Cai Hassan Diab, vitória popular no Líbano.
O povo libanês derrotou a cúpula burocrática, cristalizada no pós-guerra civil. O acordo do andar de cima para pôr fim ao conflito deixava de fora a vontade do povo libanês. Neste sentido, há uma estreita semelhança entre o pacto no Líbano e Nova República Brasileira: o sistema de alternância de forças políticas e de acordos plutocráticos.
No final do ano passado, o povo libanês foi às ruas contra um aumento tributário e contra o pagamento pelo uso de aplicativos de ligação, como o whatsapp. Os protestos ganharam força e viraram uma ação contra a ordem vigente no país e contra o sistema financeiro.
O povo ganhou nas pautas imediatas e conseguiu um grande desgaste à cúpula plutocrática. Agora, derrubaram o primeiro ministro depois de massivos protestos que estavam sendo duramente reprimidos, inclusive com assassinatos pelos agentes de segurança do Estado.
Esperamos que nossas semelhanças com a política libanesa se atualize e nos levem a derrotar a plutocracia também em nossas terras.
Foto: REUTERS/Issam Abdallah
O povo libanês derrotou a cúpula burocrática, cristalizada no pós-guerra civil. O acordo do andar de cima para pôr fim ao conflito deixava de fora a vontade do povo libanês. Neste sentido, há uma estreita semelhança entre o pacto no Líbano e Nova República Brasileira: o sistema de alternância de forças políticas e de acordos plutocráticos.
No final do ano passado, o povo libanês foi às ruas contra um aumento tributário e contra o pagamento pelo uso de aplicativos de ligação, como o whatsapp. Os protestos ganharam força e viraram uma ação contra a ordem vigente no país e contra o sistema financeiro.
O povo ganhou nas pautas imediatas e conseguiu um grande desgaste à cúpula plutocrática. Agora, derrubaram o primeiro ministro depois de massivos protestos que estavam sendo duramente reprimidos, inclusive com assassinatos pelos agentes de segurança do Estado.
Esperamos que nossas semelhanças com a política libanesa se atualize e nos levem a derrotar a plutocracia também em nossas terras.
Foto: REUTERS/Issam Abdallah
108 anos de Jorge Amado.
"Mas enquanto houver miséria, enquanto houver Terceiro Mundo, pode ter certeza, meu amigo, que não haverá paz no mundo."
Nascido em 1912, no interior da Bahia, Jorge Amado é um dos escritores mais lidos do Brasil. Comunista filiado ao PCB, defensor dos povos oprimidos, fez obras magistrais, que criticam a realidade social, a moral, os costumes, o racismo e a hipocrisia da conservadora sociedade brasileira. Com apensas 19 anos publicou seu primeiro livro, que é umas das obras mais importantes da literatura: "O País do Carnaval". Vale marcar outros importantes livros deste gênio da literatura como: "Capitães da areia", "Gabriela, cravo e canela", "A morte e a morte de Quincas Berro d'Água", "Dona Flor e seus dois maridos", "Seara vermelha", "Tenda dos milagres" e por ai vai.
Sua vida política foi marcada por vários períodos de exílio e prisão. Em seu curto período como deputado federal, eleito pelo PCB de São Paulo, conseguiu aprovar a emenda 3.218, na Constituição federal de 1946, que garantia a liberdade religiosa para todos os Cultos. Morreu em 2001, 55 anos depois da aprovação, sem ver a lei cumprida na íntegra.
"Mas enquanto houver miséria, enquanto houver Terceiro Mundo, pode ter certeza, meu amigo, que não haverá paz no mundo."
Nascido em 1912, no interior da Bahia, Jorge Amado é um dos escritores mais lidos do Brasil. Comunista filiado ao PCB, defensor dos povos oprimidos, fez obras magistrais, que criticam a realidade social, a moral, os costumes, o racismo e a hipocrisia da conservadora sociedade brasileira. Com apensas 19 anos publicou seu primeiro livro, que é umas das obras mais importantes da literatura: "O País do Carnaval". Vale marcar outros importantes livros deste gênio da literatura como: "Capitães da areia", "Gabriela, cravo e canela", "A morte e a morte de Quincas Berro d'Água", "Dona Flor e seus dois maridos", "Seara vermelha", "Tenda dos milagres" e por ai vai.
Sua vida política foi marcada por vários períodos de exílio e prisão. Em seu curto período como deputado federal, eleito pelo PCB de São Paulo, conseguiu aprovar a emenda 3.218, na Constituição federal de 1946, que garantia a liberdade religiosa para todos os Cultos. Morreu em 2001, 55 anos depois da aprovação, sem ver a lei cumprida na íntegra.
