1️⃣ Atualizações Cripto
• Solana Mobile (SKR): após o lançamento do SKR (token do ecossistema Solana Mobile, celular da rede Solana) e abertura do claim (resgate do airdrop) para usuários do Seeker, o tema da semana é pressão vendedora pós-airdrop vs. staking (depósito do token para receber recompensas) e continuidade do engajamento on-chain na rede Solana.
• Ethereum (ETH): com a sequência de trabalho do roadmap do Pectra (pacote de melhorias do protocolo), o mercado monitora a consolidação do upgrade em testnets e o debate de cronograma para a etapa seguinte (efeito: reduzir risco de execução e melhorar “visibilidade” de entrega).
• Tokenização e stablecoins institucionais: a narrativa de 2026 segue ganhando densidade com movimentos de “cash on-chain” em redes voltadas a instituições, reforçando o tema tokenização de ativos e trilhos de liquidação (infraestrutura para mover dinheiro/ativos com menor fricção).
• Regulação EUA (mercado cripto): após o adiamento do avanço legislativo no Senado, o mercado acompanha o reengajamento político e novos encaminhamentos (efeito: volatilidade setorial em infraestrutura, DeFi e tokens ligados a compliance).
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA - FOMC (27–28/01): O consenso é de manutenção dos juros, com atenção total ao tom da coletiva de Powell. Sinal mais dovish (tom de expansionismo monetário) tende a favorecer risco; reforço de cautela pode pressionar cripto via dólar mais firme e reprecificação de juros longos. [FOMC é o Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Banco Central dos EUA)]
• EUA - "Tax season" (26/01): Início oficial do período de declarações ao sistema de imposto de renda. O efeito é gradual, mas pode atuar como suporte marginal de liquidez nas próximas semanas via reembolsos, dependendo do comportamento dos agentes econômicos.
• Brasil - Copom (27–28/01): Expectativa de Selic mantida em 15,00%. O mercado observa o comunicado por pistas de assimetria de riscos (fiscal vs inflação) e horizonte de flexibilização. O impacto em cripto é indireto, via câmbio local e apetite a risco doméstico.
• EUA - Confiança do Consumidor (27/01) e Jobless Claims (29/01): Dados relevantes para calibrar “consumo resiliente” e dinâmica do mercado de trabalho, ajudando a ancorar a precificação da curva após o FOMC.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Jupiter (JUP) — 28/01: Desbloqueio de 53,47M tokens (≈ US$ 11M; ~1,70% da oferta em circulação).
• Sui (SUI) — 01/02: Desbloqueio de 43,53M tokens (≈ US$ 64M; ~1,15% da oferta em circulação).
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O estudo analisa o comportamento do mercado ao longo de 2025 a partir da integração entre preços, fluxos institucionais, derivativos, altcoins, stablecoins, RWA e regulação, buscando identificar mudanças de regime, incentivos econômicos e transformações na infraestrutura do setor.
O relatório oferece uma base analítica para compreender como o mercado cripto está se reorganizando em um contexto de maior institucionalização.
- Performance e estrutura do mercado em 2025
- Volatilidade, alavancagem e derivativos
- Dinâmica de altcoins, stablecoins e ativos do mundo real (RWA)
- Regulação, institucionalização e infraestrutura
- Perspectivas e riscos para 2026
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O presidente Donald Trump oficializou nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, a indicação de Kevin Warsh para assumir a presidência do Federal Reserve (Fed). Se confirmado pelo Senado, Warsh sucederá Jerome Powell, cujo mandato expira em maio deste ano.
🔸 Experiência no Fed: Warsh serviu no Conselho de Governadores do Fed entre 2006 e 2011, tendo sido o mais jovem a ocupar o cargo (35 anos na época). Atuou como principal ligação do banco central com Wall Street durante a Crise Financeira de 2008.
🔸 Carreira Privada e Acadêmica: Antes do serviço público, trabalhou no setor de fusões e aquisições (M&A) do Morgan Stanley. Recentemente, era sócio no *Duquesne Family Office* (de Stanley Druckenmiller) e pesquisador visitante na Hoover Institution, em Stanford.
A nomeação de Warsh sinaliza uma possível mudança estrutural na condução da política monetária dos EUA, baseada nos seguintes pontos:
🔸 Produtividade via IA: Warsh defende a tese de que a Inteligência Artificial está gerando um choque de produtividade deflacionário. Esta visão sugere que a economia pode crescer de forma acelerada com taxas de juros menores sem necessariamente pressionar a inflação.
🔸 Redução de Balanço: O indicado tem sido crítico ao tamanho do balanço patrimonial do Fed (estimado em cerca de US$ 7 trilhões), defendendo uma redução rápida de liquidez para permitir cortes mais seguros nas taxas nominais de juros.
