AoVivo Cidades brasileiras diante à pandemia
Sexta-feira, 22 de maio, às 16h30, faremos um ao vivo com o Prof. Pedro Arantes (Unifesp), o Professor Carlos Vainer (IPPUR/UFRJ) e com Lurdinha Lopes )Ocupação Manoel Congo/MNLM), sobre a o acirramento da crise urbana e à pandemia do coronavírus.
A estrutura urbana das diferentes cidades no país evidencia seu esgotamento e a incapacidade de dar respostas aos seus moradores neste momento de pandemia. Quando a população mais precisa dos equipamentos públicos, estes não conseguem dar atendimento. Não só unidades de saúde, mas outros órgãos públicos, como a CEF e a Receita Federal, a assistência social, a vigilância sanitária e a segurança pública. Aglomerações continuam a acontecer deixando o país num contágio descontrolado.
Sexta-feira, 22 de maio, às 16h30, faremos um ao vivo com o Prof. Pedro Arantes (Unifesp), o Professor Carlos Vainer (IPPUR/UFRJ) e com Lurdinha Lopes )Ocupação Manoel Congo/MNLM), sobre a o acirramento da crise urbana e à pandemia do coronavírus.
A estrutura urbana das diferentes cidades no país evidencia seu esgotamento e a incapacidade de dar respostas aos seus moradores neste momento de pandemia. Quando a população mais precisa dos equipamentos públicos, estes não conseguem dar atendimento. Não só unidades de saúde, mas outros órgãos públicos, como a CEF e a Receita Federal, a assistência social, a vigilância sanitária e a segurança pública. Aglomerações continuam a acontecer deixando o país num contágio descontrolado.
Leia nosso editorial da semana: Um balanço dos dois meses de quarentena, por conta dodo covid-19 no Brasil. Quais foram as ações e objetivos do governo Bolsonaro até agora?
https://contrapoder.net/editorial/escalada-da-barbarie/
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Contrapoder
Escalada da barbárie - Contrapoder
Leia nosso balanço para os dois meses do avanço do coronavírus no Brasil.
Há 130 anos nascia, na província Nghệ An, ao norte do Vietnã, antiga Indochina, Nguyễn Sinh Cung, conhecido mundialmente como Ho Chi Minh.
Líder da revolução no Vietnã, foi um dos responsáveis pela defesa popular da Indochina, invadida pelo Japão na segunda guerra. Liderou a libertação da região contra os franceses, que resultou na independência de diversos países, e, posteriormente, a guerra contra a invasão americana. Poeta, mentor intelectual e líder carismático, é lembrado como um excelente orador e um dos principais nomes anti-imperialistas da história. Vislumbrou um Vietnã próspero, socialista e democrático, morreu, aos 79, antes de ver seu sonho.
“Mais a luta endurece, mais os vietnamitas necessitam de poesia. Necessitam da poesia como de um pouco de arroz”. Ho Chi Minh.
Líder da revolução no Vietnã, foi um dos responsáveis pela defesa popular da Indochina, invadida pelo Japão na segunda guerra. Liderou a libertação da região contra os franceses, que resultou na independência de diversos países, e, posteriormente, a guerra contra a invasão americana. Poeta, mentor intelectual e líder carismático, é lembrado como um excelente orador e um dos principais nomes anti-imperialistas da história. Vislumbrou um Vietnã próspero, socialista e democrático, morreu, aos 79, antes de ver seu sonho.
“Mais a luta endurece, mais os vietnamitas necessitam de poesia. Necessitam da poesia como de um pouco de arroz”. Ho Chi Minh.
Nascido em 19 de maio de 1925, Malcolm X, é um grande exemplo de que tipo de representatividade realmente importa. Malcom cresceu nas ruas, conviveu com o crime, e quando estava preso pode traçar, no silencio da cela, um novo caminho, para a sua reconstrução. Agora não mais como resultado do lugar social enfiado goela abaixo aos negros e negras pelo racismo. Ele se levanta contra a maré violenta do capitalismo racista e a cada braçada auxilia o levantamento de mais e mais negros, a cada crise aprende, reinventa, se transforma para enfrentar as poderosas ondas do racismo.
Dentro de todos os meninos negros existe um Malcom X, a história dele se entrelaça com as dos homens negros que ainda vivem sob a nova escravidão do capitalismo racista. O crime, assassinato, perseguição pela polícia, militância contra o racismo, são partes da vida de nosso irmão e companheiro que se repetem e se repetem e se repetem... Não queremos que nossos filhos virem mártires, mas é impossível controlar ou mesmo negar que a única coisa a se fazer é resistir, por qualquer meio necessário.
A história de Malcom X, em seu aniversário deve ser lembrada como parte da jornada de aprendizado dos negros e negras principalmente, mas dos trabalhadores também, do mundo inteiro. É a expressão de uma luta, que se inicia sob a influencia de um pastor pacifista e que termina com uma guerra racial a céu aberto, é um chamado à resistência, à desobediência civil, é um chamado para que comecemos a perde esperança ou confiança de que é possível melhorar e tomarmos em nossas mão o nosso próprio futuro.