Hoje tem a quarta aula do curso: “O Capital: Manual de instruções”, com o professor
Hélio Ázara. As aulas estão acontecendo em nossa canal no youtube. Todas as terças, às 15h30. Tema de hoje:
Capital limite e barreira, sobre o uso da dialética da finitude para a formulação do conceito marxiano de Capital. CAPITAL CONSTANTE E CAPITAL VARIÁVEL. MAIS VALOR ABSOLUTO E MAIS VALOR RELATIVO. Subordinação do trabalho ao capital, primeiro formalmente, depois realmente [SEÇÕES 3 E 4 DO LIVRO PRIMEIRO].
Hélio Ázara. As aulas estão acontecendo em nossa canal no youtube. Todas as terças, às 15h30. Tema de hoje:
Capital limite e barreira, sobre o uso da dialética da finitude para a formulação do conceito marxiano de Capital. CAPITAL CONSTANTE E CAPITAL VARIÁVEL. MAIS VALOR ABSOLUTO E MAIS VALOR RELATIVO. Subordinação do trabalho ao capital, primeiro formalmente, depois realmente [SEÇÕES 3 E 4 DO LIVRO PRIMEIRO].
#Editorial: A recessão brasileira é brutal. Além do crescimento da pandemia, perderemos 9,2% do PIB em 2020, contra 5,2% no resto do mundo. Não basta voltarmos à normalidade, nem reformas neoliberais, é hora de uma política antissistema contra a exploração e a morte.
https://contrapoder.net/editorial/a-hora-da-verdade/
https://contrapoder.net/editorial/a-hora-da-verdade/
Contrapoder
A hora da verdade - Contrapoder
A administração da barbárie passa pela ocultação da gravidade da crise sanitária, econômica e social que abala a sociedade brasileira. Sem a percepção do sentido
55 anos do levante de Watts
Em 11 de agosto de 1965, em Watts, Los Angeles, Califórnia, teve início o episodio conhecido como Distúrbio de Watts, uma rebelião popular contra a violência policia sofridas pelos negros nas periferias de LA. Um evento muito similar aos protestos do Black Lives Matter que ocorreram nos últimos meses, como reação ao assassinato por sufocamento de George Floyd por policiais brancos. O levante antirracista que varre os EUA tem à frente o movimento Black Lives Matter, criado após o assassinato do jovem negro Michael Brown, de 18 anos, por um policial em Ferguson, no ano de 2014, e que gerou dez dias de levantes e protestos da população negra contra a violência das forças de segurança.
Voltando a 1965… O jovem Marquette Frye (21) andava de carro com seu irmão menor e foram parados por um policial rodoviário que o acusava, sem nenhuma prova ou indicio, de dirigir embriagado e que deveria apreender o veículo. Seu irmão correu para casa para chamar sua mãe e foi chamando os vizinhos no caminho. O policial chamou reforços, prenderam violentamente Frye, seu irmão e sua mãe, mesmo sob protestos.
Naquela mesma noite, os moradores de Watts, bairro na região centro-sul de Los Angeles, entraram em confronto com a polícia pela liberdade da família de Frye e contra as abordagens violentas contra negros. Nesta primeira noite 29 pessoas foram presas. O que fez os protestos se intensificarem.
No segundo dia a cidade estava em chamas e foi chamada a Guarda Nacional. Mais repressão, mais revolta.
Ao todo foram mobilizados mais de 20 mil homens da guarda-nacional e de polícias de cidades vizinhas à Los Angeles. A repressão foi brutal: 34 pessoas foram assassinadas pelo Estado, mais de 4000 presas ou detidas. O relato oficial indica que 977 edifícios danificados, saqueados, incendiados ou destruídos pelos moradores de Watts. Foram 4 noites de sublimação popular que marcaram a luta antirracista americana e mundial.
Domingo, 09 de agosto, Parque Bristol, sul de São Paulo.
Rogério Ferreira da Silva Júnior é brutalmente assassinado, no dia de seu aniversário, pelas mãos da polícia de São Paulo. As imagens mostram que foi uma execução à segue frio, sem nenhum indicio de violência ou resistência.
A brutalidade da polícia militar brasileira, sem exceções de estados, é imensa. Diariamente a polícia brasileira mata 16 pessoas, 12 são negras. A cada dia, 12 George Floyd são brutalmente assassinados no Brasil. Esta polícia não pode ser reformada, ela é corrupta e racista em sua estrutura. e tem um objetivo genocida. Não há outra opção: é urgente o fim da polícia, para, assim, constituirmos uma nova ferramenta de justiça e segurança pública.