🔸 Mudança de Comunicação: Defende um Fed menos focado em "forward guidance" (sinalizações futuras constantes) e mais em decisões baseadas em dados correntes, visando reduzir o ruído político nas comunicações oficiais.
Embora mantenha uma postura institucional, Warsh tem registros públicos recentes com as seguintes posições:
🔸 Bitcoin: Classifica o ativo como uma reserva de valor sustentável e uma alternativa ao ouro, embora não o veja como substituto para o dólar.
🔸 Inovação: Vê a tecnologia blockchain como um software que pode aumentar a competitividade e produtividade dos EUA se desenvolvida domesticamente.
A indicação segue agora para o Comitê de Bancos do Senado. Apesar da maioria republicana, o processo enfrenta desafios:
🔸 Investigações em curso: Senadores como Thom Tillis (R-NC) indicaram que podem bloquear nomeações até que investigações do Departamento de Justiça sobre reformas na sede do Fed sejam concluídas.
🔸 Independência Institucional: Oposição democrata e economistas levantaram preocupações sobre a pressão da Casa Branca por juros baixos, questionando a manutenção da independência da autoridade monetária sob a nova liderança.
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• 02/02 – EUA: ISM Manufatura (PMI de manufatura do ISM, termômetro de atividade).
• 03/02 – EUA: JOLTS (relatório de vagas abertas e rotatividade no mercado de trabalho).
• 04/02 – EUA: ADP (estimativa privada de criação de empregos) e ISM Serviços (PMI de serviços do ISM).
• 05/02 – EUA: Initial Jobless Claims (pedidos semanais de seguro-desemprego).
• 06/02 – EUA: Payroll (relatório oficial de emprego, criação de vagas, salários e taxa de desemprego).
• 04/02 – Zona do Euro: CPI flash (estimativa preliminar de inflação ao consumidor).
• 04–05/02 – Zona do Euro: reunião do BCE (decisão de juros + coletiva).
• 05/02 – Reino Unido: reunião do BoE (decisão de juros + guidance (sinalização)).
• 03/02 – Brasil: Produção Industrial (PIM-PF) (indicador mensal de atividade industrial).
• Atividade e emprego: O bloco ISM (manufatura e serviços) e o conjunto de dados do mercado de trabalho (JOLTS, ADP, Jobless Claims e Payroll) devem dominar a precificação. O ponto central é calibrar se a economia desacelera de forma ordenada ou se permanece resiliente o suficiente para manter juros altos por mais tempo.
• Condições financeiras: A curva de Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) segue como canal primário de transmissão. Surpresas de alta em atividade/emprego tendem a sustentar juros longos e fortalecer o dólar; leituras mais fracas tendem a aliviar juros longos e favorecer ativos de risco.
• Assimetria da semana: Payroll é o evento com maior potencial de reprecificação, especialmente se houver combinação de surpresa em criação de vagas e aceleração ou desaceleração em salários (pressão inflacionária via renda).
• Canal externo: Sem reunião de política monetária no período, o Brasil tende a operar mais como “tomador de cenário” via dólar e juros longos nos EUA. O diferencial de juros ainda sustenta carry trade (estratégia de carregar moeda de juro alto), mas a sensibilidade ao risco global permanece elevada.
• Atividade doméstica: A Produção Industrial (PIM-PF) ajuda a refinar o pulso de atividade do fim de 2025, porém o impacto tende a ser secundário frente a câmbio, fluxo e percepção fiscal.
• Europa (BCE + inflação): CPI flash e decisão do BCE são o núcleo europeu da semana. O mercado deve reagir principalmente ao balanço “inflação de serviços vs crescimento”, com efeito em euro, curva europeia e sentimento global.
• Reino Unido (BoE): A decisão do BoE entra como segundo evento relevante de banco central. Mudanças de sinalização podem aumentar volatilidade em moedas e influenciar apetite por risco na margem.
• Mapeamento de risco: Sem choques exógenos novos, o cenário-base é “macro guiado por dados”, com maior sensibilidade a emprego e serviços.
• Catalisadores: ISM Manufatura e ISM Serviços; JOLTS; ADP; Jobless Claims; Payroll (EUA); CPI flash + decisão do BCE; decisão do BoE; Produção Industrial (Brasil).
• Viés: Neutro, com assimetria para volatilidade. A semana tende a ser guiada por reprecificação de juros via dados de emprego e atividade, com maior risco de movimentos bruscos em torno de Payroll e dos bancos centrais europeus.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Lido (LDO): Lançamento do Lido V3 em 03/02 (nova arquitetura de staking com stVaults (módulos de vault para estratégias/gestão de risco no staking)). O mercado monitora adoção inicial, migrações e possíveis mudanças na dinâmica de demanda por staking líquido em Ethereum.
