🇧🇷 Banco Central fecha o cerco às stablecoins
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Pessoal, nossa comunidade está migrando do Telegram para o WhatsApp.
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O espaço continua sendo o mesmo: um lugar pra trocar ideia sobre cripto, economia, mercado financeiro e assuntos correlatos.
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Fiquem à vontade pra mandar análises, dúvidas e o que estiverem acompanhando do mercado. Sempre que possível, eu e a equipe da Ascen Cripto vamos responder.
Nos vemos lá.
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC) rompeu a faixa de US$ 80 mil após semanas lateralizado entre US$ 75 mil e US$ 80 mil. Os ETFs à vista de BTC encerraram a semana em 02/05 com fluxo líquido negativo, mas o dia 01/05 registrou +US$ 630 milhões em entradas líquidas. Abril fechou com cerca de +US$ 1,97 bilhão, melhor mês de 2026 para os ETFs de Bitcoin.
• Brasil - stablecoins. Em 30/04, a Resolução BCB nº 561 vedou o uso de stablecoins, Bitcoin e demais ativos virtuais como infraestrutura de remessas internacionais no eFX, com vigência em 01/10/2026. Hoje, 04/05, entra em vigor a obrigatoriedade de reporte mensal ao BC das operações cambiais com criptoativos, prevista principalmente na Resolução BCB nº 521. Investidores não estão proibidos de comprar, vender ou manter stablecoins.
• EUA - regulação cripto. Senadores avançaram em acordo sobre rendimento de stablecoins, vetando remuneração equivalente a depósito bancário, mas preservando programas de recompensa por uso. A janela legislativa segue apertada, mantendo difícil a aprovação ampla em 2026.
• Consensus 2026 Miami - 5 a 7/05. O evento reúne reguladores, bancos, gestores e empresas do setor. Destaques para Paul Atkins (presidente da SEC), Michael Selig (presidente da CFTC), Patrick Witt (representante da Casa Branca para ativos digitais), além da entrada de Morgan Stanley e JPMorgan (grandes bancos de Wall Street) como patrocinadores. O foco é o alinhamento entre regulação, Wall Street e infraestrutura cripto.
• Resultados corporativos. Strategy (MSTR), com cerca de 818,3 mil BTC, reporta o 1T26 em 05/05. Coinbase (COIN) reporta em 07/05. Robinhood já decepcionou em 28/04, com receita de cripto caindo 47% frente ao mesmo período de 2025.
• Leitura geral. BTC acima de US$ 80 mil, ETFs em compasso de espera, regulação avançando no Brasil e nos EUA, e Consensus Miami como principal evento institucional. A semana combina melhora técnica no Bitcoin com cautela em altcoins por causa dos desbloqueios.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA - 05/05, JOLTS e ISM Serviços. O JOLTS (relatório de vagas de emprego, contratações e desligamentos) e o ISM Serviços (índice de atividade do setor de serviços dos EUA) saem na segunda-feira. O PMI de Serviços (indicador de atividade econômica baseado em pesquisas com empresas do setor de serviços) veio em 54,0 na leitura anterior, mantendo expansão, mas em desaceleração frente aos 56,1 de fevereiro.
• EUA - mercado de trabalho. A semana traz ADP (prévia privada de criação de empregos no setor privado) em 06/05, pedidos de seguro-desemprego (novos pedidos de auxílio por desemprego) em 07/05 e payroll (relatório oficial de criação de empregos, desemprego e salários nos EUA) em 08/05. Em março, a economia adicionou 178 mil empregos, com desemprego em 4,3%.
• EUA - Fed. A reunião de 28 e 29/04 manteve a taxa em 3,50% a 3,75%, com quatro dissidências. A transição de liderança no Fed aumenta a sensibilidade do mercado aos próximos dados.
• Brasil - 05/05, Ata do Copom. O Banco Central cortou a taxa Selic para 14,5% em 29/04. A ata deve detalhar a preocupação com inflação, IPCA (métrica de inflação) projetado em 4,6% para 2026, acima do teto da meta.
• Geopolítica. A trégua EUA-Irã segue pressionada. O petróleo continua elevado, com WTI a US$ 101,94 e Brent a US$ 108,17 na sexta, apesar do alívio pontual por expectativa diplomática.
• Leitura geral. A semana será guiada por emprego nos EUA, ata do Copom, transição no Fed e petróleo. Para criptoativos, o payroll de sexta-feira tende a ser o principal catalisador macro.
