Forwarded from 𝗙𝗶𝗹𝗺𝗲𝘀 𝗔𝗿𝘁𝗲 𝟭𝟬 (𝕸𝖆𝖓𝖉𝖆𝖑𝖔𝖗𝖎𝖆𝖓𝖔)
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Para quem não sabe, o caso Cláudio aconteceu na cidade de mesmo nome, em Minas Gerais, no ano de 2008. Na ocasião, mais de uma viatura da PM em patrulha foi acionada para averiguar seres humanóides luminosos na zona rural. Os policiais relatam não apenas terem visto os seres pessoalmente, como tiveram missing time, o famoso " tempo perdido" dos abduzidos onde passam-se minutos ou horas desapercebidos e perda da memória do que ocorreu durante o evento. E um dos policiais relata ter feito imagens dos seres com sua câmera digital pessoal, mas recebeu visita de militares da aeronáutica em sua casa que apagaram os dados do cartão de memória do equipamento.
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A força sobre-humana dos possuídos.
No livro Um relato real de possessão, da jornalista Felicitas Goodman, é investigado o famoso caso Aneliese Michel, jovem alemã que sofreu vários exorcismos e morreu de fome na Alemanha Ocidental dos anos 70. Em um dos momentos de ataque, os parentes da vítima relataram que ela segurou uma maçã com apenas uma mão e apertou-a a ponto de expremer a fruta entre seus dedos. Pense que nem todo homem adulto e forte conseguiria fazer o mesmo com facilidade, que dirá uma mulher magra e debilitada fisicamente. Há a teoria de que ela era esquizofrênica e em surtos psicóticos de raiva pessoas nessa condição ganham mais força física devido à descarga de adrenalina no corpo. Ou no mínimo, o sentimento de raiva não aumentaria a força, apenas tiraria a inibição física natural que todos nós temos em momentos de calmaria, dando a falsa impressão de que ficamos mais fortes. Teoria por teoria, acredite no que você quiser ou puder.
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No livro Um relato real de possessão, da jornalista Felicitas Goodman, é investigado o famoso caso Aneliese Michel, jovem alemã que sofreu vários exorcismos e morreu de fome na Alemanha Ocidental dos anos 70. Em um dos momentos de ataque, os parentes da vítima relataram que ela segurou uma maçã com apenas uma mão e apertou-a a ponto de expremer a fruta entre seus dedos. Pense que nem todo homem adulto e forte conseguiria fazer o mesmo com facilidade, que dirá uma mulher magra e debilitada fisicamente. Há a teoria de que ela era esquizofrênica e em surtos psicóticos de raiva pessoas nessa condição ganham mais força física devido à descarga de adrenalina no corpo. Ou no mínimo, o sentimento de raiva não aumentaria a força, apenas tiraria a inibição física natural que todos nós temos em momentos de calmaria, dando a falsa impressão de que ficamos mais fortes. Teoria por teoria, acredite no que você quiser ou puder.
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Relato de terceiros.
Uma mulher confidenciou que há muitos anos estava em depressão e crises nervosas e na casa ocorreram fenômenos poltergeist. Primeiro foi um ventilador ser jogado sozinho de um quarto a outro. Depois, ela estava deitada na cama em seu quarto, que fica no andar de cima, quando tirou uma selfie, e ao visualizá-la segundos depois no celular, viu na foto um orbe de luz sobre seu corpo, o qual não apareceu ou não foi notado a olho nu. Ela ficou tão apavorada que desceu a escada correndo e gritando, e depois, por medo, apagou a foto do celular.
Sinistro. Depois que as crises mentais passaram, os fenômenos cessaram.
Os parapsicólogos céticos dizem que sofrimentos psíquicos, principalmente em mulheres, emanam energia que causa telecinese e projeção de pensamentos no ar, que são captados em fotos. Já os mais espiritualistas acreditam que a fragilidade mental do indivíduo atrai demônios ou fantasmas que se divertem causando fenômenos poltergeist para fazer a vítima sofrer ainda mais.
