#Editorial: As ameças de Bolsonaro vão se mostrando vazias, são simples blefes autoritários. Seu castelo que parecia sólido está ruindo. Como diria Marx: "Tudo que é sólido desmancha no ar". Bolsonaro começa a cair.
#ForaBolsonaro
https://contrapoder.net/editorial/o-comeco-do-fim/
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Contrapoder
O começo do fim - Contrapoder
Bastou a juventude indignada ir às ruas para enfrentar os golpistas reacionários e o poder judiciário deixar de prevaricar, para que as enormes vulnerabilidades políticas
#Afinado16: Lourdes Barreto: Puta e com orgulho!
No Afinado, Fernando de Oliveira conversa com Lourdes Barreto, militante histórica do movimento de prostitutas.
Eles falaram sobre a situação de quem trabalha com o sexo durante a maior crise sanitária da história recente, tendo de lidar com a falta de amparo governamental e a estigmação junto à própria esquerda. Lourdes contou ainda sua história e como é ser prostituta, militante, mãe, avó e bisavó.
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No Afinado, Fernando de Oliveira conversa com Lourdes Barreto, militante histórica do movimento de prostitutas.
Eles falaram sobre a situação de quem trabalha com o sexo durante a maior crise sanitária da história recente, tendo de lidar com a falta de amparo governamental e a estigmação junto à própria esquerda. Lourdes contou ainda sua história e como é ser prostituta, militante, mãe, avó e bisavó.
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#Afinado16: Lourdes Barreto: Puta e com orgulho!
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O projeto 4162 foi aprovado em dezembro na Câmara dos Deputados e hoje será votado no Senado
Hoje 35 milhões de brasileiros não têm acesso a água tratada e 104 milhões não têm serviço de tratamento de esgoto, porém a intenção por trás do PL passa longe da preocupação de zerar esses numeros. A verdade é que seu interesse é prestar contas aos grandes grupos privados, como BRK Ambiental (controlada pelo fundo canadense BROOKFIELD), Iguá e Aegea, controladas por vários fundos especulativos. Por trás da manobra da ABCON está o Banco Mundial, organizador da Water Resources Group, ou seja, a WRG 2030.
Na prática é a aprovação de um monopólio privado para a água e esgoto no Brasil. É a água como um produto, é a mercantilização da vida.
Essa mercantilização vai reduzir o acesso à água e ao serviço de esgotamento, pois esse projeto também extingue o subsidio cruzado, que é um tipo de mecanismo democrático que permite partilhar o acesso às riquezas, em um esquema em que os municípios com maior arrecadação subsidiam os com menor arrecadação.
Privatizar não é a solução. No mundo inteiro há inúmeros exemplos de reestatização do serviço de saneamento. Manaus, após 20 anos de privatização, tem uma cobertura de coleta de esgoto de apenas 12,5% (destes, apenas 30% são tratados) e mais de 600 mil pessoas não têm acesso à água. O ranking de 2020 do Instituto Trata Brasil coloca o município de Manaus – 6° maior município brasileiro – em 96º lugar entre os 100 maiores municípios acima de 500 mil habitantes - portanto, entre os 5 piores do Brasil.
Garantir o acesso ao saneamento a todos os brasileiros não pode ser submetido a interesses de grupos privados, que colocam à frente da vida o lucro. É preciso que Estados e Municípios tenham sua operação pública garantida. É preciso dar de fato a poder de decisão através dos conselhos, porém com conselhos que de fato estejam representando a sociedade civil.
Hoje 35 milhões de brasileiros não têm acesso a água tratada e 104 milhões não têm serviço de tratamento de esgoto, porém a intenção por trás do PL passa longe da preocupação de zerar esses numeros. A verdade é que seu interesse é prestar contas aos grandes grupos privados, como BRK Ambiental (controlada pelo fundo canadense BROOKFIELD), Iguá e Aegea, controladas por vários fundos especulativos. Por trás da manobra da ABCON está o Banco Mundial, organizador da Water Resources Group, ou seja, a WRG 2030.
Na prática é a aprovação de um monopólio privado para a água e esgoto no Brasil. É a água como um produto, é a mercantilização da vida.
