Fotos 1 e 2: Imagens da fábrica
Foto 3 e 4: precária assistência dada aos infectados e às vítimas por parte da empresa
Foto 5: Memorial às vítimas
Fotos 6 e 7: Parentes, em sua maioria mães, se organizando por algum tipo de indenização e retratação
Fotos 8, 9 e 10: Manifestações pedindo indenização pelo ocorrido
Foto 11: poço com resíduos, fotografado em 2018
Foto 3 e 4: precária assistência dada aos infectados e às vítimas por parte da empresa
Foto 5: Memorial às vítimas
Fotos 6 e 7: Parentes, em sua maioria mães, se organizando por algum tipo de indenização e retratação
Fotos 8, 9 e 10: Manifestações pedindo indenização pelo ocorrido
Foto 11: poço com resíduos, fotografado em 2018
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Neste dia, em 1911, nasceu, em Salvador, Carlos Marighella. Filho de um operário imigrante italiano e de uma descendente de africanos escravizados, Marighella tornou-se um dos maiores símbolos da luta revolucionária no Brasil. Militante comunista, poeta e guerrilheiro, dedicou sua vida à luta contra o capitalismo e à construção do comunismo. Sua coragem e compromisso com a emancipação do povo brasileiro seguem inspirando inúmeros militantes por todo o Brasil.
Marighella pagou com a própria vida pela ousadia de enfrentar o capitalismo e por sonhar com um novo mundo.
"É preciso não ter medo"
Viva Marighella!
Viva a luta comunista!
Marighella pagou com a própria vida pela ousadia de enfrentar o capitalismo e por sonhar com um novo mundo.
"É preciso não ter medo"
Viva Marighella!
Viva a luta comunista!
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Neste dia, em 1928, ocorreu em Ciénaga, município no departamento de Magdalena, na Colômbia, um dos piores massacres da história da classe trabalhadora latino-americana: o Massacre das Bananeiras.
Milhares de trabalhadores grevistas enfrentavam os interesses da empresa United Fruit Company (atual Chiquita Brands) e do governo colombiano, reivindicando o reconhecimento do vínculo empregatício e a ampliação de direitos trabalhistas. A greve já durava quase um mês e havia paralisado totalmente a produção de banana na região. Diante disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos interveio, ameaçando usar a Marinha norte-americana contra os grevistas.
Foi na manhã do dia 6 de dezembro que ocorreu o massacre. Após a missa matinal de domingo, o governo convocou os trabalhadores para comparecerem à praça da cidade para um comunicado. Famílias inteiras, incluindo crianças, idosos, homens e mulheres, atenderam ao chamado. Em uma emboscada, as saídas da praça foram fechadas, e as tropas abriram fogo contra a multidão, composta por mais de 2 mil pessoas. A repressão não parou por ali, continuando nos dias que se seguiram.
O saldo foi devastador: estima-se cerca de 2.500 mortos. Corpos foram jogados em trens e despejados no mar, numa tentativa de apagar os rastros desse crime brutal.
O texto de nosso colunista Marino Mondek aborda mais detalhes sobre esse massacre: https://bit.ly/cmarino_1221
Viva a luta dos trabalhadores!
Que o Massacre das Bananeiras nunca seja esquecido!
Milhares de trabalhadores grevistas enfrentavam os interesses da empresa United Fruit Company (atual Chiquita Brands) e do governo colombiano, reivindicando o reconhecimento do vínculo empregatício e a ampliação de direitos trabalhistas. A greve já durava quase um mês e havia paralisado totalmente a produção de banana na região. Diante disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos interveio, ameaçando usar a Marinha norte-americana contra os grevistas.
Foi na manhã do dia 6 de dezembro que ocorreu o massacre. Após a missa matinal de domingo, o governo convocou os trabalhadores para comparecerem à praça da cidade para um comunicado. Famílias inteiras, incluindo crianças, idosos, homens e mulheres, atenderam ao chamado. Em uma emboscada, as saídas da praça foram fechadas, e as tropas abriram fogo contra a multidão, composta por mais de 2 mil pessoas. A repressão não parou por ali, continuando nos dias que se seguiram.
O saldo foi devastador: estima-se cerca de 2.500 mortos. Corpos foram jogados em trens e despejados no mar, numa tentativa de apagar os rastros desse crime brutal.
O texto de nosso colunista Marino Mondek aborda mais detalhes sobre esse massacre: https://bit.ly/cmarino_1221
Viva a luta dos trabalhadores!
Que o Massacre das Bananeiras nunca seja esquecido!
Contrapoder
Masacre de las bananeras, a realidade da luta histórica na América Latina - Contrapoder
Neste dia (6 de dezembro), em 1928, em Aracataca, Colômbia, aconteceu uma das maiores chacinas de trabalhadores na era moderna, o “Massacre das Bananeiras”, certamente
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