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Uma mulher confidenciou que há muitos anos estava em depressão e crises nervosas e na casa ocorreram fenômenos poltergeist. Primeiro foi um ventilador ser jogado sozinho de um quarto a outro. Depois, ela estava deitada na cama em seu quarto, que fica no andar de cima, quando tirou uma selfie, e ao visualizá-la segundos depois no celular, viu na foto um orbe de luz sobre seu corpo, o qual não apareceu ou não foi notado a olho nu. Ela ficou tão apavorada que desceu a escada correndo e gritando, e depois, por medo, apagou a foto do celular.
Sinistro. Depois que as crises mentais passaram, os fenômenos cessaram.
Os parapsicólogos céticos dizem que sofrimentos psíquicos, principalmente em mulheres, emanam energia que causa telecinese e projeção de pensamentos no ar, que são captados em fotos. Já os mais espiritualistas acreditam que a fragilidade mental do indivíduo atrai demônios ou fantasmas que se divertem causando fenômenos poltergeist para fazer a vítima sofrer ainda mais.
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-Galera estamos inaugurando um novo quadro no canal.
-Basicamente são relatos de experiências sobrenaturais pessoais transcritos e publicados no canal.
-Se você tem alguma história sobre algum tipo de fenômeno que vivenciou/experimentou envie para nós que será revisado, editado e posteriormente postado no canal.
Mande seu relato no chat, nos comentários ou para algum admin do canal
Att.
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-Basicamente são relatos de experiências sobrenaturais pessoais transcritos e publicados no canal.
-Se você tem alguma história sobre algum tipo de fenômeno que vivenciou/experimentou envie para nós que será revisado, editado e posteriormente postado no canal.
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Certa vez nos meados de 2014 estava eu com meus 10 anos, dormia com minha mãe e morava com mais 3 familiares, eu tinha o costume de acordar de madrugada para ir mijar. Nosso quarto era perto da cozinha e para chegar ao banheiro tinha que passar ao lado dela, uma noite eu acordo, vou para o banheiro e olho para a cozinha, tinha uma criança totalmente branca incandescente. Eu fiquei catatônico, não consegui gritar, voltei pro quarto e fiquei acordado e com medo. Tentei acordar a minha mãe, mas ela me disse pra voltar a dormir q passava, na manhã expliquei tudo e ela orou na minha cabeça.
Até hoje sou meio cético em quanto ao meio sobrenatural mas acredito naquilo que vi, tenho certeza do que vi e até hoje não sei explicar o que foi aquilo.
>Via inscrito
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Até hoje sou meio cético em quanto ao meio sobrenatural mas acredito naquilo que vi, tenho certeza do que vi e até hoje não sei explicar o que foi aquilo.
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Câmera Sobrenatural
Photo
Memórias de um Retiro: O Peso do Invisível
Em 2016, fui convidado para participar de um retiro da igreja evangélica Sara Nossa Terra. Partimos de ônibus para um local afastado da cidade. Assim que desembarquei, experimentei, pela primeira vez, uma sensação muito estranha: sentia meu corpo pesado, como se a força da gravidade naquele lugar fosse maior; era uma percepção sensorial nítida e desconcertante.
O local era vasto, com casas de boa estrutura para abrigar os participantes. Logo no primeiro dia, fomos submetidos a um ritual que chamavam de "Quebra de Maldição".
O Ritual e a Manifestação
Naquela noite, muitas pessoas ao meu redor caíram, aparentemente possuídas. Os líderes, que se diziam em estado de "santidade", impunham as mãos sobre as cabeças dos fiéis, e muitos manifestavam o que chamavam de entidades malignas. Um dos líderes se aproximou de mim, colocou a mão sobre minha cabeça e orou para que, se houvesse algo ali, que saísse. Ele chegou a convocar duas pessoas para auxiliá-lo, mas, comigo e com alguns outros, nada aconteceu.
Ao fim da cerimônia, aqueles que haviam manifestado pareciam estar libertos. Jantamos e fomos dormir. O alojamento possuía apenas camas, e a minha ficava exatamente de frente para a porta.