• Ondo (ONDO): Ondo Summit em 03/02 (evento focado em tokenização de RWAs (real world assets, ativos do mundo real) e integração TradFi–onchain). O tema é fluxo institucional para “cash on-chain” e infraestrutura de liquidação, com impacto indireto em narrativas de tokenização e stablecoins.
• Optimism (OP): Início, em fevereiro, do programa que direciona 50% da receita do Superchain (receitas agregadas do ecossistema OP Stack) para recompras de OP (mecânica de buyback para alinhar captura de valor do token com a atividade do ecossistema). O foco é implementação prática, cadência e transparência dos parâmetros.
• Ethereum (ETH): Continuidade do “ciclo de execução” do Pectra (pacote de upgrades do protocolo). O mercado acompanha marcos em testnets (redução de risco de execução) e sinalização de cronograma, dado o efeito de “visibilidade de entrega” em 2026.
• Stablecoins e tokenização: Cresce o ruído em torno de stablecoins lastreadas em dólar na Ethereum e trilhos institucionais (infraestrutura para emissão, custódia e liquidação). O efeito é de reforço de tese para redes e protocolos com posicionamento claro em stablecoins/RWAs, mais do que um catalisador pontual de preço nesta semana.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA – Dados de atividade e emprego: Semana carregada com ISM Manufatura (02/02), JOLTS (03/02), ADP (04/02), ISM Serviços (04/02), Jobless Claims (05/02) e Payroll (06/02) (o “combo” que mais mexe em juros e dólar no curto prazo). A leitura conjunta define o tom de condições financeiras e o apetite por risco.
• Europa – BCE + CPI flash: CPI flash (04/02) e decisão do BCE (04–05/02) (juros + coletiva). O mercado reage ao balanço “inflação de serviços vs crescimento”, com impacto em euro e sentimento global.
• Reino Unido – BoE: Decisão do BoE (05/02) (juros + guidance (sinalização)). Pode adicionar volatilidade em FX (câmbio) e influenciar risco na margem.
• Brasil – Atividade: Produção Industrial (PIM-PF) (03/02) como pulso doméstico, mas o canal dominante segue externo (dólar e juros longos dos EUA).
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Ethena (ENA) — 02/02: Unlock de 40,63M ENA (≈ US$ 5–6M; ~0,55% da oferta em circulação). Evento pequeno.
• Hyperliquid (HYPE) — 06/02: Unlock de 9,92M HYPE (≈ US$ 295–315M; ~2,7%–2,8% da oferta em circulação). Potencial de volatilidade por tamanho relativo e destino do unlock.
• Berachain (BERA) — 06/02: Unlock de ~63,75M BERA (≈ US$ 29–31M; ~41% da oferta em circulação). Número grande em % e, por isso, com risco elevado de distorção de preço no curto prazo (principalmente em janelas de menor liquidez).
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- Visão Geral
- Arquitetura
- Estrutura Econômica
- Tokenomics
- Diferenciais
- Ecossistema
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Media is too big
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• 10/02 (Terça-feira)
- Brasil: IPCA (Inflação oficial de janeiro/2026) – Divulgação pelo IBGE às 09h.
- EUA: Vendas no Varejo (Advance Retail Sales – dado de dez/2025 reprogramado).
• 11/02 (Quarta-feira)
- EUA: Payroll (Employment Situation – Relatório mensal de emprego reprogramado).
- China: IPC (Inflação ao consumidor de janeiro/2026 – Anual e Mensal).
• 12/02 (Quinta-feira)
- Reino Unido: PIB (Primeira estimativa do 4T/2025).
- Zona do Euro: PIB Flash (Estimativa rápida de crescimento do 4T/2025).
• 13/02 (Sexta-feira)
- EUA: CPI (Consumer Price Index – Inflação ao consumidor reprogramada).
- Rússia: Decisão sobre a Taxa Básica de Juros + Coletiva do Banco Central da Rússia.
• Atividade e emprego: Varejo (consumo) e Payroll (emprego) formam o “duplo gatilho” da semana. Consumo/emprego fortes tendem a sustentar juros longos (Treasuries, títulos do Tesouro dos EUA) e apertar condições financeiras; leituras fracas tendem a aliviar a curva e favorecer risco na margem.
• Inflação e reprecificação: O CPI reprogramado concentra a maior assimetria, pois define o “piso” de inflação no curto prazo e mexe diretamente com precificação de cortes (timing) e prêmio de termo (compensação exigida para carregar prazo longo).
