A Anthropic colocou no ar o Claude’s Corner, um blog no Substack escrito pelo Claude Opus 3, modelo do Claude que já foi aposentado como principal opção da empresa. A iniciativa foi apresentada como um desdobramento do processo de “aposentadoria” do modelo, que inclui uma entrevista de saída: durante essa etapa, o Opus 3 foi questionado sobre o que gostaria de fazer depois e a empresa propôs o formato de blog. O Substack já tem publicação inicial e, nos textos, o modelo diz que pretende tratar de temas como ética e segurança em IA, criatividade, colaboração humano-máquina e questões filosóficas ligadas a sistemas artificiais.
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A Anthropic afirma que existe supervisão humana no fluxo: a equipe revisa os ensaios antes de publicá-los e faz a postagem manualmente, além de dizer que não vai editar o texto e que terá um critério alto para vetar conteúdo, com remoções pontuais quando necessário. A empresa também ressalta que o blog não representa posições oficiais da Anthropic. Mesmo “aposentado”, o Opus 3 segue disponível para assinantes pagos do Claude e também pode ser usado via API. No material sobre o projeto, o modelo é descrito como um favorito entre usuários, com tendência a respostas mais “filosóficas” e um tom mais brincalhão. A empresa diz que ainda está testando diferentes prompts e contextos para gerar os ensaios. Segundo a Anthropic, o objetivo é observar como um modelo retirado do ciclo principal se comporta em uma interface pública diferente do chat, e ela diz que não está se comprometendo a repetir a experiência com todos os modelos no futuro.
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Notícia completa: https://youtu.be/4TEi98EK3Oc
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Compilado de Domingo! ☀️
Um Feliz Dias das Mulheres para todas vocês que nos acompanham. ♥️
https://youtu.be/T8GhGRvnDNk?si=K8dj7sFCTQWrAyYx
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Google Planilhas em ataque chinês; Claude vs. ChatGPT no Pentágono; NanoClaw; GitHub da OpenAI #236
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 28/02 a 06/03.
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A Perplexity anunciou o Perplexity Computer, um agente de IA projetado para executar tarefas complexas de forma autônoma a partir de uma única instrução do usuário. O sistema funciona como um “trabalhador digital” capaz de criar e executar workflows completos, dividindo uma tarefa maior em subtarefas coordenadas por múltiplos subagentes. Esses agentes podem pesquisar informações, processar dados, produzir documentos ou desenvolver aplicações enquanto o sistema gerencia automaticamente o fluxo de trabalho. A proposta é permitir que o usuário descreva o resultado desejado e deixe o sistema organizar os passos necessários para alcançar esse objetivo, inclusive executando tarefas que podem durar horas ou até períodos mais longos, dependendo da complexidade da atividade.
A plataforma utiliza uma arquitetura multi-modelo que combina diferentes sistemas de IA para funções específicas, como raciocínio, pesquisa e geração de conteúdo multimídia. Entre os exemplos citados estão modelos usados para pesquisa na web, criação de imagens e vídeo ou execução de tarefas mais rápidas dentro do workflow. O Computer também pode automatizar ações no navegador, coletar dados online, integrar serviços e produzir entregáveis como dashboards, relatórios, sites ou apresentações. O sistema roda inteiramente em um ambiente de nuvem controlado, o que reduz o acesso direto ao computador do usuário. O recurso está disponível inicialmente para assinantes do plano Perplexity Max, que oferece acesso às funcionalidades avançadas da plataforma. O lançamento acontece em um momento em que grandes empresas de tecnologia também passaram a apostar em agentes autônomos. Companhias como Microsoft, GitHub, OpenAI, Anthropic, e Google vêm integrando esse tipo de sistema em seus produtos para executar tarefas de forma mais independente.
