Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder!
Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros.
À luta!
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Dia 25 de junho, dia do imigrante!

Ninguém é ilegal. Por um mundo sem fronteiras!
O #tbt de hoje é sobre a independência de Moçambique.

No dia 25 se junho de 1975 o povo moçambicano conquistou sua liberdade do domínio português através de uma longa guerra, 11 anos. Foram séculos de domínio, exploração e saques.
Samora Machel liderou um exército muito menor e por uma soma na conjuntura conseguiu, com seu povo, se livrar das correntes da dominação estrangeira.
Gostaríamos de falar muito mais sobre esse processo, mas a história de todo o continente africano é, até hoje, jogada em segundo plano.
Viva a libertação dos povos oprimidos.
Viva a luta dos povos africanos.
Viva Moçambique!

#Contrapoder #Moçambique #25dejunho #samoramachel #Africa
Mês do Orgulho: 51 anos de Stonewall, a luta não entra em quarentena.

Durante todo o mês de junho se celebra o Mês do Orgulho da diversidade sexual e de gênero em comemoração da revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, fato que marcou o surgimento do movimento da diversidade moderna.

Em 28 de junho de 1969, Nova York, se desenvolveu um levante de lésbica, gays, travestis e transsexuais a partir da repressão policial no bar Stonewall Inn. Durante três noites centenas saíram as ruas para lutar contra a perseguição policial, a ordem sexual existente, a monogamia imposta pela igreja, o tratamento a orientação sexual e as identidades de gênero como uma patologia e a recomendações de contravenções. Foi a ponta de lança do movimento. Os fatos se tornaram conhecidos no mundo todo e desde então se reconhece como o Dia Internacional do Orgulho LGBT+.

A 51 anos da revolta de Stonewall seguimos organizando-nos contra os governos e suas políticas repressivas e discriminatórias em todo o mundo. Durante a pandemia a crise tem golpeado duramente a nossa comunidade. A precarização, o trabalho instável e o desemprego e se soma a discriminação que sofremos no trabalho, por nossa sexualidade e identidades de gênero, com violações de nossos direitos trabalhistas e demissões arbitrárias. A quarentena para prevenir a propagação da COVID-19 somente agravou estas condições de precariedade e miséria a qual os governos nos submetem. O ajuste de Bolsonaro aos direitos trabalhistas, desfinanciando programas e políticas públicas destinadas aos LGBTs, como o programa de prevenção ao HIV. A falta de investimentos e a retirada de direitos continuam e aprofundam ainda mais a situação da população brasileira, sobretudo de lésbica, bissexuais, gays, trans e travestis.

Nós da Juventude Vamos à Luta exigimos quarentena geral já, sem demissões, sem repressão, sem discriminação e crimes de ódio. Necessitamos urgente de um fundo de emergência a partir do não pagamento da dívida externa e a taxação das grandes fortunas para garantir renda mínima para todos e que toda a rede hoteleira abrigue LGBTs vitimas de violência durante a após a pandemia.
“Combinamos de Não Morrer” – campanha da Ocupação Manoel Congo do Movimento Nacional de Luta por Moradia para enfrentamento da crise de Covid.

A ocupação está localizada no Centro do Rio de Janeiro, desde 28 de outubro de 2007, num prédio que foi do INSS, e abriga 42 famílias de trabalhadores. É um espaço de auto-organização da classe trabalhadora, de resistência e luta que precisa do apoio do campo progressista.

A crise sanitária aprofundou as dificuldades da classe trabalhadora. Na ocupação, mulheres, homens e crianças precisam garantir a quarentena com a alimentação, a limpeza do local, a produção de máscaras e o monitoramento popular da saúde. Assim, a Ocupação está estruturando um pequeno armazém e um espaço de cuidado para quem apresente os sintomas da Covid. E mantém ativa uma cozinha coletiva que vem fornecendo comida às famílias que estão na rua.

Neste momento em que a crise econômica, social, política e ambiental se aprofunda é importante o fortalecimento de iniciativas de organização autônoma da classe trabalhadora como a Ocupação Manoel Congo. Esta resistência é salutar tanto para a experiência da Ocupação quanto para o campo da esquerda que vem carecendo de práticas sociais emancipatórias. A desigualdade já extrema no Brasil desafia neste momento a necessidade de manter as ocupações de trabalhadores nos centros urbanos como um direito à vida.

