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Serviço exclusivo de consultoria estratégica e estruturação de exposição em criptoativos, adaptado ao perfil de risco, objetivos financeiros e horizonte de cada investidor.
Inclui avaliação de posicionamento atual, construção estratégica de alocação, acompanhamento contínuo, relatórios técnicos, reuniões periódicas e suporte individualizado.
• Start – Formação e Estruturação Inicial
Programa educacional e estratégico voltado para investidores que desejam compreender o mercado cripto, estruturar sua primeira alocação de forma segura e desenvolver base técnica sólida.
• Standard – Acompanhamento Estratégico Contínuo
Consultoria recorrente com suporte técnico e instrucional, relatórios periódicos, análises de mercado e ajustes estratégicos conforme ciclo e contexto macroeconômico.
• VIP – Estruturação e Execução Assistida via Subconta
Modelo avançado com operacionalização por meio de subconta em corretora, incluindo monitoramento contínuo, rebalanceamentos táticos e gestão técnica da exposição (não há custódia direta por parte da Ascen Cripto). Inclui todos os serviços da modalidade Standard.
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O Ascen Select oferece Portfólios Estruturados de Criptoativos (token baskets) a partir de teses, ciclos e narrativas de mercado.
Sempre com orientação informativa sobre composição, critérios de alocação e metodologia de rebalanceamento, podendo haver execução automatizada conforme a plataforma utilizada, sempre sem custódia ou controle dos recursos do cliente.
Foco em organização estratégica de exposição e clareza metodológica.
Lançamento em breve.
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Vertical institucional da Ascen Cripto dedicada à produção de inteligência independente sobre ativos digitais, mercado financeiro e macroeconomia em um contexto correlacionado para melhor fundamentar decisões de profissionais, empresas e outras estruturas que demandam leitura qualificada e objetiva para apoiar suas decisões.
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O Ascen Prime é uma plataforma de conteúdos educativos sobre criptoativos, economia e mercado financeiro.
Cursos, relatórios, análises de mercado e materiais exclusivos para quem busca profundidade, contexto e autonomia nas decisões. Foco em formação técnica, entendimento estrutural do mercado e desenvolvimento de visão estratégica de longo prazo.
Ideal para iniciantes e intermediários.
Lançamento em breve.
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Ascen Cripto pinned «🟠 Ascen Cripto – Produtos e Serviços 📈 ASCEN CONSULTORIA – ESTRATÉGIA E GESTÃO PERSONALIZADA Serviço exclusivo de consultoria estratégica e estruturação de exposição em criptoativos, adaptado ao perfil de risco, objetivos financeiros e horizonte de cada…»
• 16/02 (Segunda-feira)
- EUA: Feriado (President’s Day – mercados fechados).
- Brasil: Feriado (Carnaval – mercados fechados).
• 17/02 (Terça-feira)
- Zona do Euro: ZEW Economic Sentiment (expectativas econômicas).
- Brasil: Feriado (Carnaval – mercados fechados).
• 18/02 (Quarta-feira)
- EUA: Housing Starts e Building Permits (construção), Durable Goods Orders (bens duráveis), Industrial Production (atividade) + FOMC Minutes (ata do Federal Reserve).
- Reino Unido: CPI (inflação ao consumidor).
- Brasil: B3 inicia negociação a partir de 13h.
• 19/02 (Quinta-feira)
- Brasil: IBC-Br (prévia mensal do PIB).
- EUA: Trade Balance (balança comercial).
• 20/02 (Sexta-feira)
- EUA: PCE (inflação preferida do Fed), GDP 4T (primeira estimativa do PIB), Personal Income & Spending (renda e consumo) + Flash PMI (atividade).
- Global: PMIs flash (EUA, Zona do Euro, Alemanha, França, Reino Unido)
- Japão: CPI (inflação).
• Fed: As minutas do FOMC concentram a principal leitura qualitativa da semana. O mercado buscará sinais sobre persistência inflacionária, condições financeiras e timing de cortes, impactando principalmente os Treasuries longos (títulos do Tesouro dos EUA).
• Atividade e investimento: Durable Goods, Produção Industrial e dados de construção funcionam como bloco de “hard data”. Surpresas positivas tendem a sustentar juros longos e fortalecer o dólar; leituras fracas aliviam condições financeiras na margem.
