• 09/03 (Segunda-feira)
- Japão: PIB final do 4T/2025.
• 10/03 (Terça-feira)
- EUA: JOLTS Job Openings (aberturas de vagas; ref. janeiro).
• 11/03 (Quarta-feira)
- EUA: CPI (inflação ao consumidor; ref. fevereiro).
- Brasil: PMC (vendas no varejo; ref. janeiro).
• 12/03 (Quinta-feira)
- EUA: Jobless Claims (pedidos semanais de seguro-desemprego) + Balança Comercial (ref. janeiro) + Housing Starts/Building Permits (construção; ref. janeiro).
- Brasil: IPCA (inflação; ref. fevereiro).
• 13/03 (Sexta-feira)
- EUA: Michigan Consumer Sentiment (prévia de março).
- Zona do Euro: Produção Industrial (ref. janeiro).
• Inflação: o CPI (inflação ao consumidor) é o dado mais sensível da semana. Surpresa de alta tende a sustentar juros longos e dólar; leitura mais comportada alivia a curva na margem (tendência natural das taxas de juros continuarem em inclinação ascendente compensando os poupadores de longo prazo), mas sem garantir mudança estrutural de regime.
• Mercado de trabalho: JOLTS e jobless claims ajudam a calibrar a tração do emprego após o payroll. Se vagas seguirem firmes e pedidos de seguro-desemprego permanecerem contidos, o mercado tende a preservar a leitura de economia ainda resiliente.
• Atividade e condições financeiras: balança comercial, construção e sentimento do consumidor complementam a leitura de ciclo. O eixo dólar + Treasuries segue como principal canal de transmissão para ativos de risco.
• Inflação: o IPCA de fevereiro é o dado doméstico central da semana. Surpresa de alta pressiona a curva local e o câmbio; surpresa de baixa alivia, mas o efeito final continua condicionado ao pano de fundo externo.
• Atividade: varejo e serviços ajudam a medir o ritmo da economia no início de 2026. Dados fracos reforçam desaceleração; números mais firmes sustentam prêmio na curva, sobretudo se vierem combinados com inflação resistente.
• Externo dominante: Movimentos em dólar e juros americanos continuam definindo grande parte da direção para BRL e ativos locais.
• Europa: a produção industrial da Zona do Euro funciona como termômetro adicional de crescimento após o bloco de inflação recente. Leitura fraca reforça perda de tração, o que é bom para guidance dovish (politica monetária expansionista) na região e, consequentemente, ativos de risco.
• Ásia: o PIB final do Japão ajuda a calibrar a percepção sobre crescimento e normalização monetária no país, com impacto potencial em JPY (yen japonês) e condições financeiras globais.
• Geopolítica: a escalada militar envolvendo EUA/Israel e Irã continua pressionando energia e elevando prêmio de risco, enquanto o conflito entre Paquistão e Afeganistão mantém ruído geopolítico no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a fortalecer fluxos defensivos (dólar e títulos soberanos) e elevar volatilidade em ativos de risco.
• Catalisadores: JOLTS (EUA); CPI (EUA); varejo (Brasil); jobless claims, balança comercial e construção (EUA); IPCA (Brasil); Michigan sentiment (EUA); produção industrial (Zona do Euro); escalada geopolítica.
• Viés (ativos de risco): Negativo na margem. A semana concentra inflação nos EUA e inflação no Brasil, além de ruído geopolítico relevante. Se o CPI vier pressionado e o mercado de trabalho continuar resiliente, a assimetria favorece dólar e juros longos mais firmes, mantendo condições financeiras apertadas e limitando espaço para alta sustentável em ativos de risco, o que inclui os criptoativos.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Solana (SOL): a Backpack anunciou acesso a ações de IPO on-chain na Solana. O foco é reforço da narrativa de tokenização de ativos e de infraestrutura de mercado de capitais sobre rails on-chain.
• Kraken: a Kraken se tornou a primeira empresa cripto com acesso ao sistema de pagamentos do Federal Reserve. O impacto é estrutural, por aproximar a infraestrutura cripto do sistema financeiro tradicional e reforçar a tese de integração institucional.
• Hyperliquid (HYPE) : membros da comunidade propuseram a HIP-6, mecanismo permissionless de leilão para lançamento de tokens no ecossistema Hyperliquid. O driver é expansão de utilidade da infraestrutura e fortalecimento da narrativa de emissão nativa on-chain.
