1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): negocia perto de US$ 60 mil, queda de cerca de 14% no mês e aproximadamente 30% abaixo da máxima histórica de US$ 126 mil (outubro de 2025). O índice de medo e ganância está em 17, zona de medo extremo.
• Altcoins: ETH em ~US$ 1.570, SOL em ~US$ 73 e XRP em ~US$ 1,04. O ETH segue perto das mínimas do ano e os ETFs de Ethereum também registram saídas. Pouca rotação para ativos menores — mercado em modo defensivo.
• ETFs de Bitcoin: junho fechou como o pior mês de saídas líquidas desde a estreia dos fundos em 2024, com cerca de US$ 4 bi retirados, e o IBIT, da BlackRock, respondeu por ~75%. O mesmo fundo que ampliou o acesso institucional virou o principal canal de saída — para honrar resgates, cerca de 51,7 mil BTC foram liquidados à vista em 30 dias, transmitindo a pressão direto ao preço.
• Strategy (MSTR): a maior tesouraria de Bitcoin do mundo (~847 mil BTC) anunciou nesta segunda um novo arcabouço de capital que, pela primeira vez, autoriza a venda de Bitcoin — até US$ 1,25 bi (~20,8 mil BTC) para cobrir dividendos e reservas. Também elevou o dividendo da preferencial STRC para 12% e aprovou US$ 2 bi em recompras. A empresa diz manter o BTC como ativo central e não se obriga a vender, mas o sinal muda — deixa de ser comprador incondicional.
• Mineração: o hashrate da rede caiu cerca de 12% em junho, com mineradores redirecionando capacidade para cargas de inteligência artificial, mais rentáveis no momento. A dificuldade recuou, mas o movimento levanta dúvidas sobre a percepção de segurança da rede.
• Estrutura: BTC perto de US$ 60 mil, ETFs em saída recorde e Strategy abrindo espaço para vender sustentam o viés defensivo de curto prazo. O petróleo em queda é o principal contrapeso. Reversão depende de estabilização nos dados de emprego e nos juros.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA — semana de emprego: com o feriado de 03/07, o calendário foi comprimido — JOLTS (pesquisa de vagas de emprego em aberto) na terça, ADP (folha do setor privado, prévia do dado oficial) na quarta e o payroll (folha de pagamento não-agrícola) na quinta. O consenso é de 172 mil vagas em junho. O 1º trimestre rodou perto de 73 mil/mês por causa da guerra com o Irã.
• EUA — Fed e Suprema Corte: nesta segunda a Corte barrou por 5 a 4 a tentativa de demitir a diretora Lisa Cook, preservando a independência do Fed. O banco, agora sob Kevin Warsh, mantém juros em 3,50%-3,75% e parte do comitê projeta alta ainda em 2026. Na quarta saem o ISM industrial e uma fala de Warsh em Portugal.
• EUA — petróleo e Irã: o WTI voltou a ~US$ 70 e o Brent a ~US$ 73, cerca de 36% abaixo do pico da guerra, após a trégua de 60 dias. O movimento é desinflacionário, mas frágil — no fim de semana os EUA atacaram dez alvos iranianos perto de Hormuz, e os fluxos do Golfo seguem em ~75% do nível pré-guerra.
• Leitura geral: a semana se decide na quinta. O petróleo em queda alivia a inflação e abre espaço para o Fed, mas o payroll define o tom — e tudo será precificado antes do feriado, sem pregão na sexta. Inflação ainda alta (CPI 4,2%), independência do Fed reafirmada e trégua no Irã ainda não testada mantêm a volatilidade elevada.
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Daniel Ascen
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
https://youtu.be/G3alK97qc1g?is=u5FSbtugygV9HNnJ
VÍDEO NOVO NO CANAL!
Respondendo Perguntas #02
Acessem e deixem suas perguntas nos comentários.
VÍDEO NOVO NO CANAL!
Respondendo Perguntas #02
Acessem e deixem suas perguntas nos comentários.
