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O estudo analisa a arquitetura do XRP Ledger, a tokenomics do XRP, o impacto da resolução do caso SEC e o posicionamento do protocolo como infraestrutura de liquidação institucional — integrando dados de mercado, adoção on-chain, fluxos de ETFs e o avanço do RLUSD no ecossistema de pagamentos cross-border.
O relatório oferece uma base analítica para compreender como o XRP está evoluindo de uma plataforma de pagamentos para uma infraestrutura financeira institucional de próxima geração.
- Arquitetura técnica do XRPL e mecanismo de consenso
- Tokenomics, escrow e dinâmica deflacionária do XRP
- Métricas de rede, histórico de preço e ETFs spot
- Adoção institucional: RippleNet, RLUSD e aquisições estratégicas
- Análise competitiva: XRP vs. SWIFT, Stellar, Ethereum e Hedera
- Riscos regulatórios, de centralização e perspectivas para 2026
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Ascen Cripto
Media is too big
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A maior parte das emissões ocorreu sob a Resolução CVM 160, concentrando cerca de R$ 1,34 bilhão, enquanto ofertas via Resolução CVM 88 movimentaram R$ 160,5 milhões. O movimento indica avanço institucional e uso crescente de estruturas reguladas.
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Desde 2020, com liquidez abundante e maior participação institucional, o BTC passou a se comportar bastante ativo de risco, com correlação relevante com ações, especialmente o S&P 500 e o Nasdaq Index. A entrada via ETFs consolidou esse processo, inserindo o ativo em modelos tradicionais de alocação.
Em 2026, a correlação com o ouro se tornou negativa, indicando que BTC e ativos defensivos estão respondendo a forças distintas. Hoje, o Bitcoin está muito mais integrado ao sistema financeiro.
E, para pontuar algo que sempre falo, isso é normal em termos de projeção temporal do Bitcoin, um objeto econômico novo. É impossível um ativo de poucos anos se comportar fortemente como reserva de valor. Existe a necessidade de um espaço de tempo existencial para haver aumento de liquidez no ativo, e aumento de percepção como tal por parte dos agentes econômicos.
A análise a que deve ser feita sobre ser ou não reserva de valor é a partir dos fundamentos. Bitcoin é melhor que o ouro, então é questão de tempo (só é impossível dizer quanto) até o mercado perceber isso.
-BTC–SPY (ações S&P 500): ~0.49
-BTC–TLT (títulos dos EUA): ~0
-BTC–Crude Oil (petróleo): ~0.15
-BTC–Gold (ouro): ~-0.69
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A Receita Federal criou um novo sistema de reporte para quem investe em cripto no Brasil. Fizemos uma descrição sobre o que mudou, como funciona a tributação dependendo de onde você opera, prazos, penalidades e exemplos práticos por perfil de investidor.
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• 31/03 (Terça-feira)
-Zona do Euro: CPI Flash (prévia da inflação ao consumidor de março).
-EUA: JOLTS (abertura de vagas de fevereiro).
-Japão: Tankan do BoJ (pesquisa de sentimento das grandes empresas).
-China: PMI oficial (atividade de março).
• 01/04 (Quarta-feira)
-EUA: Vendas no Varejo (fevereiro, reprogramado).
-EUA: ISM Industrial (atividade manufatureira de março).
-EUA: ADP (emprego privado de março).
-China: PMI Caixin Industrial (atividade).
• 02/04 (Quinta-feira)
-Brasil: Produção Industrial (PIM-PF de fevereiro).
-EUA: pedidos semanais de auxílio-desemprego.
• 03/04 (Sexta-feira)
-EUA: Payroll (relatório oficial de emprego de março).
• Trabalho e atividade: JOLTS, ADP e Payroll formam o núcleo da semana, calibrando a resiliência do mercado de trabalho e a sustentação de juros elevados por mais tempo.
• Consumo e indústria: Vendas no Varejo e ISM Industrial medem o ritmo de consumo e produção no pós-Fed. Leituras fortes sustentam dólar e juros longos; leituras mais fracas aliviam condições financeiras na margem.
• Condições financeiras: O comportamento dos Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) segue como principal canal de transmissão. Juros longos mais altos apertam condições e reduzem apetite por risco; o inverso vale para leituras mais fracas.
• Atividade industrial: A Produção Industrial de fevereiro é o principal dado doméstico e ajuda a medir a continuidade do fôlego recente da economia.
• Inflação na Europa: O CPI Flash da Zona do Euro calibra a trajetória inflacionária do bloco. Surpresas de alta reforçam cautela com juros globais; leituras mais fracas aliviam o cenário na margem.
• Crescimento na China: Os PMIs oficial e Caixin funcionam como termômetro da atividade. Leituras fracas reforçam preocupações com crescimento global; leituras melhores sustentam commodities e emergentes.
• Geopolítica e energia: O cenário no Oriente Médio segue pressionando o petróleo. O efeito é inflação mais persistente e maior prêmio de risco global.
• Catalisadores: CPI Flash da Zona do Euro; JOLTS; PMIs da China; Vendas no Varejo; ISM Industrial; ADP; Produção Industrial no Brasil; Payroll; petróleo e geopolítica.
• Viés (ativos de risco): Negativo. A semana concentra dados relevantes dos EUA em um ambiente ainda sensível a juros, dólar e energia. Se os números vierem fortes, a tendência é manter pressão sobre ativos de risco; se vierem mais fracos, o alívio provavelmente será apenas parcial.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Bitcoin (BTC): segue guiado por macro. Com dados fortes nos EUA, a tendência é dólar e juros longos pressionarem o ativo. Mantém resiliência relativa vs. altcoins, mas sem gatilho claro de alta sem alívio de liquidez.
