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O mercado de ações tokenizadas passou por uma expansão vertical, saindo de discretos US$ 2,09 milhões em junho de 2025 para expressivos US$ 486,69 milhões em março de 2026. Impulsionado por plataformas como Backed Finance (xStocks) e Ondo Finance, o setor viu sua capitalização triplicar em janelas curtas de tempo com a chegada de papéis de gigantes como Tesla, Nvidia e Alphabet ao ambiente onchain.
Essa estrutura permite que ações de empresas tradicionais sejam negociadas em redes blockchain, garantindo liquidez 24/7 e fracionamento de ativos de alta performance. O movimento sugere uma migração institucional acelerada, onde investidores buscam a segurança do mercado de capitais tradicional com a eficiência operacional e a transparência da infraestrutura cripto.
Atualmente, a Circle (CRCL) consolidou-se como a líder absoluta do segmento, detendo 35,2% de participação de mercado com um valor de US$ 171,39 milhões. Embora a Tesla tenha liderado o setor inicialmente, chegando a dominar 32,2% do mercado em 2025, o cenário atual mostra uma maturidade maior e uma distribuição de capital entre diferentes emissores e protocolos de tokenização.
A diversificação do ecossistema é confirmada pela ascensão de outras Big Techs e empresas estratégicas. Nvidia (8,8%), Alphabet (7,6%) e MicroStrategy (5,4%) completam o ranking das maiores ações tokenizadas, sinalizando que o apetite do investidor onchain está focado em ativos de tecnologia e empresas com forte correlação ao crescimento da economia digital.
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): em torno de US$ 73.000, abaixo das principais médias móveis. Os ETFs spot de BTC acumulam mais de US$ 2 bilhões em saída desde 14/05, sendo US$ 223 milhões só em 28/05. Fear & Greed em 22 (medo extremo).
• Altcoins: ETH em ~US$ 2.000, negociado próximo dessa região, com os ETFs de Ethereum também em resgate. Dominância do BTC elevada e pouca rotação para ativos menores.
• XRP: em ~US$ 1,32, com os ETFs do ativo registrando entrada líquida mesmo na semana de saída generalizada — cerca de US$ 35 milhões entre 20 e 29/05, lideradas pela Bitwise, enquanto BTC e ETH perderam cerca de US$ 2 bilhões juntos. Sinal de demanda institucional seletiva.
• CLARITY Act: aprovado no comitê por 15-9 em 14/05, segue para o plenário do Senado, onde precisa de 60 votos. Estabelece critérios para dividir a supervisão entre SEC e CFTC, reforçando a tese de commodity para ativos como o XRP.
• Solana (SOL): em ~US$ 81, testando a zona de suporte de US$ 80-90. A SOL já tem ETFs spot em negociação desde outubro de 2025. O foco agora é o upgrade Alpenglow, que promete reduzir a finalização de transações para 100-150 milissegundos e impulsionar a atividade on-chain.
• Hyperliquid (HYPE): os ETFs spot lançados em maio (Bitwise e 21Shares) já acumulam mais de US$ 130 milhões em ativos e seguiram captando mesmo durante a queda do mercado. A Grayscale avançou com nova emenda do seu pedido em 22/05. O token marcou máxima histórica acima de US$ 64 em 27/05, na contramão do mercado.
• Estrutura: BTC abaixo das médias e ETFs em saída mantêm o viés defensivo. A exceção é a demanda institucional seletiva — XRP e HYPE atraindo fluxo enquanto BTC e ETH perdem. Reversão ampla depende de estabilização nos juros e no apetite a risco.
2️⃣ Macroeconomia 📊
• EUA — Inflação: os dados já divulgados vieram quentes. CPI de abril em 3,8% (máxima de três anos), PPI em 6% e o PCE — medida preferida do Fed — em 3,8%, com núcleo a 3,3%. O mercado tirou os cortes da mesa e a alta de juros voltou a ser cogitada. Warsh assumiu o Fed em 22/05 e tem a primeira reunião em 16-17/06.
• EUA — Semana de emprego: 01/06 ISM Industrial; 02/06 JOLTS (vagas abertas); 03/06 ADP, ISM de Serviços e Beige Book; 04/06 seguro-desemprego; e o payroll de maio na sexta, 05/06, com a taxa de desemprego. Em abril foram criados 115 mil empregos, acima do esperado.
