Jornada Internacional contra Trump e Bolsonaro!
No próximo dia 27/08, vamos realizar atos simbólicos em SP e RJ. A data surgiu na Conferência latino-americana da FIT-U (Frente de Esquerda e dos Trabalhadores – Unidade) e haverá protestos em toda América Latina. No Brasil, organizaremos essa jornada em unidade com todos que tiverem acordo com as pautas dessa mobilização, independentemente de que tenham composto ou não a Conferência. Vamos nos manifestar unitariamente em defesa das seguintes pautas:
- Todo apoio as mobilizações do povo norte-americano, vidas negras importam!
- Abaixo a ingerência imperialista na América Latina! Basta de sugar nossa riqueza: defender o não pagamento das dívidas externas dos países da América Latina e do Caribe
- Liberdade a Sebastian Romero, Fim das prisões políticas e perseguições aos lutadores!
- Apoio a greve dos Correios! Pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito!
- Todo apoio à luta dos trabalhadores da educação!Contra o retorno as aulas presenciais em meio a 1000 mortes diárias. Aprendizagem se recupera vidas não! Contra a reforma administrativa!
- Fora Bolsonaro e Mourão
Convidamos as organizações políticas e movimentos sociais classistas a construir coletivamente essa manifestação anti-imperialista e anticapitalista.
Já assinam:
Contrapoder, CSP-Conlutas, CST, MRT, LS, AS, Mandato do Renato Cinco e Mandato do Babá
Confirme presença no ato:
https://www.facebook.com/events/2713860508889697/
No próximo dia 27/08, vamos realizar atos simbólicos em SP e RJ. A data surgiu na Conferência latino-americana da FIT-U (Frente de Esquerda e dos Trabalhadores – Unidade) e haverá protestos em toda América Latina. No Brasil, organizaremos essa jornada em unidade com todos que tiverem acordo com as pautas dessa mobilização, independentemente de que tenham composto ou não a Conferência. Vamos nos manifestar unitariamente em defesa das seguintes pautas:
- Todo apoio as mobilizações do povo norte-americano, vidas negras importam!
- Abaixo a ingerência imperialista na América Latina! Basta de sugar nossa riqueza: defender o não pagamento das dívidas externas dos países da América Latina e do Caribe
- Liberdade a Sebastian Romero, Fim das prisões políticas e perseguições aos lutadores!
- Apoio a greve dos Correios! Pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito!
- Todo apoio à luta dos trabalhadores da educação!Contra o retorno as aulas presenciais em meio a 1000 mortes diárias. Aprendizagem se recupera vidas não! Contra a reforma administrativa!
- Fora Bolsonaro e Mourão
Convidamos as organizações políticas e movimentos sociais classistas a construir coletivamente essa manifestação anti-imperialista e anticapitalista.
Já assinam:
Contrapoder, CSP-Conlutas, CST, MRT, LS, AS, Mandato do Renato Cinco e Mandato do Babá
Confirme presença no ato:
https://www.facebook.com/events/2713860508889697/
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Ato Internacional Contra Trump e Bolsonaro
Causes event in São Paulo, SP, Brazil by Alternativa Socialista and 4 others on Thursday, August 27 2020 with 116 people interested and 35 people going.
#Afinado24: Carla Zanella: Cancelamento: autoritarismo identitário
O Afinado desta semana traz a socióloga Carla Zanella. Ex-candidata a deputada federal pelo PSOL, ela conversa com Fernando de Oliveira sobre cultura do cancelamento, apropriação cultural, lugar de fala e denúncias nas redes sociais. Brancos podem falar sobre racismo? Denunciar estupros nas redes sociais é melhor do que nos tribunais? Estamos sucumbindo a um autoritarismo identitário? Confiram tudo isso no episódio de hoje.
Ouça aqui:
Site: http://bit.ly/a24site
Soundcloud: http://bit.ly/a24soundcloud
Spotify: http://bit.ly/a24spotify
Deezer: http://bit.ly/a24deezer
O Afinado desta semana traz a socióloga Carla Zanella. Ex-candidata a deputada federal pelo PSOL, ela conversa com Fernando de Oliveira sobre cultura do cancelamento, apropriação cultural, lugar de fala e denúncias nas redes sociais. Brancos podem falar sobre racismo? Denunciar estupros nas redes sociais é melhor do que nos tribunais? Estamos sucumbindo a um autoritarismo identitário? Confiram tudo isso no episódio de hoje.
