21 de Setembro - Dia Nacional da Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência!
A data foi escolhida para coincidir com o dia da árvore e início da Primavera. A Primavera pode ser comparada ao renascimento e renovação da luta pelos direitos à inclusão, assim como acontece com as flores durante esta estação.
As pessoas com deficiência estão saindo do processo de segregação e ganhando visibilidade na sociedade, mas esta ação se torna paradoxal quando se deparam com barreiras arquitetônicas, comunicacionais, pedagógicas e, principalmente, atitudinais. É importante neste dia simbólico fortalecer a luta pela inclusão como direito das pessoas com deficiência com propostas de políticas públicas para a educação, saúde, trabalho, mobilidade e acessibilidade aos transportes, lazer e cultura e, no combate ao Capacitismo.
Pessoas com deficiência (PCDs) já vivem historicamente em “isolamento social”. E uma das facetas cruéis da nossa sociedade excludente, que se aprofunda com a pandemia, é o capacitismo. O capacitismo é a discriminação e a opressão às PCDs ao considera-las inferiores, incapazes de produzir, trabalhar, aprender, amar, cuidar, sentir desejo e serem desejadas. Os principais desafios a serem enfrentados residem na qualidade das interações e relações com o ambiente e rupturas com múltiplas barreiras como atitudinais, políticas, comunicacionais, físicas e arquitetônicas que favorecem e sustentam a cultura do capacitismo. Para romper com esse capacitismo histórico e lutarmos por justiça social é importante produzir subjetividades que compreendam os afetos da deficiência como luta coletiva e não individualizada. No mundo estruturalmente capacitista se faz necessário que em todos os locais as pessoas tenham responsabilidades afetivas para tratar os assuntos da deficiência e fazer com que esse grupo sejam pertencentes e tenham seu lugar no espaço público com os devidos direitos. Para que a justiça social aconteça, os coletivos e movimentos precisam compreender a deficiência como afeto interseccional, se conscientizando que a deficiência atravessa também raça, classe e gênero. Uma luta interseccional! Lutar por uma interseccionalização da deficiência é transversalizar os espaços políticos para que os afetos das pessoas com deficiência sejam coletivizados em todos os espaços.
A desigualdade potencializada pela pandemia sempre esteve presente e ações para superá-la extrapolam o contexto pandêmico. A luta pelos direitos das PCDs deve ocorrer em conexão com elaboração de políticas públicas no diálogo dos movimentos sociais com o poder público, conectados com as políticas sociais. A luta é pelos direitos das PCDs com a defesa da inclusão na Educação, Saúde, Acessibilidade e Mobilidade, Contra o Capacitismo e as Opressões, Contra a Violência e acesso à justiça, Trabalho e emprego e com residência inclusiva e moradia independente.
A emancipação e libertação de todas as opressões sobre a pessoa com deficiência só será possível se interseccionada com uma mudança estrutural da sociedade.
Mas, está colocada a possibilidade de surgimento de mobilizações sociais que pressionem pela criação de políticas públicas estruturadas com vistas a garantir direitos às PCDs.
"Na crítica marxista da deficiência, as lutas anticapacitistas e anticapitalistas estão do mesmo lado da trincheira." Anahí de Mello
A data foi escolhida para coincidir com o dia da árvore e início da Primavera. A Primavera pode ser comparada ao renascimento e renovação da luta pelos direitos à inclusão, assim como acontece com as flores durante esta estação.
As pessoas com deficiência estão saindo do processo de segregação e ganhando visibilidade na sociedade, mas esta ação se torna paradoxal quando se deparam com barreiras arquitetônicas, comunicacionais, pedagógicas e, principalmente, atitudinais. É importante neste dia simbólico fortalecer a luta pela inclusão como direito das pessoas com deficiência com propostas de políticas públicas para a educação, saúde, trabalho, mobilidade e acessibilidade aos transportes, lazer e cultura e, no combate ao Capacitismo.