YouTube
AIR DROP AINDA COMPENSA? O QUE É O DREX? VAI TIRAR O BITCOIN DO BRASIL? | ASCEN RESPONDE #02
AIR DROP AINDA COMPENSA? O QUE É O DREX? VAI TIRAR O BITCOIN DO BRASIL? | ASCEN RESPONDE #02
—
🟠 Ascen Cripto — Educação, Research e Consultoria em Ativos Digitais: Conteúdo analítico sobre cripto, economia e mercado financeiro, com foco em fundamentos, cenário…
—
🟠 Ascen Cripto — Educação, Research e Consultoria em Ativos Digitais: Conteúdo analítico sobre cripto, economia e mercado financeiro, com foco em fundamentos, cenário…
Forwarded from Notícias - WEEX Português
🎙️ AMANHÃ TEM AMA AO VIVO NO X SPACES! ⚽️
Sintonize através do link: https://x.com/i/spaces/1lJQRRLvqNMxE
Preparem-se para um bate-papo de alto nível! Quinta, às 20:30, a Laíse Vieira (@criptonoobr) recebe o Daniel Ascen (@ascendani) para responder tudo o que vocês quiserem saber sobre o ecossistema cripto.
E o melhor: a sua curiosidade vale USDT! 👇
🏆 Premiação: $10 para cada uma das 4 melhores perguntas enviadas!
⏰ Horário: Quinta (amanhã), às 20:30
https://forms.gle/GBP69V1QifpYBnoP7 (o membro vai ter sua pergunta lida e deve estar participando para ganhar)
Preencha o formulário agora mesmo e garanta a sua chance de ser lido ao vivo (e ainda sair com prêmio na carteira)! 🔥
Sintonize através do link: https://x.com/i/spaces/1lJQRRLvqNMxE
Preparem-se para um bate-papo de alto nível! Quinta, às 20:30, a Laíse Vieira (@criptonoobr) recebe o Daniel Ascen (@ascendani) para responder tudo o que vocês quiserem saber sobre o ecossistema cripto.
E o melhor: a sua curiosidade vale USDT! 👇
🏆 Premiação: $10 para cada uma das 4 melhores perguntas enviadas!
⏰ Horário: Quinta (amanhã), às 20:30
https://forms.gle/GBP69V1QifpYBnoP7 (o membro vai ter sua pergunta lida e deve estar participando para ganhar)
Preencha o formulário agora mesmo e garanta a sua chance de ser lido ao vivo (e ainda sair com prêmio na carteira)! 🔥
❤1
Forwarded from Daniel Ascen
⚽️ Copa do Mundo com US$ 45 bi em volume
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
🟠 O valor de ativos do mundo real tokenizados on-chain chegou a US$ 31,6 bilhões
Os RWA (ativos do mundo real) tokenizados em blockchain atingiram cerca de US$ 31,6 bilhões em junho de 2026, segundo a RWA.xyz. A curva sai de US$ 5 bilhões no fim de 2023 e acelera forte a partir de 2025. No mesmo período, as stablecoins ultrapassaram US$ 300 bilhões.
O movimento reflete uma mudança na adoção institucional. Em vez de só buscar exposição ao preço, as instituições passaram a usar o blockchain como infraestrutura de emissão, negociação e liquidação. Numa pesquisa da EY-Parthenon e Coinbase, 73% planejavam ampliar a alocação em ativos digitais e 86% já usavam stablecoins.
A questão agora é se os sistemas descentralizados entregam o que as finanças institucionais exigem — liquidez, confiabilidade, controle regulatório e previsibilidade. A tokenização avança como tendência estrutural, mas a consolidação depende de sustentar volume e compliance ao longo do tempo.
Os RWA (ativos do mundo real) tokenizados em blockchain atingiram cerca de US$ 31,6 bilhões em junho de 2026, segundo a RWA.xyz. A curva sai de US$ 5 bilhões no fim de 2023 e acelera forte a partir de 2025. No mesmo período, as stablecoins ultrapassaram US$ 300 bilhões.
O movimento reflete uma mudança na adoção institucional. Em vez de só buscar exposição ao preço, as instituições passaram a usar o blockchain como infraestrutura de emissão, negociação e liquidação. Numa pesquisa da EY-Parthenon e Coinbase, 73% planejavam ampliar a alocação em ativos digitais e 86% já usavam stablecoins.
