Massacre de Gwangju
Entre 8 e 27 de maio de 1980, a cidade de Gwangju, na Coréia do Sul viveu uma revolta popular sem precedentes. Os trabalhadores tomaram a cidade, inclusive as armas da polícia local, por mais direitos e contra a lei marcial que imperava no país desde o assassinato do ditador de extrema-direita Park Chung-hee.
Após a morte do ditador, foi esboçada uma abertura do regime político, porém, pouco mais de dois meses depois o general Chun Doo-hwan deu outro golpe instalando uma ditadura que duraria 8 anos. Neste curto "respiro" entre ditaduras vários professores e ativistas voltaram ao país e as universidades.
Em março de 1980, o país inteiro entrou em uma intensa jornada de lutas. Em maio, a cidade de Gwangju foi o epicentro. A repressão foi brutal: o exercito interveio e tomou. Até hoje não se sabe, exatamente, o número de mortos, muitos corpos seguem desaparecidos. Mas todos os anos, no dia 18 de maio, são lembrados os mortos e desaparecidos nesse terrível período que passou o povo sul-coreano.
Entre 8 e 27 de maio de 1980, a cidade de Gwangju, na Coréia do Sul viveu uma revolta popular sem precedentes. Os trabalhadores tomaram a cidade, inclusive as armas da polícia local, por mais direitos e contra a lei marcial que imperava no país desde o assassinato do ditador de extrema-direita Park Chung-hee.
Após a morte do ditador, foi esboçada uma abertura do regime político, porém, pouco mais de dois meses depois o general Chun Doo-hwan deu outro golpe instalando uma ditadura que duraria 8 anos. Neste curto "respiro" entre ditaduras vários professores e ativistas voltaram ao país e as universidades.
Em março de 1980, o país inteiro entrou em uma intensa jornada de lutas. Em maio, a cidade de Gwangju foi o epicentro. A repressão foi brutal: o exercito interveio e tomou. Até hoje não se sabe, exatamente, o número de mortos, muitos corpos seguem desaparecidos. Mas todos os anos, no dia 18 de maio, são lembrados os mortos e desaparecidos nesse terrível período que passou o povo sul-coreano.
George Floyd, negro, assinado por asfixia pela polícia branca de Minneapolis.
Essa foi a nota de repúdio entregue na delegacia onde atua o policial assassino.
Essa foi a nota de repúdio entregue na delegacia onde atua o policial assassino.
Viva a Comuna de Paris!
A comuna de Paris existiu entre 18 de março e 28 de maio de 1871 (70 dias) e foi o primeiro governo revolucionário do operariado. Eclodiu no quadro de uma crise nacional provocada pela derrota da França pela Prússia, na guerra iniciada em 1870. Dentre suas principais ações estão: Reforma do ensino; separação entre igreja e Estado; ensino laico e fim da influência religiosa (tanto de conteúdo como da instituição).
A comuna propunha uma Revolução cultural que eliminasse: 1) A separação entre trabalho manual e trabalho intelectual; 2) Opressão da mulher pelo homem; 3) Opressão das crianças pelos adultos. Aboliu-se: a polícia, juízes de paz, tribunais e tribunais superiores etc.; pena de morte; delitos de opinião, de imprensa ou qualquer tipo de censura (inclusive religiosa).
A comuna realizou ações na área de segurança: em cada bairro foi criada uma milícia popular composta por todos os cidadãos, homens e mulheres com idade entre 15 e 60 anos de idade; a criminalidade foi a zero. Controle das fábricas pelos trabalhadores.
Em 28 de maio caiu a última barricada da Comuna, 4.000 communards morreram na batalha, 20.000 seriam executados sumariamente nos próximos dias (mesmo depois de rendidos); 10.000 conseguiram fugir para o exílio; mais de 40.000 foram presos.
“A Paris operária com a sua Comuna será sempre celebrada como o arauto glorioso de uma nova sociedade. Os seus mártires estão guardados como relíquia no grande coração da classe operária. E os seus exterminadores, já a história os amarrou àquele pelourinho eterno donde todas as orações dos seus padres os não conseguirão redimir”. Karl Marx, “A guerra civil na França”(1).
1- A Guerra civil na França foi um texto elaborado por K. Marx como informe para a Associação Internacional dos Trabalhadores, primeira forma da Internacional Comunista. Escrito no calor dos acontecimentos e publicado em Londres (em meados de junho de 1871) e depois em diversos países da Europa e nos Estados Unidos entre 1871-1872, este informe foi o texto de Marx com maior impacto ainda em vida (maior que o Manifesto Comunista).
A comuna de Paris existiu entre 18 de março e 28 de maio de 1871 (70 dias) e foi o primeiro governo revolucionário do operariado. Eclodiu no quadro de uma crise nacional provocada pela derrota da França pela Prússia, na guerra iniciada em 1870. Dentre suas principais ações estão: Reforma do ensino; separação entre igreja e Estado; ensino laico e fim da influência religiosa (tanto de conteúdo como da instituição).
