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• 19/01 – EUA: Martin Luther King Jr. Day (feriado, NYSE/Nasdaq e mercado de Treasuries fechados; liquidez reduzida).
• 20/01 – China: LPR (Loan Prime Rate, taxa de referência de crédito).
• 21/01 – EUA: Housing Starts e Building Permits (início de construções e licenças).
• 22/01 – EUA: Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego (Initial Jobless Claims, novos pedidos de auxílio).
• 23/01 – EUA/Europa: Flash PMIs (PMI preliminar, termômetro rápido de atividade no início do mês).
• A semana começa com liquidez reduzida por conta do feriado de 19/01, o que pode amplificar movimentos de preço na reabertura de terça-feira, principalmente se houver variação relevante no dólar (DXY - Índice [de força do] Dólar).
• O foco de dados se concentra em atividade doméstica, com destaque para Housing Starts/Permits. O setor imobiliário segue sendo um dos melhores “sensores” para medir o efeito acumulado de juros elevados na economia real.
• Os Initial Jobless Claims funcionam como ajuste de margem para a leitura de desaceleração. Um salto persistente reforça a tese de arrefecimento do mercado de trabalho; estabilidade mantém o cenário de desaceleração gradual.
• Importante: não há PIB (GDP) nem PCE padrão nesta semana. Esses releases foram remarcados, então o mercado tende a operar mais com leitura de condições financeiras (juros longos, dólar) e com sinais de atividade (PMIs e housing).
• Semana com menos “grandes dados” domésticos. O mercado segue guiado por fiscal e pela direção do dólar, com a Selic alta mantendo o diferencial de juros como suporte, mas sem eliminar o prêmio de risco na curva longa.
• Com EUA reabrindo após feriado e com dados de atividade, a transmissão para o Brasil tende a ocorrer via DXY e juros longos americanos, que mexem com fluxo, curva local e câmbio.
• China: o foco é a LPR (taxa básica de juros para crédito), que sinaliza o grau de estímulo via custo de crédito. Movimentos (ou manutenção) impactam sentimento em commodities e emergentes na margem, principalmente se vierem acompanhados de sinalização adicional sobre suporte ao setor imobiliário e ao crédito.
• Europa: os Flash PMIs (aqui incluindo o dos EUA) são o principal “termômetro rápido” do início do ano. Leituras fracas reforçam cautela global; surpresas positivas tendem a sustentar apetite por risco, desde que não reacendam a precificação de juros.
• Catalisadores: feriado e reabertura nos EUA; China: LPR; EUA: housing (starts/permits), jobless claims; Flash PMIs (Europa inclusa).
• Viés: Cautela construtiva. A semana tende a ser guiada por atividade (housing/PMIs) e por condições financeiras (juros longos e dólar). O feriado no início pode elevar a volatilidade na reabertura, com Brasil sensível a dólar e fiscal.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Ethereum (ETH) — Atividade on-chain mostra aceleração relevante, com aumento de novas carteiras e volume de transações. O movimento é associado à expansão de casos de uso ligados a stablecoins e tokenização de ativos do mundo real (RWAs), principais narrativas estruturais para 2026. Ethereum segue como a principal infraestrutura para esses segmentos.
• Solana (SOL) — O ecossistema entra em evidência com o airdrop do token SKR para usuários do Solana Mobile (quarta-feira).
• Uniswap (UNI) — Após a aprovação das propostas de captura de valor para o token UNI, o foco do mercado se desloca para a implementação operacional dos mecanismos de fee e seus impactos recorrentes sobre a dinâmica de oferta do UNI.
• Jupiter (JUP) — Expectativa para o último Jupuary airdrop, mantendo elevada a atenção sobre o ecossistema Solana e a dinâmica de incentivos no curto prazo.