• Petróleo: o Brent recuou para perto de US$ 91 e o WTI para ~US$ 88, acumulando queda de 17-19% em maio — o pior mês desde 2020. O alívio na energia é um dos principais vetores desinflacionários à frente.
• Geopolítica: a queda do petróleo reflete um memorando de 60 dias entre EUA e Irã que pausaria as hostilidades e poderia reabrir o Estreito de Hormuz. O acordo ainda não foi aprovado por Trump e os ataques continuaram — o Irã mirou o Kuwait em 28/05. A trégua é frágil e a reabertura do fluxo seria gradual.
• Leitura geral: a queda do petróleo alivia a inflação à frente, mas os dados quentes que já entraram encurralam o Fed — cortar agora soaria como tolerar inflação estrutural, no primeiro teste de Warsh. A semana de emprego define qual narrativa prevalece até 16/06. Volatilidade elevada com cripto em modo defensivo.
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🤖 Robinhood libera agentes de IA para operar por conta dos clientes
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) negocia próximo de US$ 63.000, com recuperação moderada nesta segunda após uma semana de forte pressão. A mínima intradiária ficou próxima de US$ 61.200, em um movimento ainda condicionado por saídas de ETFs, juros elevados e menor apetite por risco.
• Altcoins seguem em leitura defensiva. ETH opera em torno de US$ 1.670, SOL próximo de US$ 66 e XRP perto de US$ 1,14. A alta pontual do dia ainda não muda o quadro de baixa rotação para ativos menores.
• ETFs spot de Bitcoin nos EUA encerraram uma sequência recorde de 13 dias de saída líquida, com cerca de US$ 4,37 bilhões em resgates desde meados de maio. Os ETFs de Ethereum também romperam uma sequência de 17 dias de saída, mas o fluxo institucional ainda segue frágil.
• Strategy (MSTR) voltou ao centro da leitura de mercado após vender 32 BTC entre 26/05 e 31/05, a um preço médio de US$ 77.135, para financiar distribuições de ações preferenciais. O valor é pequeno frente à posição total da companhia, mas chamou atenção por quebrar a narrativa de acúmulo contínuo.
• Solana (SOL) mantém um componente estrutural ligado à demanda institucional, mas também foi afetada pela pressão sobre produtos cripto. A maior clareza regulatória nos EUA para categorias de criptoativos ajuda o debate institucional, embora ainda não elimine totalmente a incerteza jurídica sobre ativos específicos.
• Desbloqueios de tokens somam cerca de US$ 938 milhões previstos entre 08/06 e 14/06, com destaque para RAIN, ASTER, HOME, STABLE, ADI, CC, PUMP, WET e ME. Em um mercado já defensivo, novos desbloqueios aumentam a atenção sobre liquidez e pressão de oferta.
• Estrutura segue frágil no curto prazo. BTC tenta estabilizar após a queda, mas os fluxos de ETFs, a pressão sobre tesourarias corporativas e o ambiente macro ainda limitam uma recuperação mais ampla do mercado cripto.
2️⃣ Macroeconomia 📊
• EUA — 10/06 e 11/06 saem o CPI de maio na quarta-feira e o PPI de maio na quinta-feira. Em abril, o CPI avançou 0,6% no mês e 3,8% em 12 meses, com núcleo em 2,8%. O payroll de maio, com 172 mil vagas e desemprego em 4,3%, reforçou a leitura de Fed mais cauteloso.
• Brasil — 12/06 e 17/06 sai o IPCA de maio nesta semana, enquanto o Copom decide a Selic na semana seguinte. A leitura ganha peso porque a taxa está em 14,5%, com o BC destacando inflação de serviços e os riscos do petróleo sobre a trajetória de preços.
• Petróleo voltou a subir com a reescalada no Oriente Médio. O Brent opera próximo de US$ 96–97 e o WTI perto de US$ 93–94, mantendo pressão sobre expectativas de inflação e ativos sensíveis a juros.
• Geopolítica segue concentrada no Oriente Médio e no Estreito de Hormuz. A nova rodada de ataques entre Israel e Irã elevou o prêmio de risco e voltou a colocar energia, inflação e cadeias globais no centro da precificação.
• Leitura geral a semana combina inflação nos EUA, IPCA no Brasil, petróleo elevado e cripto pressionado por fluxos. Na sequência, FOMC e Copom decidem juros em 17/06, concentrando os dois principais bancos centrais no mesmo radar. Volatilidade elevada enquanto juros longos, petróleo e geopolítica não mostram sinais mais claros de estabilização.
