Hoje é dia do Saci!
Em tempos de colonialismo cultural, subdesenvolvimento, dependência e imperialismo é mais que necessário reafirmarmos nossa identidade e nossos protetores. Saci é para uns o protetor das florestas, para outros o que possui a sabedoria das ervas e das plantas. Para outros ainda, é apenas um pequeno demônio que veio para atazanar.
O Saci pode ser lido como uma mistura disso tudo: um sábio protetor, que não larga seu cachimbo de ervas, adora brincar e atentar a vida de todos, principalmente dos que glorificam a abóbora do norte!
O Saci é uma lenda que destrói mitos.
Viva o Saci, viva o povo brasileiro
Em tempos de colonialismo cultural, subdesenvolvimento, dependência e imperialismo é mais que necessário reafirmarmos nossa identidade e nossos protetores. Saci é para uns o protetor das florestas, para outros o que possui a sabedoria das ervas e das plantas. Para outros ainda, é apenas um pequeno demônio que veio para atazanar.
O Saci pode ser lido como uma mistura disso tudo: um sábio protetor, que não larga seu cachimbo de ervas, adora brincar e atentar a vida de todos, principalmente dos que glorificam a abóbora do norte!
O Saci é uma lenda que destrói mitos.
Viva o Saci, viva o povo brasileiro
Apoie o Contrapoder!
Somos um espaço de debate político e programático da esquerda socialista e, para continuar existindo, precisamos de você.
Nossa meta este mês de novembro é conseguir 20 novos apoiadores. A política brasileira está cada vez mais confusa e a crise se aprofunda. Precisamos de um programa para superar a barbárie. Apoie o Contrapoder e nos ajude a fortalecer a construção programática socialista.
Acesse: https://www.catarse.me/contrapoderbr e apoie.
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Boa noite!
Editorial saindo do forno: Nuestra américa muda os ares. No Chile e na Bolívia tivemos importantes vitórias. Que estes ventos alcancem todo o continente.
Leia Novos ventos na América do Sul aqui: http://bit.ly/ecp021120
Editorial saindo do forno: Nuestra américa muda os ares. No Chile e na Bolívia tivemos importantes vitórias. Que estes ventos alcancem todo o continente.
Leia Novos ventos na América do Sul aqui: http://bit.ly/ecp021120
Contrapoder
Novos ventos na América do Sul - Contrapoder
“Não se detêm os processos sociais nem com o crime nem com a força. (…) A história é nossa e o povo a faz. (…)
Postamos no dia 05 de outubro nosso editorial sobre as eleições nos EUA. Está continua sendo a nossa análise sobre o caso.
Leia EUA: Rumo ao abismo aqui: http://bit.ly/ecp051020
Leia EUA: Rumo ao abismo aqui: http://bit.ly/ecp051020
Contrapoder
EUA: Rumo ao abismo - Contrapoder
Ressentidos e frustrados com as falsas promessas de prosperidade econômica e restauração imperial, os norte-americanos irão às urnas no início de novembro para renovar representantes
Há exatos 100 anos o comunista Eugene V. Debs fazia quase 1 milhão de votos na eleição no EUA. Ele fez sua campanha inteira preso por conta de protestos contra a primeira guerra. Em tempos de falsa dicotomia entre Democratas e Republicanos, lembremos dos nossos
#Artigo de Lorena Duarte
"O sistema de justiça brasileiro parece ser especializado em, ao final de um processo longo e excruciante de questionamentos, humilhações, ameaças e exposições, transformar a vítima em acusada e ré. "
#naoexisteestrupoculposo
Leia http://bit.ly/alorenad1120
"O sistema de justiça brasileiro parece ser especializado em, ao final de um processo longo e excruciante de questionamentos, humilhações, ameaças e exposições, transformar a vítima em acusada e ré. "
#naoexisteestrupoculposo
Leia http://bit.ly/alorenad1120
Contrapoder
O Estado contra Mari Ferrer - Contrapoder
Menos de uma semana atrás, as partes íntimas do prefeito de Florianópolis invadiram as nossas telas de celulares, quando foi vazado um boletim de ocorrência
Foi o Brasil que perdeu
Plinio de Arruda Sampaio Jr.
A aprovação da independência do Banco Central pelo Senado Federal revela a estreita subordinação do governo às pressões do grande capital que há anos procura transformar a independência de fato do Banco Central – já existente – em uma independência de jure. Trata-se de mais uma contrarreforma destinada a aprofundar o neoliberalismo no Brasil.
Para o leigo, que não tem a menor obrigação de entender os labirintos da macroeconomia, a independência do Banco Central pode parecer uma questão secundária que deveria ser relegada aos especialistas em economia monetária. Não é. Como guardião da moeda nacional, o Banco Central estabelece as condições de acesso dos capitalistas e do Estado à moeda nacional e às divisas internacionais. Funciona como o quartel general do capitalismo.
As decisões das autoridades monetárias são cruciais na determinação das taxas de juros e de câmbio; no condicionamento da oferta de crédito; no estabelecimento das condições de pagamento das dívidas privadas e públicas; na defesa das reservas internacionais; na inibição de manobras especulativas que colocam em risco a solidez do sistema financeiro; na definição da relação de preços entre o país e o resto do mundo. Em outras palavras, o Banco Central é uma instituição-chave que permite ao poder público arbitrar a concorrência intercapitalista.