Por fim, apresentamos uma das mais importantes experiencia de Malcom, na visão do mesmo, que foi sua visita à Mecca, para pensarmos em uma de suas grandes reflexões que se abriu a partir dessa experiência religiosa, e pode nos ajudar a refletir como reorganizar nossas lutas:
“Eu nunca tinha testemunhado tal sincera hospitalidade e irresistível espírito de verdadeira irmandade como é praticado por pessoas de todas as cores e raças nesta antiga Terra Sagrada, o lar de Abraão, Muhammad e todos os profetas das Escrituras Sagradas. Ao longo da última semana, eu fiquei sem palavras e fascinado pela benevolência que vejo demonstrada ao meu redor por pessoas de todas as cores(...)
Havia dezenas de milhares de peregrinos, do mundo inteiro. Eles eram de todas as cores, de louros de olhos azuis a africanos de pele negra. Mas estavam todos participando em um mesmo ritual, demonstrando o mesmo espírito de unidade e irmandade que minhas experiências na América me levaram a acreditar que nunca poderia existir entre o branco e o não-branco. (...)
O negro americano nunca poderá ser responsabilizado por suas animosidades raciais – ele está apenas reagindo a quatrocentos anos de racismo consciente dos brancos americanos. Mas como o racismo leva a América para o caminho do suicídio, eu acredito, das experiências que tenho tido com eles, que os brancos da geração mais jovem, nos colégios e universidades, verão os escritos nas paredes e muitos deles se voltarão para o caminho espiritual da verdade – a única saída deixada para a América se livrar do desastre que o racismo inevitavelmente levará. (...)
Por causa da iluminação espiritual que eu tive a bênção de receber como resultado de minha recente peregrinação à cidade sagrada de Meca, eu não aprovo mais acusações generalizadas à nenhuma raça. Eu estou agora me empenhando em viver a vida de um verdadeiro muçulmano sunita. Eu devo repetir que eu não sou um racista e nem aprovo os princípios do racismo. Eu posso declarar com toda a sinceridade que eu não desejo nada além de liberdade, justiça e igualdade, vida, liberdade e busca da felicidade para todas as pessoas.”
Dentro de todos os meninos negros existe um Malcom X, a história dele se entrelaça com as dos homens negros que ainda vivem sob a nova escravidão do capitalismo racista. O crime, assassinato, perseguição pela polícia, militância contra o racismo, são partes da vida de nosso irmão e companheiro que se repetem e se repetem e se repetem... Não queremos que nossos filhos virem mártires, mas é impossível controlar ou mesmo negar que a única coisa a se fazer é resistir, por qualquer meio necessário.
A história de Malcom X, em seu aniversário deve ser lembrada como parte da jornada de aprendizado dos negros e negras principalmente, mas dos trabalhadores também, do mundo inteiro. É a expressão de uma luta, que se inicia sob a influencia de um pastor pacifista e que termina com uma guerra racial a céu aberto, é um chamado à resistência, à desobediência civil, é um chamado para que comecemos a perde esperança ou confiança de que é possível melhorar e tomarmos em nossas mão o nosso próprio futuro.
Por fim, apresentamos uma das mais importantes experiencia de Malcom, na visão do mesmo, que foi sua visita à Mecca, para pensarmos em uma de suas grandes reflexões que se abriu a partir dessa experiência religiosa, e pode nos ajudar a refletir como reorganizar nossas lutas:
“Eu nunca tinha testemunhado tal sincera hospitalidade e irresistível espírito de verdadeira irmandade como é praticado por pessoas de todas as cores e raças nesta antiga Terra Sagrada, o lar de Abraão, Muhammad e todos os profetas das Escrituras Sagradas. Ao longo da última semana, eu fiquei sem palavras e fascinado pela benevolência que vejo demonstrada ao meu redor por pessoas de todas as cores(...)
Havia dezenas de milhares de peregrinos, do mundo inteiro. Eles eram de todas as cores, de louros de olhos azuis a africanos de pele negra. Mas estavam todos participando em um mesmo ritual, demonstrando o mesmo espírito de unidade e irmandade que minhas experiências na América me levaram a acreditar que nunca poderia existir entre o branco e o não-branco. (...)
O negro americano nunca poderá ser responsabilizado por suas animosidades raciais – ele está apenas reagindo a quatrocentos anos de racismo consciente dos brancos americanos. Mas como o racismo leva a América para o caminho do suicídio, eu acredito, das experiências que tenho tido com eles, que os brancos da geração mais jovem, nos colégios e universidades, verão os escritos nas paredes e muitos deles se voltarão para o caminho espiritual da verdade – a única saída deixada para a América se livrar do desastre que o racismo inevitavelmente levará. (...)