Pessoas com deficiência (PCDs) já vivem historicamente em “isolamento social”. E uma das facetas cruéis da nossa sociedade excludente, que se aprofunda com a pandemia, é o capacitismo. O capacitismo é a discriminação e a opressão às PCDs ao considera-las inferiores, incapazes de produzir, trabalhar, aprender, amar, cuidar, sentir desejo e serem desejadas. Os principais desafios a serem enfrentados residem na qualidade das interações e relações com o ambiente e rupturas com múltiplas barreiras como atitudinais, políticas, comunicacionais, físicas e arquitetônicas que favorecem e sustentam a cultura do capacitismo. Para romper com esse capacitismo histórico e lutarmos por justiça social é importante produzir subjetividades que compreendam os afetos da deficiência como luta coletiva e não individualizada. No mundo estruturalmente capacitista se faz necessário que em todos os locais as pessoas tenham responsabilidades afetivas para tratar os assuntos da deficiência e fazer com que esse grupo sejam pertencentes e tenham seu lugar no espaço público com os devidos direitos. Para que a justiça social aconteça, os coletivos e movimentos precisam compreender a deficiência como afeto interseccional, se conscientizando que a deficiência atravessa também raça, classe e gênero. Uma luta interseccional! Lutar por uma interseccionalização da deficiência é transversalizar os espaços políticos para que os afetos das pessoas com deficiência sejam coletivizados em todos os espaços.
A desigualdade potencializada pela pandemia sempre esteve presente e ações para superá-la extrapolam o contexto pandêmico. A luta pelos direitos das PCDs deve ocorrer em conexão com elaboração de políticas públicas no diálogo dos movimentos sociais com o poder público, conectados com as políticas sociais. A luta é pelos direitos das PCDs com a defesa da inclusão na Educação, Saúde, Acessibilidade e Mobilidade, Contra o Capacitismo e as Opressões, Contra a Violência e acesso à justiça, Trabalho e emprego e com residência inclusiva e moradia independente.
A emancipação e libertação de todas as opressões sobre a pessoa com deficiência só será possível se interseccionada com uma mudança estrutural da sociedade.
Mas, está colocada a possibilidade de surgimento de mobilizações sociais que pressionem pela criação de políticas públicas estruturadas com vistas a garantir direitos às PCDs.
"Na crítica marxista da deficiência, as lutas anticapacitistas e anticapitalistas estão do mesmo lado da trincheira." Anahí de Mello
#Editorial Inflação, hipocrisia e manipulação
Quer entender os motivos da atual inflação e quem se beneficia político e economicamente com isso?
Fizemos nosso editorial explicando estas questões!
Leia: https://bit.ly/editorialcp_220921
Quer entender os motivos da atual inflação e quem se beneficia político e economicamente com isso?
Fizemos nosso editorial explicando estas questões!
Leia: https://bit.ly/editorialcp_220921
Contrapoder
Inflação, hipocrisia e manipulação - Contrapoder
Longe de representar qualquer preocupação efetiva com a situação econômica da classe trabalhadora, a histeria da burguesia em relação a uma suposta ameaça de descontrole
“Problema - Capitalismo.
Solução - Revolução.
O Poder do povo Vencerá "
É um #TBT de Melbourne em setembro de 2000 durante os protestos contra o Fórum Econômico Mundial.
#Contrapoder
Solução - Revolução.
O Poder do povo Vencerá "
É um #TBT de Melbourne em setembro de 2000 durante os protestos contra o Fórum Econômico Mundial.
#Contrapoder
Neste dia, em 1973, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde, declarou a independência da Guiné-Bissau, após anos de luta revolucionária. O PAIGC foi liderado por Amílcar Cabral até janeiro de 73, quando foi assinado.
Viva a revolução e o poeta da liberdade!
"Perguntar-nos-ão se o colonialismo português não teve uma ação positiva na África. A justiça é sempre relativa. Para os africanos, que durante cinco séculos se opuseram à dominação colonial portuguesa, o colonialismo português é o inferno; e onde reina o mal, não há lugar para o bem."
#amilcarcabral #guinebissau
Viva a revolução e o poeta da liberdade!
"Perguntar-nos-ão se o colonialismo português não teve uma ação positiva na África. A justiça é sempre relativa. Para os africanos, que durante cinco séculos se opuseram à dominação colonial portuguesa, o colonialismo português é o inferno; e onde reina o mal, não há lugar para o bem."
#amilcarcabral #guinebissau
Há exatos sete anos, em uma noite como essa, em Iguala, Guerrero - México, 43 estudantes da escola rural Raúl Isidro Burgos, que protestaram no mesmo dia por melhorias e mais recursos para a educação, foram sequestrados e brutalmente assassinados em uma ação comandada pela polícia e articulada pelo Estado e os carteis mexicanos.
Não esqueceremos!
¡Vivos se los llevaron, vivos los queremos!
#43 #43desaparecidos
Não esqueceremos!
