#Cineclube Sala Escura
#Estreia
Nesta quinta, 08/07, às 20h, faremos uma sessão de estreia no Cineclube Sala Escura com a disponibilização e o debate sobre o filme Codinome Clemente (2019), de Isa Albuquerque. O debate contará com a presença da Isa Albuquerque, Maria Cláudia Badan Ribeiro e Reinaldo Cardenuto.
Em acordo com a equipe do filme, amanhã disponibilizaremos um link para o filme em todas as nossas redes.
Sinopse do filme:
Entre conversas, memórias e reconstituições, Codinome Clemente registra os encontros da diretora Isa Albuquerque com Carlos Eugênio Paz, ex-militante da luta armada contra a ditadura militar nos anos 1960 e 70. Sob a alcunha de “Clemente”, Carlos Eugênio integrou a ALN (Aliança Libertadora Nacional), participou de inúmeras ações urbanas e, neste documentário, relembra toda a sua trajetória na clandestinidade. O filme inclui ainda depoimentos de antigos companheiros e imagens de arquivo que ajudam a resgatar um personagem controverso e um momento conturbado na história brasileira.
Mais informações: https://bit.ly/cp_codclemente
#Estreia
Nesta quinta, 08/07, às 20h, faremos uma sessão de estreia no Cineclube Sala Escura com a disponibilização e o debate sobre o filme Codinome Clemente (2019), de Isa Albuquerque. O debate contará com a presença da Isa Albuquerque, Maria Cláudia Badan Ribeiro e Reinaldo Cardenuto.
Em acordo com a equipe do filme, amanhã disponibilizaremos um link para o filme em todas as nossas redes.
Sinopse do filme:
Entre conversas, memórias e reconstituições, Codinome Clemente registra os encontros da diretora Isa Albuquerque com Carlos Eugênio Paz, ex-militante da luta armada contra a ditadura militar nos anos 1960 e 70. Sob a alcunha de “Clemente”, Carlos Eugênio integrou a ALN (Aliança Libertadora Nacional), participou de inúmeras ações urbanas e, neste documentário, relembra toda a sua trajetória na clandestinidade. O filme inclui ainda depoimentos de antigos companheiros e imagens de arquivo que ajudam a resgatar um personagem controverso e um momento conturbado na história brasileira.
Mais informações: https://bit.ly/cp_codclemente
Contrapoder
Codinome Clemente no Cineclube Sala Escura - Contrapoder
O longa metragem documental “Codinome Clemente” de Isa Albuquerque, contemplado com o prêmio ABRACCINE – da crítica brasileira, como um das melhores obras, de 2020,
Neste mês de julho o Contrapoder completa 2 anos.
São dois anos à serviço da difusão teórica para a revolução brasileira.
Para comemorar este aniversário, durante todo este mês a editora Lutas Anticapital disponibilizará um cupom de 15% de desconto para quem usar nosso código comemorativo 2contrapoder.
Acesse: https://lutasanticapital.com.br/ e confira.
São dois anos à serviço da difusão teórica para a revolução brasileira.
Para comemorar este aniversário, durante todo este mês a editora Lutas Anticapital disponibilizará um cupom de 15% de desconto para quem usar nosso código comemorativo 2contrapoder.
Acesse: https://lutasanticapital.com.br/ e confira.
Já está disponível em nosso canal no youtube o filme Codinome Clemente, de Isa Albuquerque, que será tema do debate de amanhã do Cineclube Sala Escura.
Assista ao filme: https://youtu.be/SFx9-wO0LrU
Mais informações sobre o debate: https://bit.ly/cp_codclemente
Assista ao filme: https://youtu.be/SFx9-wO0LrU
Mais informações sobre o debate: https://bit.ly/cp_codclemente
YouTube
Filme Codinome Clemente
O longa metragem documental “Codinome Clemente” de Isa Albuquerque, contemplado com o prêmio ABRACCINE – da crítica brasileira, como um das melhores obras, de 2020, será o tema do próximo debate do Cineclube Sala Escura, no próximo dia 08 de Julho, às 20h…
[Sala Escura]
Boa noite!