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Em 2020, o BTC dominava esse tipo de fluxo. Em 2025, sua participação torna-se marginal, refletindo maior rastreabilidade, maturidade do ecossistema e avanço de mecanismos regulatórios e de monitoramento.
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Nele, falo também sobre Hayek, economia monetária, Teoria Quantitativa da Moeda, monetarismo x libertarianismo e até uma fábrica de botões.
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🏛 A Circle consolidou-se como o principal ativo da categoria, detendo US$ 171,39 milhões em valor de mercado. Sua dominância de 35,2% é sustentada por dois veículos principais: o CRCLON (Ondo), com US$ 130,30 milhões, e o CRCLX (Backed), com US$ 41,08 milhões.
A Tesla, que liderou o setor no lançamento com um pico de US$ 73,80 milhões em janeiro de 2026, recuou para US$ 61,70 milhões. Consequentemente, sua participação de mercado foi ajustada de 32,2% (em seu auge em agosto de 2025) para os atuais 12,7%.
A demanda on-chain permanece concentrada em ativos de tecnologia. Nvidia (US$ 42,59 milhões), Alphabet (US$ 36,91 milhões) e MicroStrategy (US$ 26,15 milhões) completam o ranking das maiores capitalizações, reforçando a tese de tokenização de equities de alto crescimento.
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🟠 Tether Já Carrega Mais Treasuries do que Alemanha, Coreia do Sul e Emirados
🏦 Segundo os dados do TIC (Treasury International Capital) do Tesouro Americano, a Tether detém US$ 141 bilhões em títulos da dívida dos EUA, sendo cerca de US$ 122 bilhões em Treasuries diretos e o restante em operações de repo e fundos de mercado monetário. O volume a coloca à frente de países como Alemanha, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos. Se fosse um Estado, estaria entre os 18 maiores detentores de dívida americana do planeta.
Enquanto grandes compradores soberanos reduzem ou estabilizam suas carteiras de Treasuries, emissoras de stablecoins criam uma demanda estrutural e crescente pelos mesmos papéis. A Tether sozinha absorve mais dívida americana do que a maioria das economias industrializadas, financiando o governo dos EUA como subproduto direto da emissão de USDT.
O que isso revela é uma fusão já consolidada entre o ecossistema cripto e o mercado de dívida soberana.
🏦 Segundo os dados do TIC (Treasury International Capital) do Tesouro Americano, a Tether detém US$ 141 bilhões em títulos da dívida dos EUA, sendo cerca de US$ 122 bilhões em Treasuries diretos e o restante em operações de repo e fundos de mercado monetário. O volume a coloca à frente de países como Alemanha, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos. Se fosse um Estado, estaria entre os 18 maiores detentores de dívida americana do planeta.
Enquanto grandes compradores soberanos reduzem ou estabilizam suas carteiras de Treasuries, emissoras de stablecoins criam uma demanda estrutural e crescente pelos mesmos papéis. A Tether sozinha absorve mais dívida americana do que a maioria das economias industrializadas, financiando o governo dos EUA como subproduto direto da emissão de USDT.
O que isso revela é uma fusão já consolidada entre o ecossistema cripto e o mercado de dívida soberana.
1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) negocia na região de US$ 63 mil a US$ 65 mil, com tentativa de estabilização após semanas de pressão nos ETFs spot. O mercado ainda não mostra reversão clara, mas a redução das saídas institucionais diminui a pressão imediata sobre o ativo.
• Altcoins seguem em leitura defensiva, com ETH na faixa de US$ 1,6 mil a US$ 1,7 mil, SOL entre US$ 65 e US$ 70 e XRP próximo da região de US$ 1,10 a US$ 1,20. A melhora pontual nos preços ainda não indica rotação ampla para ativos menores.
• Solana (SOL) ganhou um vetor técnico relevante com o avanço do Alpenglow, maior reformulação de consenso da rede. O upgrade está em testes com validadores e busca reduzir a finalização de transações para a casa de milissegundos, substituindo partes centrais da arquitetura atual da Solana.
• Ethereum segue avançando em segurança de uso com o padrão Clear Signing. A proposta busca reduzir assinaturas cegas em carteiras, mostrando de forma legível quais ativos estão sendo movimentados, para quem e quais permissões o usuário está concedendo.