¡Vivos se los llevaron, vivos los queremos!
#43 #43desaparecidos
No fio da navalha, de Victor Serge
por Nara H. Machado
Em Meia-noite no século, escrito em 1936-1938, publicado inicialmente em Paris em 1939, Victor Serge nos conduz às profundezas da repressão stalinista contra aqueles que ousaram mobilizar-se, protestar ou discordar dos crescentes desvios a que foi submetida a já não tão jovem Revolução de Outubro. No geral, eram trotskistas ou próximos a eles. Mas houve muitos outros, dezenas de milhares, de diversas procedências político-ideológicas.
Nesta obra romanceada, duríssima, Serge quase nos força, aqui e ali, a se deter, a tomar fôlego, a respirar, para, então, voltar à leitura. Se nos faz sentir o alcance dos braços da repressão e dos infames mecanismos que utiliza, nos coloca também em contato com a resistência de personagens, no mais das vezes anônimos, que ousaram levantar a cabeça e dizer não, muitas vezes à custa da própria vida e da perseguição a seus familiares.
O belga-russo Victor Serge (Bruxelas, 1890 – México, 1947) viveu na antiga URSS por vários anos. Militou na Oposição de Esquerda. Preso em 1928, e, novamente em 1933, foi deportado para Orenburg, pequena cidade na fronteira da Rússia européia e asiática. Em 1936, graças à campanha internacional, foi libertado e banido da Rússia. É com os olhos de quem viveu situações dramáticas da repressão burocrática e stalinista e delas teve relatos, na prisão e na deportação, que envereda em sua dolorosa ficção, perpassada por múltiplos personagens. Alguns apenas buscam a sobrevivência. Outros se conformam, são cooptados, destruídos. Há aqueles – o foco central de sua ficção – que resistem, mesmo sabendo que sobreviviam no fio de navalha implacável. Se um pessimismo feroz quase transborda Meia-noite no século, nele também está presente uma grande confiança na capacidade humana de resistir, nas condições mais penosas, de construir seu futuro, na luta por sociedade justa, igualitária, socialista, da qual depende a sorte da humanidade.
Victor Serge jamais abandonou seus ideais socialistas. Eles permearam toda a sua vida, até sua morte precoce, sem que jamais tenha desistido da luta por sua consecução, em um viés revolucionário e radicalmente libertário.
por Nara H. Machado
Em Meia-noite no século, escrito em 1936-1938, publicado inicialmente em Paris em 1939, Victor Serge nos conduz às profundezas da repressão stalinista contra aqueles que ousaram mobilizar-se, protestar ou discordar dos crescentes desvios a que foi submetida a já não tão jovem Revolução de Outubro. No geral, eram trotskistas ou próximos a eles. Mas houve muitos outros, dezenas de milhares, de diversas procedências político-ideológicas.
Nesta obra romanceada, duríssima, Serge quase nos força, aqui e ali, a se deter, a tomar fôlego, a respirar, para, então, voltar à leitura. Se nos faz sentir o alcance dos braços da repressão e dos infames mecanismos que utiliza, nos coloca também em contato com a resistência de personagens, no mais das vezes anônimos, que ousaram levantar a cabeça e dizer não, muitas vezes à custa da própria vida e da perseguição a seus familiares.
O belga-russo Victor Serge (Bruxelas, 1890 – México, 1947) viveu na antiga URSS por vários anos. Militou na Oposição de Esquerda. Preso em 1928, e, novamente em 1933, foi deportado para Orenburg, pequena cidade na fronteira da Rússia européia e asiática. Em 1936, graças à campanha internacional, foi libertado e banido da Rússia. É com os olhos de quem viveu situações dramáticas da repressão burocrática e stalinista e delas teve relatos, na prisão e na deportação, que envereda em sua dolorosa ficção, perpassada por múltiplos personagens. Alguns apenas buscam a sobrevivência. Outros se conformam, são cooptados, destruídos. Há aqueles – o foco central de sua ficção – que resistem, mesmo sabendo que sobreviviam no fio de navalha implacável. Se um pessimismo feroz quase transborda Meia-noite no século, nele também está presente uma grande confiança na capacidade humana de resistir, nas condições mais penosas, de construir seu futuro, na luta por sociedade justa, igualitária, socialista, da qual depende a sorte da humanidade.