• Estrutura: o mercado segue dividido entre melhora de narrativa micro em infraestrutura/tokenização e um macro ainda restritivo. Isso mantém espaço para rotação tática e movimentos específicos em algumas altcoins, mas com sustentação limitada se dólar e juros longos permanecerem pressionados. Bitcoin segue sendo o first-mover da estrutura cripto.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 11/03: CPI (inflação ao consumidor). Principal gatilho da semana para juros longos e dólar, com transmissão direta para BTC e altcoins.
• Brasil — 11/03: PMC (varejo). Ajuda a calibrar leitura de atividade doméstica, mas com vetor externo ainda dominante.
• EUA — 12/03: Jobless Claims + Balança Comercial + Housing Starts/Building Permits. Bloco relevante para leitura de ciclo e sensibilidade do mercado ao eixo crescimento + inflação.
• Brasil — 12/03: IPCA. Principal dado doméstico da semana para curva e câmbio.
• EUA — 13/03: Michigan Consumer Sentiment. Complementa a leitura de consumo e confiança.
• Geopolítica: a escalada envolvendo EUA/Israel e Irã continua elevando prêmio de risco via energia, enquanto o conflito entre Paquistão e Afeganistão mantém ruído no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a sustentar fluxos defensivos e aumentar a volatilidade em ativos de risco, incluindo cripto.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Aptos (APT) — 13/03: ~11,30M APT (≈ US$ 10,61M; ~0,69% da oferta em circulação).
• Starknet (STRK) — 15/03: ~126,6M STRK (≈ US$ 4,81M; ~4,40% da oferta em circulação).
• Sei (SEI) — 15/03: ~55,2M SEI (≈ US$ 3,59M; ~1,00% da oferta em circulação).
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O avanço foi impulsionado principalmente por entidades e jurisdições sancionadas, que passaram a usar cripto de forma sistemática para evasão financeira, além de golpes, fundos desviados e redes profissionais de ocultação e movimentação de recursos.
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Para quem quiser brincar e testar seus conhecimentos sobre ativos digitais, segue um quiz divertido sobre nosso mercado.
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Também entram na análise o confronto direto entre Irã e Israel em abril de 2024, quando o Irã lançou ataques contra território israelense, e a Operação Fúria Épica em 2026, associada à recente escalada militar envolvendo o Irã e os Estados Unidos.
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Se você acompanha nosso trabalho ou quer entender melhor nossa abordagem para educação, análise e estruturação de portfólios de ativos digitais, vale a pena conhecer a nova fase da consultoria.
Nosso foco é oferecer método, análise e estratégia para atuar no mercado de criptoativos, ao mesmo tempo em que o investidor desenvolve maior compreensão sobre a dinâmica, os fundamentos e as oportunidades do mercado que mais cresce no mundo.
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• 16/03 (Segunda-feira)
- EUA: Vendas no Varejo (Retail Sales – indicador de consumo das famílias).
- EUA: Produção Industrial (Industrial Production – atividade do setor manufatureiro).
- China: Produção industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos (indicadores de atividade econômica).
• 18/03 (Quarta-feira)
- EUA: PPI (Producer Price Index – inflação ao produtor).
- EUA: Decisão de juros do Federal Reserve (Federal Open Market Committee – reunião do banco central que define a taxa básica de juros dos EUA) + projeções econômicas e coletiva de imprensa.
• 19/03 (Quinta-feira)
- Zona do Euro: Decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE).
- Reino Unido: Decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE).
- Japão: Decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ).
• Decisão do Federal Reserve: A reunião do Fed concentra o principal evento macro da semana. Além da decisão sobre a taxa de juros, o mercado observará as projeções econômicas (dot plot – gráfico que mostra as expectativas de juros dos membros do Fed) e o tom da coletiva de imprensa.
• Atividade e consumo: Vendas no Varejo (consumo) e Produção Industrial (atividade) ajudam a medir o ritmo da economia americana. Leituras fortes reforçam a percepção de crescimento resiliente e tendem a sustentar juros longos (Treasuries, títulos do Tesouro dos EUA); leituras mais fracas reforçam a narrativa de desaceleração.
• Inflação: O PPI mede a inflação ao produtor e ajuda a calibrar expectativas inflacionárias antes de dados de inflação ao consumidor. Em uma semana com decisão do Fed, surpresas no indicador podem influenciar a leitura sobre pressões de custos na economia.
• Condições financeiras: Movimentos nos juros longos continuam sendo o principal canal de transmissão para os mercados. Juros mais altos fortalecem o dólar (DXY) e reduzem o apetite por risco; juros mais baixos aliviam as condições financeiras e favorecem ativos de risco.
