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1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) negocia perto de US$ 64.200, alta de cerca de +4% em 7 dias, recuperando de patamares próximos de US$ 62 mil no início do período. Mesmo assim, o índice de medo e ganância segue em 26 (Medo), oscilando entre 22 e 28 na semana — preço reagindo, sentimento ainda travado.
Altcoins tiveram desempenho misto. ETH subiu +3,3% para a casa de US$ 1.800; SOL foi o destaque, com +10,8% em 7 dias, negociando ~US$ 77; XRP ficou praticamente estável em torno de US$ 1,10, ainda perto da mínima de 19 meses (US$ 1,01) tocada no fim de junho.
ETFs spot de BTC voltaram a captar, com 3 pregões seguidos de entradas somando cerca de US$ 510 milhões e encerrando uma sequência de 10 dias e US$ 2,73 bilhões de saídas. O IBIT da BlackRock liderou (um dia sozinho com US$ 209 milhões). Nos ETFs de ETH, entradas modestas de ~US$ 29 milhões, com o BTC atraindo cerca de 9x mais capital.
Strategy (MSTR) deu mais um passo defensivo — depois de pausar as compras no fim de junho, agora vendeu 3.588 BTC por ~US$ 216 milhões para bancar dividendos de suas preferenciais, a primeira venda da história da empresa. A tesouraria caiu de 847.363 para 843.775 BTC. Sinal simbólico para o setor de tesourarias corporativas, que vinha tratando a Strategy como o comprador que "nunca vende".
Desbloqueios de tokens da semana somam cerca de US$ 200 milhões, liderados por PUMP, HYPE e APT. A diluição relativa é modesta na maioria dos nomes, mas concentra pressão de oferta em ativos de menor liquidez e mexe mais com posicionamento em derivativos do que com o spot.
Regulação volta ao radar com o retorno do Senado dos EUA em 13/07. O CLARITY Act segue travado por três impasses, e restam ~3 semanas úteis antes do recesso de agosto — visto como a última janela realista para 2026 (mercados de previsão precificam aprovação em 42–50%, ante 82% em fevereiro). Em paralelo, a SEC avança regras próprias, incluindo a Regulation Crypto, primeira isenção de captação cripto-específica.
Estrutura de curto prazo permanece de consolidação. Preço se recuperando mas ainda em zona de Medo, fluxo de ETFs recém-virado positivo e agenda macro carregada nos EUA sugerem que a semana deve ser guiada mais pelos dados de inflação do que por fatores cripto-específicos
2️⃣ Macroeconomia
EUA têm a semana dominada pela inflação. O CPI de junho sai na terça (14/07), com expectativa de 3,9% no headline anual e 2,9% no núcleo — ambos bem acima da meta de 2% do Fed. O PPI vem na quarta (15/07) e as vendas no varejo na quinta (16/07)
Fed entra em foco com a primeira ida ao Congresso do presidente Kevin Warsh (empossado em 22/05) na quarta (15/07). O mercado observa o tom após dados de emprego mais fracos, num momento em que Warsh busca reforçar a credibilidade antiinflacionária da autoridade. Não há reunião do FOMC nesta semana
Brasil segue com a Selic em 14,25% após o corte de 0,25 p.p. em junho, e o Copom manteve tom conservador — novos cortes não estão garantidos e a próxima decisão só em agosto. A projeção de IPCA para 2026 está em 5,2%, ainda acima do teto da meta
Petróleo subiu na semana. O Brent rondou US$ 76 (ganho de ~6%) e o WTI, ~US$ 71, com prêmio de risco reativado por novos ataques entre EUA e Irã que atrapalham o tráfego de navios pelo Estreito de Hormuz. Do lado da oferta, os Emirados Árabes elevaram a produção a recorde para compensar disrupções
Geopolítica volta a pesar. O cessar-fogo entre EUA e Irã foi dado como efetivamente encerrado, embora as negociações sigam abertas. Como o Estreito de Hormuz escoa cerca de 20% do petróleo e gás do mundo, qualquer escalada tende a se transmitir rápido para energia e inflação
Leitura geral — a semana é de dados sobre narrativa. Inflação americana acima da meta, um Fed mais duro sob Warsh e o risco geopolítico no petróleo mantêm o pano de fundo cauteloso para ativos de risco. No cripto, a recuperação de preço e o alívio nos fluxos de ETFs ajudam na margem, mas o mercado ainda opera em Medo e à espera do CPI para definir direção
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Durante esse período, o mercado passou por:
O colapso do Monte Gox;
Proibições e restrições impostas pela China;
O ciclo de mercado de baixa de 2018;
A crise de 2020 provocada pela COVID;
Falências de grandes empresas do setor, incluindo a FTX;
Aumento da pressão regulatória global.