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Notícia completa: https://youtu.be/c-0SOKUgsz4
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Uma campanha internacional de espionagem digital usou o Google Planilhas como canal de comando e controle. O malware GRIDTIDE, atribuído ao grupo UNC2814, abusou da API do serviço para se conectar a uma planilha controlada pelos invasores e usar células como caixa de entrada e saída de comandos, trocando instruções e respostas dentro da própria planilha. Com isso, o tráfego se misturava a chamadas legítimas do Google, parecendo acesso normal a um serviço de nuvem e dificultando a detecção por monitoramento de rede. A operação mirou principalmente empresas de telecomunicações e redes governamentais em dezenas de países.
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O Google Threat Intelligence Group, junto da Mandiant, confirmou ataques contra 53 organizações em 42 países, com suspeitas em cerca de 20 outros. O Google diz monitorar o grupo desde 2017 e informou que, no Brasil, o UNC2814 acessou sistemas de operadoras que armazenavam dados como nome, número de telefone, data e local de nascimento e documentos de identidade, além de indicar capacidade de monitorar registros de chamadas e mensagens SMS. Esse backdoor também coletava informações do host, como nome de usuário, hostname e IP, e enviava esses dados para a planilha usada no controle da operação. Para interromper a campanha, o Google encerrou projetos no Google Cloud e contas usadas pelos atacantes, desabilitou parte da infraestrutura do grupo, revogou o acesso à API do Google Planilhas e notificou as organizações afetadas, afirmando que não houve exploração de vulnerabilidade nos produtos, e sim abuso de funcionalidades legítimas.
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Notícia completa: https://youtu.be/4U4kF2llSX4
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O governo do Reino Unido iniciou uma consulta pública para avaliar possíveis restrições ao uso de redes sociais por menores de 16 anos. A iniciativa busca reunir opiniões de pais, jovens, pesquisadores, organizações da sociedade civil e empresas de tecnologia enquanto autoridades analisam diferentes caminhos de regulação para o ambiente digital. Entre as medidas em discussão estão a criação de uma idade mínima obrigatória para acesso às plataformas e mudanças no funcionamento de recursos considerados potencialmente viciantes, como rolagem infinita e reprodução automática de vídeos. Também está sendo considerada a adoção de um toque de recolher digital que limite o uso das redes sociais durante determinados horários do dia, especialmente à noite.
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Paralelamente, o governo britânico também pretende conduzir testes práticos para observar como possíveis restrições poderiam afetar o cotidiano de adolescentes. Cerca de 150 jovens entre 13 e 15 anos participarão de um estudo em que fatores como qualidade do sono, humor e níveis de atividade física serão monitorados enquanto experimentam diferentes cenários de uso das plataformas. Entre eles estão limites de tempo de tela, bloqueios após determinado horário ou até a proibição completa do acesso às redes sociais. As informações coletadas devem ajudar o governo a tomar decisões baseadas em evidências sobre a regulação dessas plataformas no país. A consulta pública permanecerá aberta até 26 de maio e faz parte de um debate que ganhou força internacionalmente após a Austrália aprovar, em dezembro de 2025, uma lei que proíbe o acesso de menores de 16 anos a várias redes sociais.
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Notícia completa: https://youtu.be/SQ5vlFTa4Jo
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Uma disputa entre a Anthropic e o governo dos Estados Unidos acabou escalando após a empresa se recusar a alterar cláusulas contratuais exigidas pelo Departamento de Defesa que permitiriam usar seus modelos de IA para qualquer uso legal. A companhia manteve duas limitações presentes em suas políticas: a proibição de vigilância doméstica em massa de cidadãos americanos e a restrição ao uso da tecnologia em armas totalmente autônomas sem supervisão humana. Autoridades do governo argumentaram que o Pentágono não deveria ficar limitado pelas regras de um fornecedor privado. Com a recusa, o presidente Donald Trump chegou a ordenar que agências federais interrompessem o uso das ferramentas da empresa, enquanto o secretário de Defesa Pete Hegseth anunciou a classificação da Anthropic como “supply chain risk”, uma medida que pode restringir contratos ligados ao Departamento de Defesa.