Ouça aqui:
Site: http://bit.ly/a24site
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Spotify: http://bit.ly/a24spotify
Deezer: http://bit.ly/a24deezer
Contrapoder
#Afinado24: Carla Zanella: Cancelamento: autoritarismo identitário - Contrapoder
O Afinado desta semana traz a socióloga Carla Zanella. Ex-candidata a deputada federal pelo PSOL, ela conversa com Fernando de Oliveira sobre cultura do cancelamento,
Há 250 anos, em Stuttgart, nascia Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Nascido me uma família protestante da pequena burguesia foi para o Seminário de Tübingen, onde em 1789, junto com os colegas Schelling e Hölderlin, planta uma árvore em homenagem à Revolução Francesa, Revolução que, a despeito de sua crítica aos “robespierristas”, jamais negará sua adesão. Ao terminar seus estudos desiste de ser pastor, foi preceptor e editor de jornais filosóficos da época, até se tornar professor em diversas universidades alemãs até chegar a Berlim em 1818, onde dominará o debate filosófico, político e religioso até sua morte prematura, por cólera, em 1831.
Sua obra, de extrema erudição e complexidade, é um dos maiores acontecimentos intelectuais da modernidade. A recepção da Economia Política, sobretudo de Steuart e Adam Smith, se desdobra em uma sofisticada teoria da Sociedade Civil Burguesa, objeto de recepção e crítica por parte da geração imediatamente posterior, sobretudo por Marx, para quem Hegel foi “a última palavra de toda Filosofia”. A alcunha de “Idealista” (em seu próprio tempo Hegel era considerado um spinozano, isto é, ateu) e “filósofo do Estado Prussiano” não correspondem ao pensamento deste “Girondino” e republicano, alvo em seu tempo de censura oficial e que teve diversos espiões infiltrados em seu círculo de amigos a mando do Príncipe, que temia a radicalização de estudantes a partir de seus cursos e de seu discípulo, Eduard Gans, professor de Marx em uma Berlim ainda dominada por sua figura, que divide a universidade entre uma direita e uma esquerda hegeliana. Dono de um saber enciclopédico, apreciador do vinho (“prova de que há espírito na natureza”) e atento observador de seu tempo, Hegel nos deixa, sobretudo uma obra difícil, mas que abriu os horizontes de toda filosofia pós-hegeliana, como um “Aristóteles dos tempos modernos”.
Sua obra, de extrema erudição e complexidade, é um dos maiores acontecimentos intelectuais da modernidade. A recepção da Economia Política, sobretudo de Steuart e Adam Smith, se desdobra em uma sofisticada teoria da Sociedade Civil Burguesa, objeto de recepção e crítica por parte da geração imediatamente posterior, sobretudo por Marx, para quem Hegel foi “a última palavra de toda Filosofia”. A alcunha de “Idealista” (em seu próprio tempo Hegel era considerado um spinozano, isto é, ateu) e “filósofo do Estado Prussiano” não correspondem ao pensamento deste “Girondino” e republicano, alvo em seu tempo de censura oficial e que teve diversos espiões infiltrados em seu círculo de amigos a mando do Príncipe, que temia a radicalização de estudantes a partir de seus cursos e de seu discípulo, Eduard Gans, professor de Marx em uma Berlim ainda dominada por sua figura, que divide a universidade entre uma direita e uma esquerda hegeliana. Dono de um saber enciclopédico, apreciador do vinho (“prova de que há espírito na natureza”) e atento observador de seu tempo, Hegel nos deixa, sobretudo uma obra difícil, mas que abriu os horizontes de toda filosofia pós-hegeliana, como um “Aristóteles dos tempos modernos”.
Hoje o Contrapoder construiu em conjunto com organizações políticas e sindicais atos simbólicos no Rio de Janeiro e em São Paulo, como parte do chamado feito pela Conferência Latino-Americana e dos EUA da FIT-U Argentino, que convocou protestos em vários países do mundo para fortalecer e apoiar as mobilizações antirracistas nos EUA, contra a ingerência imperialista na América Latina e pelo não pagamento da dívida externa dos países da América Latina e Caribe.
Mais um levante contra a violência policial pelo mundo, agora em Eldorado Park, bairro da periferia de Johannesburg, na Africa do Sul.
Nathaniel Julius, um jovem negro, de 16 anos, que tinha síndrome de down, foi assassinado pela polícia. Ele foi abordado em frente a sua casa e assassinado por um corrupto policial da região, que não entendia o que ele estava tentando falar.
As manifestações por justiça e pelo fim da corrupção policial eclodiram na periferia de Johannesburg. Este fato está totalmente ligado com as agressões racistas das polícias no Estados Unidos e no Brasil. A polícia moderna é um órgão do Estado capitalista feita para subjugar e assassinar os oprimidos. Essa ideia de uma polícia que defenda o cidadão é mero romance. Na prática, em todos os lugares do mundo, ela serve para coibir e reprimir o povo trabalhador.
Toda nossa solidariedade à família de Nathaniel e de todos os mortos pelas mãos do Estado capitalista.
É hora de virarmos o jogo.