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Fonte: Hashdex
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🕵️ Fundador da Braiscompany nega golpe
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): segue como principal termômetro de apetite por risco no mercado cripto. A semana combina inflação nos EUA, petróleo ainda pressionado por risco geopolítico, dólar, juros longos e fluxo institucional via ETFs. A região dos US$ 80 mil segue como referência psicológica de curto prazo, mas o movimento tende a depender mais de liquidez global do que de um catalisador próprio da rede.
• Monero (XMR) - 11/05 a 22/05: auditoria da integração FCMP++ 1a/1b pela Trail of Bits entra no radar técnico. O tema é relevante para privacidade, fungibilidade e evolução criptográfica do protocolo.
• Regulação cripto nos EUA - 14/05: o CLARITY Act será analisado pelo Comitê Bancário do Senado. O projeto busca avançar uma estrutura regulatória para ativos digitais, incluindo a divisão de competência entre SEC e CFTC e regras sobre recompensas em stablecoins.
• Tokenização e RWA - 13/05 e 14/05: a Digital Assets Week New York e o Digital Assets Summit em Londres concentram discussões institucionais sobre tokenização, custódia, liquidação, infraestrutura de mercado e regulação.
• Estrutura: no mercado cripto, a semana tende a favorecer leitura mais seletiva entre ativos. Bitcoin segue como principal referência de força relativa, enquanto altcoins, tokens menores e narrativas de maior beta ficam mais expostos a movimentos bruscos caso o apetite por risco diminua. O mercado deve observar principalmente fluxos institucionais, dominância do BTC, comportamento das L2s, stablecoins e eventos regulatórios nos EUA.
2️⃣ Macroeconomia
• China - Inflação (11/05): divulgação do CPI e do PPI de abril. O dado serve como leitura de demanda chinesa, preços industriais e possível pressão global de custos.
• Brasil - Inflação (12/05): divulgação do IPCA de abril pelo IBGE. Surpresa de alta pressiona juros locais e câmbio; surpresa de baixa alivia a curva doméstica, com efeito indireto sobre cripto via fluxo e sentimento local.
• EUA - Inflação (12/05): divulgação do CPI de abril, principal dado da semana. Inflação acima do esperado tende a sustentar Treasury yields, fortalecer o dólar e pressionar ativos de risco. Leitura mais benigna alivia condições financeiras na margem.
• EUA - Inflação ao produtor (13/05): divulgação do PPI de abril. O dado complementa o CPI e ajuda a calibrar expectativas para o PCE, métrica preferida do Fed.
• EUA - Vendas no varejo (14/05): divulgação das vendas no varejo de abril. Varejo forte com inflação elevada reforça juros altos por mais tempo; varejo fraco pode aliviar juros, mas também aumenta preocupação com desaceleração.
• Geopolítica e petróleo: o mercado segue acompanhando Oriente Médio, Estreito de Hormuz e preços do petróleo. Petróleo em patamar elevado mantém pressão sobre inflação, reduz espaço para cortes de juros e piora o pano de fundo para ativos de risco.
• Leitura geral da semana: fora do mercado cripto, o foco estará na combinação entre inflação, atividade econômica, petróleo e juros globais. CPI, PPI e varejo dos EUA devem orientar a leitura sobre Treasury yields, dólar e liquidez internacional. Um cenário de inflação mais controlada e petróleo estável tende a aliviar condições financeiras; já inflação persistente, consumo resiliente e nova escalada geopolítica podem reforçar cautela nos ativos de risco.
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As stablecoins denominadas em peso colombiano foram a segunda maior categoria, com a COPM contribuindo com US$161,1 milhões em volume de transferências no primeiro trimestre.
Outras moedas regionais, incluindo stablecoins atreladas ao peso utilizadas na Argentina e no Chile, contribuíram com volumes menores, porém persistentes.
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À medida que uma DLT transparente cresce em termos de adoção, aumenta também o volume de dados públicos disponíveis para análise. Em blockchains abertas, como Bitcoin, cada nova transação amplia o histórico rastreável, o que pode elevar a exposição estratégica de indivíduos e empresas caso identidade e endereço sejam correlacionados.
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Forwarded from Daniel Ascen
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): negocia em torno de US$ 77.000 após ter rompido brevemente os US$ 79.000 na semana passada — nível que coincide com o custo médio estimado dos investidores ativos na rede. Quando o BTC cai abaixo desse patamar, historicamente marca capitulação ou início de correção mais profunda. Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram saída líquida superior a US$ 1 bilhão na semana encerrada em 15/05.