• Inflação: O PCE é o dado mais sensível da semana. Por ser a métrica de inflação preferida do Fed, qualquer desvio relevante pode reprecificar expectativas de política monetária e alterar o apetite por risco.
• Liquidez reduzida: O Carnaval encurta a semana (B3 volta na quarta às 13h) e pode gerar distorções temporárias em preço e spreads na reabertura.
• Atividade doméstica: O IBC-Br atua como termômetro de crescimento. Surpresa de alta pressiona a parte curta da curva de juros; surpresa de baixa tende a aliviar a precificação, dependendo do ambiente externo.
• Externo Dominante: Em semana carregada nos EUA, o Brasil opera como tomador de cenário. Movimentos no dólar (DXY) e nos juros longos americanos seguem determinando fluxo para BRL e ativos locais.
• Crescimento sincronizado: PMIs flash ajudam a medir o ritmo de atividade nas principais economias. Leituras firmes reforçam cenário de juros elevados por mais tempo.
• Reino Unido: A combinação de dados de inflação e de varejo oferece leitura simultânea de inflação e consumo, com impacto potencial na libra e na curva de juros britânica.
• Japão: A inflação entra no radar da normalização monetária, podendo influenciar fluxos globais via mercado cambial. Mercado segue em alerta sobre o carry trade japonês.
• Catalisadores: FOMC Minutes; PCE; GDP EUA 4T; bloco de atividade americana; PMIs globais; CPI Japão.
• Viés (ativos de risco): Negativo. A concentração de inflação e comunicação do Fed mantém assimetria para juros longos mais pressionados e dólar mais forte, o que tende a apertar condições financeiras e aumentar a volatilidade em ativos de risco ao longo da semana.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Jupiter (JUP) — 17/02: proposta para pausar/reduzir emissões vai à votação. Foco no impacto de oferta e na reação do mercado ao ajuste de tokenomics em ambiente de liquidez mais restrita.
• Ethereum (ETH) — 18/02: início do ETHDenver. Evento relevante para anúncios técnicos e narrativas do ecossistema com potencial impacto na rede e em criptoativos relacionados.
• Hyperliquid (HYPE) — 18/02: especulação sobre possível 2º airdrop. Sem confirmação oficial, tende a gerar volatilidade tática e risco de “sell the news”.
• Lighter (LIT): avanço no uso de versão tokenizada do vault LLP como colateral de trading. Potencial aumento de demanda estrutural pelo ativo.
• Estrutura: cripto segue altamente correlacionado a ações americanas. Stress em crédito privado e elevada alavancagem em CeFi/DeFi aumentam risco de liquidações em cascata em movimentos de queda.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 18/02: FOMC Minutes + bloco de atividade (habitação, bens duráveis, produção).
• Brasil — 19/02: IBC-Br e reabertura de mercado pós-Carnaval pode concentrar ajustes, mas o vetor dominante segue externo (Treasuries e DXY).
• EUA — 20/02: PCE (inflação), PIB 4T (1ª estimativa) e renda/consumo. Dados relevantes para juros longos e dólar.
• Japão – CPI (20/02): dado relevante para o debate de normalização do BoJ (Banco do Japão), com impacto potencial em JPY e em condições financeiras globais (via carry trade).
• Global — 20/02: PMIs flash (atividade). Indicadores ajudam a medir o ritmo do crescimento global e reforçam ou suavizam o viés de aperto financeiro.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Arbitrum (ARB) — 16/02: 92,65M ARB (~US$ 11M; ~1,82% da oferta circulante).
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• 24/02 (Terça-feira)
- EUA: Consumer Confidence (Confiança do Consumidor).
• 25/02 (Quarta-feira)
- Zona do Euro: HICP (inflação harmonizada) – dados completos de janeiro.
• 26/02 (Quinta-feira)
- EUA: Initial Jobless Claims (pedidos semanais de seguro-desemprego).
- Brasil: IGP-M (inflação de atacado/contratos).
- Japão: Tokyo Core CPI (inflação de Tóquio).
• 27/02 (Sexta-feira)
- EUA: PPI (inflação ao produtor).
- Brasil: IPCA-15 (prévia da inflação).
- Brasil: Novo Caged (emprego formal).
