Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder!
Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros.
À luta!
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A saída para a crise política é a intervenção popular. O começo para isso é a destituição imediata do presidente e de seu governo e seus sucessores. Nesse momento é fundamental fortalecer o #ForaBolsonaro, mas é determinante para a sobrevivência da humanidade a mudança imediata da lógica do lucro acima da dívida. O confinamento para conter a propagação do corona vírus pode ser usado a nosso favor, já que hoje não podemos sair às ruas para manifestar, mas podemos fazer esses magníficos panelaços e nos prepararmos para a luta que virá.
O Corona vai passar e a luta se intensificará.

#ForaBolsonaro #ForaBolsonaroeMourão #foraguedes #foramoro #ForaPiñera
No dia 18 de março de 2020, a deputada Fernanda Melchionna, líder do PSOL na Câmara dos deputados, protocolou - junto com outros parlamentares, artistas, intelectuais e lideranças sociais - um pedido formal de impeachment do presidente Bolsonaro. Sabemos da dificuldade de encaminhar um pedido desses no parlamento que aprovou a reforma da previdência, mas cresce o repúdio a Bolsonaro e mesmo as pessoas ficando em casa estão se mobilizando contra o governo com panelaços e alguns trabalhadores começam a fazer greves. Nesse contexto Fernanda nos respondeu sobre o impeachment, como lutar por ele e pelo Fora Bolsonaro neste período de quarentena.
#ForaBolsonaro

Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=Mugeo0kpkko

Twitter
https://twitter.com/ContrapoderBr/status/1240808523166072834

Instagram:
https://www.instagram.com/p/B99fSgYpaO9/

Facebook:
https://www.facebook.com/ContrapoderBr/videos/736032700262975/
#Vídeo Entrevista: "Crise Mundial da Economia Capitalista e o Coronavírus"

Amanhã, dia 24/03, às 20h, em nossas redes, lançaremos a entrevista com Miguel Sorans, dirigente da Unidade Internacional de Trabalhadoras e Trabalhadores (UIT-QI) sobre a crise mundial da econômica capitalista e o coronavírus. Se programe!
Abrimos novamente as inscrições.
Até hoje as 12h.

#CURSO ONLINE: Introdução à dialética dos Modernos

O minicurso visa apresentar as linhas fundamentais da Filosofia Especulativa de Hegel e o uso heurístico de Marx dos operadores da Lógica hegeliana em O capital, para isto proporemos uma análise precisa do que seja para cada um dos autores o sentido do termo Dialética.

📌 Ementa completa: https://bit.ly/2QGtc0e

📌 Inscrição: https://forms.gle/FhwYYhuenY1H7wzQ8
Charge de Mauro Iasi
Pesquisadores da UFRJ, USP e UnB alertam, em nota técnica, para os riscos da ausência de ações para conter o Covid-19. É necessário que Bolsonaro reveja imediatamente sua postura de retorno à normalidade e adote as medidas para evitar a propagação do vírus.

https://ufrj.br/noticia/2020/03/25/coronavirus-pesquisadores-da-ufrj-usp-e-unb-emitem-nota-tecnica
A crise e a pandemia chegaram e mudaram o mundo. Os governantes que dizem que querem salvar a economia mandando voltar a normalidade, só estão se isentando de enfrentar o real problema da saúde e da economia.

Um destaque do texto pra quem não entendeu o caos que está por vir:
"Vamos supor que a gente seguisse a recomendação de alguns e, no máximo, isolasse os idosos ou fizesse algo assim.

Numa realidade dessa, se você é dono de uma empresa e os seus funcionários pegam a covid-19, em menos de um mês a empresa inteira estaria contaminada, pelo menos 10 a 20% dos seus funcionários precisariam ser hospitalizados.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52061804

Os outros 80% vão ter graus diferentes de complicação, e alguns vão precisar trabalhar de casa, ou parar de trabalhar por causa de febre, dor de cabeça, dor no corpo.

Então, mesmo se a gente não fizer nada, se a covid-19 chega numa empresa, parte dos funcionários some. Parte não vai ter condições de trabalhar, e a parte que ficar trabalhando não vai ter nem a moral, nem o estado de saúde para render o que rendia. Mesmo que a gente não fizesse nada, a economia já ia sofrer e muito com a queda de produtividade.

Então, é uma realidade que nos foi imposta, na verdade. Quem está tentando manter a economia de 2019 está se recusando a aceitar essa realidade. Na verdade a gente já deveria estar virando a chave e tentando entender como sair do outro lado.

Dando um exemplo meu: tem um restaurante aqui perto de casa que frequento regularmente. Não cheguei para eles e falei "Olha, quando o covid-19 vier, não feche". Porque eu sei que não existe essa possibilidade. Eu falei para eles: "Avise seus clientes que você faz entrega. Já vai testando os diferentes aplicativos de entrega para ver quem cobra a melhor taxa. Já prepara as pessoas que trabalham na cozinha para revezar turnos, e se prepara financeiramente, por que vai ser um impacto
grande". Tenho que aceitar que isso aconteceu e mudou.
*Ao Vivo com Mauro Iasi*
Conversa com o professor Mauro Iasi sobre a Luta e a solidariedade de classes nestes tempos de quarentena.

https://bit.ly/2Jnsn8z
#Ao Vivo Gizele Martins
Os impactos sociais, sanitários e econômicos na vida dos da favela. Os desafios das condições materiais e subjetivas para mulheres, idosos, homens, jovens e crianças na sua imensa maioria preta. O acesso ao direito à informação, ao isolamento e ao tratamento de milhões de pessoas em tempos de coronavírus. Quais as saídas comunitárias e populares nas favelas.
O golpe faz 56 anos

Nestes dias, em deliberada afronta às Recomendações da Comissão Nacional da Verdade que proibiram a celebração do 1o. de abril de 1964, o governo atual incentiva “comemorações” em torno dessa fatídica data. Cabem, pois, aos setores democráticos e progressistas, como o fazem há 56 anos, afirmar que nada há a comemorar! Cabe, sim, repudiar o golpe de Estado de 1964 e a ditadura militar que foi responsável por prisões, torturas, desaparecimentos e mortes daqueles que resistiram e lutaram pela redemocratização do país.

Neste dossiê sobre o golpe de 1964 – publicado originalmente em 2014 e, agora, ampliado –, marxismo21 publica livros, artigos, teses e dissertações acadêmicas, vídeos, filmes, debates em blogs etc. Não cremos ser despropositado afirmar que o dossiê aqui publicado é, muito provavelmente, o mais completo e consistente levantamento bibliográfico – divulgado na web – sobre este episódio que marcou a história política e social do Brasil.


https://marxismo21.org/50-anos-do-golpe-de-1964/
Os militares que deram o golpe, junto com a burguesia, sempre falam que o golpe foi no dia 31 de março. Nada mais falso, deram o golpe no dia 01 de abril, dia mentira. Sempre tentaram fugir dessa data pois tentaram bancar a boa impressão. Dizem que não mataram, que não torturaram, que não sequestraram, que não estupraram... Mas nossa ditadura foi homicida, matou centenas, estuprou centenas, torturou milhares... Para falar sobre essa data, faremos, amanhã, dia 01 de abril, uma aula #AoVivo com a professora Maria Orlanda Pinassi em nossa página no facebook.
A aula será as 18h30.