1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): negocia em torno de US$ 77.000 após ter rompido brevemente os US$ 79.000 na semana passada — nível que coincide com o custo médio estimado dos investidores ativos na rede. Quando o BTC cai abaixo desse patamar, historicamente marca capitulação ou início de correção mais profunda. Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram saída líquida superior a US$ 1 bilhão na semana encerrada em 15/05.
• Altcoins: ETH em ~US$ 2.100 (menor abertura desde 07/04), SOL em ~US$ 84, XRP em ~US$ 1,39. Os ETFs de Ethereum também registraram saída de US$ 255 milhões na semana. O mercado segue em modo defensivo, com o Bitcoin concentrando a maior parte do volume e pouca rotação para ativos menores.
• CLARITY Act: o projeto de lei que busca criar o primeiro marco regulatório abrangente para criptoativos nos EUA foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado por 15-9, com dois democratas (Angela Alsobrooks e Ruben Gallego) votando a favor. O texto define a divisão de responsabilidades entre a SEC e a CFTC (os dois principais reguladores financeiros americanos) e agora segue para votação no plenário do Senado. A questão ética envolvendo os interesses cripto da família Trump permanece não resolvida.
• Bitcoin Depot: a maior operadora de caixas eletrônicos de Bitcoin da América do Norte pediu falência nesta segunda-feira e desligou toda a sua rede de mais de 9.000 máquinas. A empresa citou o aumento de custos regulatórios, restrições estaduais e processos ligados a fraudes como causas. É o fim simbólico de um modelo de acesso ao varejo que perdeu espaço para ETFs, corretoras e aplicativos de pagamento.
• Strategy (STRC): a data ex-dividendo do STRC foi em 15/05. Dados da K33 Research mostram um padrão — após a ex-dividendo de abril, a Strategy comprou 46.872 BTC. Se o padrão se repetir, pode gerar pressão compradora relevante nas próximas semanas.
• Estrutura: o mercado devolveu o rali que seguiu a aprovação do CLARITY Act e voltou a operar guiado pelo cenário macroeconômico. Com o BTC abaixo do custo médio estimado dos investidores e ETFs em saída, o viés de curto prazo é defensivo.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA — Kevin Warsh: confirmado como novo presidente do Federal Reserve (banco central americano) em 13/05 por 54 votos a 45 no Senado. Warsh chega com expectativa política de juros mais baixos, mas em um ambiente que pode forçar postura mais dura — inflação em alta, petróleo acima de US$ 100 e um bloco interno do Fed mais resistente a cortes. Sua primeira reunião de política monetária será em 16-17/06.
• EUA — 20/05: ata da reunião do Fed de 28-29/04, a última sob o comando de Jerome Powell. Os juros foram mantidos em 3,50%-3,75%, mas com 4 votos contrários — a decisão mais dividida em anos.
• EUA — 21/05: pedidos de seguro-desemprego semanais + PMI preliminar de maio. O PMI (índice dos gerentes de compras) mede a saúde da atividade econômica — acima de 50 indica expansão, abaixo indica contração. Na leitura final de abril, o índice composto ficou em 51,7, perto da linha divisória. O dado desta semana é o primeiro termômetro da economia com petróleo acima de US$ 100. Em paralelo, o título do Tesouro americano de 30 anos foi leiloado acima de 5% pela primeira vez desde 2007, e o mercado já precifica probabilidade relevante de alta de juros até 2027 — em contraste total com a narrativa de cortes que prevalecia até pouco tempo atrás.
• Leitura geral: o mercado de títulos públicos americanos é o problema central da semana. Com a inflação ao produtor (PPI) em 6% ao ano, CPI em 3,8% e os juros de 30 anos acima de 5%, o espaço para corte de juros desapareceu. O Estreito de Hormuz segue fechado, petróleo entre US$ 105 (WTI) e US$ 110 (Brent), e a nova proposta de acordo do Irã foi considerada insuficiente por Washington. O cenário é de volatilidade elevada até que os juros longos se estabilizem. Ativos de risco — incluindo cripto — dependem dessa estabilização para encontrar piso.
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Em cripto, o padrão é semelhante. Primeiro o valor foi capturado por infraestrutura base: Bitcoin, Ethereum, exchanges e provedores de liquidez.
Só depois vieram as aplicações — DeFi, stablecoins, RWA e outras camadas de uso.
Fonte: Bloomberg.
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🍕Em 22 de maio de 2010, um programador trocou 10.000 bitcoins por duas pizzas e, sem saber, fez a primeira compra da história com cripto. Mas a história por trás do Bitcoin Pizza Day vai muito além das pizzas.