Colabore com qualquer valor na Caixa Econômica Federal: Agência 4702, Operação 013 Conta Poupança: 2411-1, em nome de Wilson Carolino de Azevedo Filho, CPF 425.519.517-4.
Entrevista coletiva com Camila Goulart (Porto Alegre), Marino Mondek (Florianópolis) e Nina Cappello (São Paulo) sobre as manifestações de Junho de 2013, as lutas contra o aumento das tarifas de transporte coletivo e a atualidade da luta política. As perguntas foram enviadas por nossos seguidores em nossa página no Instagram.

https://youtu.be/uK5i5Zbc3kk
O gari Bruno da Rosa, membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes em seu local de trabalho, denunciou a grave situação das condições de trabalho em que a categoria está trabalhando durante a pandemia e exigiu medidas de proteção à vida dos garis, como EPIs adequados, testagem e um protocolo de afastamento àqueles que apresentam sintomas gripais. Como resposta, o companheiro Bruno sofreu uma injusta retaliação com suspensão de cinco dias por parte da COMLURB.

Exigimos a imediata retirada da punição arbitrária aplicada pela empresa. Todo apoio ao gari Bruno da Rosa!

#Garis #RioDeJaneiro #Comlurb #LiberdadeSindical
#DicadeCultura: Cultura LGBT também é resistência!
Finalizamos o mês do orgulho LGBTQIA+ indicando algumas obras que tratam de identidades e formas de amar não normativas. Para continuarmos a luta para além do mês de junho!
https://contrapoder.net/cultura/cultura-lgbt-tambem-e-resistencia/
Não faça pedidos por App hoje
Use a #BrequeDosApps
Se precisar pedir comida, ligue no restaurante do bairro
Dê nota baixa nas lojas dos aplicativos
#ApoioBrequedosApps
#Afinado17: "Empreendedorismo" em xeque
Adriano Negocek fala com Fernando de Oliveira no nosso Afinado da semana sobre a mobilização dos entregadores de aplicativo.
Adriano é entregador, militante socialista e pré-candidato a prefeito de Almirante Tamandaré (PR) pelo PSOL.

Ouça aqui:

Site: https://bit.ly/a17site

Spotify: https://bit.ly/a17spoify

Deezer: https://bit.ly/a17deezer

Soundclound: https://bit.ly/a17soundcloud
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Em “Covid e o novo caos global”, Breno Bringel busca compreender o impacto da pandemia na configuração geopolítica, bem como, apontar para os elementos de luta e resistência frente ao acirramento da austeridade. O que pode aparentar um caos segue a um ordenamento das forças capitalistas no mundo.
Bringel problematiza a dicotomia globalização-desglobalização que vem se apresentando no debate acadêmico e político. Destaca o neoliberalismo no mundo que impôs uma destruição aguda da natureza e da sociabilidade. Ressalta os enfrentamentos sociais em diferentes territórios que buscaram limitar as perdas. E aponta para a extrema direita que ganhou força com um anti-globalismo.
Confira, entre outras questões, o que o autor apresenta como uma tendência à “globalização capitalista mais descentralizada, reticular e ultra-tecnológica” e o contraponto de uma “aposta de muitos grupos e coletividades pelo comunitário e pela reconstrução do vínculo social”.

https://www.opendemocracy.net/pt/democraciaabierta-pt/covid-19-e-o-novo-caos-global/
Entre os dias 02 e 03 de julho de 1839, 53 homens negros africanos, que foram escravizados por europeus, tomaram o controle do navio La Amistad, em águas cubanas. As revoltas dos escravizados eram comuns, mas as vitórias raras. Depois de conquistar o navio, os escravizados foram em direção aos Estados Unidos. Navegaram por quase dois meses até serem encontrados pelas embarcações militares americanas.

A escravidão já era proibida, mas os escravagistas alegaram que eram escravos antigos e, por isso, legalmente aceitos. Como não era comum alguém poder traduzir os idiomas africanos para inglês, eles ficaram presos até acharem um tradutor e não puderam sair do país até o fim do julgamento, mais de um ano depois.

A conquista do La Amistad foi liderada por Sengbe Pieh, posteriormente conhecido como Joseph Cinqué, pequeno agricultor, pai de 3 filhos, sequestrado e escravizado. Cinqué era de origem Mende de um lugar que hoje conhecemos como Serra Leoa.

Após o julgamento, os 35 sobreviventes do La Amistad votaram para Africa, junto com uma fracassada missão missionária britânica.