• Aave (AAVE): avanço da Aave v4 reforça a tese de infraestrutura DeFi. O foco está na nova arquitetura (melhor gestão de liquidez e risco), o que pode aumentar eficiência do protocolo.
• Stablecoins (USDT | USDC): continuam como principal vetor de adoção em criptoativos. O mercado monitora regulação nos EUA (estrutura e remuneração de saldos), com impacto direto na expansão e monetização do setor.
• Estrutura: semana dominada por macro e geopolítica. O fluxo tende a concentrar em ativos mais líquidos, consolidados e com menor volatilidade relativa (BTC, stablecoins, tokens de ouro), com menor apetite para altcoins.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 31/03 a 03/04: JOLTS (relatório de vagas abertas e rotatividade do mercado de trabalho); Vendas no Varejo (medida do consumo das famílias); ISM Industrial (índice de atividade do setor manufatureiro); ADP (relatório de emprego privado); Payroll (relatório oficial de emprego dos EUA). Conjunto central da semana, com impacto direto em juros, dólar e condições financeiras.
• EUA — política econômica: novas sinalizações de Donald Trump envolvendo tarifas comerciais e postura mais protecionista adicionam incerteza ao cenário global. O efeito marginal é fortalecimento do dólar e aumento do prêmio de risco, com impacto negativo para liquidez global.
• Zona do Euro — 31/03: CPI Flash (prévia da inflação ao consumidor). Surpresas de alta reforçam cautela com juros globais.
• China — 31/03 e 01/04: PMIs oficial e Caixin (índices de gerentes de compras que medem o nível de atividade econômica). Funcionam como termômetro da atividade global, com impacto indireto em commodities e emergentes.
• Geopolítica — Oriente Médio: a escalada envolvendo Irã, EUA e Israel segue pressionando o fluxo energético global, com risco sobre o Estreito de Ormuz e impacto direto no petróleo. O efeito é inflação mais persistente no curto prazo, maior prêmio de risco global e condições financeiras mais apertadas, o que tende a ser negativo para ativos de risco.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Sui (SUI) — 01/04: desbloqueio de 42,90M tokens (≈ US$ 36,95M; 1,10% da oferta em circulação).
• Ethena (ENA) — 05/04: desbloqueio de 171,88M tokens (≈ US$ 15,55M; 2,18% da oferta em circulação).
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🦁 Produzimos um guia completo e gratuito cobrindo:
— O que é a DeCripto e o que mudou na prática
— Cronograma com todas as datas críticas até out/2026
— Regime Nacional vs. Exterior: as regras são completamente diferentes
— Quem precisa entregar a declaração — e quem está dispensado
— Penalidades, permutas, DeFi, carteiras próprias e mais
— Guia prático com exemplos por perfil de investidor
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⚛️ Google antecipa risco quântico para criptomoedas e projeta ameaça até 2029
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1️⃣ Criptoativos
• Bitcoin (BTC): segue altamente sensível ao pano de fundo macro e geopolítico. Em ambiente de petróleo pressionado, dólar firme e condições financeiras mais apertadas, a leitura continua sendo de resiliência relativa frente às altcoins, mas sem gatilho próprio claro de alta no curtíssimo prazo.
• Polygon (POL) — 08/04: o hardfork Giugliano entra no radar da semana. A expectativa é de melhora operacional da rede, com foco em eficiência e maior agilidade da Polygon PoS, o que reforça a tese de infraestrutura.
• Aave (AAVE): a aprovação da ARFC para o Aave Savings Rate fortalece o ecossistema do GHO. O produto foi estruturado com yield fixo de 4,25% APR, o que ajuda a tornar a proposta mais competitiva em stable yield e reforça a frente de captura de valor do protocolo.
• Unlocks: os desbloqueios relevantes no radar da semana são Aptos (APT) — 12/04 e Optimism (OP) — 11/04. No caso de APT, o evento segue relevante por adicionar oferta ao mercado; no caso de OP, o unlock para core contributors mantém pressão potencial de oferta em um ativo já sensível à dinâmica de rotação em L2s.
• Estrutura: a semana continua favorecendo ativos mais líquidos e nomes maiores de infraestrutura. Em um mercado ainda guiado por liquidez, macro e geopolítica, o fluxo tende a permanecer mais seletivo, com menor tolerância para altcoins menores e tokens com sobrecarga de oferta.
2️⃣ Macroeconomia
• EUA — 08/04: ata do FOMC (Federal Open Market Committee, comitê de política monetária do Fed). O foco é medir o grau de preocupação do Fed com inflação, atividade e condições financeiras.
• EUA — 09/04: PCE de fevereiro/2026 (índice de gastos com consumo). Como é a medida de inflação preferida do Fed, o dado segue importante para juros e dólar, mesmo vindo com defasagem.
• EUA — 10/04: CPI de março/2026 (inflação ao consumidor). É o principal gatilho macro da semana para ativos de risco, porque pode reforçar ou aliviar a pressão sobre juros longos e dólar.
• Brasil — 10/04: IPCA de março/2026. Surpresa de alta pressiona a curva local e o câmbio; surpresa de baixa alivia a margem doméstica, ainda que o efeito em cripto permaneça mais indireto.
• Leitura geral: a semana continua sendo, acima de tudo, uma semana de liquidez. Se os dados vierem mais fortes, o viés tende a seguir mais duro para risco; se vierem mais benignos, o mercado pode ganhar algum alívio, mas ainda dentro de um ambiente frágil e seletivo.
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