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O Bitcoin representa hoje 0,25% da riqueza global, uma fração do conjunto de capital estimado em US$ 490 trilhões.
A tese de investimento não depende do Bitcoin superar um conjunto estático de capital, mas sim de sua capacidade de ganhar participação em uma base monetária que se expande aceleradamente.
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) - inicia a semana próximo da região de US$ 77 mil, sensível a juros longos, dólar, petróleo e fluxo institucional via ETFs. O feriado de Memorial Day nos EUA reduz a liquidez no início da semana.
• Fundos e ETFs cripto - os produtos de investimento em ativos digitais vieram de saídas líquidas relevantes, pressionadas por Bitcoin e Ethereum. O mercado observa se o PCE dos EUA amplia a aversão ao risco ou permite estabilização dos fluxos.
• Stablecoins - 25/05 - a Tether anunciou o plano de lançar o GEL₮, stablecoin vinculada ao lari georgiano, em parceria com o governo da Geórgia. O tema reforça stablecoins como infraestrutura de pagamentos e liquidação, mas mantém o debate regulatório no centro do setor.
• Regulação cripto nos EUA - o mercado segue digerindo o avanço do CLARITY Act no Comitê Bancário do Senado em 14/05. O projeto busca reduzir a incerteza sobre competência entre SEC e CFTC, classificação de tokens, DeFi, plataformas de negociação e rewards de stablecoins.
• Regulação cripto no Brasil - stablecoins e cartões cripto seguem no radar após a Resolução BCB 561/2026, que entra em vigor em 01/10/2026. A norma não proíbe stablecoins no Brasil, mas restringe o uso de ativos virtuais na liquidação entre prestadores de eFX e contrapartes no exterior.
• Cardano (ADA) - 29/05 - alvo de submissão de ação de governança para mainnet relacionada à atualização Protocol Version 11, conhecida como Van Rossem. A data deve ser tratada como coordenação de governança, não como execução garantida do hard fork.
• Estrutura - a semana segue dependente de liquidez global, ETFs, regulação e stablecoins. Bitcoin e Ethereum continuam como principais termômetros de risco, enquanto altcoins permanecem mais sensíveis a eventos específicos e menor liquidez.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA - 25/05 - mercados tradicionais fechados pelo Memorial Day. A menor liquidez pode deixar cripto mais dependente de fluxo próprio no início da semana.
• EUA - 26/05 - confiança do consumidor. O dado ajuda a medir consumo, atividade econômica e expectativa para juros.
• EUA - 28/05 - PCE, núcleo do PCE, renda pessoal, gastos pessoais, bens duráveis, pedidos de auxílio-desemprego, vendas de novas moradias e segunda estimativa do PIB do 1T26. O PCE é a principal métrica de inflação acompanhada pelo Federal Reserve.
• Brasil - 27/05 - IPCA-15 de maio. A prévia da inflação oficial tende a ser o principal dado doméstico da semana.
• Brasil - 28/05 - IGP-M, IPP e PNAD Contínua mensal. O conjunto ajuda a medir inflação no atacado, preços ao produtor e mercado de trabalho.
• Brasil - 29/05 - PIB do 1T26. O dado será relevante para avaliar a força da atividade em ambiente de juros elevados.
• Global - 27/05 a 29/05 - inflação da Austrália, decisão de juros da Coreia do Sul e inflação preliminar na Europa entram no radar. O impacto direto em cripto é secundário, mas afeta a leitura global sobre inflação, juros e apetite por risco.
• Leitura geral - o principal gatilho é o PCE dos EUA em 28/05. Um dado acima do esperado tende a pressionar juros longos, dólar e ativos de risco. Um dado positivo pode aliviar condições financeiras e favorecer recuperação tática em cripto.
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Fonte: The Block
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Entre 11 e 17 de maio de 2026, a Strategy adquiriu mais 24.869 BTC. O aporte de US$ 2,01 bilhões foi realizado a um preço médio de US$ 80.985 por unidade. Com este movimento, a empresa atinge a marca histórica de deter mais de 4% de toda a oferta monetária que existirá na história do Bitcoin.
📊 A operação foi financiada via programa at-the-market (ATM), com a emissão de US$ 1,95 bilhão em ações preferenciais (STRC) e US$ 83,7 milhões em ordinárias (MSTR). O custo médio acumulado da posição agora é de US$ 75.700 por BTC, resultando em um retorno (Yield) de 12,6% apenas neste ano.
Pela primeira vez, Michael Saylor indicou que a empresa pode vender frações da posição para honrar dividendos preferenciais. O objetivo é converter o Bitcoin em um ativo classificado positivamente por agências de rating. Contudo, o impacto líquido permanece otimista: a Strategy planeja comprar 20 BTC para cada 1 eventualmente vendido.