Ceder a independência do Banco Central às “forças do mercado” significa simplesmente renunciar à soberania do povo sobre os rumos da política econômica – uma usurpação de poder que fere a essência do regime republicano. Trata-se de uma medida inaceitável que aprisiona o futuro no passado, fechando as portas para qualquer tipo de política econômica alternativa aos imperativos do capital.
Plinio de Arruda Sampaio Jr.
A aprovação da independência do Banco Central pelo Senado Federal revela a estreita subordinação do governo às pressões do grande capital que há anos procura transformar a independência de fato do Banco Central – já existente – em uma independência de jure. Trata-se de mais uma contrarreforma destinada a aprofundar o neoliberalismo no Brasil.
Para o leigo, que não tem a menor obrigação de entender os labirintos da macroeconomia, a independência do Banco Central pode parecer uma questão secundária que deveria ser relegada aos especialistas em economia monetária. Não é. Como guardião da moeda nacional, o Banco Central estabelece as condições de acesso dos capitalistas e do Estado à moeda nacional e às divisas internacionais. Funciona como o quartel general do capitalismo.
As decisões das autoridades monetárias são cruciais na determinação das taxas de juros e de câmbio; no condicionamento da oferta de crédito; no estabelecimento das condições de pagamento das dívidas privadas e públicas; na defesa das reservas internacionais; na inibição de manobras especulativas que colocam em risco a solidez do sistema financeiro; na definição da relação de preços entre o país e o resto do mundo. Em outras palavras, o Banco Central é uma instituição-chave que permite ao poder público arbitrar a concorrência intercapitalista.
Ceder a independência do Banco Central às “forças do mercado” significa simplesmente renunciar à soberania do povo sobre os rumos da política econômica – uma usurpação de poder que fere a essência do regime republicano. Trata-se de uma medida inaceitável que aprisiona o futuro no passado, fechando as portas para qualquer tipo de política econômica alternativa aos imperativos do capital.
Neste dia, em 1780, Túpac Amaru II liderou uma revolta indígena contra o controle espanhol no Peru. Sua luta entrou na memória popular dos povos de nossa América junto com Túpac Katari no norte da Bolívia. A luta destes herdeiros dos grandes impérios, invadidos pela coroa espanhola, permitiu a criação de movimentos revolucionários na década de 1980. A coragem de se levantar contra o imperialismo, abandonando nomes impostos pelo inimigo para reivindicar a herança de seus povos se mantém viva na nossa memórias e lutas.
Informamos a todos e todas que infelizmente a aula 1 do nosso curso: Cinema e Audiovisual na América Latina, que ocorreria hoje, foi adiada para amanhã.
A produção teve problemas técnicos.
Para os inscritos, até amanhã!
A produção teve problemas técnicos.
Para os inscritos, até amanhã!
#AfinadoMR07: Programa emergencial e vitória chilena
Plano emergencial para a classe trabalhadora e a luta chilena. Estes foram os temas da semana debatidos por Marino Mondek, Marcela Darido, Hélio Ázara e Plinio Jr.
Ouça:
Site: http://bit.ly/amr07site
Spotify: http://bit.ly/amr07spotify
Deezer: http://bit.ly/amr07deezer
Soundcloud: http://bit.ly/amr07soundcloud
Plano emergencial para a classe trabalhadora e a luta chilena. Estes foram os temas da semana debatidos por Marino Mondek, Marcela Darido, Hélio Ázara e Plinio Jr.
Ouça:
Site: http://bit.ly/amr07site
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Deezer: http://bit.ly/amr07deezer
Soundcloud: http://bit.ly/amr07soundcloud
#Afinado: Bruno Magalhães: A esquerda reacende na Bolívia
O Afinado desta semana traz Bruno Magalhães, do Observatório Internacional do PSOL. Ele e Fernando de Oliveira conversam sobre a situação política na Bolívia e as perspectivas para a esquerda latino-americana no futuro próximo.
Site: https://bit.ly/afi30site
Soundcloud: https://bit.ly/a30soundcloud
Spotify: https://bit.ly/a30spotify
Deezer: https://bit.ly/a30deezer
O Afinado desta semana traz Bruno Magalhães, do Observatório Internacional do PSOL. Ele e Fernando de Oliveira conversam sobre a situação política na Bolívia e as perspectivas para a esquerda latino-americana no futuro próximo.
Site: https://bit.ly/afi30site
Soundcloud: https://bit.ly/a30soundcloud
Spotify: https://bit.ly/a30spotify
Deezer: https://bit.ly/a30deezer
Contrapoder
#Afinado 30: Bruno Magalhães: A esquerda reacende na Bolívia - Contrapoder
O Afinado desta semana traz Bruno Magalhães, do Observatório Internacional do PSOL. Ele e Fernando de Oliveira conversam sobre a situação política na Bolívia e
Em 2019 e 2020, cerca de 2.500 pessoas foram presas por se manifestar no Chile. É um número assustador! A isso soma-se dezenas de mortos e a centena de mutilados.
Liberdade imediata à todos os presos políticos chilenos!
Lutar não é crime!
Liberdade imediata à todos os presos políticos chilenos!
Lutar não é crime!