Essa mercantilização vai reduzir o acesso à água e ao serviço de esgotamento, pois esse projeto também extingue o subsidio cruzado, que é um tipo de mecanismo democrático que permite partilhar o acesso às riquezas, em um esquema em que os municípios com maior arrecadação subsidiam os com menor arrecadação.
Privatizar não é a solução. No mundo inteiro há inúmeros exemplos de reestatização do serviço de saneamento. Manaus, após 20 anos de privatização, tem uma cobertura de coleta de esgoto de apenas 12,5% (destes, apenas 30% são tratados) e mais de 600 mil pessoas não têm acesso à água. O ranking de 2020 do Instituto Trata Brasil coloca o município de Manaus – 6° maior município brasileiro – em 96º lugar entre os 100 maiores municípios acima de 500 mil habitantes - portanto, entre os 5 piores do Brasil.
Garantir o acesso ao saneamento a todos os brasileiros não pode ser submetido a interesses de grupos privados, que colocam à frente da vida o lucro. É preciso que Estados e Municípios tenham sua operação pública garantida. É preciso dar de fato a poder de decisão através dos conselhos, porém com conselhos que de fato estejam representando a sociedade civil.
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Dia 25 de junho, dia do imigrante!
Ninguém é ilegal. Por um mundo sem fronteiras!
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O #tbt de hoje é sobre a independência de Moçambique.
No dia 25 se junho de 1975 o povo moçambicano conquistou sua liberdade do domínio português através de uma longa guerra, 11 anos. Foram séculos de domínio, exploração e saques.
Samora Machel liderou um exército muito menor e por uma soma na conjuntura conseguiu, com seu povo, se livrar das correntes da dominação estrangeira.
Gostaríamos de falar muito mais sobre esse processo, mas a história de todo o continente africano é, até hoje, jogada em segundo plano.
Viva a libertação dos povos oprimidos.
Viva a luta dos povos africanos.
Viva Moçambique!
#Contrapoder #Moçambique #25dejunho #samoramachel #Africa
No dia 25 se junho de 1975 o povo moçambicano conquistou sua liberdade do domínio português através de uma longa guerra, 11 anos. Foram séculos de domínio, exploração e saques.
Samora Machel liderou um exército muito menor e por uma soma na conjuntura conseguiu, com seu povo, se livrar das correntes da dominação estrangeira.
Gostaríamos de falar muito mais sobre esse processo, mas a história de todo o continente africano é, até hoje, jogada em segundo plano.
Viva a libertação dos povos oprimidos.
Viva a luta dos povos africanos.
Viva Moçambique!
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Mês do Orgulho: 51 anos de Stonewall, a luta não entra em quarentena.
Durante todo o mês de junho se celebra o Mês do Orgulho da diversidade sexual e de gênero em comemoração da revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, fato que marcou o surgimento do movimento da diversidade moderna.
Em 28 de junho de 1969, Nova York, se desenvolveu um levante de lésbica, gays, travestis e transsexuais a partir da repressão policial no bar Stonewall Inn. Durante três noites centenas saíram as ruas para lutar contra a perseguição policial, a ordem sexual existente, a monogamia imposta pela igreja, o tratamento a orientação sexual e as identidades de gênero como uma patologia e a recomendações de contravenções. Foi a ponta de lança do movimento. Os fatos se tornaram conhecidos no mundo todo e desde então se reconhece como o Dia Internacional do Orgulho LGBT+.
A 51 anos da revolta de Stonewall seguimos organizando-nos contra os governos e suas políticas repressivas e discriminatórias em todo o mundo. Durante a pandemia a crise tem golpeado duramente a nossa comunidade. A precarização, o trabalho instável e o desemprego e se soma a discriminação que sofremos no trabalho, por nossa sexualidade e identidades de gênero, com violações de nossos direitos trabalhistas e demissões arbitrárias. A quarentena para prevenir a propagação da COVID-19 somente agravou estas condições de precariedade e miséria a qual os governos nos submetem. O ajuste de Bolsonaro aos direitos trabalhistas, desfinanciando programas e políticas públicas destinadas aos LGBTs, como o programa de prevenção ao HIV. A falta de investimentos e a retirada de direitos continuam e aprofundam ainda mais a situação da população brasileira, sobretudo de lésbica, bissexuais, gays, trans e travestis.