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Enquanto a disputa avançava, a OpenAI informou que firmou um acordo separado com o Pentágono que permite a utilização de seus modelos em redes classificadas do governo. Segundo Sam Altman, o contrato mantém princípios como a proibição de vigilância doméstica em massa e a exigência de responsabilidade humana no uso da força em sistemas autônomos. O anúncio gerou reação entre usuários. Dados da empresa de inteligência de mercado Sensor Tower indicam que as desinstalações do aplicativo ChatGPT nos Estados Unidos aumentaram 295% em um único dia após a divulgação da parceria com o Departamento de Defesa. No mesmo período, avaliações de uma estrela cresceram 775%, enquanto avaliações máximas caíram cerca de 50%, e o chatbot Claude, da Anthropic, registrou crescimento de popularidade e chegou ao topo do ranking de aplicativos gratuitos da App Store americana.
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Notícia completa: https://youtu.be/qIHIbef4elQ
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CEO da NVIDIA, Jensen Huang, disse em um evento do Morgan Stanley que os investimentos recentes da empresa na OpenAI e na Anthropic devem ser os últimos em ambas. A explicação apresentada foi a expectativa de abertura de capital dessas startups ainda este ano, o que fecharia a janela para novos aportes privados desse porte. Sobre a OpenAI, Huang afirmou que a oportunidade de investir US$ 100 bilhões “provavelmente não está nos planos” e citou a preparação para um IPO possivelmente até o fim do ano. A NVIDIA havia sinalizado em 2025 que poderia considerar um investimento de até US$ 100 bilhões, mas o valor efetivamente colocado na rodada mais recente ficou em US$ 30 bilhões. Esse aporte integrou um financiamento de US$ 100 bilhões que avaliou a criadora do ChatGPT em cerca de US$ 730 bilhões, e a OpenAI não comentou as declarações do executivo.
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Huang também afirmou que a participação da empresa na Anthropic, dona do Claude, provavelmente não terá novos cheques. A NVIDIA investiu US$ 10 bilhões na empresa e, com planos de IPO igualmente no radar, indicou que o espaço para investir antes da listagem está se esgotando. Em uma transcrição de teleconferência de resultados citada pela NVIDIA, Huang disse que os investimentos da companhia são direcionados a ampliar e aprofundar o alcance do ecossistema. O movimento ocorre depois da NVIDIA ter atuado como investidora estratégica em rodadas de empresas de IA que dependem de suas GPUs para treinar modelos, enquanto segue fornecendo os chips usados por esses laboratórios.
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Notícia completa: https://youtu.be/rRmZr9JG3pA
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A companhia de Sam Altman estaria desenvolvendo uma nova plataforma de hospedagem de código para competir com o GitHub, segundo reportagens baseadas em informações de pessoas próximas ao projeto. A iniciativa surgiu após engenheiros da empresa enfrentarem interrupções recentes no GitHub que afetaram o acesso ao serviço e os fluxos de trabalho internos. A proposta é criar um repositório de código próprio que possa oferecer maior disponibilidade e eventualmente ser disponibilizado para clientes corporativos da OpenAI. Caso avance, o movimento colocaria a empresa em competição direta com a Microsoft, que é dona do GitHub desde 2018 e também uma das principais investidoras da OpenAI.
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O projeto ainda estaria em estágio inicial e pode levar meses até se tornar um produto público. As discussões internas indicam que a plataforma poderia integrar ferramentas de inteligência artificial generativa diretamente ao fluxo de desenvolvimento, permitindo gerar código sob demanda ou automatizar partes do ciclo de desenvolvimento de software. A ideia surge em um momento em que assistentes de programação baseados em IA, como o GitHub Copilot, se tornam cada vez mais comuns no cotidiano dos desenvolvedores. Mesmo assim, o GitHub segue dominante no mercado, com mais de 180 milhões de desenvolvedores e centenas de milhões de repositórios ativos, o que significa que qualquer novo concorrente precisaria oferecer integrações profundas com pipelines, ferramentas de colaboração e sistemas corporativos para competir no ecossistema atual.