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA — Semana com agenda macro mais leve. O principal dado é o Core PCE (inflação subjacente preferida do Fed), referente a novembro/2025. Leituras recentes de CPI e PPI indicaram inflação moderada; surpresa negativa favorece ativos de risco, enquanto leitura acima do esperado pode sustentar postura cautelosa do Fed.
• Liquidez e risco — A rotação de capital de large caps para small caps nos EUA segue em curso, com correlação positiva para criptoativos. O movimento reflete maior apetite por risco, apesar da ausência de catalisadores macro relevantes.
• Política e geopolítica — Riscos geopolíticos permanecem no radar, mas sem eventos concretos dominando a semana. O calendário político dos EUA, com aproximação do ciclo eleitoral, mantém expectativa de avanços regulatórios concentrados no curto prazo.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Ondo (ONDO) — 18/01: Cliff unlock de aproximadamente 1,94B ONDO (≈ US$ 730–740M). Evento de oferta muito relevante; o impacto em preço depende do ritmo de distribuição e de quanto dessa oferta vira venda efetiva no curto prazo.
• LayerZero (ZRO) — 20/01: Unlock de 25,71M tokens (~6,36% da oferta circulante).
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- Visão Geral
- Arquitetura
- Estrutura Econômica
- Tokenomics
- Diferenciais
- Ecossistema
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• 26/01 – EUA: início da "tax season" (abertura oficial do período de envio de declarações ao IRS), com potencial impacto marginal via reembolsos ao longo das próximas semanas.
• 27/01 – EUA: Confiança do Consumidor (Conference Board).
• 27–28/01 – EUA: reunião do FOMC (Comitê de Política Monetária do Federal Reserve) e decisão de juros, seguida de coletiva.
• 27–28/01 – Brasil: reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) e decisão da Selic (taxa básica de juros do Brasil).
• 29/01 – EUA: pedidos semanais de seguro-desemprego (Initial Jobless Claims).
• Política monetária: O evento central da semana é a reunião do FOMC. O mercado precifica com elevada probabilidade a manutenção da taxa de juros (Fed Funds Rate, que está em 3,50%-3,75%), deslocando o foco para o tom da comunicação de Jerome Powell. Qualquer sinalização mais dovish (discurso de expansão monetária) pode sustentar ativos de risco; reforço de cautela tende a fortalecer o dólar e pressionar juros longos.
• Condições financeiras: A curva de Treasuries permanece como principal canal de transmissão. Alta nos vencimentos longos aperta condições financeiras mesmo sem ação direta do Fed (Banco Central dos EUA), reduzindo apetite por risco. A expectativa é de volatilidade de curto prazo, mais do que mudança estrutural de tendência.
• Liquidez e sazonalidade: O início da "tax season" abre espaço para entrada gradual de reembolsos fiscais nas próximas semanas. O impacto macro é limitado, mas pode atuar como suporte marginal ao consumo e à liquidez, dependendo do comportamento dos agentes econômicos.
• Política monetária: O Copom deve manter a Selic em 15,00%. A atenção recai sobre o comunicado e eventuais ajustes de linguagem que indiquem o grau de cautela para o primeiro semestre.
• Fiscal: O prêmio na curva longa segue elevado, refletindo incertezas sobre a trajetória da dívida e a credibilidade do arcabouço fiscal. O carry trade sustenta o real em janelas de apetite global, mas o risco fiscal continua limitando movimentos mais estruturais.
• Europa: O BCE permanece fora do centro do radar nesta semana. O pano de fundo segue sendo crescimento fraco e inflação de serviços mais rígida, mantendo postura dependente de dados.
• Atividade global: Indicadores recentes sugerem desaceleração moderada em alguns polos e recuperação parcial em outros. O equilíbrio entre crescimento suficiente e inflação comportada segue determinante para o apetite por risco.
• Geopolítica: Riscos de cauda (i.e. improváveis com alto impacto) permanecem latentes e funcionam como fonte de assimetria e volatilidade, mas sem eventos concretos dominando o cenário-base no curto prazo.