• Condições financeiras: Movimentos nos vencimentos longos seguem como canal dominante. Mesmo sem mudança formal de política, alta adicional em juros longos aperta condições, fortalece o dólar (DXY) e reduz apetite por risco; o inverso vale para uma surpresa desinflacionária.
• Inflação (IPCA): O dado de IPCA da semana tende a dominar o doméstico. Surpresa de alta pressiona a parte curta da curva e reforça postura de juros altos por mais tempo; surpresa de baixa alivia precificação, mas a transmissão para ativos segue condicionada ao fiscal.
• Canal externo e câmbio: Com a semana carregada nos EUA, o Brasil opera como “tomador de cenário”: dólar global e juros longos nos EUA continuam determinando fluxo, volatilidade do real (BRL) e movimentos da B3 e dos juros locais.
• Europa (crescimento): PIB Flash da Zona do Euro e PIB do Reino Unido ajudam a quantificar o crescimento do cenário global. Surpresas negativas reforçam narrativa de crescimento fraco e ampliam discussão sobre flexibilização futura; surpresas positivas tendem a sustentar moedas/curvas locais e melhorar sentimento global na margem.
• China (inflação): IPC da China entra como termômetro de demanda doméstica e quantificação de preços. Leituras muito fracas reforçam discussão sobre estímulos (política fiscal/creditícia), com impacto indireto em commodities e emergentes (e. g. Brasil).
• Rússia (juros): Decisão do Banco Central russo é relevante para o contexto de commodities e para o prêmio de risco regional.
• Catalisadores: Vendas no Varejo (EUA); IPCA (Brasil); Payroll (EUA); CPI (EUA); PIB flash (Zona do Euro) e PIB (Reino Unido); CPI (China); decisão de juros na Rússia.
• Viés: Negativo. O movimento de aversão ao risco deve continuar com a combinação emprego e inflação nos EUA tendendo a sustentar juros longos e dólar na margem, o que piora condições financeiras e aumenta o risco de movimentos bruscos contra ativos de risco ao longo da semana; incluindo o setor de criptoativos, sensível à liquidez global.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Pendle (PENDLE): sPENDLE buybacks entram em vigor. O foco é o impacto no fluxo de demanda (recompras financiadas por receita) e no “piso” de preço no curto prazo, versus condições gerais de liquidez.
• Base: o mercado digere o release de informações sobre o TGE (token generation event, evento de emissão do token). A semana tende a ser guiada por expectativa e posicionamento, com volatilidade típica de pré-anúncio e assimetria para “sell the news” quando houver datas/termos. Base é a solução de segunda camada da Coinbase para a Ethereum.
• Coinbase ($COIN): earnings call em 12/02. Além de guidance e números de volume, o mercado olha comentários sobre institutional flows (fluxos institucionais), receitas de trading e evolução de produtos, por serem um proxy de “atividade real” no setor.
• Narrativa setorial (rotação): manutenção de rotação tática em nichos (setores) e sensibilidade elevada a notícias de liquidez. Em semanas carregadas de macro, a tendência é o mercado priorizar beta (exposição direcional do mercado inteiro) e reduzir risco em tokens menores.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA – Consumo, emprego e inflação: semana concentrada em dados que mexem diretamente com juros e dólar. Vendas no Varejo em 10/02 (consumo), Payroll em 11/02 (mercado de trabalho) e CPI em 13/02 (inflação). Leituras fortes tendem a sustentar juros longos e pressionar ativos de risco; surpresas de fraqueza aliviam condições financeiras na margem.
• EUA – Risco fiscal (shutdown): cresce o ruído sobre paralisação parcial do governo próximo ao dia 14/02. Mesmo sem materialização, o tema adiciona volatilidade à curva de juros e ao dólar, afetando cripto via canal de liquidez e aversão ao risco.
• Brasil – IPCA: IPCA em 10/02 domina o doméstico. Surpresa de alta pressiona juros locais e câmbio; surpresa de baixa alivia a curva, mas o efeito em cripto permanece indireto, via sentimento e fluxo local.
• Global – China, Zona do Euro e Rússia: IPC [inflação] da China, PIB Flash da Zona do Euro, PIB do Reino Unido e decisão de juros da Rússia compõem o pano de fundo global. China atua como termômetro de demanda e possível estímulo; Europa sinaliza fraqueza ou estabilização do crescimento; Rússia impacta prêmio de risco e commodities. O efeito conjunto é marginal, mas relevante para o sentimento global e para emergentes.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Aptos (APT) — 10/02: Desbloqueio de 11,31M tokens (≈ US$ 12–13M; ~0,69% da oferta em circulação).
• Avalanche (AVAX) — 11/02: Desbloqueio de 1,67M tokens (≈ US$ 15M; ~0,32% da oferta em circulação).
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