• 02/03 (Segunda-feira)
- EUA: ISM Manufacturing PMI (atividade industrial).
• 03/03 (Terça-feira)
- Zona do Euro: HICP Flash (inflação; ref. fevereiro).
- Brasil: PIB 4T/2025 (Contas Nacionais Trimestrais).
• 04/03 (Quarta-feira)
- EUA: ISM Services PMI (atividade em serviços) + Beige Book (condições econômicas regionais).
- Brasil: IPP (inflação ao produtor; ref. janeiro).
• 05/03 (Quinta-feira)
- EUA: Jobless Claims (pedidos semanais de seguro-desemprego).
• 06/03 (Sexta-feira)
- EUA: Payroll (Employment Situation; emprego e salários; ref. fevereiro).
- Brasil: PIM-PF Brasil (produção industrial; ref. janeiro).
• Atividade: ISM manufatura e serviços calibram o ritmo de crescimento no curto prazo. Leituras firmes sustentam prêmio na curva; fraqueza reforça desaceleração.
• Fed e condições financeiras: o Beige Book adiciona leitura qualitativa sobre consumo, crédito e preços. O eixo juros longos + dólar permanece como principal canal de transmissão para ativos de risco.
• Mercado de trabalho: payroll concentra a maior assimetria da semana. Surpresa de força tende a manter condições financeiras apertadas; enfraquecimento relevante abre espaço para alívio em ativos de risco.
• Crescimento: o PIB do 4T define o ponto de partida do ciclo doméstico em 2026 e influencia a curva local via percepção de tração e prêmio de risco.
• Custos e atividade: IPP e produção industrial ajudam a mapear pressão de custos e ritmo do setor produtivo no início do ano.
• Europa: o HICP flash é o principal termômetro de inflação fora dos EUA nesta semana. Persistência inflacionária sustenta prêmio de juros; desinflação melhora o sentimento global na margem.
• Geopolítica: a escalada militar envolvendo EUA/Israel e Irã adiciona prêmio de risco e pode contaminar expectativas inflacionárias via custos de petróleo no curto prazo. Além disso, o Paquistão declarou guerra aberta ao Afeganistão, após ataques aéreos e retaliações transfronteiriças, elevando o risco de instabilidade no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a fortalecer fluxos defensivos (dólar e títulos soberanos), sustentar prêmio em energia e elevar volatilidade em ativos de risco.
• Catalisadores: ISM manufatura e serviços (EUA); HICP flash (Zona do Euro); PIB (Brasil); jobless claims e produtividade (EUA); payroll (EUA); IPP, e produção industrial (Brasil); escalada de guerras EUA/Israel/Irã e Paquistão/Afeganistão.
• Viés (ativos de risco): Negativo. A combinação de dados relevantes de atividade e emprego nos EUA com aumento do prêmio geopolítico mantém assimetria para juros longos e dólar firmes, restringindo condições financeiras e limitando espaço para alta sustentável em ativos de risco.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Avalanche (AVAX) — 02/03: lançamento de programa de incentivos de até US$ 40M para estimular atividade on-chain e desenvolvimento. Impacto tende a ser narrativo e de fluxo para o ecossistema no curto prazo.
• Polygon (POL) — 04/03: início de subsídio de gas para pagamentos agent-to-agent. Reduz fricção operacional e reforça narrativa ligada a automação e agentes.
• Starknet (STRK) — semana: anúncio do strkBTC, token de BTC com privacidade embutida. Potencial de integração em DeFi e volatilidade tática no ecossistema.
• Avantis (AVNT) — 05/03: abertura do claim do 2º airdrop. Evento típico de curto prazo, com risco de pressão vendedora pós-claim dependendo de liquidez e perfil dos elegíveis.
• Estrutura: início de março entra em janela sazonal historicamente favorável em anos de midterms, com sinais recentes de rotação para altcoins e queda de dominância do BTC. O limitador segue sendo macro e geopolítica.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 02/03: ISM Manufacturing PMI. Surpresa positiva favorece alívio tático em risco; fraqueza reforça desaceleração.
• Zona do Euro — 03/03: HICP Flash (inflação). Relevante para prêmio de juros e sentimento global.
• EUA — 04/03: ISM Services PMI + Beige Book. Mantém foco no eixo juros longos + dólar.