O Fenômeno da Madrugada
Por volta das três horas da manhã, despertei ao ouvir, de longe, vozes em oração, como se estivessem em um processo de exorcismo. O barulho persistiu por cerca de uma hora até que, finalmente, cessou. Sentei-me na cama e observei ao redor; todos dormiam profundamente. Eu parecia ser o único desperto naquela confusão.
Enquanto refletia sobre o ocorrido, um vento repentino entrou no quarto. No mesmo instante, senti uma pressão avassaladora em minha cabeça, como se algo tentasse invadi-la. A sensação era de que algo se movia por trás dos meus olhos, uma cena digna de filmes de terror. Desesperado, orei pedindo libertação. Gradualmente, a pressão diminuiu até que senti um "estalo" em minha testa. Após esse episódio, sofri com uma forte dor de cabeça que durou seis dias.
Jéssica e o Desfecho Trágico
Apesar do medo, acabei aceitando o batismo e frequentei a instituição por um curto período. Lá, conheci a Jéssica, que pertencia ao meu grupo. Ela era estudante de música na UnB e foi a única pessoa com quem desenvolvi uma conexão imediata, como se já nos conhecêssemos há anos.
A Jéssica era extremamente dedicada à igreja. No entanto, a forma como a instituição manipulava as pessoas para que entregassem suas vidas à causa me gerava profundos questionamentos. Infelizmente, algo terrível aconteceu com ela e, na época, ninguém questionou se havia relação com o ambiente religioso.
Certo dia, Jéssica foi a um restaurante próximo ao Lago Paranoá. Inexplicavelmente, ela saiu do estabelecimento e se jogou no lago. Seu corpo foi encontrado dias depois. Hoje, ao refletir, acredito que ela possa ter sido vítima de uma opressão ou possessão espiritual, semelhante aos relatos que ouvi sobre o caso de Daniel Mastral.
A tragédia não parou por aí: quatro dias após a morte dela, seu irmão também cometeu suicídio, submetendo a mãe a um luto duplo e devastador.
Tenho outros relatos que acredito estarem vinculados ao período em que frequentei essa igreja. Se houver interesse, posso continuar compartilhando essas experiências.
> via inscrito
@CameraSB
Em 2016, fui convidado para participar de um retiro da igreja evangélica Sara Nossa Terra. Partimos de ônibus para um local afastado da cidade. Assim que desembarquei, experimentei, pela primeira vez, uma sensação muito estranha: sentia meu corpo pesado, como se a força da gravidade naquele lugar fosse maior; era uma percepção sensorial nítida e desconcertante.
O local era vasto, com casas de boa estrutura para abrigar os participantes. Logo no primeiro dia, fomos submetidos a um ritual que chamavam de "Quebra de Maldição".
O Ritual e a Manifestação
Naquela noite, muitas pessoas ao meu redor caíram, aparentemente possuídas. Os líderes, que se diziam em estado de "santidade", impunham as mãos sobre as cabeças dos fiéis, e muitos manifestavam o que chamavam de entidades malignas. Um dos líderes se aproximou de mim, colocou a mão sobre minha cabeça e orou para que, se houvesse algo ali, que saísse. Ele chegou a convocar duas pessoas para auxiliá-lo, mas, comigo e com alguns outros, nada aconteceu.
Ao fim da cerimônia, aqueles que haviam manifestado pareciam estar libertos. Jantamos e fomos dormir. O alojamento possuía apenas camas, e a minha ficava exatamente de frente para a porta.
O Fenômeno da Madrugada
Por volta das três horas da manhã, despertei ao ouvir, de longe, vozes em oração, como se estivessem em um processo de exorcismo. O barulho persistiu por cerca de uma hora até que, finalmente, cessou. Sentei-me na cama e observei ao redor; todos dormiam profundamente. Eu parecia ser o único desperto naquela confusão.
Enquanto refletia sobre o ocorrido, um vento repentino entrou no quarto. No mesmo instante, senti uma pressão avassaladora em minha cabeça, como se algo tentasse invadi-la. A sensação era de que algo se movia por trás dos meus olhos, uma cena digna de filmes de terror. Desesperado, orei pedindo libertação. Gradualmente, a pressão diminuiu até que senti um "estalo" em minha testa. Após esse episódio, sofri com uma forte dor de cabeça que durou seis dias.