A questão agora é se os sistemas descentralizados entregam o que as finanças institucionais exigem — liquidez, confiabilidade, controle regulatório e previsibilidade. A tokenização avança como tendência estrutural, mas a consolidação depende de sustentar volume e compliance ao longo do tempo.
🟡 DeCripto: o que mudou na declaração de cripto do Brasil — e o risco que sobra para o investidor
A nova regra revogou a IN 1.888/19, passou a exigir reporte mensal e alinhou o país ao padrão da OCDE. Mas deixou três zonas cinzentas que recaem sobre quem declara.
Reporte mensal, escopo ampliado para staking, airdrops, mineração e DeFi, e cruzamento de dados com corretoras no exterior. Em parceria com a Fiscal Cripto, explicamos o que mudou, quanto custa errar e onde o texto deixa o investidor sem chão.
👉 Leia a edição especial completa na Newsletter Ascen Cripto
A nova regra revogou a IN 1.888/19, passou a exigir reporte mensal e alinhou o país ao padrão da OCDE. Mas deixou três zonas cinzentas que recaem sobre quem declara.
Reporte mensal, escopo ampliado para staking, airdrops, mineração e DeFi, e cruzamento de dados com corretoras no exterior. Em parceria com a Fiscal Cripto, explicamos o que mudou, quanto custa errar e onde o texto deixa o investidor sem chão.
👉 Leia a edição especial completa na Newsletter Ascen Cripto
1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) opera perto de US$ 62.700 (+4,5% em 7 dias), recuperando as perdas do fim de junho, quando chegou a tocar US$ 58,5 mil. O mercado global soma US$ 2,24 trilhões de capitalização, com a leitura de sentimento na zona de medo (índice Fear & Greed entre 15 e 44 conforme a fonte). Semana de dados macro fracos e fluxo institucional ainda hesitante.
Altcoins lideraram o repique da semana. ETH volta a US$ 1.760 (+11,9% em 7d), SOL a US$ 80 (+12%) e XRP a US$ 1,13 (+8,3%). Movimento típico de alívio após semanas de saídas, mas sem confirmação de tendência.
ETFs spot de BTC encerraram um streak de 10 dias de saídas — que drenou US$ 2,73 bi no período — com US$ 221,7 milhões de entrada líquida na quinta (02/07), o maior dia em dois meses. Atenção ao detalhe: o FBTC (Fidelity) puxou com quase US$ 166 mi, enquanto o IBIT (BlackRock) seguiu negativo (-US$ 40 mi), no 11º dia seguido de saída. No ano, o IBIT acumula US$ 5,4 bi de saídas líquidas.
Strategy (MSTR) pausou as compras de BTC entre 22 e 28/06 e mantém 847.363 BTC em tesouraria. A empresa lançou um novo arcabouço de crédito digital, com reserva em dólar de US$ 2,55 bi e recompra de até US$ 1 bi em ações — sinal de gestão de capital mais defensiva, e não mais o "comprar todo trimestre" agressivo de antes.
Solana (SOL) ganha tração institucional. Os ETFs spot de SOL registraram cerca de US$ 33 mi de entrada semanal, com o produto da Bitwise já negociando na NYSE e rendimento de staking em torno de 5% como diferencial frente ao BTC.
Regulação (CLARITY Act) entra em janela crítica. O projeto de estrutura de mercado avançou no Comitê de Bancos do Senado (15 a 9, em maio) e aguarda votação em plenário, mas o recesso de 4 de julho e o de agosto apertam o calendário. Impasses sobre linguagem de conflito de interesse seguem como o maior obstáculo.
Estrutura — leitura de curto prazo neutra a levemente positiva. O repique de preço e a virada de fluxo nos ETFs animam, mas ambos precisam de confirmação em múltiplas semanas; com sentimento em medo e desbloqueios pesados, o viés segue de cautela.
2️⃣ Macroeconomia
EUA — o payroll de junho (divulgado em 02/07) veio fraco, com apenas 57 mil vagas contra 115 mil esperadas, e revisões negativas de 74 mil em abril/maio. O desemprego caiu a 4,2%, mas por queda na participação da força de trabalho (mínima desde 2021). Mercado de trabalho esfriando, o que reforça o debate sobre cortes.