Ao mesmo tempo, a rede continuou a operar sem interrupções, enquanto as principais métricas — taxa de hash, liquidez e participação institucional — mantiveram uma tendência de crescimento a longo prazo.
Nos últimos 15 anos, o Bitcoin evoluiu de um ativo de nicho para cypherpunks para um componente da infraestrutura financeira institucional, com participação de ETFs, empresas públicas e capital tradicional.
Fonte: Cryptorank
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- Tecnologia: Daml, Canton Protocol, sub-ledgers e Global Synchronizer.
- Privacidade: Interoperabilidade institucional sem exposição de dados.
- Tokenomics (CC): Mecanismos de valor, burn-and-mint e tese do token.
- Métricas: Validadores, taxas diárias, market cap e liquidez.
- Adoção: DTCC, Broadridge, Visa, stablecoins e Treasuries tokenizados.
- Competição: Canton vs. Ethereum, R3 Corda, JPM Kinexys, Avalanche, XRPL e Chainlink.
- Riscos: Value accrual, regulação e liquidez.
- Outlook 2026: Finanças sincronizadas e projeções de queima de CC.
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Mercado de Criptoativos (7d variação, valores em dólar)
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Forwarded from Daniel Ascen
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1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) — negocia entre US$63 mil e US$65 mil (cotado perto de US$64,8 mil), alta de +1,6% em 7 dias. Segurou o suporte mesmo com o choque do petróleo e o clima de aversão a risco global.
Altcoins — Ethereum (ETH) entre US$1.840 e US$1.900 (+4% em 7 dias), o melhor desempenho entre as grandes; Solana (SOL) entre US$74 e US$76 (-1,7%) e XRP entre US$1,08 e US$1,10 (-0,4%), ambas de lado.
ETFs spot — os fundos de Bitcoin encerraram 8 semanas de saídas com +US$197 milhões na semana até 10/07, mas o fluxo voltou a ficar volátil (saída de ~US$425 milhões em 13/07, seguida de entradas em 15/07 e 16/07); o IBIT da BlackRock segue líder, com ~US$60,3 bilhões acumulados. Os ETFs de Ethereum também romperam a sequência negativa, com +US$84,4 milhões na semana até 11/07 e o ETHA da BlackRock puxando o fluxo.
Strategy (MSTR) — a empresa de Michael Saylor interrompeu as compras e chegou a vender 3.588 BTC (~US$216 milhões) para bancar dividendos de ações preferenciais. Mantém 843.775 BTC a custo médio de ~US$75.476 — acima do preço atual, o que a coloca no prejuízo na marcação a mercado.
Desbloqueios de tokens — a onda de unlocks segue pressionando a oferta, com PUMP liderando (~US$139 milhões, primeiro cliff de equipe e investidores) e ARB e SEI entre os destaques da semana.
Segurança — o protocolo Ostium sofreu um exploit de oráculo em 15/07, com ~US$18 a 24 milhões drenados de seu vault público, reacendendo o alerta sobre riscos de DeFi em meio à aversão a risco.
Regulação (EUA) — o CLARITY Act (marco de estrutura de mercado cripto) segue travado no Senado, sem tempo de plenário alocado. O recesso de 07/08 vira prazo prático, e as apostas de sanção ainda em 2026 caíram para ~39%.
Estrutura — sentimento em medo extremo (índice na casa de 22 a 25), com o mercado preso entre o suporte do BTC e o choque do petróleo. Sem gatilho positivo claro, o viés de curto prazo segue defensivo até o FOMC de 29/07.
2️⃣ Macroeconomia
EUA — semana leve em dados macro e já em blackout do Fed antes do FOMC de 28–29/07 (decisão em 29/07). No radar, os PMIs preliminares (24/07), os pedidos de auxílio-desemprego e dados de moradia.
Earnings (Big Techs) — semana decisiva de resultados, com Alphabet e Tesla em 22/07 e, na sequência, Microsoft, Amazon e Meta — juntas, cerca de US$16 trilhões em valor de mercado. O foco será o capex de IA, e o tom desses balanços tende a ditar o apetite a risco que respinga no cripto.