Jéssica e o Desfecho Trágico
Apesar do medo, acabei aceitando o batismo e frequentei a instituição por um curto período. Lá, conheci a Jéssica, que pertencia ao meu grupo. Ela era estudante de música na UnB e foi a única pessoa com quem desenvolvi uma conexão imediata, como se já nos conhecêssemos há anos.
A Jéssica era extremamente dedicada à igreja. No entanto, a forma como a instituição manipulava as pessoas para que entregassem suas vidas à causa me gerava profundos questionamentos. Infelizmente, algo terrível aconteceu com ela e, na época, ninguém questionou se havia relação com o ambiente religioso.
Certo dia, Jéssica foi a um restaurante próximo ao Lago Paranoá. Inexplicavelmente, ela saiu do estabelecimento e se jogou no lago. Seu corpo foi encontrado dias depois. Hoje, ao refletir, acredito que ela possa ter sido vítima de uma opressão ou possessão espiritual, semelhante aos relatos que ouvi sobre o caso de Daniel Mastral.
A tragédia não parou por aí: quatro dias após a morte dela, seu irmão também cometeu suicídio, submetendo a mãe a um luto duplo e devastador.
Tenho outros relatos que acredito estarem vinculados ao período em que frequentei essa igreja. Se houver interesse, posso continuar compartilhando essas experiências.
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O ano era 1992.
Meu irmão tinha 11 anos e estava xingando muito naquela época. Qualquer coisa e ele mandava “que inferno”.
Um dia minha mãe passou pela rua e a vizinha que morava na casa ao lado perguntou “ Rosana… o que aconteceu ontem? Os meninos gritaram a noite interia.”. Minha mãe disse que não ouviu nada.
Meu irmão ficou mais retraído, mas ninguém em casa suspeitou de nada. Achamos que era pré adolescencia.
Meses depois a diretora da escola onde ele estudava pediu para falar com a minha mãe.
Ela disse que meu irmão, numa conversa reservada com a professora, contou que havia passado por uma experiência…complicada.
Ela contou o relato para minha mãe, e então minha mãe conversou com meu irmão e ele confirmou. Só então minha mãe se lembrou da vizinha relatando os gritos.
Acontece que meu irmão teve 3 sonhos escrotos naquela noite. No primeiro ele via uma criança agachada, brincando com pedrinhas e choramingando. Depois pulou para ele e os amigos (inclusive eu) numa canoa navegando num pântano. Cada um morria de um jeito bem sangrento (eu era devorado por um xibiu gigante…). Então pulou para meu irmão, em primeira pessoa, flutuando muito rápido por um terreno plano e árido, no entardecer (quase não tinha mais sol). Na frente ele viu uma fenda e desceu flutuando por ela, foi quando ele se deu conta de que era um abismo. Quando chegou no fundo ele “aterrisou” e lá na frente ele viu uma espécie de culto. Todo mundo coberto com túnicas pretas, rezando de frente para uma cruz e havia um corpo pregado nela.
Ele foi se aproximando, não conseguiu ver o rosto das pessoas nem entender o que diziam. Quando chegou perto da cruz ele percebeu que era ele quem estava pregado nela…
É ai que o pau quebrou porque meu irmão acordou com pessoas xingando (ele não entendia as palavras, mas o tom era agressivo) ele do lado de fora da janela. Ai ele sentou na cama e disse “que isso?!!” e tomou um soco na boca do estômago que o fez quicar na cama. Do jeito que ele caiu, ele deitou e cobriu a cabeça na coberta e começou a rezar o Pai Nosso.
Ele gritava para alguém ajudá-lo enquanto continuava ouvindo os xingamentos, mas ninguém apareceu. Detalhe: Ele dormia no mesmo quarto que eu (12 anos) e meu irmãozinho (8 anos) e a gente não viu e nem ouviu NADA.
Meu irmão ficou nessa agonia até amanhecer. Ele dormiu de exaustão.
Até hoje meu irmão não gosta de conversar sobre esse assunto.