• EUA — 05/03: Jobless Claims. Ajusta expectativas para payroll.
• EUA — 06/03: Payroll. Principal gatilho de volatilidade da semana para ativos de risco.
• Geopolítica: escalada envolvendo EUA/Israel e Irã adiciona prêmio de risco via energia. O Paquistão declarou guerra aberta ao Afeganistão após ataques transfronteiriços, ampliando instabilidade no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a fortalecer dólar e ativos defensivos, elevando volatilidade em cripto.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Ethena (ENA) — 02/03: ~40,8M ENA (≈ US$ 4,2M; ~0,53% da oferta em circulação).
• Hyperliquid (HYPE) — 05/03: ~9,92M HYPE (≈ US$ 311,8M; ~2,72% da oferta em circulação).
• Aerodrome (AERO) — 04/03: ~0,44M AERO (≈ US$ 0,15M; <0,01% da oferta em circulação).
• Optimism (OP) — 07/03: ~19,5M OP (≈ US$ 2,4M; ~0,98% da oferta em circulação).
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Media is too big
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O colapso foi intensificado pela "mania" de memecoins em 2025, que deu origem até a memcoins presidenciais. E apenas no 4º trimestre, cerca de 7,7 milhões de tokens deixaram de existir, em meio à “liquidation cascade” de outubro, quando US$ 19 bilhões em posições alavancadas foram liquidados em 24 horas.
Impulsionados por launchpads e criação de tokens de baixo custo, o número total de projetos explodiu. De 428 mil em 2021 para mais de 20 milhões em 2025.
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🤮1
- Visão Geral
- Tipos de Airdrop
- Participando de um Airdrop
- Airdrops Passados
- Estudo de Caso
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No mesmo período, o euro perdeu espaço recentemente e aparece em torno de 16%, enquanto iene japonês e libra esterlina seguem com participações marginais.
Em contraste, o ouro apresentou forte avanço e atingiu cerca de 23% das reservas globais, superando o euro e consolidando-se como o segundo principal ativo de reserva.
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• 09/03 (Segunda-feira)
- Japão: PIB final do 4T/2025.
• 10/03 (Terça-feira)
- EUA: JOLTS Job Openings (aberturas de vagas; ref. janeiro).
• 11/03 (Quarta-feira)
- EUA: CPI (inflação ao consumidor; ref. fevereiro).
- Brasil: PMC (vendas no varejo; ref. janeiro).
• 12/03 (Quinta-feira)
- EUA: Jobless Claims (pedidos semanais de seguro-desemprego) + Balança Comercial (ref. janeiro) + Housing Starts/Building Permits (construção; ref. janeiro).
- Brasil: IPCA (inflação; ref. fevereiro).
• 13/03 (Sexta-feira)
- EUA: Michigan Consumer Sentiment (prévia de março).
- Zona do Euro: Produção Industrial (ref. janeiro).
• Inflação: o CPI (inflação ao consumidor) é o dado mais sensível da semana. Surpresa de alta tende a sustentar juros longos e dólar; leitura mais comportada alivia a curva na margem (tendência natural das taxas de juros continuarem em inclinação ascendente compensando os poupadores de longo prazo), mas sem garantir mudança estrutural de regime.
• Mercado de trabalho: JOLTS e jobless claims ajudam a calibrar a tração do emprego após o payroll. Se vagas seguirem firmes e pedidos de seguro-desemprego permanecerem contidos, o mercado tende a preservar a leitura de economia ainda resiliente.
• Atividade e condições financeiras: balança comercial, construção e sentimento do consumidor complementam a leitura de ciclo. O eixo dólar + Treasuries segue como principal canal de transmissão para ativos de risco.
• Inflação: o IPCA de fevereiro é o dado doméstico central da semana. Surpresa de alta pressiona a curva local e o câmbio; surpresa de baixa alivia, mas o efeito final continua condicionado ao pano de fundo externo.
• Atividade: varejo e serviços ajudam a medir o ritmo da economia no início de 2026. Dados fracos reforçam desaceleração; números mais firmes sustentam prêmio na curva, sobretudo se vierem combinados com inflação resistente.
• Externo dominante: Movimentos em dólar e juros americanos continuam definindo grande parte da direção para BRL e ativos locais.
