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Muita gente associa o bem-estar pessoal com a liberdade de horário. Ter muito tempo livre seria o segredo para a felicidade, segundo essas pessoas.

No entanto, a ciência acredita que isso se dá só até certo ponto. Em uma pesquisa publicada recentemente no Journal of Personality and Social Psychology, descobriu-se que a escassez de horas discricionárias em um dia resulta em maior estresse e menor bem-estar subjetivo.

Mais especificamente, os pesquisadores descobriram que, à medida em que o tempo livre aumentava, o bem-estar também aumentava, mas estabilizava em cerca de duas horas e começava a diminuir após cinco.

O cérebro é um órgão que precisa ser moderadamente usado para estar sempre em sua plenitude funcional. O ócio é até benéfico para equilibrar e restaurar as funções neurais, mas altos níveis de desocupação nos empobrecem cognitivamente.

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Referência: Sharif, M. A., Mogilner, C., & Hershfield, H. E. (2021). Having too little or too much time is linked to lower subjective well-being. Journal of Personality and Social Psychology (imagem autoral)
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Segundo um estudo recente, publicado no Alzheimer's Disease Journal, adultos com sintomas depressivos no início da maturidade experimentaram uma queda significativa na cognição ao longo de 10 anos.

E as evidências mostraram que quanto maiores os sintomas depressivos, menor a cognição e mais rápidas as taxas de declínio.

Tudo bem que existem muitos fatores que possivelmente podem afetar a nossa saúde mental e os níveis de felicidade, sobretudo nos últimos dois anos de pandemia, mas o alerta é válido para as consequências de se levar uma vida triste, estressante, com muitas privações.

Talvez, um dos melhores planos previdenciários para o seu cérebro seja tomar decisões de felicidade o quanto antes.

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Referência: Brenowitz, W. D., Zeki Al Hazzouri, A., Vittinghoff, E., Golden, S. H., Fitzpatrick, A. L., & Yaffe, K. (2021). Depressive Symptoms Imputed Across the Life Course Are Associated with Cognitive Impairment and Cognitive Decline. Journal of Alzheimer's Disease, (Preprint), 1-11 (imagem autoral)
Se você é esquecido ou comete erros quando está com pressa, um novo estudo da Michigan State University, o maior do tipo até o momento, descobriu que um pouco de meditação pode te deixar menos propenso a erros.

Evidências neurocientíficas sugerem que as várias formas de meditação podem provocar efeitos neurocognitivos diversos. Algumas práticas fazem com que você se concentre em um único objeto ou acontecimento, normalmente sua respiração, mas a meditação de monitoramento aberto é um pouco diferente.

Nesse tipo de meditação, a pessoa se sintoniza internamente e presta atenção a tudo o que está acontecendo em sua mente e corpo. O objetivo é sentar-se calmamente e focar a mente em estímulos encadeados; a mente viaja, sem ficar muito presa ao cenário.

As descobertas são uma demonstração contundente do que apenas 20 minutos de meditação podem fazer no sentido de aumentar a capacidade do cérebro para a detecção de erros.

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Referência: Lin, Y., Eckerle, W. D., Peng, L. W., & Moser, J. S. (2019). On variation in mindfulness training: a multimodal study of brief open monitoring meditation on error monitoring. Brain sciences, 9(9), 226 (imagem autoral)
Muitos dos nossos seguidores aqui no instagram perguntam sobre "alimentos para o cérebro". Será que existem mesmo alimentos específicos capazes de estimular ou proteger as funções cerebrais?

Outro questionamento comum diz respeito ao envelhecimento cognitivo e como podemos minimizá-lo. Na medida em que o tempo passa, o tecido cerebral humano desenvolve aglomerados anormais de proteínas, uma marca registrada da doença de Alzheimer. Seria possível prevenir esses depósitos por meio da dieta?

Um estudo recente realizado no Rush University Medical Center apontou que um tipo especial de dieta - a MIND - foi associado a melhores habilidades de memória e pensamento, independentemente da doença de Alzheimer e outras patologias cerebrais comuns relacionadas à idade.

A MIND é uma dieta híbrida das dietas mediterrânea e DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension). Já foi reconhecida por sua capacidade neuroprotetora; neste estudo, tal capacidade pareceu contribuir para uma maior resiliência cognitiva nos adultos pesquisados.

Em resumo, mudanças na dieta podem afetar sim o funcionamento cognitivo e o risco de demência.

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Referência: Dhana, K., James, B. D., Agarwal, P., Aggarwal, N. T., Cherian, L. J., Leurgans, S. E., ... & Schneider, J. A. (2021). MIND diet, common brain pathologies, and cognition in community-dwelling older adults. Journal of Alzheimer's Disease, (Preprint), 1-10 (imagem autoral)
A ciência já sabe que, em pacientes que apresentam a forma grave da COVID-19, também podem ocorrer alterações inflamatórias no cérebro.

Estima-se que uma variante genética do gene OAS1 aumenta o risco de doença de Alzheimer em até 6% na população como um todo; a novidade é que variantes relacionadas ao mesmo gene também aumentam a probabilidade de formas graves da infecção pelo coronavírus.

Em resumo, algumas pessoas têm uma maior suscetibilidade à doença de Alzheimer e COVID-19 grave, independentemente da idade. Algumas de nossas células imunológicas parecem se engajar em um mecanismo molecular comum nessas doenças.