Em nosso site, uma galeria de fotos sobre estes atos: https://bit.ly/awatts20
Em 11 de agosto de 1965, em Watts, Los Angeles, Califórnia, teve início o episodio conhecido como Distúrbio de Watts, uma rebelião popular contra a violência policia sofridas pelos negros nas periferias de LA. Um evento muito similar aos protestos do Black Lives Matter que ocorreram nos últimos meses, como reação ao assassinato por sufocamento de George Floyd por policiais brancos. O levante antirracista que varre os EUA tem à frente o movimento Black Lives Matter, criado após o assassinato do jovem negro Michael Brown, de 18 anos, por um policial em Ferguson, no ano de 2014, e que gerou dez dias de levantes e protestos da população negra contra a violência das forças de segurança.
Voltando a 1965… O jovem Marquette Frye (21) andava de carro com seu irmão menor e foram parados por um policial rodoviário que o acusava, sem nenhuma prova ou indicio, de dirigir embriagado e que deveria apreender o veículo. Seu irmão correu para casa para chamar sua mãe e foi chamando os vizinhos no caminho. O policial chamou reforços, prenderam violentamente Frye, seu irmão e sua mãe, mesmo sob protestos.
Naquela mesma noite, os moradores de Watts, bairro na região centro-sul de Los Angeles, entraram em confronto com a polícia pela liberdade da família de Frye e contra as abordagens violentas contra negros. Nesta primeira noite 29 pessoas foram presas. O que fez os protestos se intensificarem.
No segundo dia a cidade estava em chamas e foi chamada a Guarda Nacional. Mais repressão, mais revolta.
Ao todo foram mobilizados mais de 20 mil homens da guarda-nacional e de polícias de cidades vizinhas à Los Angeles. A repressão foi brutal: 34 pessoas foram assassinadas pelo Estado, mais de 4000 presas ou detidas. O relato oficial indica que 977 edifícios danificados, saqueados, incendiados ou destruídos pelos moradores de Watts. Foram 4 noites de sublimação popular que marcaram a luta antirracista americana e mundial.
Domingo, 09 de agosto, Parque Bristol, sul de São Paulo.
Rogério Ferreira da Silva Júnior é brutalmente assassinado, no dia de seu aniversário, pelas mãos da polícia de São Paulo. As imagens mostram que foi uma execução à segue frio, sem nenhum indicio de violência ou resistência.
A brutalidade da polícia militar brasileira, sem exceções de estados, é imensa. Diariamente a polícia brasileira mata 16 pessoas, 12 são negras. A cada dia, 12 George Floyd são brutalmente assassinados no Brasil. Esta polícia não pode ser reformada, ela é corrupta e racista em sua estrutura. e tem um objetivo genocida. Não há outra opção: é urgente o fim da polícia, para, assim, constituirmos uma nova ferramenta de justiça e segurança pública.
Em nosso site, uma galeria de fotos sobre estes atos: https://bit.ly/awatts20
Contrapoder
55 anos do levante de Watts - Contrapoder
Em 11 de agosto de 1965, em Watts, Los Angeles, Califórnia, teve início o episodio conhecido como Distúrbio de Watts, uma rebelião popular contra a violência policia
Hoje é o dia de luta contra a violência no campo, data em homenagem à memória de Margarida Maria Alves, que foi brutalmente assassinada no dia 12 de agosto de 1983
“Da luta não fujo. É melhor morrer na luta do que morrer de fome.”
“Da luta não fujo. É melhor morrer na luta do que morrer de fome.”
#Afinado22: Aisha Mohamed: Muçulmanos pela Democracia
O Afinado desta semana traz Aisha Mohamed, professora e militante do coletivo “Muçulmanos pela Democracia”. Aisha fala sobre a relação entre o Islã e a luta pela liberdade em tempos de autoritarismo cristão conservador.
Ouça aqui:
Site: https://bit.ly/a22site
Spotify: https://bit.ly/a22spotify
Soundcloud: https://bit.ly/a22soundcloud
O Afinado desta semana traz Aisha Mohamed, professora e militante do coletivo “Muçulmanos pela Democracia”. Aisha fala sobre a relação entre o Islã e a luta pela liberdade em tempos de autoritarismo cristão conservador.
Ouça aqui:
Site: https://bit.ly/a22site
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Contrapoder
#Afinado22: Aisha Mohamed: Muçulmanos pela Democracia - Contrapoder
O Afinado desta semana traz Aisha Mohamed, professora e militante do coletivo “Muçulmanos pela Democracia”. Aisha fala sobre a relação entre o Islã e a
Fidel, 94 anos!