EUA (Fed) — a taxa segue em 3,50%–3,75% após o FOMC de junho. Na quarta (08/07) saem as atas do FOMC, foco da semana para calibrar o tom sobre juros. Consenso ainda é de manutenção na reunião de fim de julho — pesquisa Reuters aponta 72 de 102 economistas prevendo juros parados no restante de 2026.
Brasil — o IPCA de junho seguiu perto de 4,6% em 12 meses, ainda acima do teto de 4,5% da meta. Juro real elevado mantém o real relativamente firme, mas a inflação persistente limita o ritmo de afrouxamento.
Petróleo — WTI perto de US$ 68,50 e Brent abaixo de US$ 71, na mínima desde fevereiro. Os fluxos pelo Estreito de Hormuz superaram 10 milhões de barris/dia, aliviando o prêmio de guerra dos meses anteriores.
Geopolítica — trégua entre EUA e Irã ainda instável. Trump acusou Teerã de violar o cessar-fogo com ataques de drones no Estreito, e as conversas de paz no Catar foram adiadas pelo funeral do ex-líder supremo Ali Khamenei, a partir de 04/07. Risco de reprecificação rápida do petróleo caso a tensão escale.
Leitura geral — semana de dados leves nos EUA (foco nas atas do FOMC e nos pedidos de auxílio-desemprego), com o payroll fraco reacendendo apostas em cortes. Petróleo mais barato e Hormuz normalizando reduzem a pressão inflacionária de curto prazo, mas a geopolítica no Oriente Médio segue como principal fonte de volatilidade para risco. Para cripto, o cenário é de repique técnico buscando confirmação em meio a sentimento de medo e oferta pesada de desbloqueios.
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Daniel Ascen
🇧🇷 Polícia Federal mira bets que usam cripto para lavar dinheiro
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Em meio à adoção institucional, ao crescimento dos ETFs à vista e à queda da confiança nas moedas fiduciárias, os principais investidores e analistas macroeconômicos continuam elevando suas metas de preço para o BTC.
- Michael Saylor:
O BTC pode chegar a US$ 13 milhões até 2045.
Sua tese baseia-se na ideia de que o Bitcoin se tornará um ativo de reserva digital global, competindo gradualmente com o ouro, os imóveis e os títulos soberanos como reserva de valor.
- Cathie Wood (ARK Invest):
O cenário base da ARK projeta o Bitcoin a US$ 750 mil até 2030.
Principais fatores:
alocação institucional;
Expansão dos ETFs de Bitcoin;
Uso crescente do Bitcoin como proteção contra a inflação e a desvalorização monetária.
- Robert Kiyosaki:
Bitcoin pode ultrapassar US$ 1 milhão até 2035.
Sua perspectiva se concentra em:
a crise da dívida dos EUA;
desvalorização do dólar a longo prazo;
Rotação de capital para ativos tangíveis como:
* ouro;
* prata;
* Bitcoin.
- Arthur Hayes:
O BTC pode atingir entre US$ 750 mil e US$ 1 milhão já em 2026.
Seu principal argumento é o potencial retorno da liquidez global em dólares, juntamente com uma flexibilização monetária em larga escala por parte dos principais bancos centrais.
⚠️ Apesar dos diferentes cronogramas, quase todas as previsões compartilham uma ideia em comum:
O Bitcoin está sendo cada vez mais visto não como um ativo especulativo, mas como uma proteção macroeconômica de longo prazo e uma forma alternativa de capital de reserva global.
Fonte: cryptorank
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
➡️Criptomoeda: Representa a unidade de conta do sistema; uma moeda digital nativa, descentralizada e sem fronteiras.
➡️Criptografia: O alicerce de segurança que garante que apenas o proprietário legítimo possa movimentar seus ativos, assegurando a integridade de cada transação.
➡️Mineração: Processo competitivo e descentralizado que valida transações, emite novas moedas e protege a rede contra ataques de gasto duplo.
➡️Escassez Programada (Halving): Regra matemática que limita a oferta total a 21 milhões de unidades, tornando o Bitcoin o primeiro ativo com escassez absoluta e auditável.