As descobertas, publicadas na Brain, abrem portas para novos alvos terapêuticos, rastrear a progressão dessas doenças e sugerem até que os tratamentos desenvolvidos podem ser usados ​​em ambas as condições.

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Referência: Magusali, N., Graham, A. C., Piers, T. M., Panichnantakul, P., Yaman, U., Shoai, M., ... & Salih, D. A. (2021). A genetic link between risk for Alzheimer's disease and severe COVID-19 outcomes via the OAS1 gene. Brain (imagem autoral)
Os cientistas já sabem que o estresse crônico induz alterações funcionais e persistentes no DNA humano. Eles têm investigado também se algumas dessas modificações epigenéticas são repassadas para novas gerações.

Biólogos da Universidade de Iowa descobriram que as mães de lombrigas submetidas ao estresse térmico transmitiram, sob certas condições e por meio de modificações em seus genes, o legado dessa exposição ao estresse não apenas para seus filhos, mas até mesmo para os filhos deles.

A lombriga mãe libera serotonina quando sente o perigo. A serotonina viaja de seu sistema nervoso central para 'alertar' seus óvulos não fertilizados, onde o aviso é armazenado, por assim dizer, e então transmitido para os filhos após a concepção.

Outros estudos já evidenciaram que mulheres grávidas afetadas pela fome na Holanda de 1944 a 1945, período conhecido como o inverno da fome holandesa, deram à luz crianças que foram influenciadas por esse episódio na idade adulta, com taxas mais altas do que a média de obesidade, diabetes e esquizofrenia.

Os genes guardam memórias de condições ambientais passadas que, por sua vez, afetam sua expressão mesmo após essas condições terem mudado. Muitos desses genes influenciam a neurobiologia dos cérebros descendentes, que passarão a se comportar refletindo algumas dessas memórias.

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Referências: (1) Das, S., Min, S., & Prahlad, V. (2021). Gene bookmarking by the heat shock transcription factor programs the insulin-like signaling pathway. Molecular Cell e (2) Stankiewicz, A. M., Swiergiel, A. H., & Lisowski, P. (2013). Epigenetics of stress adaptations in the brain. Brain Research Bulletin, 98, 76-92 (imagem autoral)
Tem ocorrido uma verdadeira revolução científica no entendimento do fenômeno da liderança e outros aspectos organizacionais. Algumas pesquisas têm focado os processos mentais dos líderes para compreender a eficácia da liderança que exercem.

Os líderes muitas vezes operam em situações complexas, redes ou sistemas sociais dinâmicos, dentro dos quais eles precisam tomar decisões rápidas em resposta a mudanças erráticas nesses ambientes.

Essa instabilidade gera imprevisibilidade e tensão, condições que os líderes são obrigados a enfrentar e negociar para alcançar a eficácia desejada.

A fim de responder a tais demandas, os neurocientistas sugeriram que líderes mais eficazes possuiriam um nível de complexidade neurobiológica maior, que lhes permitiria perceber, avaliar essas dinâmicas e adaptar a tomada de decisão e comportamento para implementar as melhores respostas.

Em uma pesquisa publicada no Journal of Applied Psychology, um padrão de ativação mais diferenciado foi detectado nos lobos frontal e pré-frontal dos líderes que demonstraram maior pensamento adaptativo, decisão e orientação para ação positiva.

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Referência: Hannah, S. T., Balthazard, P. A., Waldman, D. A., Jennings, P. L., & Thatcher, R. W. (2013). The psychological and neurological bases of leader self-complexity and effects on adaptive decision-making. Journal of Applied Psychology, 98(3), 393 (imagem autoral)
Será que uma dieta rica em processados e alimentos com alto valor calórico compromete significativamente as funções cerebrais?

Um novo estudo realizado na Ohio State University (EUA) mostrou que quatro semanas de uma dieta com alimentos altamente processados ​​levaram a uma forte resposta inflamatória no cérebro de ratos idosos.

A neuroinflamação foi acompanhada por alterações cognitivas, como sinais comportamentais de perda de memória.

Os pesquisadores também descobriram que a suplementação da dieta processada com ácido graxo ômega-3 DHA evitou problemas de memória e reduziu os efeitos inflamatórios quase inteiramente nas cobaias estudadas.

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Referência: Butler, M. J., Deems, N. P., Muscat, S., Butt, C. M., Belury, M. A., & Barrientos, R. M. (2021). Dietary DHA prevents cognitive impairment and inflammatory gene expression in aged male rats fed a diet enriched with refined carbohydrates. Brain, Behavior, and Immunity, 98, 198-209 (imagem autoral)
Muitos de nós já suspeitavam que o funcionamento dos intestinos tinha relação com o desempenho cerebral.

Mais recentemente, um grande número de evidências têm colocado o sistema gastrointestinal em geral - e sua microbiota em particular - como um regulador fundamental do funcionamento do sistema nervoso, com mecanismos neurobiológicos claros e potencial impacto na saúde e no comportamento.

No campo incipiente da pesquisa do eixo cérebro-intestino, surgem uma infinidade de questões novas, algumas delas focadas na compreensão do papel de cepas bacterianas específicas na cognição, comportamento e função cerebral geral.

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Referência: Palacios-García, I. and Parada, F. J. (2020). Measuring the Brain-Gut Axis in Psychological Sciences: A Necessary Challenge. Front. Integr. Neurosci. 13:73. doi: 10.3389/fnint.2019.00073 (imagem autoral)