• Liquidez e juros: a semana gira em torno de inflação de custos e leitura do mercado de trabalho. PPI e jobless claims são os gatilhos com maior capacidade de mexer em juros longos e dólar.
• Atividade: confiança do consumidor vindo fraca reforça desaceleração e aumenta sensibilidade do mercado a qualquer surpresa de inflação.
• Assimetria: inflação persistente mantém o Fed preso ao “higher for longer”, limitando alívio sustentável para risco. Surpresa desinflacionária abre espaço para alívio tático, mas tende a ser instável se o dólar permanecer firme.
• Inflação: IPCA-15 é o evento mais sensível para a curva local. Surpresa de alta tende a pressionar juros e câmbio; surpresa de baixa alivia, mas o efeito depende do pano de fundo externo (Treasuries e DXY).
• Atividade: Novo Caged funciona como leitura do ciclo doméstico. Dado fraco reforça desaceleração; dado forte sustenta prêmio na curva, sobretudo se inflação também vier pressionada.
• Indexação e ruído: IGP-M entra mais pelo canal de contratos e expectativa do que por política monetária imediata, mas pode contaminar a percepção inflacionária no curto prazo.
• Europa: HICP na semana para calibrar confiança e trajetória de inflação. Desinflação ajuda sentimento global; inflação resistente tende a sustentar prêmio em juros.
• Japão: Tokyo Core CPI segue como proxy antecipado para o debate de normalização do BoJ (Banco do Japão). Movimentos em JPY podem afetar condições financeiras globais via carry trade, com impacto indireto em ativos de risco.
• Catalisadores: confiança do consumidor (EUA); jobless claims (EUA); PPI (EUA); HICP (Zona do Euro); Tokyo Core CPI (Japão); IPCA-15 e Caged (Brasil); IGP-M (Brasil).
• Viés (ativos de risco): Negativo. Inflação e juros longos seguem pressionando condições financeiras. Sem mudança clara no eixo dólar e curva americana, o cenário permanece levemente desfavorável para risco.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Uniswap (UNI) — 23/02: encerra a votação para expandir a ativação de protocol fees (“fee switch”/captura de taxas) para mais pools/redes. Foco no efeito de narrativa de revenue para a DAO versus impacto em yields de LPs e reação do mercado a “monetização” explícita.
• NEAR Protocol (NEAR) — 23/02: início do NEARCON (23–24/02). Evento relevante para anúncios e direcionamento de ecossistema, com potencial de elevar fluxo de atenção e volatilidade em NEAR e projetos correlatos.
• Jupiter (JUP): proposta de reduzir emissões líquidas a zero foi aprovada. O mercado tende a reprecificar “alívio estrutural de oferta”, mas o efeito líquido no curto prazo depende do cronograma de execução e do comportamento de sell pressure ao redor de unlocks.
• Estrutura: semana segue com beta macro dominante. Com juros longos e dólar como canal de liquidez, o mercado prioriza risco sistêmico e reduz assimetria positiva em altcoins, mantendo sensibilidade elevada a qualquer estresse de alavancagem (CeFi/DeFi).
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — 24/02: Consumer Confidence (sentimento do consumidor). Termômetro rápido de desaceleração ou resiliência.
• Zona do Euro — 25/02: HICP (inflação harmonizada). Relevante para expectativas de juros e prêmio de risco.
• EUA — 26/02: Jobless Claims (mercado de trabalho). Dado “high frequency” que mexe com precificação de ciclo.
• Japão — 26/02: Tokyo Core CPI (inflação de Tóquio). Mantém o radar de normalização do BoJ e pode afetar condições financeiras globais via carry trade.
• Brasil — 26–27/02: IGP-M (indexação/ruído inflacionário) e IPCA-15 + Caged (inflação e atividade). Relevantes para a curva local, mas com vetor externo ainda dominante.
• EUA — 27/02: PPI (inflação ao produtor). Gatilho para juros longos e dólar via inflação de custos.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Jupiter (JUP) — 28/02: 253,47M JUP (≈ US$36 M; ≈ 3,7% do total supply).
• Sui (SUI) — 01/03: 43,35M SUI (≈ $40 M; ~1,13% da oferta em circulação).
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Os dados on-chain sugerem que o Bitcoin se encontra em zona de subvalorização estatística. Sob essa ótica, o indicador aponta para um momento historicamente mais favorável a posicionamentos de entrada.
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