Nathaniel Julius, um jovem negro, de 16 anos, que tinha síndrome de down, foi assassinado pela polícia. Ele foi abordado em frente a sua casa e assassinado por um corrupto policial da região, que não entendia o que ele estava tentando falar.
As manifestações por justiça e pelo fim da corrupção policial eclodiram na periferia de Johannesburg. Este fato está totalmente ligado com as agressões racistas das polícias no Estados Unidos e no Brasil. A polícia moderna é um órgão do Estado capitalista feita para subjugar e assassinar os oprimidos. Essa ideia de uma polícia que defenda o cidadão é mero romance. Na prática, em todos os lugares do mundo, ela serve para coibir e reprimir o povo trabalhador.
Toda nossa solidariedade à família de Nathaniel e de todos os mortos pelas mãos do Estado capitalista.
É hora de virarmos o jogo.
#Editorial: Quem vai pagar a conta pela crise fiscal? De onde o governo vai tirar os recursos para combater o suposto deficit orçamentário? Para onde mira o ataque de Bolsonaro? Qual o impacto da suposta desavença com Guedes?
#EuApoioAGreveDosCorreios
https://contrapoder.net/editorial/crise-fiscal-e-luta-de-classes/
#EuApoioAGreveDosCorreios
https://contrapoder.net/editorial/crise-fiscal-e-luta-de-classes/
Contrapoder
Crise fiscal e luta de classes - Contrapoder
O atrito público entre o Ministro da Economia e o Presidente da República em torno do valor, forma de financiamento e abrangência do que pode
Rememorar para não esquecer.
Em 1 de setembro de 1939 a Alemanha nazista invadiu a Polônia, fato ocorrido que obrigou França e Inglaterra a declararem guerra à Alemanha. Essa data é considerada o marco do início da Segunda Guerra Mundial, que teve a participação direta e indireta da maior parte das nações do mundo.
Apesar dessa data ser um marco para o início da guerra, é importante lembrarmos que a mesma tem raízes no século XIX, nas disputas imperialistas por território e influência na África e Ásia. Foi a rivalidade crescente entre as principais potências econômicas mundiais, onde crescia-se um nacionalismo exacerbado, por mercados consumidores, matéria-prima como ferro e carvão, e mão de obra barata, que levou a termos as duas guerras mundiais no início do século XX.
O historiador marxista Eric Hobsbawm em sua obra A era dos Extremos, o breve século XX, mostra como o período de “falsa paz” do século XIX gerou os distúrbios entre as nações imperialistas que eclodiram nas duas grandes guerras e os milhões de mortos.
Importante também ressaltar, que antes daquele 1º de setembro, diversos conflitos aconteciam pelo mundo: a Itália de Mussolini invadiu a Etiópia em 1935; o general espanhol Francisco Franco com apoio de alemães e italianos tomava o poder espanhol, o que levou a uma guerra civil no país que durou de 1936-1939; O Japão invadiu a China em 1937, e depois invadiria a Mongólia e um pedaço da URSS em 1938; A Alemanha nazista já havia ocupado a Áustria (1938) e a Tchecoslováquia (1939).
A Segunda Grande Guerra teve perdas imensuráveis, estima-se que morreram entre 70 e 85 milhões de pessoas devido a guerra, destes em torno de 55 milhões eram civis. Calcula-se que o genocídio judeu protagonizado pelos nazistas tenha feito 6 milhões de mortos, a “solução final” nazista também fez vítimas de outros grupos como ciganos, comunistas, homossexuais, Testemunhas de Jeová, assim como deficientes físicos e mentais.
Rememorar as mortes e os traumas desse e de outros acontecimentos do passado é um ato político de combate ao esquecimento e apagamento da história daqueles que foram oprimidos. Rememorar é não deixar esquecer que foi em nome do lucro, do poder, capitaneado pelo fascismo, mas também pelo imperialismo, que houveram esses milhões de mortos.
Em 1 de setembro de 1939 a Alemanha nazista invadiu a Polônia, fato ocorrido que obrigou França e Inglaterra a declararem guerra à Alemanha. Essa data é considerada o marco do início da Segunda Guerra Mundial, que teve a participação direta e indireta da maior parte das nações do mundo.
Apesar dessa data ser um marco para o início da guerra, é importante lembrarmos que a mesma tem raízes no século XIX, nas disputas imperialistas por território e influência na África e Ásia. Foi a rivalidade crescente entre as principais potências econômicas mundiais, onde crescia-se um nacionalismo exacerbado, por mercados consumidores, matéria-prima como ferro e carvão, e mão de obra barata, que levou a termos as duas guerras mundiais no início do século XX.
O historiador marxista Eric Hobsbawm em sua obra A era dos Extremos, o breve século XX, mostra como o período de “falsa paz” do século XIX gerou os distúrbios entre as nações imperialistas que eclodiram nas duas grandes guerras e os milhões de mortos.
