Para começar a usar a ferramenta, é necessário instalar globalmente usando um comando npm muito simples. Em seguida, basta iniciar o Copilot em uma pasta que contenha o código que deseja trabalhar. O Copilot já adotou o recente modelo Claude Sonnet 4.5 por padrão, mas é possível escolher entre outros modelos disponíveis. O agente de codificação também é fornecido com o servidor MCP do GitHub por padrão, mas traz suporte a servidores MCP personalizados para estender os recursos. O desenvolvedor deve levar em conta que todo prompt enviado para o GitHub Copilot CLI reduz em uma unidade a cota mensal de solicitações premium da assinatura.
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Notícia completa: https://youtu.be/12VaFOwHF3w
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DDD, DFD e IA ! Você sabe como pode afetar a forma como o código é gerado e refatorado?
https://youtu.be/VWYc_AZKFJo?si=e6kIIsIUHjpWfeDc
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ESSE É O VERDADEIRO "NO-CODE"
O mundo de desenvolvimento de software não corre, capota! Com a capacidade de gerar código pela inteligência artificial avançando, ideias "antigas" de gerar código via documentação vem ganhando força e vários nosso adeptos. Alguns paradigmas vem surgindo…
A Anthropic não economizou na humildade ao lançar o Claude Sonnet 4.5. A empresa chamou o lançamento de “melhor modelo de codificação do mundo” e também de “modelo mais forte para construir agentes complexos”. São afirmações ousadas, mas revelam o grau de confiança na evolução do seu modelo de linguagem. Essas afirmações também estão ancoradas em benchmarks internacionalmente reconhecidos. No SWE, o Claude Sonnet 4.5 obteve uma pontuação de 77.2% de eficiência, contra 74,5% do GPT-5 Codex. No comparativo do OSWorld, que testa a taxa de sucesso de modelos em tarefas do mundo real, o novo modelo da Anthropic conseguiu a marca de 61.4%, muito na frente dos 42.2% obtidos pela versão anterior.
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De acordo com a Anthropic, o Claude Sonnet 4.5 também foi capaz de codificar de forma autônoma por até 30 horas seguidas durante os testes. O novo modelo seria então capaz de entregar aplicações inteiras prontas para produção, criando serviços de banco de dados, comprando nomes de domínio e até mesmo realizando auditorias de segurança para o produto finalizado. Toda essa evolução está sendo oferecida pelo mesmo valor cobrado anteriormente pelo Claude Sonnet 4 e está disponível através da API do Claude e no chatbot do Claude. Essa nova versão foi elogiada publicamente pelos CEOs do Cursor e do Windsurf e já está sendo adotada por padrão no GitHub Copilot.
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Notícia completa: https://youtu.be/IeB-k3XkpnM
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O Microsoft Agent Framework foi liberado para testes. Trata-se de um kit de desenvolvimento de código aberto para .NET e Python, que permite a criação de agentes de IA e fluxos de trabalho multiagentes. A proposta é combinar ferramentas que já existiam anteriormente, como o AutoGen e o Semantic Kernel, para oferecer um pacote integrado para todas as etapas de desenvolvimento. Em comunicado, a Microsoft explicou o conceito: “unificar as bases empresariais do Semantic Kernel com a orquestração inovadora do AutoGen, para que as equipes não precisem mais escolher entre experimentação e produção”. Além disso, o framework suporta padrões abertos, como MCP, Agent-to-Agent e OpenAPI.
A partir daí, o Microsoft Agent Framework herda do Semantic Kernel recursos de nível empresarial, como gerenciamento de estado baseado em thread, segurança de tipo, filtros, telemetria e suporte a modelos e incorporação. Do AutoGen, o pacotão herda padrões de orquestração multiagente, além de vários outros padrões de orquestração diferentes. A solução ainda inclui conectores integrados para sistemas empresariais, módulos de memória conectáveis, definições YAML e JSON para prompt declarativo, suporte para OpenTelemetry e muito mais. De acordo com a Microsoft, agentes de IA estão rapidamente se tornando a próxima camada da lógica do aplicativo e o novo framework quer fazer parte dessa transformação.
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Notícia completa: https://youtu.be/9ZId85rXwFw
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Um podcast divulgado pelo gigante financeiro Goldman Sachs acendeu um alerta na indústria de Inteligência Artificial: acabaram-se os dados naturais disponíveis para treinamento de modelos de linguagem. Essa escassez deve afetar drasticamente a evolução da tecnologia e o surgimento de ferramentas melhores de IA. De acordo com Neema Raphael, diretor de dados e chefe de engenharia de dados do Goldman Sachs, a lacuna vem sendo preenchida com dados sintéticos, informações pré-processadas por modelos anteriores que são tecnicamente ilimitadas. Entretanto, esses dados sintéticos aumentam o risco de que os próximos modelos sejam baseados em informações de baixa qualidade, desprovidas do elemento humano.