A comuna propunha uma Revolução cultural que eliminasse: 1) A separação entre trabalho manual e trabalho intelectual; 2) Opressão da mulher pelo homem; 3) Opressão das crianças pelos adultos. Aboliu-se: a polícia, juízes de paz, tribunais e tribunais superiores etc.; pena de morte; delitos de opinião, de imprensa ou qualquer tipo de censura (inclusive religiosa).
A comuna realizou ações na área de segurança: em cada bairro foi criada uma milícia popular composta por todos os cidadãos, homens e mulheres com idade entre 15 e 60 anos de idade; a criminalidade foi a zero. Controle das fábricas pelos trabalhadores.
Em 28 de maio caiu a última barricada da Comuna, 4.000 communards morreram na batalha, 20.000 seriam executados sumariamente nos próximos dias (mesmo depois de rendidos); 10.000 conseguiram fugir para o exílio; mais de 40.000 foram presos.
“A Paris operária com a sua Comuna será sempre celebrada como o arauto glorioso de uma nova sociedade. Os seus mártires estão guardados como relíquia no grande coração da classe operária. E os seus exterminadores, já a história os amarrou àquele pelourinho eterno donde todas as orações dos seus padres os não conseguirão redimir”. Karl Marx, “A guerra civil na França”(1).
1- A Guerra civil na França foi um texto elaborado por K. Marx como informe para a Associação Internacional dos Trabalhadores, primeira forma da Internacional Comunista. Escrito no calor dos acontecimentos e publicado em Londres (em meados de junho de 1871) e depois em diversos países da Europa e nos Estados Unidos entre 1871-1872, este informe foi o texto de Marx com maior impacto ainda em vida (maior que o Manifesto Comunista).
O Future-se é um programa de negócios, não de educação.
Ontem fomos surpreendidos com o encaminhamento do "Future-se" ao congresso nacional. Estamos em meio a uma pandemia que ceifou mais mais de 25 mil vidas no Brasil e a preocupação do governo Bolsonaro é, unicamente, manter sua agenda neoliberal e conservadora.
Ano passado, na época do lançamento do programa do governo, gravamos um podcast com a professora Marinalva Oliveira (UFRJ) sobre o Future-se e seus desdobramentos.
Você pode ouvir nosso podcast aqui:
http://bit.ly/Afinado_2_Marinalva_Oliveira
ou aqui:
https://bit.ly/afinado2
Matéria do g1 sobre o encaminhamento do projeto:
https://glo.bo/3gCajXq
Na época fizemos um post sobre também:
https://bit.ly/36FHFjK
Ontem fomos surpreendidos com o encaminhamento do "Future-se" ao congresso nacional. Estamos em meio a uma pandemia que ceifou mais mais de 25 mil vidas no Brasil e a preocupação do governo Bolsonaro é, unicamente, manter sua agenda neoliberal e conservadora.
Ano passado, na época do lançamento do programa do governo, gravamos um podcast com a professora Marinalva Oliveira (UFRJ) sobre o Future-se e seus desdobramentos.
Você pode ouvir nosso podcast aqui:
http://bit.ly/Afinado_2_Marinalva_Oliveira
ou aqui:
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Matéria do g1 sobre o encaminhamento do projeto:
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Spotify
#Afinado2 - Marinalva Oliveira, o Future-se e um novo projeto de Universidade
Listen to this episode from Afinado on Spotify. #Afinado2, entrevistamos a Professora Marinalva Oliveira que fala sobre o future-se, o programa do governo Bolsonaro para as universidades brasileiras e a discussão sobre como transformar a universidade que…
All power to the people
"Estamos aqui para que eles saibam que isso não pode ser tolerado; haverá graves consequências se eles continuarem nos matando, isso não acontecerá mais um dia."
#BlackLivesMatter #GeorgeFloyd #JoaoPedroPresente #vidasnegrasimportam #Minneapolis #allpowertothepeople
"Estamos aqui para que eles saibam que isso não pode ser tolerado; haverá graves consequências se eles continuarem nos matando, isso não acontecerá mais um dia."
#BlackLivesMatter #GeorgeFloyd #JoaoPedroPresente #vidasnegrasimportam #Minneapolis #allpowertothepeople
Ao vivo agora *Balanço sobre a Saúde na pandemia de Covid-19*
*Youtube*
https://youtu.be/GleINw1CPFw
*Facebook*
https://www.facebook.com/2502440036447205/videos/251611209262783/
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Balanço sobre a Saúde na pandemia de Covid-19
Debate com o Doutor e pesquisador em Epidemiologia pela Fiocruz Jefferson Pereira Caldas dos Santos e com a enfermeira e dirigente sindical do Sintusp Vânia ...
Lista das cidades que tiveram enormes protestos contra a morte de #GeorgeFloyd: Detroit, Milwaukee, Minneapolis, Columbus, DC, Richmond, Louisville, Cincinnati, LA, Atlanta, New York, Chicago, St Louis, Memphis, Indianapolis, Dallas, Houston, Omaha, San Jose, Las Vegas, Seattle, Denver, Des Moines, Sacramento, Kansas City.
O Estados Unidos está em chamas contra o racismo e a desigualdade.
#Vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters
O Estados Unidos está em chamas contra o racismo e a desigualdade.
#Vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters
Entrevistamos, no final de abril, Michael McDowell, militante do movimento Black Lives Matter nos Estados Unidos. Ele falou sobre o impacto do Covid nas periferias norte-americanas e as perspectivas políticas para o país.
A entrevista se conecta bastante com a atual conjuntura americana.
https://youtu.be/0lOKwYtRy1A
A entrevista se conecta bastante com a atual conjuntura americana.
https://youtu.be/0lOKwYtRy1A
YouTube
Coronacrise: Quero a revolução!
Michael McDowell, militante do movimento Black Lives Matter, fala sobre o impacto do Covid nas periferias norte-americanas e as perspectivas políticas para o...
Todo poder ao povo
Ato na Filadélfia! Contra o racismo, contra a depressão policial e pela memória de #GeorgeFloyd
#BlacklivesMaters
#vidasnegrasimportam
#allpowertothepeople
#todopoderaopovo
📸: Yong Kim / The Philadelphia Inquirer / AP
Ato na Filadélfia! Contra o racismo, contra a depressão policial e pela memória de #GeorgeFloyd
#BlacklivesMaters
#vidasnegrasimportam
#allpowertothepeople
#todopoderaopovo
📸: Yong Kim / The Philadelphia Inquirer / AP
Editorial:
No meio de uma pandemia letal, com o desemprego em franca escalada, o Brasil chega ao clímax da crise política que se arrasta pelo menos desde as Jornadas de Junho de 2013. O braço de ferro entre Bolsonaro e o STF coloca na ordem do dia a possibilidade iminente de uma ruptura institucional. Como evitar a marcha trágica dos acontecimentos? Este é o tema de nosso editorial da semana.
Leia aqui:
https://contrapoder.net/editorial/quem-detem-bolsonaro/
No meio de uma pandemia letal, com o desemprego em franca escalada, o Brasil chega ao clímax da crise política que se arrasta pelo menos desde as Jornadas de Junho de 2013. O braço de ferro entre Bolsonaro e o STF coloca na ordem do dia a possibilidade iminente de uma ruptura institucional. Como evitar a marcha trágica dos acontecimentos? Este é o tema de nosso editorial da semana.
Leia aqui:
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Contrapoder
Quem detém Bolsonaro? - Contrapoder
A extrema violência inscrita na espiral ascendente da crise sanitária e econômica abriu definitivamente a caixa de Pandora, trazendo à tona, sem qualquer tipo de
Ontem teve um importante ato em Curitiba contra o genocídio da população negra. O ato foi muito grande e duramente reprimido pela polícia.
A manifestação vem junto com os importantes atos antifascista e as manifestações americanas pela memória de #GeorgeFloyd.
#Vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters #contrapoder #minneapolisprotests
A manifestação vem junto com os importantes atos antifascista e as manifestações americanas pela memória de #GeorgeFloyd.
#Vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters #contrapoder #minneapolisprotests
#Afinado13: Amara Moira: Corpos que resistem!
O Afinado entra no mês do Orgulho LGBT com a escritora, doutora pela Unicamp e professora de Literatura Amara Moira! Travesti e uma das maiores figuras do movimento LGBT brasileiro, Amara conversa conosco sobre a história desta comunidade tão perseguida e as perspectivas para o futuro.
Ouça aqui:
Site: https://bit.ly/afinado13site
Spotify: https://bit.ly/afinado13spotify
Deezer: https://bit.ly/afinado13deezer
O Afinado entra no mês do Orgulho LGBT com a escritora, doutora pela Unicamp e professora de Literatura Amara Moira! Travesti e uma das maiores figuras do movimento LGBT brasileiro, Amara conversa conosco sobre a história desta comunidade tão perseguida e as perspectivas para o futuro.
Ouça aqui:
Site: https://bit.ly/afinado13site
Spotify: https://bit.ly/afinado13spotify
Deezer: https://bit.ly/afinado13deezer
Contrapoder
#Afinado13: Amara Moira: Corpos que resistem! - Contrapoder
O Afinado entra no mês do Orgulho LGBT com a escritora, doutora pela Unicamp e professora de Literatura Amara Moira! Travesti e uma das maiores
Londres contra o racismo.
Hoje aconteceu uma manifestação histórica contra o racismo e em homenagem à #GeorgeFloyd em Londres. Os atos vem ganhando o mundo: Paris, Amsterdam, Bruxelas, Wellington, Sidney, Curitiba, Rio de Janeiro, Cidade do México, Atenas...
Todos contra o Racismo.
Foto de: Hannah McKay /Reuters
#London #BlacklivesMaters #vidasnegrasimportam #racismonão #Riot2020 #Minneapolis #londonprotest #minneapolisprotests #allpowertothepeople #todopoderaopovo #contrapoder
Hoje aconteceu uma manifestação histórica contra o racismo e em homenagem à #GeorgeFloyd em Londres. Os atos vem ganhando o mundo: Paris, Amsterdam, Bruxelas, Wellington, Sidney, Curitiba, Rio de Janeiro, Cidade do México, Atenas...
Todos contra o Racismo.
Foto de: Hannah McKay /Reuters
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