>via inscrito
@CameraSB
Meu irmão tinha 11 anos e estava xingando muito naquela época. Qualquer coisa e ele mandava “que inferno”.
Um dia minha mãe passou pela rua e a vizinha que morava na casa ao lado perguntou “ Rosana… o que aconteceu ontem? Os meninos gritaram a noite interia.”. Minha mãe disse que não ouviu nada.
Meu irmão ficou mais retraído, mas ninguém em casa suspeitou de nada. Achamos que era pré adolescencia.
Meses depois a diretora da escola onde ele estudava pediu para falar com a minha mãe.
Ela disse que meu irmão, numa conversa reservada com a professora, contou que havia passado por uma experiência…complicada.
Ela contou o relato para minha mãe, e então minha mãe conversou com meu irmão e ele confirmou. Só então minha mãe se lembrou da vizinha relatando os gritos.
Acontece que meu irmão teve 3 sonhos escrotos naquela noite. No primeiro ele via uma criança agachada, brincando com pedrinhas e choramingando. Depois pulou para ele e os amigos (inclusive eu) numa canoa navegando num pântano. Cada um morria de um jeito bem sangrento (eu era devorado por um xibiu gigante…). Então pulou para meu irmão, em primeira pessoa, flutuando muito rápido por um terreno plano e árido, no entardecer (quase não tinha mais sol). Na frente ele viu uma fenda e desceu flutuando por ela, foi quando ele se deu conta de que era um abismo. Quando chegou no fundo ele “aterrisou” e lá na frente ele viu uma espécie de culto. Todo mundo coberto com túnicas pretas, rezando de frente para uma cruz e havia um corpo pregado nela.
Ele foi se aproximando, não conseguiu ver o rosto das pessoas nem entender o que diziam. Quando chegou perto da cruz ele percebeu que era ele quem estava pregado nela…
É ai que o pau quebrou porque meu irmão acordou com pessoas xingando (ele não entendia as palavras, mas o tom era agressivo) ele do lado de fora da janela. Ai ele sentou na cama e disse “que isso?!!” e tomou um soco na boca do estômago que o fez quicar na cama. Do jeito que ele caiu, ele deitou e cobriu a cabeça na coberta e começou a rezar o Pai Nosso.
Ele gritava para alguém ajudá-lo enquanto continuava ouvindo os xingamentos, mas ninguém apareceu. Detalhe: Ele dormia no mesmo quarto que eu (12 anos) e meu irmãozinho (8 anos) e a gente não viu e nem ouviu NADA.
Meu irmão ficou nessa agonia até amanhecer. Ele dormiu de exaustão.
Até hoje meu irmão não gosta de conversar sobre esse assunto.
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@CameraSB
👻5🔥2
Certa vez fui dormir na casa da minha madrinha, então tive um sonho em que eu estava crucificado de ponta cabeça... Não consegui identificar quem estava ao meu redor. A sensação é que que eles eram lá de baixo. Eu estava pregado na cruz e teve um momento de consciência que eu sentia o que estava acontecendo. Aí eu disse pra mim mesmo: isso aqui é só um sonho, não é real....
Só que ao dizer isso eles me batiam... Eu me recuperava e voltava a dizer que era só um sonho... Mais socos... Acordei com hematomas nas costas e sentindo dor no corpo todo.
Não me lembro....alías, eu nunca contei isso pra ninguém. Embora eu me recorde da minha madrinha questionar sobre as marcas em mim....
Não lembro de nenhuma explicação que eu possa ter dado ou recebido da minha madrinha ou minha mãe...eu era muito pequeno na época.
> Via inscrito
@CameraSB
Só que ao dizer isso eles me batiam... Eu me recuperava e voltava a dizer que era só um sonho... Mais socos... Acordei com hematomas nas costas e sentindo dor no corpo todo.
Não me lembro....alías, eu nunca contei isso pra ninguém. Embora eu me recorde da minha madrinha questionar sobre as marcas em mim....
Não lembro de nenhuma explicação que eu possa ter dado ou recebido da minha madrinha ou minha mãe...eu era muito pequeno na época.
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