Victor Serge jamais abandonou seus ideais socialistas. Eles permearam toda a sua vida, até sua morte precoce, sem que jamais tenha desistido da luta por sua consecução, em um viés revolucionário e radicalmente libertário.
“É uma luta diária para muitas pessoas. O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+, estamos aqui para mostrar que a gente está nessa luta juntas. Que a gente ama também, que tem que existir amor e respeito” Katiuscia, lateral corintiana que levou a bandeira LGBTQIA+ na comemoração do brasileiro feminino.
Debate: Patrimônio Público, Urbanismo e a Sanha Capitalista com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann
No dia 30 de setembro, às 18h30, a Escola de Formação Política da Classe Trabalhadora Vânia Bambirra (EFoP) irá organizar um debate com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, intitulado Patrimônio público, urbanismo e a sanha capitalista.
A abertura da possibilidade de venda em leilão de diversos prédios públicos icônicos no Rio de Janeiro, como o edifício Capanema e da UFRJ, permitida pela Lei 14.011 de 2020, acentuou a privatização de imóveis da União que já ocorria. Este fato explícito de abertura do patrimônio público para a iniciativa privada agiu como um gatilho para que a EFoP realizasse um debate sobre os conflitos urbanos.
Além disso, os espaços das universidades, que ocupam terrenos centrais em diversas capitais do país, estão sempre em confronto com os interesses imobiliários privados. Nas universidades, a abertura de prédios e terrenos públicos se encaminha através de mecanismos de concessão e constituição de fundos imobiliários, como no projeto do Viva UFRJ. A permissão de uso de bens públicos pela iniciativa privada para a recomposição do orçamento das IFES também estava prevista no programa Future-se.
Inscrevam-se através do site: https://www.efopvaniabambirra.com.br/events/patrimonio-publico-urbanismo-e-sanha-capitalista-1
No dia 30 de setembro, às 18h30, a Escola de Formação Política da Classe Trabalhadora Vânia Bambirra (EFoP) irá organizar um debate com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, intitulado Patrimônio público, urbanismo e a sanha capitalista.
A abertura da possibilidade de venda em leilão de diversos prédios públicos icônicos no Rio de Janeiro, como o edifício Capanema e da UFRJ, permitida pela Lei 14.011 de 2020, acentuou a privatização de imóveis da União que já ocorria. Este fato explícito de abertura do patrimônio público para a iniciativa privada agiu como um gatilho para que a EFoP realizasse um debate sobre os conflitos urbanos.
Além disso, os espaços das universidades, que ocupam terrenos centrais em diversas capitais do país, estão sempre em confronto com os interesses imobiliários privados. Nas universidades, a abertura de prédios e terrenos públicos se encaminha através de mecanismos de concessão e constituição de fundos imobiliários, como no projeto do Viva UFRJ. A permissão de uso de bens públicos pela iniciativa privada para a recomposição do orçamento das IFES também estava prevista no programa Future-se.
Inscrevam-se através do site: https://www.efopvaniabambirra.com.br/events/patrimonio-publico-urbanismo-e-sanha-capitalista-1
EFOP
Patrimônio público, urbanismo e sanha capitalista | EFOP
Um debate com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann
Os últimos dois dias foram doloridos para quem acompanha a política nacional e tem o mínimo de empatia.
Ontem, na #CPIdaCovid, o devastador depoimento da adv. Bruna Morato, que apresentou um esquema de morte, "estudos" ilegais e até hospital clandestino da Prevent Senior. E hoje o depoimento do Luciano Hang que mostra, acima de tudo, os interesses genocidas da burguesia e do governo brasileiro.
É o aparelho de matar e os interessados na morte.
Tá difícil ser brasileiro.
Ontem, na #CPIdaCovid, o devastador depoimento da adv. Bruna Morato, que apresentou um esquema de morte, "estudos" ilegais e até hospital clandestino da Prevent Senior. E hoje o depoimento do Luciano Hang que mostra, acima de tudo, os interesses genocidas da burguesia e do governo brasileiro.
É o aparelho de matar e os interessados na morte.
Tá difícil ser brasileiro.
#Entrevista: A desmilitarização da polícia e da política
Retomando nossa série de entrevistas, apresentamos hoje nossa conversa com o advogado Cristiano Maronna sobre políticas de segurança pública, militarização e desmilitarização da polícia, relação da polícia e política militarizada, a ascensão de Bolsonaro e guerras as drogas.