➡️Chaves Públicas e Privadas: A infraestrutura de identidade digital que permite a posse soberana (autocustódia) e o envio seguro de valores sem intermediários.
➡️Blockchain: O livro-razão público e imutável que registra todo o histórico de transações, permitindo transparência total e auditoria em tempo real.
➡️Rede P2P (Nós): A malha global de computadores que sustenta o protocolo, garantindo que o sistema permaneça online e resistente à censura 24/7.
A integração desses componentes cria um sistema de liquidação final onde a política monetária é imutável e a custódia é inviolável. Em 2026, a robustez dessa arquitetura consolidou o Bitcoin como a camada base da nova infraestrutura financeira global.
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Notícias - WEEX Português
🎙️ AMANHÃ TEM AMA AO VIVO NO X SPACES! 🎙️
🎙️Sintonize através do link: https://x.com/i/spaces/1nGeLLzkrkrKX
Preparem-se para um bate-papo de alto nível! Quinta, às 19:30, a Laíse Vieira (#criptonoobr) recebe o Daniel Ascen (#ascendani) para responder tudo o que vocês quiserem saber sobre o ecossistema cripto.
E o melhor: a sua curiosidade vale USDT! 👇
🏆 Premiação: $10 para cada uma das 4 melhores perguntas enviadas!
⏰ Horário: Quinta, 9 de julho, às 20:30
https://forms.gle/z4Jv7Ric1vMat9YQ6 (o membro vai ter sua pergunta lida e deve estar participando para ganhar)
Preencha o formulário agora mesmo e garanta a sua chance de ser lido ao vivo (e ainda sair com prêmio na carteira)! 🔥
🎙️Sintonize através do link: https://x.com/i/spaces/1nGeLLzkrkrKX
Preparem-se para um bate-papo de alto nível! Quinta, às 19:30, a Laíse Vieira (#criptonoobr) recebe o Daniel Ascen (#ascendani) para responder tudo o que vocês quiserem saber sobre o ecossistema cripto.
E o melhor: a sua curiosidade vale USDT! 👇
🏆 Premiação: $10 para cada uma das 4 melhores perguntas enviadas!
⏰ Horário: Quinta, 9 de julho, às 20:30
https://forms.gle/z4Jv7Ric1vMat9YQ6 (o membro vai ter sua pergunta lida e deve estar participando para ganhar)
Preencha o formulário agora mesmo e garanta a sua chance de ser lido ao vivo (e ainda sair com prêmio na carteira)! 🔥
Forwarded from Daniel Ascen
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Daniel Ascen
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) negocia perto de US$ 64.200, alta de cerca de +4% em 7 dias, recuperando de patamares próximos de US$ 62 mil no início do período. Mesmo assim, o índice de medo e ganância segue em 26 (Medo), oscilando entre 22 e 28 na semana — preço reagindo, sentimento ainda travado.
Altcoins tiveram desempenho misto. ETH subiu +3,3% para a casa de US$ 1.800; SOL foi o destaque, com +10,8% em 7 dias, negociando ~US$ 77; XRP ficou praticamente estável em torno de US$ 1,10, ainda perto da mínima de 19 meses (US$ 1,01) tocada no fim de junho.
ETFs spot de BTC voltaram a captar, com 3 pregões seguidos de entradas somando cerca de US$ 510 milhões e encerrando uma sequência de 10 dias e US$ 2,73 bilhões de saídas. O IBIT da BlackRock liderou (um dia sozinho com US$ 209 milhões). Nos ETFs de ETH, entradas modestas de ~US$ 29 milhões, com o BTC atraindo cerca de 9x mais capital.
Strategy (MSTR) deu mais um passo defensivo — depois de pausar as compras no fim de junho, agora vendeu 3.588 BTC por ~US$ 216 milhões para bancar dividendos de suas preferenciais, a primeira venda da história da empresa. A tesouraria caiu de 847.363 para 843.775 BTC. Sinal simbólico para o setor de tesourarias corporativas, que vinha tratando a Strategy como o comprador que "nunca vende".