Petróleo — Brent perto de US$88 e WTI em torno de US$82, com alta de +14% na semana. O salto foi puxado pela escalada militar entre EUA e Irã no Golfo Pérsico.
Geopolítica — os EUA reimpuseram um bloqueio naval a portos iranianos perto do Estreito de Hormuz, e o tráfego comercial na rota — por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — segue limitado. É o principal vetor de risco para os mercados no momento.
Brasil — o IPCA-15 de julho sai na semana (por volta de 24/07) e serve de prévia para o próximo passo do Copom, que só volta a se reunir em 04–05/08. A Selic segue em 14,25% após o corte de junho.
Leitura geral — a semana tem dois motores: os balanços das Big Techs e a tensão EUA–Irã no petróleo. Com o Fed em silêncio e o calendário macro fraco, o mercado deve operar reativo a esses dois eixos, e o cripto tende a seguir o humor de risco das bolsas até a decisão do FOMC.
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⚽️ Neymar usa camiseta de R$ 2,4 mil com nome de Satoshi
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❤1
Investimento Estratégico (9%): A maioria absoluta dos americanos utiliza cripto como reserva de valor ou tese de crescimento, reafirmando o papel do Bitcoin como o "ouro digital" em solo americano.
Uso Transacional (2%): Embora estável, o uso para pagamentos nos EUA ainda enfrenta a concorrência de sistemas de crédito altamente eficientes, mas mantém uma base fiel que utiliza a blockchain para liquidações imediatas.
Transferências P2P (1%): O envio de valores entre familiares e amigos nos EUA permanece constante, indicando que a infraestrutura cripto já é uma alternativa viável às remessas tradicionais.
Os dados provam que as criptomoedas não são mais um fenômeno passageiro na economia dos Estados Unidos. Com 1 em cada 10 adultos americanos interagindo com o ecossistema, a integração institucional observada agora no T2 de 2026 é a consequência direta dessa maturidade comportamental da população.
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Mercado de Criptoativos (7d variação, valores em dólar)
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Forwarded from Daniel Ascen
👁 Ministério Público processa a World por escaneamento de íris
🔚 BitMEX encerra atividades
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1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) — praticamente estável em 7 dias (+0,1%), rondando US$ 64.500 e oscilando entre US$ 63,7 mil e US$ 65,4 mil. O Fear & Greed segue na fronteira entre medo e neutro (leituras de 27 a 45 conforme a fonte), com o mercado ainda sem convicção após o repique do início do mês.
Altcoins — Ethereum (ETH) subiu +0,5% na semana (~US$ 1.880); Solana (SOL) recuou -1,6% (~US$ 75) e XRP avançou +0,6% (~US$ 1,10). Semana lateral, sem rotação clara — as majors seguem coladas ao humor do BTC.
ETF de Solana (MSOL) — a Morgan Stanley teve o primeiro ETF spot de Solana aprovado na NYSE Arca em 24/07, com taxa de 0,14% (das mais baixas do mercado) e staking de até 100% do SOL, repassando as recompensas ao investidor. É o pontapé da temporada de ETFs de altcoin — XRP é o próximo mais cotado. No mesmo dia, a rede Solana passou de 1 bilhão de transações semanais.
Ethereum (ETH) — a SEC encerrou o processo (FOIA) ligado às investigações sobre o Ethereum em 22/07, pagando US$ 150 mil e liberando comunicações da era Gensler sobre a transição para proof-of-stake — mais um capítulo do desfecho regulatório favorável ao ativo. No lado das tesourarias, a BitMine já acumula 5,74 milhões de ETH, perto de 5% de toda a oferta, virando peça relevante na liquidez e no staking da rede.
RWA / tokenização — o mercado de ativos do mundo real on-chain superou US$ 33,5 bi. O maior ativo tokenizado hoje é um empréstimo home-equity de US$ 20 bi da Figure, que sozinho supera todos os Treasuries tokenizados (~US$ 15 bi). O crédito privado on-chain já passa de US$ 31 bi — sinal de que a tokenização migrou dos títulos públicos para produtos de maior retorno.
ETFs spot (BTC/ETH) — começo de semana forte, com 7 pregões seguidos de entradas e +US$ 499 mi até 22/07 (IBIT respondeu por US$ 319 mi). O fluxo virou em 24/07, com -US$ 240 mi de saída (IBIT com ~US$ 212 mi) diante da escalada geopolítica — demanda institucional voltando, mas ainda frágil.