A Strategy deixou de ser uma empresa de software para se tornar o maior veículo de acumulação institucional do mundo. Ao deter 4% da oferta máxima, a companhia cria uma escassez reflexiva no mercado: quanto mais ela compra, menor a liquidez disponível, elevando o custo de entrada para novos players institucionais.
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O mercado de ações tokenizadas passou por uma expansão vertical, saindo de discretos US$ 2,09 milhões em junho de 2025 para expressivos US$ 486,69 milhões em março de 2026. Impulsionado por plataformas como Backed Finance (xStocks) e Ondo Finance, o setor viu sua capitalização triplicar em janelas curtas de tempo com a chegada de papéis de gigantes como Tesla, Nvidia e Alphabet ao ambiente onchain.
Essa estrutura permite que ações de empresas tradicionais sejam negociadas em redes blockchain, garantindo liquidez 24/7 e fracionamento de ativos de alta performance. O movimento sugere uma migração institucional acelerada, onde investidores buscam a segurança do mercado de capitais tradicional com a eficiência operacional e a transparência da infraestrutura cripto.
Atualmente, a Circle (CRCL) consolidou-se como a líder absoluta do segmento, detendo 35,2% de participação de mercado com um valor de US$ 171,39 milhões. Embora a Tesla tenha liderado o setor inicialmente, chegando a dominar 32,2% do mercado em 2025, o cenário atual mostra uma maturidade maior e uma distribuição de capital entre diferentes emissores e protocolos de tokenização.
A diversificação do ecossistema é confirmada pela ascensão de outras Big Techs e empresas estratégicas. Nvidia (8,8%), Alphabet (7,6%) e MicroStrategy (5,4%) completam o ranking das maiores ações tokenizadas, sinalizando que o apetite do investidor onchain está focado em ativos de tecnologia e empresas com forte correlação ao crescimento da economia digital.
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): em torno de US$ 73.000, abaixo das principais médias móveis. Os ETFs spot de BTC acumulam mais de US$ 2 bilhões em saída desde 14/05, sendo US$ 223 milhões só em 28/05. Fear & Greed em 22 (medo extremo).
• Altcoins: ETH em ~US$ 2.000, negociado próximo dessa região, com os ETFs de Ethereum também em resgate. Dominância do BTC elevada e pouca rotação para ativos menores.
• XRP: em ~US$ 1,32, com os ETFs do ativo registrando entrada líquida mesmo na semana de saída generalizada — cerca de US$ 35 milhões entre 20 e 29/05, lideradas pela Bitwise, enquanto BTC e ETH perderam cerca de US$ 2 bilhões juntos. Sinal de demanda institucional seletiva.
• CLARITY Act: aprovado no comitê por 15-9 em 14/05, segue para o plenário do Senado, onde precisa de 60 votos. Estabelece critérios para dividir a supervisão entre SEC e CFTC, reforçando a tese de commodity para ativos como o XRP.
• Solana (SOL): em ~US$ 81, testando a zona de suporte de US$ 80-90. A SOL já tem ETFs spot em negociação desde outubro de 2025. O foco agora é o upgrade Alpenglow, que promete reduzir a finalização de transações para 100-150 milissegundos e impulsionar a atividade on-chain.
• Hyperliquid (HYPE): os ETFs spot lançados em maio (Bitwise e 21Shares) já acumulam mais de US$ 130 milhões em ativos e seguiram captando mesmo durante a queda do mercado. A Grayscale avançou com nova emenda do seu pedido em 22/05. O token marcou máxima histórica acima de US$ 64 em 27/05, na contramão do mercado.
• Estrutura: BTC abaixo das médias e ETFs em saída mantêm o viés defensivo. A exceção é a demanda institucional seletiva — XRP e HYPE atraindo fluxo enquanto BTC e ETH perdem. Reversão ampla depende de estabilização nos juros e no apetite a risco.
2️⃣ Macroeconomia 📊
• EUA — Inflação: os dados já divulgados vieram quentes. CPI de abril em 3,8% (máxima de três anos), PPI em 6% e o PCE — medida preferida do Fed — em 3,8%, com núcleo a 3,3%. O mercado tirou os cortes da mesa e a alta de juros voltou a ser cogitada. Warsh assumiu o Fed em 22/05 e tem a primeira reunião em 16-17/06.
• EUA — Semana de emprego: 01/06 ISM Industrial; 02/06 JOLTS (vagas abertas); 03/06 ADP, ISM de Serviços e Beige Book; 04/06 seguro-desemprego; e o payroll de maio na sexta, 05/06, com a taxa de desemprego. Em abril foram criados 115 mil empregos, acima do esperado.