• Tokenização e RWA voltaram ao centro da agenda. A Securitize expandiu seu fundo tokenizado de CLOs AAA para a Solana, com plano de alocação de US$ 250 milhões pela Ethena. O movimento reforça a disputa por infraestrutura de crédito privado e ativos reais on-chain.
• Infraestrutura cross-chain segue sob revisão após o caso Kelp/LayerZero. O exploit atingiu a configuração do rsETH da KelpDAO em uma ponte omnichain e expôs o risco de modelos com verificação concentrada. Para DeFi e RWA, segurança entre redes tende a ganhar mais peso que apenas velocidade ou custo.
• Desbloqueios de tokens têm volume menor que no início de junho, mas ainda merecem acompanhamento. Agregadores indicam cerca de US$ 60 milhões em unlocks nos próximos sete dias, com eventos em ARB, VANA, ZK, ZRO, STRK e outros ativos de infraestrutura e L2s.
• Estrutura segue frágil, mas menos pressionada do que nas semanas anteriores. O fluxo dos ETFs continua sendo um dos principais vetores de curto prazo para o BTC, enquanto o restante do mercado depende de melhora na liquidez, redução do risco macro e retomada de demanda por narrativas estruturais.
2️⃣ Macroeconomia 📊
• EUA — 17/06 o FOMC decide juros na primeira reunião sob Kevin Warsh como chairman do Fed. A manutenção da taxa é o cenário-base, mas o foco estará no comunicado, no Summary of Economic Projections e no tom sobre inflação após CPI e PPI pressionados.
• EUA — inflação o CPI de maio veio em 0,5% no mês e 4,2% em 12 meses, com energia como principal vetor da alta. O PPI avançou 1,1% no mês e 6,5% em 12 meses, reforçando a leitura de pressão na cadeia de preços antes da decisão do Fed.
• Brasil — 17/06 o Copom decide a Selic na mesma janela do FOMC. O IPCA de maio veio em 0,58% e 4,72% em 12 meses, acima do teto da meta. Com a Selic em 14,5%, o foco está na inflação de serviços, na dependência dos próximos dados e no risco do petróleo sobre a trajetória de preços.
• Petróleo segue como variável central para inflação global. O Brent voltou para a região de US$ 85 a US$ 90, após sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã, mas a trajetória ainda depende da normalização do Estreito de Hormuz e da redução do prêmio geopolítico.
• Geopolítica continua concentrada no Oriente Médio. A possibilidade de acordo entre EUA e Irã reduziu parte do estresse no petróleo, mas a incerteza sobre Hormuz, sanções, tráfego marítimo e segurança energética ainda mantém pressão sobre expectativas de inflação.
• Leitura geral a semana concentra os bancos centrais no radar. Nos EUA, o tom de Warsh importa mais que a decisão em si; no Brasil, o IPCA acima do teto da meta limita o espaço para cortes mais agressivos. Cripto começa a semana mais estável, mas ainda dependente de ETFs, juros longos, petróleo e geopolítica.
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⚽️ Copa do Mundo leva mercados preditivos a um recorde de bilhões
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Ativos do mundo real são bens e instrumentos financeiros tradicionais, como imóveis, títulos públicos, crédito privado e commodities, que podem ser representados ou tokenizados na blockchain.
Esse perfil reforça que a tokenização tem avançado prioritariamente sobre instrumentos de renda fixa e ativos com fluxo previsível, indicando que a adoção institucional está focada em eficiência operacional e gestão de liquidez, antes de migrar para classes de maior risco.
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- Arquitetura técnica: Polygon, tokens condicionais (CTF) e oráculo UMA
- Modelo econômico, monetização e histórico de captação (ICE, ~US$ 15B)
- Métricas de volume, traders ativos e acurácia
- Reentrada nos EUA: QCEX, CFTC e lançamento gradual
- Análise competitiva: Polymarket vs. Kalshi, FanDuel/CME, DraftKings e Robinhood
- Riscos regulatórios, éticos e de integridade de mercado
- Perspectiva 2026: Copa do Mundo, dados institucionais e token POLY
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O mercado é amplamente dominado por dois players: PAXG e XAUT. Nos últimos 15 meses, o PAXG registrou uma média mensal de US$ 5,72 bilhões, enquanto o XAUT manteve US$ 5,32 bilhões. Juntos, eles representam a quase totalidade do volume, enquanto novos entrantes e implementações omnichain, como o XAUT0, ainda buscam escala.
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