Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder!
Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros.
À luta!
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Na luta contra o genocídio dos povos indígenas e o marco temporal, o movimento indígena posicionou um caixão gigante em frente ao Palácio do Planalto.

#marcotemporalnão #forabolsonarogenocida #ForaBolsonaro

Foto: Scarlett Rocha/ @scarlettrphoto
Nosso apoiador @RicardoSommer2 com seu livro novo. Ele ganhou o livro "Tecnologia social e reforma agrária popular" em nosso sorteio mensal de livros da Editora lutas anticapital.
Apoie o Contrapoder e concorra todos os meses.

Catarse.me/contrapoderbr
“Só quem possui os meios de produção é livre"

Visto em Varsóvia, Polônia.

#marxism #marxismo
O grito dos excluídos é o espaço dos trabalhadores que lutam por melhores dias.
Viva o povo trabalhador!
Viva a nossa classe!
Vacina no braço e comida no prato!
#ForaBolsonaro #7SForaBolsonaro
"Viva o socialismo e a liberdade!"

Visto em Buenos Aires!
Charge de Mauro Iasi

Temer fez muito mais que escrever uma carta para Bolsonaro… Nomeou Alexandre de Moraes!
50 anos sem Lamarca
O Contrapoder participou ativamente da construção de uma importante manifestação que aconteceu hoje no Vale do Ribeira. A reposição do Busto do Capitão Carlos Lamarca no Parque Estadual do Rio Turvo.
É fundamental resgatarmos a história deste líder socialista de nosso país. Combateu a ditadura empresarial militar e foi responsável por uma das maiores proezas em sua fuga no Vale diante da maior mobilização da história do segundo exercito.
"Ousar Lutar, Ousar Vencer"
Leia: https://bit.ly/50anoslamarca
Esta semana o Cordel lançou, em sua coluna em nosso site, uma série de crônicas chamada #Cafundós. O episódio 01: "O Pátio dos Bons Ventos" relata os problemas da jovem universitária Maria Luísa e sua saga para terminar seu TCC.
Por: Ana Lia Almeida

#Contapoder #UFPB #CordelUFPB #Cordel

https://bit.ly/ccordel_0921
Hoje, em 1921, nasceu Paulo Freire. São 100 anos de um dos mais importantes intelectuais brasileiros.
Freire sistematizou a ideia de educação como um processo ativo de trocas de saberes, histórias e culturas, sempre levando em conta o contexto social e político de cada individuo.
Além de patrono da educação nacional e autor brasileiro mais citado na academia, Freire é símbolo da luta dos que não têm nem o direito de compreender o mundo, contra os que se beneficiam com a miséria e o sofrimento alheio.
"A leitura do mundo precede a leitura da palavra."
"Setembro é luto
Setembro é memória
Outubro é nosso
Que a chama não se apague...
Não perdoamos
Não esquecemos!"
Semana passada, em uma rua de Santiago, Chile.
Século XVIII? Não!
Hoje!
Trump? Não!
Biden!
São todos racistas!
Imigrantes Haitianos tentado cruzar a fronteira
Ninguém é ilegal!
21 de Setembro - Dia Nacional da Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência!
A data foi escolhida para coincidir com o dia da árvore e início da Primavera. A Primavera pode ser comparada ao renascimento e renovação da luta pelos direitos à inclusão, assim como acontece com as flores durante esta estação.
As pessoas com deficiência estão saindo do processo de segregação e ganhando visibilidade na sociedade, mas esta ação se torna paradoxal quando se deparam com barreiras arquitetônicas, comunicacionais, pedagógicas e, principalmente, atitudinais. É importante neste dia simbólico fortalecer a luta pela inclusão como direito das pessoas com deficiência com propostas de políticas públicas para a educação, saúde, trabalho, mobilidade e acessibilidade aos transportes, lazer e cultura e, no combate ao Capacitismo.
Pessoas com deficiência (PCDs) já vivem historicamente em “isolamento social”. E uma das facetas cruéis da nossa sociedade excludente, que se aprofunda com a pandemia, é o capacitismo. O capacitismo é a discriminação e a opressão às PCDs ao considera-las inferiores, incapazes de produzir, trabalhar, aprender, amar, cuidar, sentir desejo e serem desejadas. Os principais desafios a serem enfrentados residem na qualidade das interações e relações com o ambiente e rupturas com múltiplas barreiras como atitudinais, políticas, comunicacionais, físicas e arquitetônicas que favorecem e sustentam a cultura do capacitismo. Para romper com esse capacitismo histórico e lutarmos por justiça social é importante produzir subjetividades que compreendam os afetos da deficiência como luta coletiva e não individualizada. No mundo estruturalmente capacitista se faz necessário que em todos os locais as pessoas tenham responsabilidades afetivas para tratar os assuntos da deficiência e fazer com que esse grupo sejam pertencentes e tenham seu lugar no espaço público com os devidos direitos. Para que a justiça social aconteça, os coletivos e movimentos precisam compreender a deficiência como afeto interseccional, se conscientizando que a deficiência atravessa também raça, classe e gênero. Uma luta interseccional! Lutar por uma interseccionalização da deficiência é transversalizar os espaços políticos para que os afetos das pessoas com deficiência sejam coletivizados em todos os espaços.
A desigualdade potencializada pela pandemia sempre esteve presente e ações para superá-la extrapolam o contexto pandêmico. A luta pelos direitos das PCDs deve ocorrer em conexão com elaboração de políticas públicas no diálogo dos movimentos sociais com o poder público, conectados com as políticas sociais. A luta é pelos direitos das PCDs com a defesa da inclusão na Educação, Saúde, Acessibilidade e Mobilidade, Contra o Capacitismo e as Opressões, Contra a Violência e acesso à justiça, Trabalho e emprego e com residência inclusiva e moradia independente.
A emancipação e libertação de todas as opressões sobre a pessoa com deficiência só será possível se interseccionada com uma mudança estrutural da sociedade.
Mas, está colocada a possibilidade de surgimento de mobilizações sociais que pressionem pela criação de políticas públicas estruturadas com vistas a garantir direitos às PCDs.
"Na crítica marxista da deficiência, as lutas anticapacitistas e anticapitalistas estão do mesmo lado da trincheira." Anahí de Mello