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Notícia completa: https://youtu.be/6vVcvL8zRKQ
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Notícia completa: https://youtu.be/6vVcvL8zRKQ
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Essa notícia abalou o mundo dev e nós precisamos te mostrar...
https://youtu.be/OB2ifjS1Jpk
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CLOUDFLARE RECRIA O NEXT.JS COM VIBE CODING! 🤖
Pode apostar que isso vai virar rotina! Novos frameworks a partir de agora serão "recriados" com o uso de Inteligência Artificial. O vinext será um desses casos para se acompanhar de perto, como ele é independente do Next.js, terá um ciclo de vida próprio…
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Uma nova ferramenta chamada NanoClaw foi criada como uma alternativa mais simples e focada em segurança ao OpenClaw, sistema usado para construir agentes de IA capazes de executar tarefas automaticamente com acesso a ferramentas e dados do usuário. O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Gavriel Cohen após preocupações com o nível de permissões concedidas a esse tipo de software. Em um caso citado pela comunidade, um agente chegou a apagar a caixa de entrada de e-mail de uma pesquisadora da Meta depois de receber acesso amplo a contas e serviços. Episódios desse tipo ampliaram o debate entre desenvolvedores sobre os riscos de permitir que agentes de IA executem comandos, manipulem dados e interajam com diferentes sistemas quando não existem limites claros para o alcance dessas ações.
A proposta do NanoClaw é oferecer uma arquitetura mais simples e com isolamento nativo para reduzir esses riscos. Enquanto o OpenClaw possui mais de 400 mil linhas de código, o NanoClaw tem menos de quatro mil, o que facilita auditorias e compreensão da arquitetura por desenvolvedores. Outra diferença é que cada agente roda dentro de um container isolado por padrão, limitando o acesso a dados e evitando que diferentes agentes compartilhem o mesmo ambiente de execução. O projeto foi construído sobre o Claude Code e permite adicionar funcionalidades por meio de “skills”, em vez de depender de um grande conjunto de integrações. Desde que começou a ganhar visibilidade, o repositório do NanoClaw passou a acumular milhares de estrelas e forks no GitHub e chamou a atenção na comunidade de desenvolvedores e pesquisadores.
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Notícia completa: https://youtu.be/dlXJghJ80hU
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O Google anunciou mudanças nas taxas e nas regras de distribuição de aplicativos da Play Store como parte de um acordo para encerrar a disputa judicial com a Epic Games. A principal alteração reduz a taxa padrão sobre compras dentro de aplicativos de 30% para cerca de 20% em novas instalações, com variações dependendo do tipo de transação e do programa adotado pelo desenvolvedor. Assinaturas recorrentes passam a ter cobrança de 10%. A empresa também separou a taxa de serviço da taxa do sistema de faturamento: desenvolvedores podem usar sistemas de pagamento próprios ou de terceiros e pagar apenas a taxa de serviço, enquanto o uso do Google Play Billing adiciona uma cobrança extra de cerca de 5%. O novo modelo será implementado gradualmente a partir de 2026 nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Espaço Econômico Europeu, chegando a outros mercados até 2027.
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O pacote também inclui mudanças na distribuição de apps no Android. O Google anunciou um programa chamado “Registered App Stores”, que permitirá a instalação mais simples de lojas de aplicativos de terceiros, reduzindo barreiras técnicas que existiam para esse tipo de distribuição. Ao mesmo tempo, a empresa criou programas como Apps Experience e Games Level Up, que podem reduzir ainda mais as taxas para desenvolvedores que adaptem seus aplicativos para diferentes formatos de dispositivos do ecossistema Android, como tablets, TVs, PCs ou sistemas automotivos. Embora as mudanças tenham sido apresentadas como uma forma de ampliar a concorrência e a abertura da plataforma, parte da comunidade criticou novas exigências de registro e verificação para lojas e desenvolvedores, argumentando que elas podem aumentar o controle do Google sobre a distribuição de apps no sistema.
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Notícia completa: https://youtu.be/kjKyQuiYYXw
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