• Agenda doméstica: A semana possui poucos dados macro relevantes no Brasil. Assim, o comportamento dos ativos locais tende a reagir principalmente ao cenário internacional. Brasil segue como tomador de cenário.
• China e crescimento: Os dados de produção industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos ajudam a avaliar o ritmo da economia chinesa. Leituras fracas reforçam a narrativa de crescimento mais moderado e aumentam a discussão sobre estímulos; leituras mais fortes melhoram o sentimento global na margem.
• Bancos centrais: Além do Federal Reserve, decisões de juros do BCE, Banco da Inglaterra e Banco do Japão concentram a agenda global. O conjunto dessas decisões ajuda a definir o ritmo da política monetária internacional e da liquidez financeira.
• Geopolítica: A escalada no Oriente Médio, com disrupções no fluxo de petróleo ligadas ao Irã e ao Estreito de Ormuz, recoloca a energia no centro da macro global. O efeito principal é a pressão sobre petróleo, inflação e prêmio de risco, o que pode sustentar dólar forte e dificultar um alívio mais relevante nas condições financeiras.
• Catalisadores: Decisão de juros do Federal Reserve (principal evento da semana); evolução do cenário geopolítico no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo e o prêmio de risco global; Vendas no Varejo (EUA); Produção Industrial (EUA); PPI (EUA); dados de atividade econômica da China; decisões de juros do BCE, Banco da Inglaterra e Banco do Japão.
• Viés (ativos de risco): Negativo. A semana concentra decisões relevantes de política monetária e riscos geopolíticos ligados à energia, fatores que tendem a sustentar dólar forte e juros elevados, limitando o apetite por risco no curto prazo.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Kraken: o mercado segue digerindo a aprovação da master account da Kraken Financial no Federal Reserve. O acesso direto ao Fedwire reduz fricção operacional e aproxima a infraestrutura cripto do sistema financeiro tradicional, reforçando a tese de integração institucional.
• Hyperliquid (HYPE): os mercados permissionless lançados pela HIP-3 continuam ganhando tração, com aumento relevante de open interest. A expansão para ativos além de cripto reforça a narrativa de derivativos on-chain e competição direta com exchanges centralizadas.
• Bitcoin (BTC): o debate em torno do BIP-110 e das mudanças previstas no Bitcoin Core v30 segue como tema técnico relevante. A discussão gira em torno do limite para dados não monetários na rede, com impacto potencial sobre Ordinals, Runes e a estrutura de taxas.
• Ouro tokenizado: o aumento da tensão geopolítica elevou o interesse por ouro tokenizado como hedge on-chain. O fluxo reforça a narrativa de RWA defensivo dentro do ecossistema cripto, especialmente em ambientes de maior risco global.
• Estrutura: o mercado entra na semana mais sensível ao macro. A combinação entre decisão do Fed e risco geopolítico via petróleo tende a dominar o comportamento de liquidez global, reduzindo o espaço para narrativas puramente cripto. Ao mesmo tempo, observa-se expansão de nichos específicos como derivativos permissionless e RWA defensivo (ouro tokenizado). Nesse contexto, o mercado tende a priorizar ativos mais líquidos — com Bitcoin mantendo papel central na estrutura do setor.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• China — 16/03: produção industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos. O bloco funciona como termômetro de crescimento global e pode influenciar o sentimento em ativos de risco.
• EUA — 16/03: Vendas no Varejo e Produção Industrial. Dados relevantes para calibrar a leitura de atividade antes da decisão do Fed.
• EUA — 18/03: Decisão de juros do Federal Reserve + projeções econômicas e coletiva. Principal gatilho macro da semana para dólar, juros e ativos de risco, incluindo cripto.
• EUA — 18/03: PPI (inflação ao produtor). Ajuda a calibrar a leitura sobre pressões inflacionárias na economia americana.
• Europa / Reino Unido / Japão — 19/03: decisões de juros do BCE, Banco da Inglaterra e Banco do Japão, compondo uma semana concentrada em política monetária global.
• Geopolítica: a escalada no Oriente Médio aumenta o risco para o fluxo de petróleo na região ligada ao Irã e ao Estreito de Ormuz. O canal macro é direto: petróleo mais alto pressiona inflação e tende a sustentar dólar forte e prêmio de risco.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Arbitrum (ARB) — 16/03: ~123,5M ARB (≈ US$ 12,4M; ~2,08% da oferta em circulação).