• Petróleo: o Brent recuou para perto de US$ 91 e o WTI para ~US$ 88, acumulando queda de 17-19% em maio — o pior mês desde 2020. O alívio na energia é um dos principais vetores desinflacionários à frente.
• Geopolítica: a queda do petróleo reflete um memorando de 60 dias entre EUA e Irã que pausaria as hostilidades e poderia reabrir o Estreito de Hormuz. O acordo ainda não foi aprovado por Trump e os ataques continuaram — o Irã mirou o Kuwait em 28/05. A trégua é frágil e a reabertura do fluxo seria gradual.
• Leitura geral: a queda do petróleo alivia a inflação à frente, mas os dados quentes que já entraram encurralam o Fed — cortar agora soaria como tolerar inflação estrutural, no primeiro teste de Warsh. A semana de emprego define qual narrativa prevalece até 16/06. Volatilidade elevada com cripto em modo defensivo.
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🤖 Robinhood libera agentes de IA para operar por conta dos clientes
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) negocia próximo de US$ 63.000, com recuperação moderada nesta segunda após uma semana de forte pressão. A mínima intradiária ficou próxima de US$ 61.200, em um movimento ainda condicionado por saídas de ETFs, juros elevados e menor apetite por risco.
• Altcoins seguem em leitura defensiva. ETH opera em torno de US$ 1.670, SOL próximo de US$ 66 e XRP perto de US$ 1,14. A alta pontual do dia ainda não muda o quadro de baixa rotação para ativos menores.
• ETFs spot de Bitcoin nos EUA encerraram uma sequência recorde de 13 dias de saída líquida, com cerca de US$ 4,37 bilhões em resgates desde meados de maio. Os ETFs de Ethereum também romperam uma sequência de 17 dias de saída, mas o fluxo institucional ainda segue frágil.
• Strategy (MSTR) voltou ao centro da leitura de mercado após vender 32 BTC entre 26/05 e 31/05, a um preço médio de US$ 77.135, para financiar distribuições de ações preferenciais. O valor é pequeno frente à posição total da companhia, mas chamou atenção por quebrar a narrativa de acúmulo contínuo.
• Solana (SOL) mantém um componente estrutural ligado à demanda institucional, mas também foi afetada pela pressão sobre produtos cripto. A maior clareza regulatória nos EUA para categorias de criptoativos ajuda o debate institucional, embora ainda não elimine totalmente a incerteza jurídica sobre ativos específicos.
• Desbloqueios de tokens somam cerca de US$ 938 milhões previstos entre 08/06 e 14/06, com destaque para RAIN, ASTER, HOME, STABLE, ADI, CC, PUMP, WET e ME. Em um mercado já defensivo, novos desbloqueios aumentam a atenção sobre liquidez e pressão de oferta.
• Estrutura segue frágil no curto prazo. BTC tenta estabilizar após a queda, mas os fluxos de ETFs, a pressão sobre tesourarias corporativas e o ambiente macro ainda limitam uma recuperação mais ampla do mercado cripto.
2️⃣ Macroeconomia 📊
• EUA — 10/06 e 11/06 saem o CPI de maio na quarta-feira e o PPI de maio na quinta-feira. Em abril, o CPI avançou 0,6% no mês e 3,8% em 12 meses, com núcleo em 2,8%. O payroll de maio, com 172 mil vagas e desemprego em 4,3%, reforçou a leitura de Fed mais cauteloso.
• Brasil — 12/06 e 17/06 sai o IPCA de maio nesta semana, enquanto o Copom decide a Selic na semana seguinte. A leitura ganha peso porque a taxa está em 14,5%, com o BC destacando inflação de serviços e os riscos do petróleo sobre a trajetória de preços.
• Petróleo voltou a subir com a reescalada no Oriente Médio. O Brent opera próximo de US$ 96–97 e o WTI perto de US$ 93–94, mantendo pressão sobre expectativas de inflação e ativos sensíveis a juros.
• Geopolítica segue concentrada no Oriente Médio e no Estreito de Hormuz. A nova rodada de ataques entre Israel e Irã elevou o prêmio de risco e voltou a colocar energia, inflação e cadeias globais no centro da precificação.
• Leitura geral a semana combina inflação nos EUA, IPCA no Brasil, petróleo elevado e cripto pressionado por fluxos. Na sequência, FOMC e Copom decidem juros em 17/06, concentrando os dois principais bancos centrais no mesmo radar. Volatilidade elevada enquanto juros longos, petróleo e geopolítica não mostram sinais mais claros de estabilização.
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