Há 94 anos nascia Fidel Alejandro Castro Ruz, comandante da Revolução Cuba e o maior líder político da América no século XX.
Entre as inúmeras histórias épicas de Fidel selecionamos apenas uma, porém muito emblemática do significado da trajetória do Comandante.
Na invasão das "Baia dos Portos", processo contrarrevolucionário organizado pela CIA e pela antiga burguesia cubana, Fidel, já chefe de Estado, foi para o front de batalha e lutou, ombro a ombro com os soldados, contra a invasão imperialista. Além de organizar o front revolucionário, pegou em armas, e em determinado momento entrou em um tanque de guerra, atirando contra um navio dos contrarrevolucionários e traidores.
Fidel foi o último líder de Estado a pegar em armas para defender o interesse de seu povo. Antes dele, apenas Allende e com um Fuzil AK 47 dado pelo próprio Fidel, foi vítima do mesmo imperialismo.
O mais atacado de todos os líderes foi também o mais vitorioso. Sua história será sempre celebrada pelo Povo de Cuba e da América Latina. “Esta é a Revolução socialista e democrática dos humildes, com os humildes e para os humildes”
¡Patria o Muerte! ¡Venceremos!
Há 94 anos nascia Fidel Alejandro Castro Ruz, comandante da Revolução Cuba e o maior líder político da América no século XX.
Entre as inúmeras histórias épicas de Fidel selecionamos apenas uma, porém muito emblemática do significado da trajetória do Comandante.
Na invasão das "Baia dos Portos", processo contrarrevolucionário organizado pela CIA e pela antiga burguesia cubana, Fidel, já chefe de Estado, foi para o front de batalha e lutou, ombro a ombro com os soldados, contra a invasão imperialista. Além de organizar o front revolucionário, pegou em armas, e em determinado momento entrou em um tanque de guerra, atirando contra um navio dos contrarrevolucionários e traidores.
Fidel foi o último líder de Estado a pegar em armas para defender o interesse de seu povo. Antes dele, apenas Allende e com um Fuzil AK 47 dado pelo próprio Fidel, foi vítima do mesmo imperialismo.
O mais atacado de todos os líderes foi também o mais vitorioso. Sua história será sempre celebrada pelo Povo de Cuba e da América Latina. “Esta é a Revolução socialista e democrática dos humildes, com os humildes e para os humildes”
¡Patria o Muerte! ¡Venceremos!
#Editorial: Enquanto a esquerda apresentar soluções submissas à ordem capitalista, mais forte fica a solução liberal-autoritária. Para derrotarmos a agenda bolsonarista é necessário um programa anticapitalista que apresente soluções para as reais mazelas do povo.
https://contrapoder.net/editorial/a-miseria-da-eleicao/
https://contrapoder.net/editorial/a-miseria-da-eleicao/
Contrapoder
A miséria da eleição - Contrapoder
Na ausência de uma contraposição programática, a burguesia define unilateralmente a agenda e o contexto que norteiam o debate eleitoral. Os parâmetros estabelecidos ditam as
#AoVivo Lançamento do livro "O Pânico como Política"
Quinta-feira, 20 de agosto, às 17h, faremos o lançamentos do livro "O Pânico como Política", organizado por: Fábio Luis Barbosa dos Santos, Marco Antonio Perruso e Marinalva Oliveira. Contém 35 artigos de 41 autores de todo o Brasil, como: Plínio Sampaio Jr., Maria Orlanda Pinassi, Luciana Genro, Karen Santos, Rosi Messias, Ruy Braga, Pedro Fiori Arantes, Carmen Verônica dos Santos Castro, Renato Cinco, José Cláudio Souza Alves, Liliana Maiques, entre outros.
A transmissão será simultânea em nosso facebook, em nosso youtube e no facebook da editora Mauad X - Editora e Distribuidora.
Programe-se!
#DefendaOLivro
Quinta-feira, 20 de agosto, às 17h, faremos o lançamentos do livro "O Pânico como Política", organizado por: Fábio Luis Barbosa dos Santos, Marco Antonio Perruso e Marinalva Oliveira. Contém 35 artigos de 41 autores de todo o Brasil, como: Plínio Sampaio Jr., Maria Orlanda Pinassi, Luciana Genro, Karen Santos, Rosi Messias, Ruy Braga, Pedro Fiori Arantes, Carmen Verônica dos Santos Castro, Renato Cinco, José Cláudio Souza Alves, Liliana Maiques, entre outros.
A transmissão será simultânea em nosso facebook, em nosso youtube e no facebook da editora Mauad X - Editora e Distribuidora.
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#DefendaOLivro