• zkSync (ZK) — 17/03: ~173,1M ZK (≈ US$ 3,3M; ~1,88% da oferta em circulação).
• LayerZero (ZRO) — 20/03: ~25,7M ZRO (≈ US$ 50,9M; ~12,71% da oferta em circulação).
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No vídeo de hoje, André Chalegre, o Crypto Guri, comenta os últimos dados econômicos divulgados recentemente e o que eles indicam para o cenário macro atual.
O foco da análise está em inflação e políticas monetárias, além da expectativa para a reunião do Federal Reserve que ocorre nesta semana, evento que tende a ser acompanhado de perto pelos agentes econômicos.
Em um ambiente de crescimento mais moderado e inflação ainda em monitoramento, as sinalizações do Fed seguem sendo um fator relevante para o comportamento dos mercados de risco, incluindo o mercado de criptoativos.
No vídeo, André discute como esses elementos podem influenciar o mercado nos próximos dias.
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Dados MACRO saíram, mas a próxima reunião do FED que pode MEXER com o MERCADO CRIPTO
Dados MACRO saíram, mas a próxima reunião do FED que pode MEXER com o MERCADO CRIPTO
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🟠 Ascen Cripto — Educação, Research e Consultoria em Ativos Digitais
Conteúdo analítico sobre criptomoedas, economia e tecnologia, com foco em fundamentos, cenário macro…
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🟠 Ascen Cripto — Educação, Research e Consultoria em Ativos Digitais
Conteúdo analítico sobre criptomoedas, economia e tecnologia, com foco em fundamentos, cenário macro…
https://youtu.be/3csXHnR7xPk
"*Já estamos ao vivo! Hoje com um episódio especial do METACAST com o CryptoGuri e o Daniel Ascen, que são os fundadores da Ascen Cripto, falando sobre mercado cripto e como você mesmo sem entender muito do mercado pode investir como um especialista!*"
"*Já estamos ao vivo! Hoje com um episódio especial do METACAST com o CryptoGuri e o Daniel Ascen, que são os fundadores da Ascen Cripto, falando sobre mercado cripto e como você mesmo sem entender muito do mercado pode investir como um especialista!*"
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ASCEN CRIPTO | METACAST #167 | COMO TER RESULTADOS, MESMO NÃO SENDO ESPECIALISTA!?
André Chalegre e Daniel Ascen são sócios da Ascen Cripto, empresa especializada em análise de mercado, consultoria e estratégias de investimento em criptomoedas, com foco em macroeconomia, on-chain e gestão de portfólio.
Daniel Ascen é economista, especialista…
Daniel Ascen é economista, especialista…
📚 O mercado de criptoativos possui uma terminologia própria que envolve conceitos técnicos, econômicos e tecnológicos. Para quem está começando ou deseja aprofundar o entendimento sobre o setor, compreender esses termos é essencial.
Pensando nisso, a Ascen Cripto desenvolveu um Glossário Cripto, reunindo definições claras e objetivas dos principais conceitos do ecossistema, como blockchain, tokens, stablecoins, DeFi, wallets, mineração e muitos outros.
🎓 A proposta é oferecer uma referência prática para investidores, estudantes e interessados que desejam navegar com mais segurança pelo universo dos ativos digitais.
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• 24/03 (Terça-feira)
-EUA: PMI Flash (prévia da atividade econômica de março).
-Zona do Euro: PMI Flash (atividade).
-Reino Unido: PMI Flash (atividade).
-Japão: PMI Flash (atividade).
-Brasil: Ata do Copom (detalhamento da decisão de juros).
• 25/03 (Quarta-feira)
-Reino Unido: CPI (inflação ao consumidor).
• 26/03 (Quinta-feira)
-Brasil: IPCA-15 (prévia da inflação de março).
• 27/03 (Sexta-feira)
-Brasil: PNAD Contínua (mercado de trabalho).
• Atividade: Os PMIs Flash são o principal termômetro da semana para a economia americana. Leituras mais fracas reforçam a narrativa de desaceleração; leituras mais resilientes sustentam a percepção de crescimento e de juros elevados por mais tempo.
• Pós-Fed: Na reunião de 18/03, o Federal Reserve manteve a taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75%. O foco agora passa a ser a digestão da mensagem do banco central, que seguiu dependente dos dados e cautelosa diante dos riscos para inflação e atividade.