Cristiano Maronna é mestre e doutor em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), secretário executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas (2014/21) e Conselheiro Seccional da OAB-SP. É membro do Conselho de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e diretor da Plataforma Justa.org.br.
Assista: https://bit.ly/egilson10y
Retomando nossa série de entrevistas, apresentamos hoje nossa conversa com o advogado Cristiano Maronna sobre políticas de segurança pública, militarização e desmilitarização da polícia, relação da polícia e política militarizada, a ascensão de Bolsonaro e guerras as drogas.
Cristiano Maronna é mestre e doutor em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), secretário executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas (2014/21) e Conselheiro Seccional da OAB-SP. É membro do Conselho de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e diretor da Plataforma Justa.org.br.
Assista: https://bit.ly/egilson10y
YouTube
#Entrevista: A desmilitarização da polícia e da política
Retomando nossa série de entrevistas, apresentamos hoje nossa conversa com o advogado Cristiano Maronna sobre políticas de segurança pública, militarização e desmilitarização da polícia, relação da polícia e política militarizada, a ascensão de Bolsonaro…
#Artigo Lorena Duarte
Com o resultado do julgamento em segunda instancia, estamos respostando o artigo "O Estado contra Mari Ferrer". Mais uma vez a impunidade triunfa.
Leia: https://bit.ly/alorenad1120
Com o resultado do julgamento em segunda instancia, estamos respostando o artigo "O Estado contra Mari Ferrer". Mais uma vez a impunidade triunfa.
Leia: https://bit.ly/alorenad1120
Contrapoder
O Estado contra Mari Ferrer - Contrapoder
Menos de uma semana atrás, as partes íntimas do prefeito de Florianópolis invadiram as nossas telas de celulares, quando foi vazado um boletim de ocorrência
Curso Completo: Raça na luta de classes: Da teoria à práxis
O curso Raça na Luta de classes: da teoria à práxis traz uma proposta de formação teórica e política. É um convite à retomada da teoria revolucionária e socialista para a compreensão do funcionamento do capitalismo e organização para a luta. Para tanto, teremos a preocupação de entender as particularidades do nosso tempo e do Brasil.
Compreender os conceitos que interpretam a formação concreta da sociedade de classes é tarefa indispensável para a organização dos movimentos revolucionários. Também, é um movimento sem o qual não conseguimos entender e nos colocar diante das oportunidades históricas, do momento presente político e traçar caminhos para a transformação da sociedade. Nosso objetivo, portanto, é contribuir para a formação de militantes, os mais diversos em distintas organizações, para a crítica e o afastamento da espontaneidade e inação política, da redução da luta revolucionária, além da fundamentação teórica das pautas concretas dos trabalhadores e a denúncia da exploração e opressão que nos assola. O curso de formação Raça na Luta de Classes: da teoria à práxis se divide em quatro blocos com dois encontros virtuais semanais em cada bloco; um voltado à teoria, outro discutindo a conjuntura atual.
Acesse o curso completo aqui: https://bit.ly/cursocompletoracismo2021
O curso Raça na Luta de classes: da teoria à práxis traz uma proposta de formação teórica e política. É um convite à retomada da teoria revolucionária e socialista para a compreensão do funcionamento do capitalismo e organização para a luta. Para tanto, teremos a preocupação de entender as particularidades do nosso tempo e do Brasil.
Compreender os conceitos que interpretam a formação concreta da sociedade de classes é tarefa indispensável para a organização dos movimentos revolucionários. Também, é um movimento sem o qual não conseguimos entender e nos colocar diante das oportunidades históricas, do momento presente político e traçar caminhos para a transformação da sociedade. Nosso objetivo, portanto, é contribuir para a formação de militantes, os mais diversos em distintas organizações, para a crítica e o afastamento da espontaneidade e inação política, da redução da luta revolucionária, além da fundamentação teórica das pautas concretas dos trabalhadores e a denúncia da exploração e opressão que nos assola. O curso de formação Raça na Luta de Classes: da teoria à práxis se divide em quatro blocos com dois encontros virtuais semanais em cada bloco; um voltado à teoria, outro discutindo a conjuntura atual.
Acesse o curso completo aqui: https://bit.ly/cursocompletoracismo2021
Contrapoder
Curso Completo: Raça na luta de classes: Da teoria à práxis - Contrapoder
Nota sobre o curso: O curso foi ministrado pelo Coletivo Clóvis Moura, em 8 aulas nos dias 13 e 20 de maio, 3, 10, 17