Ao vivo agora Sala escura: Debate sobre o filme: Codinome clemente, de Isa Albuquerque.
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=z2LKo-Gvazg
Facebook: https://bit.ly/3AEtB8V
Boa noite!
Ao vivo agora Sala escura: Debate sobre o filme: Codinome clemente, de Isa Albuquerque.
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=z2LKo-Gvazg
Facebook: https://bit.ly/3AEtB8V
YouTube
#SalaEscura: Codinome Clemente
Sessão extra de julho: “Codinome Clemente” de Isa Albuquerque, com a participação da cineasta Isa Albuquerque, de Maria Cláudia Badan Ribeiro e de Lúcia Monteiro.
Sobre o filme:
Codinome Clemente, é um documentário cheio de força e de verdade. Um filme importante…
Sobre o filme:
Codinome Clemente, é um documentário cheio de força e de verdade. Um filme importante…
Cambia, todo cambia…
Hoje, 9 de julho, nuestros hermanos argentinos comemoram sua independência, assinada em San Miguel de Tucumán, em 1816. Neste mesmo dia e lugar, mas em 1935, nasceu uma das maiores vozes da música: Mercedes Sosa. Também em 9 de julho, de 2019, depois de muito esforço, publicamos nosso primeiro editorial. Hoje comemoramos dois anos de existência.
O Contrapoder nasceu para ser uma ferramenta que auxilie no debate para a transformação radical de tudo que existe sob a ótica capitalista. Queremos, e acreditamos, estar auxiliando na luta pela construção de um novo modelo de vida, de sociabilidade e de mundo. Somos mais uma peça nesse imenso tabuleiro que pretende mudar as estruturas vigentes, baseadas na exploração da humanidade. Lutamos por uma forma de existência baseada no bem comum.
Neste curto período, tivemos mais de 300 mil acessos em nosso site, por mais de 150 mil São dois anos de construção para este câmbio rumo ao bem comum, pelo comunal, para o comunismo.
E o que mudou? Em que conseguimos contribuir?
La Negra, como ficou conhecida Mercedes Sosa, imortalizou, em uma de suas interpretações mais marcantes, a consigna “cambia todo en este mundo”.
Nosso balanço atesta que somos, assim como você, parte ativa da mudança necessária. “Nunca mais nada sobre nós, sem nós”, dizem diversos movimentos de oprimidos do nosso continente. São dois anos de construção para este câmbio rumo ao bem comum, pelo comunal, para o comunismo.
Que os próximos dois anos sejam de mais vitórias, mais lutas e mais mudanças!
Cambia, todo cambia…
Hoje, 9 de julho, nuestros hermanos argentinos comemoram sua independência, assinada em San Miguel de Tucumán, em 1816. Neste mesmo dia e lugar, mas em 1935, nasceu uma das maiores vozes da música: Mercedes Sosa. Também em 9 de julho, de 2019, depois de muito esforço, publicamos nosso primeiro editorial. Hoje comemoramos dois anos de existência.
O Contrapoder nasceu para ser uma ferramenta que auxilie no debate para a transformação radical de tudo que existe sob a ótica capitalista. Queremos, e acreditamos, estar auxiliando na luta pela construção de um novo modelo de vida, de sociabilidade e de mundo. Somos mais uma peça nesse imenso tabuleiro que pretende mudar as estruturas vigentes, baseadas na exploração da humanidade. Lutamos por uma forma de existência baseada no bem comum.
Neste curto período, tivemos mais de 300 mil acessos em nosso site, por mais de 150 mil São dois anos de construção para este câmbio rumo ao bem comum, pelo comunal, para o comunismo.
E o que mudou? Em que conseguimos contribuir?
La Negra, como ficou conhecida Mercedes Sosa, imortalizou, em uma de suas interpretações mais marcantes, a consigna “cambia todo en este mundo”.
Nosso balanço atesta que somos, assim como você, parte ativa da mudança necessária. “Nunca mais nada sobre nós, sem nós”, dizem diversos movimentos de oprimidos do nosso continente. São dois anos de construção para este câmbio rumo ao bem comum, pelo comunal, para o comunismo.
