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Fonte: Hashdex
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🕵️ Fundador da Braiscompany nega golpe
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): segue como principal termômetro de apetite por risco no mercado cripto. A semana combina inflação nos EUA, petróleo ainda pressionado por risco geopolítico, dólar, juros longos e fluxo institucional via ETFs. A região dos US$ 80 mil segue como referência psicológica de curto prazo, mas o movimento tende a depender mais de liquidez global do que de um catalisador próprio da rede.
• Monero (XMR) - 11/05 a 22/05: auditoria da integração FCMP++ 1a/1b pela Trail of Bits entra no radar técnico. O tema é relevante para privacidade, fungibilidade e evolução criptográfica do protocolo.
• Regulação cripto nos EUA - 14/05: o CLARITY Act será analisado pelo Comitê Bancário do Senado. O projeto busca avançar uma estrutura regulatória para ativos digitais, incluindo a divisão de competência entre SEC e CFTC e regras sobre recompensas em stablecoins.
• Tokenização e RWA - 13/05 e 14/05: a Digital Assets Week New York e o Digital Assets Summit em Londres concentram discussões institucionais sobre tokenização, custódia, liquidação, infraestrutura de mercado e regulação.
• Estrutura: no mercado cripto, a semana tende a favorecer leitura mais seletiva entre ativos. Bitcoin segue como principal referência de força relativa, enquanto altcoins, tokens menores e narrativas de maior beta ficam mais expostos a movimentos bruscos caso o apetite por risco diminua. O mercado deve observar principalmente fluxos institucionais, dominância do BTC, comportamento das L2s, stablecoins e eventos regulatórios nos EUA.
2️⃣ Macroeconomia
• China - Inflação (11/05): divulgação do CPI e do PPI de abril. O dado serve como leitura de demanda chinesa, preços industriais e possível pressão global de custos.
• Brasil - Inflação (12/05): divulgação do IPCA de abril pelo IBGE. Surpresa de alta pressiona juros locais e câmbio; surpresa de baixa alivia a curva doméstica, com efeito indireto sobre cripto via fluxo e sentimento local.
• EUA - Inflação (12/05): divulgação do CPI de abril, principal dado da semana. Inflação acima do esperado tende a sustentar Treasury yields, fortalecer o dólar e pressionar ativos de risco. Leitura mais benigna alivia condições financeiras na margem.
• EUA - Inflação ao produtor (13/05): divulgação do PPI de abril. O dado complementa o CPI e ajuda a calibrar expectativas para o PCE, métrica preferida do Fed.
• EUA - Vendas no varejo (14/05): divulgação das vendas no varejo de abril. Varejo forte com inflação elevada reforça juros altos por mais tempo; varejo fraco pode aliviar juros, mas também aumenta preocupação com desaceleração.
• Geopolítica e petróleo: o mercado segue acompanhando Oriente Médio, Estreito de Hormuz e preços do petróleo. Petróleo em patamar elevado mantém pressão sobre inflação, reduz espaço para cortes de juros e piora o pano de fundo para ativos de risco.
• Leitura geral da semana: fora do mercado cripto, o foco estará na combinação entre inflação, atividade econômica, petróleo e juros globais. CPI, PPI e varejo dos EUA devem orientar a leitura sobre Treasury yields, dólar e liquidez internacional. Um cenário de inflação mais controlada e petróleo estável tende a aliviar condições financeiras; já inflação persistente, consumo resiliente e nova escalada geopolítica podem reforçar cautela nos ativos de risco.
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As stablecoins denominadas em peso colombiano foram a segunda maior categoria, com a COPM contribuindo com US$161,1 milhões em volume de transferências no primeiro trimestre.
Outras moedas regionais, incluindo stablecoins atreladas ao peso utilizadas na Argentina e no Chile, contribuíram com volumes menores, porém persistentes.
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❤1
À medida que uma DLT transparente cresce em termos de adoção, aumenta também o volume de dados públicos disponíveis para análise. Em blockchains abertas, como Bitcoin, cada nova transação amplia o histórico rastreável, o que pode elevar a exposição estratégica de indivíduos e empresas caso identidade e endereço sejam correlacionados.
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Forwarded from Daniel Ascen
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): negocia em torno de US$ 77.000 após ter rompido brevemente os US$ 79.000 na semana passada — nível que coincide com o custo médio estimado dos investidores ativos na rede. Quando o BTC cai abaixo desse patamar, historicamente marca capitulação ou início de correção mais profunda. Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram saída líquida superior a US$ 1 bilhão na semana encerrada em 15/05.