Desbloqueios de tokens da semana somam cerca de US$ 200 milhões, liderados por PUMP, HYPE e APT. A diluição relativa é modesta na maioria dos nomes, mas concentra pressão de oferta em ativos de menor liquidez e mexe mais com posicionamento em derivativos do que com o spot.
Regulação volta ao radar com o retorno do Senado dos EUA em 13/07. O CLARITY Act segue travado por três impasses, e restam ~3 semanas úteis antes do recesso de agosto — visto como a última janela realista para 2026 (mercados de previsão precificam aprovação em 42–50%, ante 82% em fevereiro). Em paralelo, a SEC avança regras próprias, incluindo a Regulation Crypto, primeira isenção de captação cripto-específica.
Estrutura de curto prazo permanece de consolidação. Preço se recuperando mas ainda em zona de Medo, fluxo de ETFs recém-virado positivo e agenda macro carregada nos EUA sugerem que a semana deve ser guiada mais pelos dados de inflação do que por fatores cripto-específicos
2️⃣ Macroeconomia
EUA têm a semana dominada pela inflação. O CPI de junho sai na terça (14/07), com expectativa de 3,9% no headline anual e 2,9% no núcleo — ambos bem acima da meta de 2% do Fed. O PPI vem na quarta (15/07) e as vendas no varejo na quinta (16/07)
Fed entra em foco com a primeira ida ao Congresso do presidente Kevin Warsh (empossado em 22/05) na quarta (15/07). O mercado observa o tom após dados de emprego mais fracos, num momento em que Warsh busca reforçar a credibilidade antiinflacionária da autoridade. Não há reunião do FOMC nesta semana
Brasil segue com a Selic em 14,25% após o corte de 0,25 p.p. em junho, e o Copom manteve tom conservador — novos cortes não estão garantidos e a próxima decisão só em agosto. A projeção de IPCA para 2026 está em 5,2%, ainda acima do teto da meta
Petróleo subiu na semana. O Brent rondou US$ 76 (ganho de ~6%) e o WTI, ~US$ 71, com prêmio de risco reativado por novos ataques entre EUA e Irã que atrapalham o tráfego de navios pelo Estreito de Hormuz. Do lado da oferta, os Emirados Árabes elevaram a produção a recorde para compensar disrupções
Geopolítica volta a pesar. O cessar-fogo entre EUA e Irã foi dado como efetivamente encerrado, embora as negociações sigam abertas. Como o Estreito de Hormuz escoa cerca de 20% do petróleo e gás do mundo, qualquer escalada tende a se transmitir rápido para energia e inflação
Leitura geral — a semana é de dados sobre narrativa. Inflação americana acima da meta, um Fed mais duro sob Warsh e o risco geopolítico no petróleo mantêm o pano de fundo cauteloso para ativos de risco. No cripto, a recuperação de preço e o alívio nos fluxos de ETFs ajudam na margem, mas o mercado ainda opera em Medo e à espera do CPI para definir direção
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Durante esse período, o mercado passou por:
O colapso do Monte Gox;
Proibições e restrições impostas pela China;
O ciclo de mercado de baixa de 2018;
A crise de 2020 provocada pela COVID;
Falências de grandes empresas do setor, incluindo a FTX;
Aumento da pressão regulatória global.
Ao mesmo tempo, a rede continuou a operar sem interrupções, enquanto as principais métricas — taxa de hash, liquidez e participação institucional — mantiveram uma tendência de crescimento a longo prazo.
Nos últimos 15 anos, o Bitcoin evoluiu de um ativo de nicho para cypherpunks para um componente da infraestrutura financeira institucional, com participação de ETFs, empresas públicas e capital tradicional.
Fonte: Cryptorank
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
- Tecnologia: Daml, Canton Protocol, sub-ledgers e Global Synchronizer.
- Privacidade: Interoperabilidade institucional sem exposição de dados.
- Tokenomics (CC): Mecanismos de valor, burn-and-mint e tese do token.
- Métricas: Validadores, taxas diárias, market cap e liquidez.
- Adoção: DTCC, Broadridge, Visa, stablecoins e Treasuries tokenizados.
- Competição: Canton vs. Ethereum, R3 Corda, JPM Kinexys, Avalanche, XRPL e Chainlink.
- Riscos: Value accrual, regulação e liquidez.
