertamente o impeachment do presidente Bolsonaro. A julgar pelas manifestações de seus principais
Lélia Gonzales (1932 – 1994) é uma das grandes figuras da luta antirracista no Brasil. Uma intelectual orgânica, foi parte da geração de importantes negros que atuaram no conhecido Movimento Negro Unificado – MNU além de outros espaços de organização a partir de um profundo entendimento da relação indissolúvel entre raça, gênero e classe. Enquanto acadêmica, sua contribuição, apesar de marginalizada não só pela academia, mas também pela esquerda nacional, foi significativa para a construção de uma interpretação do país que leve em conta a questão racial como elemento determinante da formação do capitalismo brasileiro.
Levantou de forma dura e assertiva críticas sobre o branqueamento machista da história de nosso país, escrito por alguns pensadores de esquerda ainda considerados clássicos nacionais como foi o caso de sua discussão com Caio Prado Jr.
A trajetória de Lélia é exemplo para as novas gerações de intelectuais negros e negras, que graças a luta da qual sua geração fez parte, pode continuar a luta dentro e fora da academia branca colorindo a história nacional e disputando o futuro da humanidade. Por outro lado, pode ser vista também como a comprovação cabal de que o racismo, seja dentro das universidades, da intelectualidade ou da esquerda nunca foi uma questão de época. Não à toa seus debatem estão sendo retomados para combater os mesmos velhos argumentos racistas presente nos mesmos espaços onde Lélia atuou. Mostra que nesses espaços existem uma perpetuação de poder masculina e branca que apaga e silencia lutadoras tão importantes quanto ela, assim como possibilita com que ainda hoje o capitalismo racista patriarcal se perpetue no seio de nossa luta pelos homens de nosso tempo, que veneram homens do tempo de Lélia e que veneravam homens de outro tempo.
Neste dia, em 1932, nascia Lélia Gonzalez.
Levantou de forma dura e assertiva críticas sobre o branqueamento machista da história de nosso país, escrito por alguns pensadores de esquerda ainda considerados clássicos nacionais como foi o caso de sua discussão com Caio Prado Jr.
A trajetória de Lélia é exemplo para as novas gerações de intelectuais negros e negras, que graças a luta da qual sua geração fez parte, pode continuar a luta dentro e fora da academia branca colorindo a história nacional e disputando o futuro da humanidade. Por outro lado, pode ser vista também como a comprovação cabal de que o racismo, seja dentro das universidades, da intelectualidade ou da esquerda nunca foi uma questão de época. Não à toa seus debatem estão sendo retomados para combater os mesmos velhos argumentos racistas presente nos mesmos espaços onde Lélia atuou. Mostra que nesses espaços existem uma perpetuação de poder masculina e branca que apaga e silencia lutadoras tão importantes quanto ela, assim como possibilita com que ainda hoje o capitalismo racista patriarcal se perpetue no seio de nossa luta pelos homens de nosso tempo, que veneram homens do tempo de Lélia e que veneravam homens de outro tempo.
Neste dia, em 1932, nascia Lélia Gonzalez.
Curso Completo: Conflitos Sociais e Modernização nas obras de Machado de Assis.
Está disponível, em nosso site, o curso completo "Conflitos Sociais e Modernização nas obras de Machado de Assis", ministrado pela professora Vera Ceccarello.
O objetivo deste curso é analisar de que maneira elementos sociais se apresentam nos romances de Machado de Assis, especialmente em Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro e Quincas Borba. A ideia é compreender as mudanças sociais e históricas na virada do século XIX para o século XX no Brasil, tais como a modernização do Rio de Janeiro, o surgimento de uma nova classe social burguesa urbana e o papel das mulheres dentro da sociedade carioca. Esses elementos ajudam a compor um interessante quadro para se compreender o processo de mudança e desenvolvimento da sociedade brasileira naquele período..
Acesse o curso completo aqui: http://bit.ly/cc_machado
Está disponível, em nosso site, o curso completo "Conflitos Sociais e Modernização nas obras de Machado de Assis", ministrado pela professora Vera Ceccarello.
O objetivo deste curso é analisar de que maneira elementos sociais se apresentam nos romances de Machado de Assis, especialmente em Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro e Quincas Borba. A ideia é compreender as mudanças sociais e históricas na virada do século XIX para o século XX no Brasil, tais como a modernização do Rio de Janeiro, o surgimento de uma nova classe social burguesa urbana e o papel das mulheres dentro da sociedade carioca. Esses elementos ajudam a compor um interessante quadro para se compreender o processo de mudança e desenvolvimento da sociedade brasileira naquele período..
Acesse o curso completo aqui: http://bit.ly/cc_machado
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Curso Completo: Conflitos Sociais e Modernização nas obras de Machado de Assis - Contrapoder
Nota sobre o curso: O curso foi ministrado pela professora Vera Ceccarello em 3 aulas, nos dias 23, 30 de julho e 06 de agosto
#Entrevista: Gilson Amaro entrevista o professor *Domingos Alves* sobre o projeto genocida que já ceifou mais de 220 mil vidas por conta da pandemia de Covid-19.
Assista "A Ciência Brasileira Contra o Genocídio" aqui: http://bit.ly/ecp_domingosalves
Assista "A Ciência Brasileira Contra o Genocídio" aqui: http://bit.ly/ecp_domingosalves
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A Ciência Brasileira Contra o Genocídio - Contrapoder
“O Brasil vive uma situação dramática, com mais de duzentos e vinte mil mortos e milhões de contaminados. Ao contrário do que pensam muitos, ela