• Altcoins: ETH em ~US$ 2.100 (menor abertura desde 07/04), SOL em ~US$ 84, XRP em ~US$ 1,39. Os ETFs de Ethereum também registraram saída de US$ 255 milhões na semana. O mercado segue em modo defensivo, com o Bitcoin concentrando a maior parte do volume e pouca rotação para ativos menores.
• CLARITY Act: o projeto de lei que busca criar o primeiro marco regulatório abrangente para criptoativos nos EUA foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado por 15-9, com dois democratas (Angela Alsobrooks e Ruben Gallego) votando a favor. O texto define a divisão de responsabilidades entre a SEC e a CFTC (os dois principais reguladores financeiros americanos) e agora segue para votação no plenário do Senado. A questão ética envolvendo os interesses cripto da família Trump permanece não resolvida.
• Bitcoin Depot: a maior operadora de caixas eletrônicos de Bitcoin da América do Norte pediu falência nesta segunda-feira e desligou toda a sua rede de mais de 9.000 máquinas. A empresa citou o aumento de custos regulatórios, restrições estaduais e processos ligados a fraudes como causas. É o fim simbólico de um modelo de acesso ao varejo que perdeu espaço para ETFs, corretoras e aplicativos de pagamento.
• Strategy (STRC): a data ex-dividendo do STRC foi em 15/05. Dados da K33 Research mostram um padrão — após a ex-dividendo de abril, a Strategy comprou 46.872 BTC. Se o padrão se repetir, pode gerar pressão compradora relevante nas próximas semanas.
• Estrutura: o mercado devolveu o rali que seguiu a aprovação do CLARITY Act e voltou a operar guiado pelo cenário macroeconômico. Com o BTC abaixo do custo médio estimado dos investidores e ETFs em saída, o viés de curto prazo é defensivo.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA — Kevin Warsh: confirmado como novo presidente do Federal Reserve (banco central americano) em 13/05 por 54 votos a 45 no Senado. Warsh chega com expectativa política de juros mais baixos, mas em um ambiente que pode forçar postura mais dura — inflação em alta, petróleo acima de US$ 100 e um bloco interno do Fed mais resistente a cortes. Sua primeira reunião de política monetária será em 16-17/06.
• EUA — 20/05: ata da reunião do Fed de 28-29/04, a última sob o comando de Jerome Powell. Os juros foram mantidos em 3,50%-3,75%, mas com 4 votos contrários — a decisão mais dividida em anos.
• EUA — 21/05: pedidos de seguro-desemprego semanais + PMI preliminar de maio. O PMI (índice dos gerentes de compras) mede a saúde da atividade econômica — acima de 50 indica expansão, abaixo indica contração. Na leitura final de abril, o índice composto ficou em 51,7, perto da linha divisória. O dado desta semana é o primeiro termômetro da economia com petróleo acima de US$ 100. Em paralelo, o título do Tesouro americano de 30 anos foi leiloado acima de 5% pela primeira vez desde 2007, e o mercado já precifica probabilidade relevante de alta de juros até 2027 — em contraste total com a narrativa de cortes que prevalecia até pouco tempo atrás.
• Leitura geral: o mercado de títulos públicos americanos é o problema central da semana. Com a inflação ao produtor (PPI) em 6% ao ano, CPI em 3,8% e os juros de 30 anos acima de 5%, o espaço para corte de juros desapareceu. O Estreito de Hormuz segue fechado, petróleo entre US$ 105 (WTI) e US$ 110 (Brent), e a nova proposta de acordo do Irã foi considerada insuficiente por Washington. O cenário é de volatilidade elevada até que os juros longos se estabilizem. Ativos de risco — incluindo cripto — dependem dessa estabilização para encontrar piso.
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Forwarded from Daniel Ascen
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Em cripto, o padrão é semelhante. Primeiro o valor foi capturado por infraestrutura base: Bitcoin, Ethereum, exchanges e provedores de liquidez.
Só depois vieram as aplicações — DeFi, stablecoins, RWA e outras camadas de uso.
Fonte: Bloomberg.
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🍕Em 22 de maio de 2010, um programador trocou 10.000 bitcoins por duas pizzas e, sem saber, fez a primeira compra da história com cripto. Mas a história por trás do Bitcoin Pizza Day vai muito além das pizzas.
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O Bitcoin representa hoje 0,25% da riqueza global, uma fração do conjunto de capital estimado em US$ 490 trilhões.
A tese de investimento não depende do Bitcoin superar um conjunto estático de capital, mas sim de sua capacidade de ganhar participação em uma base monetária que se expande aceleradamente.
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Forwarded from Daniel Ascen
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) - inicia a semana próximo da região de US$ 77 mil, sensível a juros longos, dólar, petróleo e fluxo institucional via ETFs. O feriado de Memorial Day nos EUA reduz a liquidez no início da semana.