Nós da Juventude Vamos à Luta exigimos quarentena geral já, sem demissões, sem repressão, sem discriminação e crimes de ódio. Necessitamos urgente de um fundo de emergência a partir do não pagamento da dívida externa e a taxação das grandes fortunas para garantir renda mínima para todos e que toda a rede hoteleira abrigue LGBTs vitimas de violência durante a após a pandemia.
Durante todo o mês de junho se celebra o Mês do Orgulho da diversidade sexual e de gênero em comemoração da revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, fato que marcou o surgimento do movimento da diversidade moderna.
Em 28 de junho de 1969, Nova York, se desenvolveu um levante de lésbica, gays, travestis e transsexuais a partir da repressão policial no bar Stonewall Inn. Durante três noites centenas saíram as ruas para lutar contra a perseguição policial, a ordem sexual existente, a monogamia imposta pela igreja, o tratamento a orientação sexual e as identidades de gênero como uma patologia e a recomendações de contravenções. Foi a ponta de lança do movimento. Os fatos se tornaram conhecidos no mundo todo e desde então se reconhece como o Dia Internacional do Orgulho LGBT+.
A 51 anos da revolta de Stonewall seguimos organizando-nos contra os governos e suas políticas repressivas e discriminatórias em todo o mundo. Durante a pandemia a crise tem golpeado duramente a nossa comunidade. A precarização, o trabalho instável e o desemprego e se soma a discriminação que sofremos no trabalho, por nossa sexualidade e identidades de gênero, com violações de nossos direitos trabalhistas e demissões arbitrárias. A quarentena para prevenir a propagação da COVID-19 somente agravou estas condições de precariedade e miséria a qual os governos nos submetem. O ajuste de Bolsonaro aos direitos trabalhistas, desfinanciando programas e políticas públicas destinadas aos LGBTs, como o programa de prevenção ao HIV. A falta de investimentos e a retirada de direitos continuam e aprofundam ainda mais a situação da população brasileira, sobretudo de lésbica, bissexuais, gays, trans e travestis.
Nós da Juventude Vamos à Luta exigimos quarentena geral já, sem demissões, sem repressão, sem discriminação e crimes de ódio. Necessitamos urgente de um fundo de emergência a partir do não pagamento da dívida externa e a taxação das grandes fortunas para garantir renda mínima para todos e que toda a rede hoteleira abrigue LGBTs vitimas de violência durante a após a pandemia.
Entregadores do mundo, uni-vos!
#BrequedosApps
#SomosImportantes
#ApoioBrequedosApps
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/06/entregadores-organizam-paralisacao-e-movimento-chega-a-capitais-latinas.shtml
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/06/entregadores-organizam-paralisacao-e-movimento-chega-a-capitais-latinas.shtml
Folha de S.Paulo
Entregadores organizam paralisação e movimento chega a capitais latinas
Mobilização ganha força e deve ter adeptos na Argentina, Paraguai e Uruguai
#Editorial: A escalada neoliberal brasileira assume enormes proporções. Por um lado a entrega da água, por outro o aprofundamento da uberização dos trabalhadores. Mas há resistência. Todo apoio ao #BrequeDosApps
https://contrapoder.net/editorial/greve-contra-a-devastacao-neoliberal/
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Contrapoder
Greve contra a devastação neoliberal - Contrapoder
Enquanto a população se preocupa com sua sobrevivência, enfrentando a maior crise sanitária e econômica da história brasileira, a burguesia aproveita o silêncio das ruas
“Combinamos de Não Morrer” – campanha da Ocupação Manoel Congo do Movimento Nacional de Luta por Moradia para enfrentamento da crise de Covid.
A ocupação está localizada no Centro do Rio de Janeiro, desde 28 de outubro de 2007, num prédio que foi do INSS, e abriga 42 famílias de trabalhadores. É um espaço de auto-organização da classe trabalhadora, de resistência e luta que precisa do apoio do campo progressista.