• Altcoins: ETH em ~US$ 2.100 (menor abertura desde 07/04), SOL em ~US$ 84, XRP em ~US$ 1,39. Os ETFs de Ethereum também registraram saída de US$ 255 milhões na semana. O mercado segue em modo defensivo, com o Bitcoin concentrando a maior parte do volume e pouca rotação para ativos menores.
• CLARITY Act: o projeto de lei que busca criar o primeiro marco regulatório abrangente para criptoativos nos EUA foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado por 15-9, com dois democratas (Angela Alsobrooks e Ruben Gallego) votando a favor. O texto define a divisão de responsabilidades entre a SEC e a CFTC (os dois principais reguladores financeiros americanos) e agora segue para votação no plenário do Senado. A questão ética envolvendo os interesses cripto da família Trump permanece não resolvida.
• Bitcoin Depot: a maior operadora de caixas eletrônicos de Bitcoin da América do Norte pediu falência nesta segunda-feira e desligou toda a sua rede de mais de 9.000 máquinas. A empresa citou o aumento de custos regulatórios, restrições estaduais e processos ligados a fraudes como causas. É o fim simbólico de um modelo de acesso ao varejo que perdeu espaço para ETFs, corretoras e aplicativos de pagamento.
• Strategy (STRC): a data ex-dividendo do STRC foi em 15/05. Dados da K33 Research mostram um padrão — após a ex-dividendo de abril, a Strategy comprou 46.872 BTC. Se o padrão se repetir, pode gerar pressão compradora relevante nas próximas semanas.
• Estrutura: o mercado devolveu o rali que seguiu a aprovação do CLARITY Act e voltou a operar guiado pelo cenário macroeconômico. Com o BTC abaixo do custo médio estimado dos investidores e ETFs em saída, o viés de curto prazo é defensivo.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA — Kevin Warsh: confirmado como novo presidente do Federal Reserve (banco central americano) em 13/05 por 54 votos a 45 no Senado. Warsh chega com expectativa política de juros mais baixos, mas em um ambiente que pode forçar postura mais dura — inflação em alta, petróleo acima de US$ 100 e um bloco interno do Fed mais resistente a cortes. Sua primeira reunião de política monetária será em 16-17/06.
• EUA — 20/05: ata da reunião do Fed de 28-29/04, a última sob o comando de Jerome Powell. Os juros foram mantidos em 3,50%-3,75%, mas com 4 votos contrários — a decisão mais dividida em anos.
• EUA — 21/05: pedidos de seguro-desemprego semanais + PMI preliminar de maio. O PMI (índice dos gerentes de compras) mede a saúde da atividade econômica — acima de 50 indica expansão, abaixo indica contração. Na leitura final de abril, o índice composto ficou em 51,7, perto da linha divisória. O dado desta semana é o primeiro termômetro da economia com petróleo acima de US$ 100. Em paralelo, o título do Tesouro americano de 30 anos foi leiloado acima de 5% pela primeira vez desde 2007, e o mercado já precifica probabilidade relevante de alta de juros até 2027 — em contraste total com a narrativa de cortes que prevalecia até pouco tempo atrás.
• Leitura geral: o mercado de títulos públicos americanos é o problema central da semana. Com a inflação ao produtor (PPI) em 6% ao ano, CPI em 3,8% e os juros de 30 anos acima de 5%, o espaço para corte de juros desapareceu. O Estreito de Hormuz segue fechado, petróleo entre US$ 105 (WTI) e US$ 110 (Brent), e a nova proposta de acordo do Irã foi considerada insuficiente por Washington. O cenário é de volatilidade elevada até que os juros longos se estabilizem. Ativos de risco — incluindo cripto — dependem dessa estabilização para encontrar piso.
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Forwarded from Daniel Ascen
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Em cripto, o padrão é semelhante. Primeiro o valor foi capturado por infraestrutura base: Bitcoin, Ethereum, exchanges e provedores de liquidez.
Só depois vieram as aplicações — DeFi, stablecoins, RWA e outras camadas de uso.
Fonte: Bloomberg.
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🍕Em 22 de maio de 2010, um programador trocou 10.000 bitcoins por duas pizzas e, sem saber, fez a primeira compra da história com cripto. Mas a história por trás do Bitcoin Pizza Day vai muito além das pizzas.
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