• Europa: a produção industrial da Zona do Euro funciona como termômetro adicional de crescimento após o bloco de inflação recente. Leitura fraca reforça perda de tração, o que é bom para guidance dovish (politica monetária expansionista) na região e, consequentemente, ativos de risco.
• Ásia: o PIB final do Japão ajuda a calibrar a percepção sobre crescimento e normalização monetária no país, com impacto potencial em JPY (yen japonês) e condições financeiras globais.
• Geopolítica: a escalada militar envolvendo EUA/Israel e Irã continua pressionando energia e elevando prêmio de risco, enquanto o conflito entre Paquistão e Afeganistão mantém ruído geopolítico no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a fortalecer fluxos defensivos (dólar e títulos soberanos) e elevar volatilidade em ativos de risco.
• Catalisadores: JOLTS (EUA); CPI (EUA); varejo (Brasil); jobless claims, balança comercial e construção (EUA); IPCA (Brasil); Michigan sentiment (EUA); produção industrial (Zona do Euro); escalada geopolítica.
• Viés (ativos de risco): Negativo na margem. A semana concentra inflação nos EUA e inflação no Brasil, além de ruído geopolítico relevante. Se o CPI vier pressionado e o mercado de trabalho continuar resiliente, a assimetria favorece dólar e juros longos mais firmes, mantendo condições financeiras apertadas e limitando espaço para alta sustentável em ativos de risco, o que inclui os criptoativos.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Solana (SOL): a Backpack anunciou acesso a ações de IPO on-chain na Solana. O foco é reforço da narrativa de tokenização de ativos e de infraestrutura de mercado de capitais sobre rails on-chain.
• Kraken: a Kraken se tornou a primeira empresa cripto com acesso ao sistema de pagamentos do Federal Reserve. O impacto é estrutural, por aproximar a infraestrutura cripto do sistema financeiro tradicional e reforçar a tese de integração institucional.
• Hyperliquid (HYPE) : membros da comunidade propuseram a HIP-6, mecanismo permissionless de leilão para lançamento de tokens no ecossistema Hyperliquid. O driver é expansão de utilidade da infraestrutura e fortalecimento da narrativa de emissão nativa on-chain.
• Estrutura: o mercado segue dividido entre melhora de narrativa micro em infraestrutura/tokenização e um macro ainda restritivo. Isso mantém espaço para rotação tática e movimentos específicos em algumas altcoins, mas com sustentação limitada se dólar e juros longos permanecerem pressionados. Bitcoin segue sendo o first-mover da estrutura cripto.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 11/03: CPI (inflação ao consumidor). Principal gatilho da semana para juros longos e dólar, com transmissão direta para BTC e altcoins.
• Brasil — 11/03: PMC (varejo). Ajuda a calibrar leitura de atividade doméstica, mas com vetor externo ainda dominante.
• EUA — 12/03: Jobless Claims + Balança Comercial + Housing Starts/Building Permits. Bloco relevante para leitura de ciclo e sensibilidade do mercado ao eixo crescimento + inflação.
• Brasil — 12/03: IPCA. Principal dado doméstico da semana para curva e câmbio.
• EUA — 13/03: Michigan Consumer Sentiment. Complementa a leitura de consumo e confiança.
• Geopolítica: a escalada envolvendo EUA/Israel e Irã continua elevando prêmio de risco via energia, enquanto o conflito entre Paquistão e Afeganistão mantém ruído no Sul da Ásia. O efeito combinado tende a sustentar fluxos defensivos e aumentar a volatilidade em ativos de risco, incluindo cripto.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Aptos (APT) — 13/03: ~11,30M APT (≈ US$ 10,61M; ~0,69% da oferta em circulação).
• Starknet (STRK) — 15/03: ~126,6M STRK (≈ US$ 4,81M; ~4,40% da oferta em circulação).
• Sei (SEI) — 15/03: ~55,2M SEI (≈ US$ 3,59M; ~1,00% da oferta em circulação).
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O avanço foi impulsionado principalmente por entidades e jurisdições sancionadas, que passaram a usar cripto de forma sistemática para evasão financeira, além de golpes, fundos desviados e redes profissionais de ocultação e movimentação de recursos.
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Para quem quiser brincar e testar seus conhecimentos sobre ativos digitais, segue um quiz divertido sobre nosso mercado.