• Copom e Selic: Na reunião de 18/03, o Copom reduziu a Selic para 14,75% ao ano. A ata e o Relatório de Política Monetária ganham importância nesta semana porque detalham a leitura do Banco Central sobre inflação, atividade, câmbio e o ritmo esperado para os próximos passos.
• Inflação e atividade: O IPCA-15 é o principal dado doméstico da semana, enquanto a PNAD complementa a leitura de mercado de trabalho. Surpresas de alta na inflação tendem a pressionar juros locais; leituras mais fracas aliviam a curva.
• Crescimento global: Os PMIs de EUA, Europa, Reino Unido e Japão funcionam como leitura sincronizada da atividade global. Leituras fracas reforçam desaceleração; leituras mais fortes sustentam o crescimento na margem.
• Inflação no Reino Unido: O CPI britânico ajuda a calibrar a persistência inflacionária em economias desenvolvidas, com impacto indireto sobre expectativas de juros globais.
• Geopolítica: O cenário no Oriente Médio segue elevando o risco para o fluxo de petróleo na região ligada ao Irã e ao Estreito de Ormuz. O efeito principal é a pressão sobre energia, inflação e prêmio de risco global.
• Catalisadores: PMIs Flash (EUA, Europa, Reino Unido e Japão); ata do Copom; IPCA-15; Relatório de Política Monetária; CPI do Reino Unido; evolução do cenário geopolítico e do petróleo.
• Viés (ativos de risco): Neutro. A semana é mais focada em atividade do que em inflação nos EUA, mas o pano de fundo de juros elevados e risco geopolítico continua limitando um alívio mais consistente nas condições financeiras e no apetite por risco.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• CLARITY Act: o projeto de estrutura de mercado segue travado no Senado, com o impasse concentrado na regulação de rendimentos em stablecoins. Há sinais de avanço nas negociações, mas ainda sem definição de markup. Qualquer progresso concreto pode destravar o principal catalisador regulatório do setor nos EUA.
• SEC/CFTC — taxonomia cripto: em 17 de março, SEC e CFTC publicaram interpretação conjunta sobre a aplicação das leis a criptoativos. O foco é a redução da incerteza jurídica, com sinalização de maior clareza na distinção entre valores mobiliários e commodities digitais, impactando diretamente exchanges, emissores e produtos estruturados.
• Bitcoin (BTC): o ativo segue altamente sensível ao macro após a decisão do Fed e a pressão via petróleo. A leitura dominante é de resiliência relativa frente às altcoins, mas ainda sem força para uma retomada consistente em ambiente de dólar forte e juros elevados.
• Vencimento trimestral — 27/03 (sexta): cerca de US$ 13,5 bilhões em opções de BTC vencem na Deribit. O evento concentra o principal fluxo técnico da semana, com o mercado mais posicionado em volatilidade do que em direção.
• Estrutura: o setor entra na semana com alta correlação ao macro, altcoins pressionadas e Bitcoin mantendo papel central como ativo mais líquido. O vetor regulatório nos EUA segue como o principal driver idiossincrático de curto prazo.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• Global — 24/03 (Terça): PMI Flash de EUA, Zona do Euro, Reino Unido e Japão em publicação simultânea. Leitura sincronizada da atividade global — dados fracos reforçam desaceleração e aliviam condições restritivas; leituras resilientes sustentam juros elevados por mais tempo.
• Brasil — 24/03 (Terça): Ata do Copom, detalhando a função de reação do Banco Central após o corte de 25 bps da Selic para 14,75% na reunião de 17–18 de março.
• Reino Unido — 25/03 (Quarta): CPI britânico. Ajuda a calibrar a persistência inflacionária em economias desenvolvidas, com impacto indireto sobre expectativas de juros globais.
• Brasil — 26/03 (Quinta): IPCA-15 (prévia da inflação de março) e Relatório de Política Monetária. Principal bloco doméstico da semana, com impacto direto sobre a curva de juros e câmbio.
• EUA — Pós-Fed: o Federal Reserve manteve a taxa na faixa de 3,50%–3,75% na reunião de 18 de março. O comunicado sinalizou cautela diante da persistência inflacionária e dos riscos ligados ao choque externo via energia.
• Geopolítica: o conflito no Oriente Médio segue elevando o risco para o fluxo de petróleo na região ligada ao Irã e ao Estreito de Ormuz. O efeito é pressão sobre energia, inflação global e dólar, mantendo o prêmio de risco elevado.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Jupiter (JUP) — 28/03: ~53,5M JUP (≈ US$ 8,5M; ~1,55% do supply desbloqueado).
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