Por causa da iluminação espiritual que eu tive a bênção de receber como resultado de minha recente peregrinação à cidade sagrada de Meca, eu não aprovo mais acusações generalizadas à nenhuma raça. Eu estou agora me empenhando em viver a vida de um verdadeiro muçulmano sunita. Eu devo repetir que eu não sou um racista e nem aprovo os princípios do racismo. Eu posso declarar com toda a sinceridade que eu não desejo nada além de liberdade, justiça e igualdade, vida, liberdade e busca da felicidade para todas as pessoas.”
#Afinado11 Waldir Rampinelli: Os Rumos da Democracia Brasileira
O Afinado desta semana traz Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História da UFSC. Falamos sobre a situação da democracia brasileira, o papel do exército e a estabilidade politica da América Latina.
Disponível em:
Site https://bit.ly/afinado11site
Spotify: https://bit.ly/afinado11sp
O Afinado desta semana traz Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História da UFSC. Falamos sobre a situação da democracia brasileira, o papel do exército e a estabilidade politica da América Latina.
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Contrapoder
#Afinado11: Waldir Rampinelli: Os Rumos da Democracia Brasileira - Contrapoder
O Afinado desta semana traz Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História da UFSC. Falamos sobre a situação da democracia brasileira, o papel do exército
Fizemos uma lista no twitter, com as principais contas que recebemos informações sobre a insurreição popular que acontece no chile!
Inscreva-se e ajude a furar as bolhas da grande mídia.
https://twitter.com/i/lists/1265000650997411848
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#Editorial Pandemia e Guerra de Classes
A pandemia acirra a luta de classes: De um lado a exploração capitalista - a produção e circulação de mercadorias - do outro a vida dos trabalhadores. É hora de virarmos o jogo e garantirmos nosso direito de viver.
https://contrapoder.net/editorial/pandemia-e-guerra-de-classes/
A pandemia acirra a luta de classes: De um lado a exploração capitalista - a produção e circulação de mercadorias - do outro a vida dos trabalhadores. É hora de virarmos o jogo e garantirmos nosso direito de viver.
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Pandemia e guerra de classes - Contrapoder
A pandemia de coronavírus leva ao paroxismo o antagonismo entre a exploração capitalista e a saúde dos trabalhadores. Hostil a qualquer obstáculo que comprometa a
No dia 29 de maio, sexta-feira, às 16h, faremos uma debate, ao vivo, com o Doutor e pesquisador em Epidemiologia pela Fiocruz Jefferson Pereira Caldas dos Santos e com a enfermeira e dirigente sindical do SINTUSP Vânia Ferreira, para fazermos um balanço da Saúde durante a pandemia de Covid-19.
Depois de mais de dois meses das primeiras confirmações de contágio comunitário nas metrópoles do Brasil e dos decretos de emergência sanitária por parte de prefeituras e governos estatais, qual a situação no país? A estrutura de saúde existente no país conseguiu dar respostas para o controle da pandemia, produziu orientações adequadas para a população e protocolos para as equipes de saúde? Quais os impactos no SUS? São muitas as perguntas e tentaremos refletir algumas questões neste debate.
Depois de mais de dois meses das primeiras confirmações de contágio comunitário nas metrópoles do Brasil e dos decretos de emergência sanitária por parte de prefeituras e governos estatais, qual a situação no país? A estrutura de saúde existente no país conseguiu dar respostas para o controle da pandemia, produziu orientações adequadas para a população e protocolos para as equipes de saúde? Quais os impactos no SUS? São muitas as perguntas e tentaremos refletir algumas questões neste debate.
#Afinado12: Gustavo Machado: A mudança estrutural do sistema é tarefa para hoje!
O Afinado desta semana traz Gustavo Machado, coordenador do Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos e apresentador do canal Orientação Marxista no Youtube.
Conversamos sobre a gestão de crises, a emissão de moeda e a perspectiva de superação do capitalismo.
Disponível em:
Site: https://bit.ly/afinado12site
Spotify: https://bit.ly/afinado12spotify
O Afinado desta semana traz Gustavo Machado, coordenador do Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos e apresentador do canal Orientação Marxista no Youtube.
Conversamos sobre a gestão de crises, a emissão de moeda e a perspectiva de superação do capitalismo.
Disponível em:
Site: https://bit.ly/afinado12site
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#Afinado12: Gustavo Machado: A mudança estrutural do sistema é tarefa para hoje! - Contrapoder
O Afinado desta semana traz Gustavo Machado, coordenador do Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos e apresentador do canal Orientação Marxista no Youtube. Conversamos sobre a
Diversas organizações e entidades construíram o ato "A vida acima dos Lucros! Fora Bolsonaro e Mourão! Contra o Genocídio da periferia!" O ato foi no centro do Rio e foi uma importante atividade que marcou a luta contra esse governo genocida.