Importante também ressaltar, que antes daquele 1º de setembro, diversos conflitos aconteciam pelo mundo: a Itália de Mussolini invadiu a Etiópia em 1935; o general espanhol Francisco Franco com apoio de alemães e italianos tomava o poder espanhol, o que levou a uma guerra civil no país que durou de 1936-1939; O Japão invadiu a China em 1937, e depois invadiria a Mongólia e um pedaço da URSS em 1938; A Alemanha nazista já havia ocupado a Áustria (1938) e a Tchecoslováquia (1939).
A Segunda Grande Guerra teve perdas imensuráveis, estima-se que morreram entre 70 e 85 milhões de pessoas devido a guerra, destes em torno de 55 milhões eram civis. Calcula-se que o genocídio judeu protagonizado pelos nazistas tenha feito 6 milhões de mortos, a “solução final” nazista também fez vítimas de outros grupos como ciganos, comunistas, homossexuais, Testemunhas de Jeová, assim como deficientes físicos e mentais.
Rememorar as mortes e os traumas desse e de outros acontecimentos do passado é um ato político de combate ao esquecimento e apagamento da história daqueles que foram oprimidos. Rememorar é não deixar esquecer que foi em nome do lucro, do poder, capitaneado pelo fascismo, mas também pelo imperialismo, que houveram esses milhões de mortos.
esse texto também está disponível em:
https://contrapoder.net/artigo/rememorar-para-nao-esquecer/
https://contrapoder.net/artigo/rememorar-para-nao-esquecer/
Contrapoder
Rememorar para não esquecer. - Contrapoder
Em 1 de setembro de 1939 a Alemanha nazista invadiu a Polônia, fato ocorrido que obrigou França e Inglaterra a declararem guerra à Alemanha. Essa data
Curso Completo: Introdução ao pensamento de A. Gramsci
Está disponível, em nosso site, o curso completo "Introdução ao pensamento de A. Gramsci", ministrado pela professora Luciana Aliaga.
O minicurso “Introdução ao pensamento de A. Gramsci” tem por objetivo apresentar alguns dos principais conceitos que fundamentam o pensamento político de Antonio Gramsci. Neste movimento, vamos discutir tanto o contexto imediato no qual foram formulados os conceitos como a sua possível aplicabilidade para a realidade brasileira contemporânea.
Acesse o curso completo aqui: http://bit.ly/cursogramscicompleto
Está disponível, em nosso site, o curso completo "Introdução ao pensamento de A. Gramsci", ministrado pela professora Luciana Aliaga.
O minicurso “Introdução ao pensamento de A. Gramsci” tem por objetivo apresentar alguns dos principais conceitos que fundamentam o pensamento político de Antonio Gramsci. Neste movimento, vamos discutir tanto o contexto imediato no qual foram formulados os conceitos como a sua possível aplicabilidade para a realidade brasileira contemporânea.
Acesse o curso completo aqui: http://bit.ly/cursogramscicompleto
Contrapoder
Curso Completo: Introdução ao pensamento de A. Gramsci - Contrapoder
Nota sobre o curso: O curso foi ministrado em 3 aulas, nos dias 21 e 28 de maio e dia 04 de junho de 2020;
Vocês já viram o último dossiê do @marxismo21 sobre o Nelson Werneck Sodré?
Lá tem acesso a quase 40 livros, dezenas de artigos e entrevistas do marxista brasileiro.
https://marxismo21.org/nelson-werneck-sodre/
Lá tem acesso a quase 40 livros, dezenas de artigos e entrevistas do marxista brasileiro.
https://marxismo21.org/nelson-werneck-sodre/
marxismo 21
Nelson Werneck Sodré - marxismo 21
Nelson Werneck Sodré (1911-1999) teve uma vida fecunda em termos de produção intelectual e atuação política. Foi um empenhado autor, tendo publicado 56 livros e cerca de três mil artigos que tematizavam diferentes problemáticas teóricas (história social e…
Eduardo Galeano faria 80 anos hoje.
Sua vida e história é intrinsecamente ligada ao anti-imperialismo e ao fim do capitalismo. Ele dispensa apresentações maiores.
Inspirou milhões. Suas obras são de grandiosidade singular.
As veias abertas da América-Latina também moldou o caráter e a militância de quem digita estas palavras.
"A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhece-la."
#Galeano80
Sua vida e história é intrinsecamente ligada ao anti-imperialismo e ao fim do capitalismo. Ele dispensa apresentações maiores.
Inspirou milhões. Suas obras são de grandiosidade singular.
As veias abertas da América-Latina também moldou o caráter e a militância de quem digita estas palavras.
"A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhece-la."
#Galeano80