Por outro lado, o executivo acredita que existe uma alternativa: “de uma perspectiva empresarial, acho que ainda há muito suco para ser espremido”. Esse potencial de dados ainda não utilizados estaria guardado a sete chaves pelas grandes corporações, fora do alcance da internet. Neema Raphael citou bancos de dados proprietários, desde fluxos de negociação até interações com clientes, um baú de tesouro que a própria Goldman Sachs teria em larga quantidade. Ele completou: “o desafio é entender os dados, entender o contexto comercial dos dados e, então, ser capaz de normalizá-los de uma forma que faça sentido para a empresa consumi-los".
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Notícia completa: https://youtu.be/OV5buKdKlpc
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O mercado de chips continua agitado e agora foi a vez da Qualcomm anunciar a aquisição da Arduino por um valor não determinado. Uma vez que a venda seja consolidada, a Arduino deverá manter sua independência como uma subsidiária da Qualcomm. Massimo Banzi, um dos fundadores do projeto Arduino, celebrou o momento: “nossa paixão por simplicidade e colaboração criou um movimento que mudou a forma como o mundo aprende tecnologia. Agora, com a Qualcomm, levaremos ferramentas de IA avançadas para o público, sem perder o espírito que sempre guiou a Arduino”. As duas empresas também anunciaram em conjunto o lançamento do Arduino Uno Q, uma nova placa equipada com processador Qualcomm.
Com a aquisição, a Qualcomm consegue penetrar no mercado de entusiastas da computação e da robótica, mirando na lealdade de desenvolvedores amadores e startups. A comunidade open source do Arduino é engajada e conta com mais de 33 milhões de usuários ativos no mundo todo, uma fatia potencial de clientes de soluções profissionais da Qualcomm. Nakul Duggal, gerente-geral dos setores Automotivo, Industrial e IoT da Qualcomm Technologies, resumiu a estratégia: “ao combinar o espírito open source da Arduino com nosso portfólio de produtos, queremos ajudar milhões de criadores a desenvolver soluções inteligentes com mais rapidez e eficiência”.
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Notícia completa: https://youtu.be/bks0xeJHZk8
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O time de segurança da Redis corrigiu uma vulnerabilidade de severidade máxima em todas as versões da solução. A partir dessa brecha, invasores poderiam escapar da sandbox e realizar execução remota de código em pelo menos 330 mil instâncias expostas. A falha poderia ser utilizada para furto de credenciais, implantação de malware ou ferramentas de mineração de criptomoedas nos servidores, extrair dados confidenciais do Redis e até mesmo penetrar em outros sistemas na mesma rede. A Redis já publicou as correções de segurança para a brecha e alerta para que todos os administradores apliquem a atualização o mais rápido possível, priorizando as instalações que estão com acesso à internet.
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O problema emergiu de uma fraqueza no interpretador Lua. Esse ponto fraco estava presente no código fonte do Redis desde 2012. Para mitigar riscos, administradores também podem habilitar autenticação de acesso à instância, desabilitar o script Lua e outros comandos desnecessários e iniciar o Redis usando uma conta de usuário não root. Também é recomendado habilitar o registro e o monitoramento do Redis, assim como limitar o acesso somente a redes autorizadas. Pesquisadores de segurança da Wiz alertaram sobre a vulnerabilidade em maio deste ano, durante uma conferência em Berlim. A falha foi então batizada de RediShell. Mais detalhes técnicos podem ser encontrados através do CVE-2025-49844.
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Notícia completa: https://youtu.be/0r7AYH4i3G4
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Os técnicos da consultoria Deloitte passaram vergonha nos últimos dias, após admitir a entrega de um relatório com incorreções para o Departamento de Emprego e Relações de Trabalho do governo australiano. O documento final estava repleto de citações falsas, notas de rodapé que não existiam e até mesmo uma afirmação inventada de um juiz federal. Christopher Rudge, acadêmico da Universidade de Sydney, teve acesso ao documento e denunciou as inconsistências no texto. Inicialmente, a Deloitte negou o uso de IA generativa na produção do relatório, mas acabou cedendo e se comprometeu a devolver o valor de 440 mil dólares australianos cobrados pelo serviço.
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O relatório havia sido contratado em dezembro do ano passado e foi entregue em julho com sinais claros de alucinação de IA. Uma investigação mais detalhada confirmou o uso do Azure OpenAI GPT-4o. O próprio departamento removeu as partes que não faziam sentido e ficou com a versão editada do documento, afirmando que a substância das conclusões continua válida. Entretanto, Rudge insiste que o relatório não deve ser levado em consideração. O acadêmico afirmou: “não se pode confiar nas recomendações (do texto) quando a própria base do relatório é construída sobre uma metodologia falha, originalmente não divulgada e não especializada”. A Deloitte não quis comentar sobre o incidente.