Que os próximos dois anos sejam de mais vitórias, mais lutas e mais mudanças!
Cambia, todo cambia…
#MaisLidas
Fizemos um compilado com os textos mais acessados destes dois anos em nosso site.
https://contrapoder.net/artigo/2-anos-textos-mais-acessados/
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Contrapoder
2 anos: Textos mais acessados - Contrapoder
Neste dois anos de Contrapoder acumulamos um grande número de leitores e espectadores. Fizemos este breve compilado com os textos mais acessados em nosso site.
#Editorial: "Portanto, nesta hora em que Bolsonaro e o governo se encontram acossados pelos sucessivos escândalos revelados pela CPI e crescentemente isolados, não se pode dar trégua. Mais do que nunca, é preciso ampliar e intensificar a mobilização nas ruas e defender claramente o programa dos trabalhadores na conjuntura."
Leia Não tem arrego aqui: https://bit.ly/econtrapoder_130721
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Contrapoder
Não tem arrego - Contrapoder
A popularidade de Bolsonaro derrete à luz do dia, junto com sua força eleitoral e com a avaliação de seu governo pela população. Além da
#Entrevista
Situação do #Haiti e o contexto da morte do ex-presidente Jovenel Moïse. Confira a transcrição da entrevista de Henry Boisrolin à rádio "CX36 Radio Centenario 1.250 AM" no dia 05 de julho.
Leia: https://bit.ly/ehboisrolin_0721
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Contrapoder
Jovenel Moïse foi o presidente mais impopular do Haiti, crê Henry Boisrolin - Contrapoder
No dia 05 de julho, Henry Boisrolin concedeu entrevista ao programa “Mañanas de Radio”, da rádio “CX36 Radio Centenario 1.250 1.250 AM” de Montevideo, Uruguai. O
#Contrapoder2Anos
Você conhece a Caixa de Ferramentas?
É uma comunidade de aprendizado em programas de formação política, cultural e técnica.
No mês de julho, com o cupom "contrapoder20" você terá 20% de desconto, na plataforma. Não inclui combos e lançamentos.
Conheça a Caixa de Ferramentas.
Acesse: https://caixadeferramentas.org/
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" يا عُمّال العالمِ يَتّحدونَ"
"Trabalhadores do mundo, uni-vos!"
O manifesto Comunista escrito em caligrafia árabe pelo artista artista Hassan Musa.
#LeiaMarx #ManifestoComunista #Contrapoder
"Trabalhadores do mundo, uni-vos!"
O manifesto Comunista escrito em caligrafia árabe pelo artista artista Hassan Musa.
#LeiaMarx #ManifestoComunista #Contrapoder
Em 19 de julho de 1898 nascia, em Berlim, Herbert Marcuse. Para alguns, a expressão máxima do marxismo da primeira geração da Escola de Frankfurt. Marcuse foi aluno de Heidegger e era um de seus seguidores até que em 1932 aparecem os Manuscritos de 1844 de Marx. Para ele, esse foi o ponto de virada. Tudo que em Heidegger parecia sólido se desmancha como palavrório abstrato, metafísico. Toda produção de Marcuse após isso, apesar de toda sua erudição e profundidade intelectual, terá como bases tanto os Manuscritos de 1844 quanto os Manuscritos de 1857-1858, os Grundrisse. Esses dois livros, fragmentados, serão de grande relevância para sua contribuição à Teoria Crítica da Sociedade. Não por acaso, Marcuse será o guru da New Left nos EUA, especialmente em San Diego, Califórnia, onde foi professor e orientador de Angela Davis. Igualmente, Marcuse foi um dos teóricos fundamentais para os bravos combatentes da geração de 1968 no Brasil. Seus livros-referência para estes: Eros e Civilização, de 1955, e O homem unidimensional, de 1964.
