Contrapoder
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Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros.
À luta!
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Neste dia, em 1984, ocorreu em Bhopal, Índia, o pior e mais letal crime industrial da história, o Desastre de Bhopal.
Na noite de 2 para 3 de dezembro, houve um enorme vazamento de gás isocianato de metila, da fábrica Union Carbide Corporation (UCC), empresa estadunidense, que causou mais de 2500 mortes em poucas horas. Estima-se que até 20 mil pessoas tenham morrido e mais de meio milhão tenham sido infectadas de alguma forma pelo gás. Este gás age nas regiões úmidas do corpo, cegando e causando sérios danos em tecidos; quando entra em contato com os pulmões, leva à morte por asfixia, além de impedir a contração muscular, evento fundamental para nossa sobrevivência.
Os motivos do desastre foram a falta de manutenção adequada, negligência, falhas de projeto, falta de pessoal e falta de treinamento. Em nome da maximização dos lucros, diversas medidas de segurança não haviam sido tomadas.
Até hoje, 37 anos depois do desastre, milhares ainda sofrem com as sequelas desta negligência criminosa e assassina.
Vale salientar que, ao final do contrato de 99 anos de exploração da área, a empresa saiu de Bophal em 1998 deixando milhares de litros de resíduos sem nenhum tratamento na região.
Fotos 1 e 2: Imagens da fábrica
Foto 3: precária assistência dada aos infectados por parte da empresa
Foto 4: Memorial às vítimas
Fotos 5 e 6: Parentes, em sua maioria mães, se organizando por algum tipo de indenização
Fotos 7, 8 e 9: Manifestações pedindo indenização pelo ocorrido
Foto 10: poço com resíduos, fotografado em 2018
Hoje é aniversário do Hélio Ázara.
Hélio é professor de filosofia na UFCG, lateral do Ponta Firme FC, time amador na PB e escreve para o Contrapoder sobre futebol e neoliberalismo, além de ter 2 cursos em nossa plataforma!
Parabéns camarada!
Vida longa!
Charge de Mauro Iasi
#Editorial O golpe continua!
"Para além de mais um passo no processo de bolsonarização do aparelho de Estado, a aprovação do pastor evangélico pelo Senado para o STF revela que a acomodação com Bolsonaro segue firme, mesmo após a CPI da COVID-19"
Leia: https://bit.ly/ecp_091221
Nascida em 10 de dezembro de 1920, Clarice Lispector é uma das maiores escritoras brasileiras. Porém, parte da crítica já a considerou hermética, esotérica e apolítica. Mas a revolução de Clarice é maior que isso. Passa pela sensibilização de uma criança imigrante que presenciou os mocambos em Recife. É a vivência de uma mulher judia em um país eminentemente cristão. De uma brasileira que conviveu com os impasses sociais tão evidentes no Rio de Janeiro ou ainda de uma cidadã que participou de atos, passeatas e encontros secretos contra a ditadura militar. A importância de Clarice passa pela da voz, pela experiência e por ser no mundo. Em suas crônicas, contos e romances, a justiça social fala alto sem perder a sensibilidade. Clarice é um caleidoscópio que parece deixar entrever um país trancado em um quarto de empregada, mascando chicletes diante de uma cegueira social. A revolução de Clarice foi acreditar que a palavra podia dizer muito mais do que a realidade.
Foto na passeata dos 100 mil, com: Carlos Scliar, Clarice Lispector, Oscar Niemeyer e Milton Nascimento
Nesta quinta, 16/12, às 19h, faremos o lançamento do livro “O Capital financeiro no ensino superior brasileiro (1990-2018)”, de Allan Kenji Seki. O evento contará com a presença do autor, do prof. Lalo Minto e da profa. Olinda Evangelista.
Programe-se: https://bit.ly/l_allankenji21yt
Que tal concorrer à um exemplar do livro “Do sul ao norte: uma introdução a Gramsci”, de Luciana Aliaga?

Sortearemos entre nosso apoiadores em nosso financiamento coletivo no Cartarse um exemplar do livro da professora Luciana. Livro publicado pela editora Lutas Anticapital.

Link para nossa catarse: https://www.catarse.me/contrapoderbr
#Arquivo Hélio Ázara
A foto do anuncio da compra do Cruzeiro pelo ex-jogador Ronaldo é exatamente o descrito no texto de novembro de Hélio Ázara.
"Uma questão que fica é a seguinte: poderia um time de massas no Brasil se tornar pacificamente um negócio de tipo capitalista? Ter um preço? Ter um dono?"

Leia Clubes como mercadoria… aqui: https://bit.ly/chelio_1121