A crise sanitária aprofundou as dificuldades da classe trabalhadora. Na ocupação, mulheres, homens e crianças precisam garantir a quarentena com a alimentação, a limpeza do local, a produção de máscaras e o monitoramento popular da saúde. Assim, a Ocupação está estruturando um pequeno armazém e um espaço de cuidado para quem apresente os sintomas da Covid. E mantém ativa uma cozinha coletiva que vem fornecendo comida às famílias que estão na rua.
Neste momento em que a crise econômica, social, política e ambiental se aprofunda é importante o fortalecimento de iniciativas de organização autônoma da classe trabalhadora como a Ocupação Manoel Congo. Esta resistência é salutar tanto para a experiência da Ocupação quanto para o campo da esquerda que vem carecendo de práticas sociais emancipatórias. A desigualdade já extrema no Brasil desafia neste momento a necessidade de manter as ocupações de trabalhadores nos centros urbanos como um direito à vida.
Colabore com qualquer valor na Caixa Econômica Federal: Agência 4702, Operação 013 Conta Poupança: 2411-1, em nome de Wilson Carolino de Azevedo Filho, CPF 425.519.517-4.
A ocupação está localizada no Centro do Rio de Janeiro, desde 28 de outubro de 2007, num prédio que foi do INSS, e abriga 42 famílias de trabalhadores. É um espaço de auto-organização da classe trabalhadora, de resistência e luta que precisa do apoio do campo progressista.
A crise sanitária aprofundou as dificuldades da classe trabalhadora. Na ocupação, mulheres, homens e crianças precisam garantir a quarentena com a alimentação, a limpeza do local, a produção de máscaras e o monitoramento popular da saúde. Assim, a Ocupação está estruturando um pequeno armazém e um espaço de cuidado para quem apresente os sintomas da Covid. E mantém ativa uma cozinha coletiva que vem fornecendo comida às famílias que estão na rua.
Neste momento em que a crise econômica, social, política e ambiental se aprofunda é importante o fortalecimento de iniciativas de organização autônoma da classe trabalhadora como a Ocupação Manoel Congo. Esta resistência é salutar tanto para a experiência da Ocupação quanto para o campo da esquerda que vem carecendo de práticas sociais emancipatórias. A desigualdade já extrema no Brasil desafia neste momento a necessidade de manter as ocupações de trabalhadores nos centros urbanos como um direito à vida.
Colabore com qualquer valor na Caixa Econômica Federal: Agência 4702, Operação 013 Conta Poupança: 2411-1, em nome de Wilson Carolino de Azevedo Filho, CPF 425.519.517-4.
Entrevista coletiva com Camila Goulart (Porto Alegre), Marino Mondek (Florianópolis) e Nina Cappello (São Paulo) sobre as manifestações de Junho de 2013, as lutas contra o aumento das tarifas de transporte coletivo e a atualidade da luta política. As perguntas foram enviadas por nossos seguidores em nossa página no Instagram.
https://youtu.be/uK5i5Zbc3kk
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Entrevista: Junho de 2013 e as Lutas Sociais
Entrevista coletiva com Camila Goulart (Porto Alegre), Marino Mondek (Florianópolis) e Nina Cappello (São Paulo) sobre as manifestações de Junho de 2013, as lutas contra o aumento das tarifas de transporte coletivo e a atualidade da luta política. As perguntas…
O gari Bruno da Rosa, membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes em seu local de trabalho, denunciou a grave situação das condições de trabalho em que a categoria está trabalhando durante a pandemia e exigiu medidas de proteção à vida dos garis, como EPIs adequados, testagem e um protocolo de afastamento àqueles que apresentam sintomas gripais. Como resposta, o companheiro Bruno sofreu uma injusta retaliação com suspensão de cinco dias por parte da COMLURB.
Exigimos a imediata retirada da punição arbitrária aplicada pela empresa. Todo apoio ao gari Bruno da Rosa!
#Garis #RioDeJaneiro #Comlurb #LiberdadeSindical
Exigimos a imediata retirada da punição arbitrária aplicada pela empresa. Todo apoio ao gari Bruno da Rosa!
#Garis #RioDeJaneiro #Comlurb #LiberdadeSindical