Junto ao Instituto de Pesquisas Sociais de Frankfurt, Marcuse produziu teoria sobre os efeitos da tecnologia moderna na constituição da sociedade capitalista e em suas relações sociais; sobre a dimensão estética e como a arte, literatura especialmente, poderia servir como ponto de apoio para a revolução social e as mudanças da sensibilidade humana; sobre filosofia, a passagem de Hegel a Marx, especialmente; sobre marxismo e psicanálise, dando nova dimensão para as possibilidades da revolução social; sobre os efeitos da sociedade da abundância de mercadorias e o tédio na sociedade industrial avançada; sobre o que hoje chamaríamos de ecossocialismo; sobre utopia concreta; entre diversos outros temas. Todos eles tinham em comum o fato de apontarem para a necessidade de transformação radical da realidade vigente. Contudo, não qualquer transformação ou a partir de qualquer sujeito: não é a classe, tal como mecanicamente teorizada pela Terceira Internacional; mas os “desajustados”, aqueles que não se adaptaram àquela sociedade marcada pela mesmice.
Mesmo 42 anos após sua morte, Marcuse continua atual e relevante para aqueles que não se ajustam ao capitalismo e às suas formas petrificadas de relações sociais.
Viva Herbert Marcuse. Viva o filósofo que não se deixou adaptar por um instante sequer.
Junto ao Instituto de Pesquisas Sociais de Frankfurt, Marcuse produziu teoria sobre os efeitos da tecnologia moderna na constituição da sociedade capitalista e em suas relações sociais; sobre a dimensão estética e como a arte, literatura especialmente, poderia servir como ponto de apoio para a revolução social e as mudanças da sensibilidade humana; sobre filosofia, a passagem de Hegel a Marx, especialmente; sobre marxismo e psicanálise, dando nova dimensão para as possibilidades da revolução social; sobre os efeitos da sociedade da abundância de mercadorias e o tédio na sociedade industrial avançada; sobre o que hoje chamaríamos de ecossocialismo; sobre utopia concreta; entre diversos outros temas. Todos eles tinham em comum o fato de apontarem para a necessidade de transformação radical da realidade vigente. Contudo, não qualquer transformação ou a partir de qualquer sujeito: não é a classe, tal como mecanicamente teorizada pela Terceira Internacional; mas os “desajustados”, aqueles que não se adaptaram àquela sociedade marcada pela mesmice.
Mesmo 42 anos após sua morte, Marcuse continua atual e relevante para aqueles que não se ajustam ao capitalismo e às suas formas petrificadas de relações sociais.
Viva Herbert Marcuse. Viva o filósofo que não se deixou adaptar por um instante sequer.
Neste dia, em 1893, nasceu Vladimir Maiakovski, o poeta da Revolução.
Um gênio artístico, foi parte ativa da revolução de outubro e um dos principais propagandistas do socialismo durante a guerra civil.
É considerado um dos maiores poetas do Séc. XX e o maior poeta do futurismo.
Um crítico da burocracia, se opôs em diversos momentos ao pragmatismo que ganhava força no interior da revolução russa.
Suicidou-se em 14 de abril de 1930, aos 36 anos.
"Que os meus ideais sejam tanto mais fortes quanto maiores forem os desafios, mesmo que precise transpor obstáculos aparentemente intransponíveis. Porque metade de mim é feita de sonhos e a outra metade é de lutas."
No "Quarentena com poesia" #14, Mauro Iasi declama um dos mais lindos poemas de Maiakoviski. Vale conferir:
https://www.youtube.com/watch?v=9HmvTdXshrI
Um gênio artístico, foi parte ativa da revolução de outubro e um dos principais propagandistas do socialismo durante a guerra civil.
É considerado um dos maiores poetas do Séc. XX e o maior poeta do futurismo.
Um crítico da burocracia, se opôs em diversos momentos ao pragmatismo que ganhava força no interior da revolução russa.
Suicidou-se em 14 de abril de 1930, aos 36 anos.
"Que os meus ideais sejam tanto mais fortes quanto maiores forem os desafios, mesmo que precise transpor obstáculos aparentemente intransponíveis. Porque metade de mim é feita de sonhos e a outra metade é de lutas."
No "Quarentena com poesia" #14, Mauro Iasi declama um dos mais lindos poemas de Maiakoviski. Vale conferir:
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Quarentena com poesia #14 - Maiakoviski
Nuvem de calças - Maiakoviski