- Outlook 2026: Finanças sincronizadas e projeções de queima de CC.
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Mercado de Criptoativos (7d variação, valores em dólar)
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Daniel Ascen
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
1️⃣ Criptoativos
Bitcoin (BTC) — negocia entre US$63 mil e US$65 mil (cotado perto de US$64,8 mil), alta de +1,6% em 7 dias. Segurou o suporte mesmo com o choque do petróleo e o clima de aversão a risco global.
Altcoins — Ethereum (ETH) entre US$1.840 e US$1.900 (+4% em 7 dias), o melhor desempenho entre as grandes; Solana (SOL) entre US$74 e US$76 (-1,7%) e XRP entre US$1,08 e US$1,10 (-0,4%), ambas de lado.
ETFs spot — os fundos de Bitcoin encerraram 8 semanas de saídas com +US$197 milhões na semana até 10/07, mas o fluxo voltou a ficar volátil (saída de ~US$425 milhões em 13/07, seguida de entradas em 15/07 e 16/07); o IBIT da BlackRock segue líder, com ~US$60,3 bilhões acumulados. Os ETFs de Ethereum também romperam a sequência negativa, com +US$84,4 milhões na semana até 11/07 e o ETHA da BlackRock puxando o fluxo.
Strategy (MSTR) — a empresa de Michael Saylor interrompeu as compras e chegou a vender 3.588 BTC (~US$216 milhões) para bancar dividendos de ações preferenciais. Mantém 843.775 BTC a custo médio de ~US$75.476 — acima do preço atual, o que a coloca no prejuízo na marcação a mercado.
Desbloqueios de tokens — a onda de unlocks segue pressionando a oferta, com PUMP liderando (~US$139 milhões, primeiro cliff de equipe e investidores) e ARB e SEI entre os destaques da semana.
Segurança — o protocolo Ostium sofreu um exploit de oráculo em 15/07, com ~US$18 a 24 milhões drenados de seu vault público, reacendendo o alerta sobre riscos de DeFi em meio à aversão a risco.
Regulação (EUA) — o CLARITY Act (marco de estrutura de mercado cripto) segue travado no Senado, sem tempo de plenário alocado. O recesso de 07/08 vira prazo prático, e as apostas de sanção ainda em 2026 caíram para ~39%.
Estrutura — sentimento em medo extremo (índice na casa de 22 a 25), com o mercado preso entre o suporte do BTC e o choque do petróleo. Sem gatilho positivo claro, o viés de curto prazo segue defensivo até o FOMC de 29/07.
2️⃣ Macroeconomia
EUA — semana leve em dados macro e já em blackout do Fed antes do FOMC de 28–29/07 (decisão em 29/07). No radar, os PMIs preliminares (24/07), os pedidos de auxílio-desemprego e dados de moradia.
Earnings (Big Techs) — semana decisiva de resultados, com Alphabet e Tesla em 22/07 e, na sequência, Microsoft, Amazon e Meta — juntas, cerca de US$16 trilhões em valor de mercado. O foco será o capex de IA, e o tom desses balanços tende a ditar o apetite a risco que respinga no cripto.
Petróleo — Brent perto de US$88 e WTI em torno de US$82, com alta de +14% na semana. O salto foi puxado pela escalada militar entre EUA e Irã no Golfo Pérsico.
Geopolítica — os EUA reimpuseram um bloqueio naval a portos iranianos perto do Estreito de Hormuz, e o tráfego comercial na rota — por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — segue limitado. É o principal vetor de risco para os mercados no momento.
Brasil — o IPCA-15 de julho sai na semana (por volta de 24/07) e serve de prévia para o próximo passo do Copom, que só volta a se reunir em 04–05/08. A Selic segue em 14,25% após o corte de junho.
Leitura geral — a semana tem dois motores: os balanços das Big Techs e a tensão EUA–Irã no petróleo. Com o Fed em silêncio e o calendário macro fraco, o mercado deve operar reativo a esses dois eixos, e o cripto tende a seguir o humor de risco das bolsas até a decisão do FOMC.
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
⚽️ Neymar usa camiseta de R$ 2,4 mil com nome de Satoshi
-
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
❤1