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Notícia completa: https://youtu.be/3qmMfcd3tt4
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Participamos de uma brincadeira para encontrar o impostor! Nos juntamos com uma turma muito legal e o resultado foi completamente inesperado!
Diversão garantida para sua sexta-feira. 😁
Comente lá que veio pelo Código Fonte.
https://youtu.be/_ACf-Srjhw0?si=xG4yXv39VDejg_JQ
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Mês do Profissional de TI | Encontre o Impostor: O Desafio da TOTVS!
No mês do Profissional de TI, a TOTVS preparou um desafio épico! Convidamos o nosso squad para testar se eles conseguem identificar o impostor da tecnologia que está tentando enganar a todos, sem fazer nenhuma pergunta técnica! 🕵️♂️
Será que você consegue…
Será que você consegue…
O React Native chegou na versão 0.82 e essa é a primeira versão do framework que roda integralmente dentro da chamada Nova Arquitetura. O paradigma se tornou o padrão a partir da versão 0.76, mas os desenvolvedores ainda poderiam configurar seus aplicativos para utilizarem o modelo antigo. Daqui pra frente, as configurações customizadas serão ignoradas e apenas a Nova Arquitetura será utilizada. Para quem ainda está preso no passado, a recomendação é migrar suas aplicações primeiro para a versão 0.81 do React Native antes de instalar a atualização, para conseguir ser notificado com alertas sobre incompatibilidade com a Arquitetura Legada.
O React Native 0.82 está sendo chamado de “nova era” pelos mantenedores do framework. Entretanto, a transição ainda não é total. Nenhuma API da Arquitetura Legada será removida do núcleo do React Native nesta versão. A meta é garantir compatibilidade com versões anteriores e reduzir alterações significativas, portanto essas APIs deverão ser retiradas somente na próxima atualização. Além disso, as camadas de interoperabilidade na base de código serão mantidas por tempo indeterminado, assim como as classes e funções necessárias para essas camadas funcionarem. As bibliotecas 3P que oferecem compatibilidade com versões anteriores de ambas as arquiteturas também serão mantidas.
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Notícia completa: https://youtu.be/9--A3ZR15A0
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Compilado de Domingo cheio de novidades! Comece a semana com o Gabriel e a Vanessa te atualizando sobre o mundo tech.
OpenAI quer ChatGPT Picante; Firefox integrado com Perplexity AI; Microsoft lança IA própria #218
https://youtu.be/TsvsHUZpaq8
OpenAI quer ChatGPT Picante; Firefox integrado com Perplexity AI; Microsoft lança IA própria #218
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OpenAI quer ChatGPT Picante; Firefox integrado com Perplexity AI; Microsoft lança IA própria #218
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 11/10 a 17/10.
📌 *MBA Engenharia de Software com IA da Full Cycle*
Próxima turma com início em Dezembro:
https://codigofonte.click/fullcyclemba1910…
📌 *MBA Engenharia de Software com IA da Full Cycle*
Próxima turma com início em Dezembro:
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MAI-Image-1 é o nome do primeiro modelo de criação de imagem baseada em prompt que foi desenvolvida do zero por um time de engenheiros da divisão AI da Microsoft, sem depender de soluções de terceiros. O modelo já estreou no top 10 do LMArena, um serviço de benchmark em que os usuários comparam as performances dos LLMs disponíveis no mercado. De acordo com a Microsoft, MAI-Image-1 apresenta resultados muito positivos na criação de imagens fotorrealistas, incluindo paisagens, iluminação de ambientes e arquitetura urbana. A Microsoft também aponta que o seu modelo é capaz de gerar resultados mais rápido do que modelos rivais, combinando velocidade e qualidade.
Para a Microsoft, o modelo foi projetado para oferecer flexibilidade real, diversidade visual e valor prático, sem abrir mão da segurança e da responsabilidade dos resultados gerados. Esse primeiro modelo é fruto da iniciativa recente da empresa de desenvolver seus próprios modelos de IA. Desta forma, MAI-Image-1 se junta aos já anunciados MAI-Voice-1 AI, para geração de voz, e o chatbot MAI-1, que está disponível em versão de prévia. Apesar da Microsoft ser uma das fundadoras e primeiras investidoras da OpenAI, as duas empresas acabaram se distanciando. Recentemente, a Microsoft passou a adotar modelos da Anthropic por padrão em suas soluções, ao mesmo tempo que montava sua própria iniciativa interna.
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Notícia completa: https://youtu.be/TsvsHUZpaq8
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