Estrutura — sem gatilho próprio, o cripto opera refém do macro. A aprovação do MSOL e o avanço da tokenização são ventos estruturais positivos, mas preços laterais, sentimento hesitante e ETFs esfriando deixam o BTC atrelado ao apetite por risco global e ao conflito no Oriente Médio.
2️⃣ Macroeconomia
EUA — a semana é dominada pelo FOMC de 28–29/07, com decisão na quarta (29/07). O consenso é de manutenção dos juros em 3,50%–3,75% pela 5ª reunião seguida, mas cerca de 1/3 do mercado já precifica uma alta de 0,25 ponto — reflexo do risco inflacionário do petróleo. Fed em período de silêncio.
Tarifas e bolsas — as novas tarifas de Trump (de 10% a 12,5%) sobre 60 países entraram em vigor em 24/07, substituindo taxas emergenciais derrubadas pela Suprema Corte. As bolsas recuaram — o S&P 500 caiu -1,2%, pior sessão do mês, com Brent acima de US$ 100 e resultados fracos das Big Techs. O dólar está em máxima de 13 meses e os juros dos Treasuries no topo do ano (10 anos ~4,70%).
Petróleo — Brent perto de US$ 100 e WTI perto de US$ 91 (24/07), com alta de mais de +13% na semana, puxada pelo temor de interrupção no Estreito de Hormuz e no Bab el-Mandeb.
Geopolítica — a guerra entre EUA e Irã completou 13 noites de ataques após o colapso do cessar-fogo, sem sinal de retorno à negociação. A Marinha americana bloqueia portos iranianos, e a Arábia Saudita atacou os Houthis no Iêmen após ofensivas no Mar Vermelho — o prêmio de risco sobre energia segue elevado.
Brasil — a Selic está em 14,25% ao ano, com o próximo Copom em 4–5/08 (decisão em 05/08). O IPCA acumula 4,64% em 12 meses e o mercado projeta ~5,15% para 2026 — cortes lentos, ainda condicionados à desinflação e ao câmbio.
Leitura geral — o macro dita a semana. Petróleo alto, novas tarifas e dólar forte reacendem o risco inflacionário e reduzem o espaço do Fed para afrouxar (daí a chance de alta na quarta). Para cripto, os avanços estruturais (ETF de altcoin, tokenização) contrastam com um curto prazo travado, em que o BTC segue o risco global.
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🤖 Coinbase aceita pagamentos de agentes de IA em USDC
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O ecossistema de hackers conhecido como Lazarus Group é ligado ao regime norte-coreano desde ao menos 2007. Em 2025, atores do país roubaram US$ 2,02 bilhões em cripto segundo a Chainalysis, um recorde de 76% dos comprometimentos de serviços contabilizados pela empresa, e acumulam pelo menos US$ 6,75 bilhões desde 2017. O maior golpe, a Bybit, tomou cerca de US$ 1,5 bilhão sem explorar vulnerabilidade no contrato inteligente nem no código-fonte do front-end. Este artigo mostra por que o alvo real não é a criptografia, e sim a autoridade humana que assina as transações.
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🟠 Vídeo novo no canal da Ascen! 🚀
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TRADERS ALAVANCADOS NO MERCADO CRIPTO | RODOLFO FREITAS E MENINA DO BITCOIN | ASCEN CAST #03
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🟠 Ascen Cripto — Educação, Research e Consultoria em Ativos Digitais: Conteúdo analítico sobre cripto, economia e mercado financeiro, com foco em fundamentos, cenário…
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O @ascendaniel e a Laíse Vieira farão um Q&A imperdível!
Preencha o forms com uma pergunta matadora e garanta sua chance de ganhar 8 USDT!
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✔️ Esses mercados transformam eventos do mundo real em contratos negociáveis, permitindo que usuários expressem expectativas sobre política, economia, esportes, decisões institucionais e outros acontecimentos futuros.
Fonte: Chainalysis
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Mercado de Criptoativos (7d variação, valores em dólar)
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Forwarded from Daniel Ascen
⚽️ Copa leva mercados de previsão a US$ 20 bi
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1️⃣ Criptoativos
📉 Bitcoin (BTC): caiu 3,0% em 7 dias, a US$ 63,4 mil, logo após fechar julho com +7,3%, seu melhor mês de 2026. O Fear & Greed marca 22 (medo extremo no CoinCodex).
🔻 Altcoins: acompanharam. ETH -4,1% (~US$ 1.870), SOL -4,4% (~US$ 73) e XRP -2,9% (~US$ 1,08), devolvendo juntas o repique de julho.