• Catalisadores: decisão e coletiva do FOMC; decisão do Copom (para Brasil); confiança do consumidor nos EUA; pedidos semanais de seguro-desemprego; início da "tax season".
• Viés: Neutro, com assimetria para volatilidade (ou seja, lateralização com potencial de movimentos bruscos por evento inesperado). O cenário-base é de manutenção de políticas, mas o mercado deve reagir ao tom dos bancos centrais e à reprecificação da curva de juros.
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1️⃣ Atualizações Cripto
• Solana Mobile (SKR): após o lançamento do SKR (token do ecossistema Solana Mobile, celular da rede Solana) e abertura do claim (resgate do airdrop) para usuários do Seeker, o tema da semana é pressão vendedora pós-airdrop vs. staking (depósito do token para receber recompensas) e continuidade do engajamento on-chain na rede Solana.
• Ethereum (ETH): com a sequência de trabalho do roadmap do Pectra (pacote de melhorias do protocolo), o mercado monitora a consolidação do upgrade em testnets e o debate de cronograma para a etapa seguinte (efeito: reduzir risco de execução e melhorar “visibilidade” de entrega).
• Tokenização e stablecoins institucionais: a narrativa de 2026 segue ganhando densidade com movimentos de “cash on-chain” em redes voltadas a instituições, reforçando o tema tokenização de ativos e trilhos de liquidação (infraestrutura para mover dinheiro/ativos com menor fricção).
• Regulação EUA (mercado cripto): após o adiamento do avanço legislativo no Senado, o mercado acompanha o reengajamento político e novos encaminhamentos (efeito: volatilidade setorial em infraestrutura, DeFi e tokens ligados a compliance).
2️⃣ Cenário Macroeconômico
• EUA - FOMC (27–28/01): O consenso é de manutenção dos juros, com atenção total ao tom da coletiva de Powell. Sinal mais dovish (tom de expansionismo monetário) tende a favorecer risco; reforço de cautela pode pressionar cripto via dólar mais firme e reprecificação de juros longos. [FOMC é o Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Banco Central dos EUA)]
• EUA - "Tax season" (26/01): Início oficial do período de declarações ao sistema de imposto de renda. O efeito é gradual, mas pode atuar como suporte marginal de liquidez nas próximas semanas via reembolsos, dependendo do comportamento dos agentes econômicos.
• Brasil - Copom (27–28/01): Expectativa de Selic mantida em 15,00%. O mercado observa o comunicado por pistas de assimetria de riscos (fiscal vs inflação) e horizonte de flexibilização. O impacto em cripto é indireto, via câmbio local e apetite a risco doméstico.
• EUA - Confiança do Consumidor (27/01) e Jobless Claims (29/01): Dados relevantes para calibrar “consumo resiliente” e dinâmica do mercado de trabalho, ajudando a ancorar a precificação da curva após o FOMC.
3️⃣ Desbloqueios de Tokens
• Jupiter (JUP) — 28/01: Desbloqueio de 53,47M tokens (≈ US$ 11M; ~1,70% da oferta em circulação).
• Sui (SUI) — 01/02: Desbloqueio de 43,53M tokens (≈ US$ 64M; ~1,15% da oferta em circulação).
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O estudo analisa o comportamento do mercado ao longo de 2025 a partir da integração entre preços, fluxos institucionais, derivativos, altcoins, stablecoins, RWA e regulação, buscando identificar mudanças de regime, incentivos econômicos e transformações na infraestrutura do setor.
O relatório oferece uma base analítica para compreender como o mercado cripto está se reorganizando em um contexto de maior institucionalização.
- Performance e estrutura do mercado em 2025
- Volatilidade, alavancagem e derivativos
- Dinâmica de altcoins, stablecoins e ativos do mundo real (RWA)
- Regulação, institucionalização e infraestrutura
- Perspectivas e riscos para 2026
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