• Fundos e ETFs cripto - os produtos de investimento em ativos digitais vieram de saídas líquidas relevantes, pressionadas por Bitcoin e Ethereum. O mercado observa se o PCE dos EUA amplia a aversão ao risco ou permite estabilização dos fluxos.
• Stablecoins - 25/05 - a Tether anunciou o plano de lançar o GEL₮, stablecoin vinculada ao lari georgiano, em parceria com o governo da Geórgia. O tema reforça stablecoins como infraestrutura de pagamentos e liquidação, mas mantém o debate regulatório no centro do setor.
• Regulação cripto nos EUA - o mercado segue digerindo o avanço do CLARITY Act no Comitê Bancário do Senado em 14/05. O projeto busca reduzir a incerteza sobre competência entre SEC e CFTC, classificação de tokens, DeFi, plataformas de negociação e rewards de stablecoins.
• Regulação cripto no Brasil - stablecoins e cartões cripto seguem no radar após a Resolução BCB 561/2026, que entra em vigor em 01/10/2026. A norma não proíbe stablecoins no Brasil, mas restringe o uso de ativos virtuais na liquidação entre prestadores de eFX e contrapartes no exterior.
• Cardano (ADA) - 29/05 - alvo de submissão de ação de governança para mainnet relacionada à atualização Protocol Version 11, conhecida como Van Rossem. A data deve ser tratada como coordenação de governança, não como execução garantida do hard fork.
• Estrutura - a semana segue dependente de liquidez global, ETFs, regulação e stablecoins. Bitcoin e Ethereum continuam como principais termômetros de risco, enquanto altcoins permanecem mais sensíveis a eventos específicos e menor liquidez.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA - 25/05 - mercados tradicionais fechados pelo Memorial Day. A menor liquidez pode deixar cripto mais dependente de fluxo próprio no início da semana.
• EUA - 26/05 - confiança do consumidor. O dado ajuda a medir consumo, atividade econômica e expectativa para juros.
• EUA - 28/05 - PCE, núcleo do PCE, renda pessoal, gastos pessoais, bens duráveis, pedidos de auxílio-desemprego, vendas de novas moradias e segunda estimativa do PIB do 1T26. O PCE é a principal métrica de inflação acompanhada pelo Federal Reserve.
• Brasil - 27/05 - IPCA-15 de maio. A prévia da inflação oficial tende a ser o principal dado doméstico da semana.
• Brasil - 28/05 - IGP-M, IPP e PNAD Contínua mensal. O conjunto ajuda a medir inflação no atacado, preços ao produtor e mercado de trabalho.
• Brasil - 29/05 - PIB do 1T26. O dado será relevante para avaliar a força da atividade em ambiente de juros elevados.
• Global - 27/05 a 29/05 - inflação da Austrália, decisão de juros da Coreia do Sul e inflação preliminar na Europa entram no radar. O impacto direto em cripto é secundário, mas afeta a leitura global sobre inflação, juros e apetite por risco.
• Leitura geral - o principal gatilho é o PCE dos EUA em 28/05. Um dado acima do esperado tende a pressionar juros longos, dólar e ativos de risco. Um dado positivo pode aliviar condições financeiras e favorecer recuperação tática em cripto.
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Forwarded from Daniel Ascen
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Fonte: The Block
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Entre 11 e 17 de maio de 2026, a Strategy adquiriu mais 24.869 BTC. O aporte de US$ 2,01 bilhões foi realizado a um preço médio de US$ 80.985 por unidade. Com este movimento, a empresa atinge a marca histórica de deter mais de 4% de toda a oferta monetária que existirá na história do Bitcoin.
📊 A operação foi financiada via programa at-the-market (ATM), com a emissão de US$ 1,95 bilhão em ações preferenciais (STRC) e US$ 83,7 milhões em ordinárias (MSTR). O custo médio acumulado da posição agora é de US$ 75.700 por BTC, resultando em um retorno (Yield) de 12,6% apenas neste ano.
Pela primeira vez, Michael Saylor indicou que a empresa pode vender frações da posição para honrar dividendos preferenciais. O objetivo é converter o Bitcoin em um ativo classificado positivamente por agências de rating. Contudo, o impacto líquido permanece otimista: a Strategy planeja comprar 20 BTC para cada 1 eventualmente vendido.
A Strategy deixou de ser uma empresa de software para se tornar o maior veículo de acumulação institucional do mundo. Ao deter 4% da oferta máxima, a companhia cria uma escassez reflexiva no mercado: quanto mais ela compra, menor a liquidez disponível, elevando o custo de entrada para novos players institucionais.
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