🚨 Exploit na Coldcard: atacantes drenaram 594 BTC (US$ 38 milhões) de ~500 carteiras em 25 minutos na sexta, por um bug de firmware de 2021 do modelo Mk3 que gerava chaves previsíveis. Golpe direto no debate sobre autocustódia.
💸 ETFs spot: os de BTC tiveram resgate líquido de US$ 61,5 milhões na semana, com saída de US$ 265 milhões só na sexta. Os de ETH somaram a quarta semana seguida de entradas e fecharam julho com +US$ 365 milhões.
⛏️ Mineração em capitulação: a dificuldade acumula queda de 19,9% desde novembro, a 3ª maior da era ASIC, com o hashprice (receita por poder computacional) em ~US$ 32/PH ao dia, abaixo do breakeven de máquinas antigas. Mineradoras migram para IA. Só a Hut 8 já tem US$ 26,6 bilhões em contratos.
🏢 Strategy (MSTR): prejuízo contábil de US$ 8,2 bilhões no trimestre, com seus 843,8 mil BTC (custo médio US$ 75,5 mil) abaixo d'água e mNAV menor que 1 (a empresa vale menos que o bitcoin que carrega). A ação subiu 4,4% mesmo assim, apoiada em US$ 3,75 bilhões de reserva em dólar.
💵 Tether: lucro de US$ 1,5 bilhão no trimestre, com USDT em recorde de US$ 184,6 bilhões. O detalhe pouco comentado é que o colchão de reservas excedentes caiu pela metade, para US$ 4,11 bilhões.
⚽️ Mercados de previsão: a Copa fechou com US$ 20 bilhões movimentados, mais de 5x a eleição americana de 2024. Na mesma semana, Nova York processou a Kalshi por operar aposta sem licença.
🏛 CLARITY Act: não vai ao plenário antes do recesso de 07/08 e fica para setembro. Na Polymarket, a chance de aprovação em 2026 caiu para 28% (era 82% em fevereiro).
🔓 Unlock de destaque: a Succinct (PROVE) libera US$ 53,6 milhões na quarta (05/08), 31,25% da oferta máxima, mais que todo o circulante atual.
🧭 Leitura: o preço segurou o melhor mês do ano, mas os bastidores mostram estresse. Mineradores migrando para IA, a maior tesouraria valendo menos que seu estoque e a maior stablecoin com colchão pela metade, às vésperas do pior mês sazonal do Bitcoin.
2️⃣ Macroeconomia
🏦 Fed: manteve os juros em 3,50%-3,75%, mas com três dissidentes votando por alta de 0,25 ponto, movimento raro que expõe o temor com o petróleo.
🇯🇵 Japão: o BOJ manteve o juro em 1,00% com o iene a ~164 por dólar, pior nível em 40 anos. Volta ao radar o carry trade que amplificou o crash de agosto de 2024.
🇰🇷 Coreia e IA: o KOSPI (índice da bolsa sul-coreana, dominado por Samsung e SK Hynix) desabou 10,8% na terça e disparou 17,9% na sexta, a maior alta diária de sua história (SK Hynix +30%, Samsung +26,8%). No mês, -22%.
🤖 Big Techs: salvaram a semana. Microsoft +8,1% e Amazon quase +10% após balanços fortes e capex bilionário de IA reafirmado. O S&P 500 subiu 1,0% na semana.
🛢 Petróleo e ouro: julho fechou com Brent +24% (US$ 90) e WTI +21% (US$ 85), maior alta mensal desde março. EUA e Irã pausaram os bombardeios, com Omã intermediando conversas sobre Ormuz. O ouro subiu só 1,7% no mês, a US$ 4.107, contido pelo dólar forte.
🇧🇷 Brasil: o Ibovespa subiu 2,3% na semana e 3,5% em julho (177.999 pontos), primeiro mês positivo após quatro quedas, apesar de falha inédita da B3 na sexta. Dólar a R$ 5,06. Copom decide na quarta, com consenso de manutenção em 14,25%.
📅 Leitura geral: semana de provas em sequência. QRA do Tesouro americano (estimativas segunda, comunicado quarta), que dita a oferta de Treasuries e mexe com os juros longos, Copom na mesma quarta e payroll na sexta (07/08). Com trégua frágil no Golfo e iene no limite, o apetite por risco define o espaço do cripto para sair do lugar.
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