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Também entram na análise o confronto direto entre Irã e Israel em abril de 2024, quando o Irã lançou ataques contra território israelense, e a Operação Fúria Épica em 2026, associada à recente escalada militar envolvendo o Irã e os Estados Unidos.
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Se você acompanha nosso trabalho ou quer entender melhor nossa abordagem para educação, análise e estruturação de portfólios de ativos digitais, vale a pena conhecer a nova fase da consultoria.
Nosso foco é oferecer método, análise e estratégia para atuar no mercado de criptoativos, ao mesmo tempo em que o investidor desenvolve maior compreensão sobre a dinâmica, os fundamentos e as oportunidades do mercado que mais cresce no mundo.
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• 16/03 (Segunda-feira)
- EUA: Vendas no Varejo (Retail Sales – indicador de consumo das famílias).
- EUA: Produção Industrial (Industrial Production – atividade do setor manufatureiro).
- China: Produção industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos (indicadores de atividade econômica).
• 18/03 (Quarta-feira)
- EUA: PPI (Producer Price Index – inflação ao produtor).
- EUA: Decisão de juros do Federal Reserve (Federal Open Market Committee – reunião do banco central que define a taxa básica de juros dos EUA) + projeções econômicas e coletiva de imprensa.
• 19/03 (Quinta-feira)
- Zona do Euro: Decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE).
- Reino Unido: Decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE).
- Japão: Decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ).
• Decisão do Federal Reserve: A reunião do Fed concentra o principal evento macro da semana. Além da decisão sobre a taxa de juros, o mercado observará as projeções econômicas (dot plot – gráfico que mostra as expectativas de juros dos membros do Fed) e o tom da coletiva de imprensa.
• Atividade e consumo: Vendas no Varejo (consumo) e Produção Industrial (atividade) ajudam a medir o ritmo da economia americana. Leituras fortes reforçam a percepção de crescimento resiliente e tendem a sustentar juros longos (Treasuries, títulos do Tesouro dos EUA); leituras mais fracas reforçam a narrativa de desaceleração.
• Inflação: O PPI mede a inflação ao produtor e ajuda a calibrar expectativas inflacionárias antes de dados de inflação ao consumidor. Em uma semana com decisão do Fed, surpresas no indicador podem influenciar a leitura sobre pressões de custos na economia.
• Condições financeiras: Movimentos nos juros longos continuam sendo o principal canal de transmissão para os mercados. Juros mais altos fortalecem o dólar (DXY) e reduzem o apetite por risco; juros mais baixos aliviam as condições financeiras e favorecem ativos de risco.
• Agenda doméstica: A semana possui poucos dados macro relevantes no Brasil. Assim, o comportamento dos ativos locais tende a reagir principalmente ao cenário internacional. Brasil segue como tomador de cenário.
• China e crescimento: Os dados de produção industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos ajudam a avaliar o ritmo da economia chinesa. Leituras fracas reforçam a narrativa de crescimento mais moderado e aumentam a discussão sobre estímulos; leituras mais fortes melhoram o sentimento global na margem.
• Bancos centrais: Além do Federal Reserve, decisões de juros do BCE, Banco da Inglaterra e Banco do Japão concentram a agenda global. O conjunto dessas decisões ajuda a definir o ritmo da política monetária internacional e da liquidez financeira.
• Geopolítica: A escalada no Oriente Médio, com disrupções no fluxo de petróleo ligadas ao Irã e ao Estreito de Ormuz, recoloca a energia no centro da macro global. O efeito principal é a pressão sobre petróleo, inflação e prêmio de risco, o que pode sustentar dólar forte e dificultar um alívio mais relevante nas condições financeiras.
• Catalisadores: Decisão de juros do Federal Reserve (principal evento da semana); evolução do cenário geopolítico no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo e o prêmio de risco global; Vendas no Varejo (EUA); Produção Industrial (EUA); PPI (EUA); dados de atividade econômica da China; decisões de juros do BCE, Banco da Inglaterra e Banco do Japão.
• Viés (ativos de risco): Negativo. A semana concentra decisões relevantes de política monetária e riscos geopolíticos ligados à energia, fatores que tendem a sustentar dólar forte e juros elevados, limitando o apetite por risco no curto prazo.
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