O mistério por trás da mansão abandonada que intriga moradores de Brasília
https://www.metropoles.com/distrito-federal/o-misterio-por-tras-da-mansao-abandonada-que-intriga-moradores-de-brasilia
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A Lenda da Noiva de Cedral
Existem duas versões sobre esta mesma lenda, contada pela cidade de Cedral, interior de SP, que fala sobre uma misteriosa sepultura onde há a foto de uma moça morta, vestida de noiva. Em uma das versões, conta-se que, ao descobrir uma traição dias antes de se casar, a moça esperou a data de seu casamento e no dia exato, matou o noivo, a amante dele e depois, tirou a própria vida. Na outra versão desta mesma lenda, conta-se que, para se ver livre da noiva e casar-se com a amante, o noivo envenenou apenas uma fatia de bolo e a deu para sua recém esposa. A jovem noiva comeu a fatia de bolo envenenada, passou mal e morreu ali mesmo, na festa de casamento. Reza a lenda que, até hoje, seu espírito vestido de noiva, é visto caminhando perto da capela do cemitério, com uma rosa vermelha na cabeça e arrastando seu longo vestido branco. urbana.
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Existem duas versões sobre esta mesma lenda, contada pela cidade de Cedral, interior de SP, que fala sobre uma misteriosa sepultura onde há a foto de uma moça morta, vestida de noiva. Em uma das versões, conta-se que, ao descobrir uma traição dias antes de se casar, a moça esperou a data de seu casamento e no dia exato, matou o noivo, a amante dele e depois, tirou a própria vida. Na outra versão desta mesma lenda, conta-se que, para se ver livre da noiva e casar-se com a amante, o noivo envenenou apenas uma fatia de bolo e a deu para sua recém esposa. A jovem noiva comeu a fatia de bolo envenenada, passou mal e morreu ali mesmo, na festa de casamento. Reza a lenda que, até hoje, seu espírito vestido de noiva, é visto caminhando perto da capela do cemitério, com uma rosa vermelha na cabeça e arrastando seu longo vestido branco. urbana.
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Cão descoberto dentro de uma árvore em 1980
Em 1980, lenhadores da Geórgia descobriram um cão de caça mumificado, apelidado de "Stuckie", preso a 28 pés de altura dentro de um carvalho castanheiro oco. O cão, que se acredita ter morrido por volta de 1960 após perseguir uma presa árvore acima, foi preservado por taninos naturais e um "efeito chaminé" que secou o corpo, impedindo a decomposição. Ele permanece em exibição no Southern Forest World em Waycross, Geórgia.
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Em 1980, lenhadores da Geórgia descobriram um cão de caça mumificado, apelidado de "Stuckie", preso a 28 pés de altura dentro de um carvalho castanheiro oco. O cão, que se acredita ter morrido por volta de 1960 após perseguir uma presa árvore acima, foi preservado por taninos naturais e um "efeito chaminé" que secou o corpo, impedindo a decomposição. Ele permanece em exibição no Southern Forest World em Waycross, Geórgia.
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O Último Encontro na Ladeira
O Sol começava a se pôr quando Tereza desceu do ônibus. O peso do dia parecia leve enquanto ela encarava os quinhentos metros de ladeira que a separavam de casa. Naquele dia, por um descuido, havia deixado o celular sobre a mesa; estava desconectada do mundo, mergulhada apenas no silêncio do fim de tarde.
No meio do caminho, uma silhueta familiar surgiu na direção oposta: era seu irmão, José. Ele caminhava apressado, uniforme impecável, pronto para mais um plantão noturno. Ao se cruzarem, o tempo pareceu desacelerar. Sorriram.
— Bom trabalho, meu irmão. Que Deus te acompanhe — disse ela, tocando-lhe o braço.
— Amém, maninha. Fica com Deus — ele respondeu com o carinho de sempre, antes de seguir ladeira abaixo para não perder a condução.
Tereza chegou em casa com o coração tranquilo, mas, ao abrir o portão, a paz se dissipou. A sala estava cheia. O som que vinha de dentro não era de recepção, mas de soluços desesperados. Assustada, ela largou a bolsa: "O que aconteceu? Por que estão todos assim?".
Sua irmã mais velha, com os olhos vermelhos e a voz embargada, aproximou-se: "Tereza, tentamos te ligar a tarde toda... O José... Ele sofreu um acidente de ônibus vindo do trabalho. Ele faleceu faz algumas horas."
O chão pareceu sumir. Tereza sentiu um calafrio percorrer a espinha, mas a voz saiu firme, quase num sussurro de negação:
— Isso é impossível. Eu acabei de cruzar com ele na rua de trás. Ele sorriu para mim, ele estava indo para o plantão agora mesmo...
O silêncio que se seguiu na sala foi sepulcral. Enquanto a família tentava entender o impossível, Tereza compreendeu: aquele encontro na ladeira não foi um acaso, foi o adeus que o tempo não pôde impedir.
>Via inscrito
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O Sol começava a se pôr quando Tereza desceu do ônibus. O peso do dia parecia leve enquanto ela encarava os quinhentos metros de ladeira que a separavam de casa. Naquele dia, por um descuido, havia deixado o celular sobre a mesa; estava desconectada do mundo, mergulhada apenas no silêncio do fim de tarde.
No meio do caminho, uma silhueta familiar surgiu na direção oposta: era seu irmão, José. Ele caminhava apressado, uniforme impecável, pronto para mais um plantão noturno. Ao se cruzarem, o tempo pareceu desacelerar. Sorriram.
— Bom trabalho, meu irmão. Que Deus te acompanhe — disse ela, tocando-lhe o braço.
— Amém, maninha. Fica com Deus — ele respondeu com o carinho de sempre, antes de seguir ladeira abaixo para não perder a condução.
Tereza chegou em casa com o coração tranquilo, mas, ao abrir o portão, a paz se dissipou. A sala estava cheia. O som que vinha de dentro não era de recepção, mas de soluços desesperados. Assustada, ela largou a bolsa: "O que aconteceu? Por que estão todos assim?".
Sua irmã mais velha, com os olhos vermelhos e a voz embargada, aproximou-se: "Tereza, tentamos te ligar a tarde toda... O José... Ele sofreu um acidente de ônibus vindo do trabalho. Ele faleceu faz algumas horas."
O chão pareceu sumir. Tereza sentiu um calafrio percorrer a espinha, mas a voz saiu firme, quase num sussurro de negação:
— Isso é impossível. Eu acabei de cruzar com ele na rua de trás. Ele sorriu para mim, ele estava indo para o plantão agora mesmo...
O silêncio que se seguiu na sala foi sepulcral. Enquanto a família tentava entender o impossível, Tereza compreendeu: aquele encontro na ladeira não foi um acaso, foi o adeus que o tempo não pôde impedir.
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