🇧🇷🗳 — A União Brasil e a Federação Progressista, os dois maiores partidos de centro-direita do Brasil, declararam apoio ao senador Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições.
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🇧🇷🗳❗️ — A campanha de Ciro Gomes, derrotada por Elmano de Freitas no primeiro turno das eleições para o governo do Ceará, anunciou que irá solicitar a ANULAÇÃO DA ELEIÇÃO por meio de uma ação judicial.
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🇧🇷Ciro ainda fez acusações ao ministro Dias Toffoli, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a quem se referiu como "ex-advogado do PT e ministro do STF nomeado por Lula". Ciro afirmou que o magistrado foi o responsável "pela fraude final" contra ele.
"Ele autorizou mais de 900 comerciais de Elmano com Lula e seus senadores durante a sexta e o sábado quando a lei, muito clara, veda a propaganda nestes dois dias que antecedem ao pleito. Quantos cearenses aderiram ao PT por causa desta inédita bateria de propaganda? (eram até três comerciais por intervalo)", acusou.
"Ele autorizou mais de 900 comerciais de Elmano com Lula e seus senadores durante a sexta e o sábado quando a lei, muito clara, veda a propaganda nestes dois dias que antecedem ao pleito. Quantos cearenses aderiram ao PT por causa desta inédita bateria de propaganda? (eram até três comerciais por intervalo)", acusou.
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Uma declaração aos colegas do MBL/Missão
Creio que poucos aqui saibam quem é "Republicano" além do pseudônimo e do Canal Armillary. Não, não sou alguém importante. E não, também não sou agente do Mossad, como alguns tentaram me imputar.
Sempre fui introspectivo e preferi discutir ideias no privado, em fóruns, imageboards, Facebook ou Twitter. Por isso carreguei o Canal por tanto tempo sem nunca assinar com meu nome de batismo. Não por medo de represália, mas porque eu não conseguiria separar minha profissão, minha vida comum e meus relacionamentos das minhas opiniões públicas. Mas por que contar isso agora? Porque, para explicar o que quero dizer, preciso explicar de onde venho.
De onde eu vim
Em meados de 2015, o país vivia o desgaste final do governo Dilma Rousseff, e uma grande bolha de ideias se formava na internet. De um lado, os conservadores olavistas. De outro, o pessoal do Instituto Borborema, da Burke e do Mises/Rothbard Brasil. Eu era muito novo, estava no auge da adolescência e quis absorver tudo o que pudesse. E absorvi. Fiz amizades verdadeiras, do tipo "Idem Valle, Idem Nolle" em todos esses movimentos.
Muitas daquelas pessoas estavam empenhadas em derrubar Dilma e acabaram formando os três grandes movimentos do período: MBL, Vem Pra Rua e Movimento Conservador (Direita São Paulo). No MBL, havia amigos meus da época do Mises Brasil, com quem eu discutia Rothbard, Locke, Smith e Hayek. Eram jovens como eu, mas realmente interessados em estudo e no movimento liberal clássico. Para mim, o MBL seria o maior movimento político do Brasil.
O primeiro desencanto
Mas eu acordei a tempo. Vi interesses pessoais conduzirem o movimento para um destino diferente daquele que me atraiu.
Em 2016, enquanto o Brasil acompanhava o impeachment, os EUA caminhavam para uma eleição que parecia fácil para Hillary Clinton contra um "palhaço" outsider. Eu já estava desgostoso com a política brasileira e apaixonado pela americana. Lembro que, em 2012, chorei de verdade com a morte de uma inspiração: Andrew Breitbart. Desde então, acreditei que a mídia alternativa era o futuro e que o jornalismo cidadão seria o grande ponto de inflexão da sociedade. E de fato é, embora, quando jovem, eu enxergasse isso em proporções maiores. Talvez seja por causa de Breitbart que existe o Armillary.
Foi nessa época que vi Fernando Holiday, hoje abraçado ao bolsonarismo, defender que Hillary, o establishment, era melhor que Trump. Quase tive um troço. Briguei com todo mundo e disse que eles não passavam de liberais à americana, o que, aliás, às vezes ainda acho.
De lá para cá, tive várias idas e vindas: ora me aproximava, ora me afastava para preservar a sanidade. Acompanhei de perto a ascensão e as rupturas do grupo, inclusive o período em que o MBL apoiou Bolsonaro e depois rompeu com ele.
Chego, então, ao que realmente quero dizer. Sabem o que impediu vocês de ir além dos 2% nas urnas? Não foi perseguição de Bolsonaro, nem qualquer outra coisa. Foi a pandemia, meus caros.
Como eu disse, conheci essa galera no Mises Brasil, discutindo Hayek, Smith e Locke. Vocês construíram a imagem e o público em torno da defesa da liberdade individual e do Estado limitado. E, quando veio a primeira grande emergência, a primeira vez que a situação escapou do nosso controle, vocês defenderam o cerceamento das liberdades individuais e cooperaram, dialeticamente, com o avanço autoritário do Estado contra civis. Esse é um preço que vocês pagam hoje e sempre pagarão.
Na contramão, um político com poucos instrumentos de estudo liberal, que talvez nem soubesse a fundo o que é libertarianismo ou liberalismo, foi mais libertário, mais liberal e mais defensor das liberdades econômicas e individuais do que qualquer liberal "graduado". Vocês podem chamá-lo de corrupto, se é que há alguma mancha, ou de covarde, se é que ser atacado por todos os lados permite outra coisa. Mas o que é ser corrupto? Quando, no momento de maior pressão, imploramos por autoritarismo, isso também é corrupção: é corromper a própria consciência.
Creio que poucos aqui saibam quem é "Republicano" além do pseudônimo e do Canal Armillary. Não, não sou alguém importante. E não, também não sou agente do Mossad, como alguns tentaram me imputar.
Sempre fui introspectivo e preferi discutir ideias no privado, em fóruns, imageboards, Facebook ou Twitter. Por isso carreguei o Canal por tanto tempo sem nunca assinar com meu nome de batismo. Não por medo de represália, mas porque eu não conseguiria separar minha profissão, minha vida comum e meus relacionamentos das minhas opiniões públicas. Mas por que contar isso agora? Porque, para explicar o que quero dizer, preciso explicar de onde venho.
De onde eu vim
Em meados de 2015, o país vivia o desgaste final do governo Dilma Rousseff, e uma grande bolha de ideias se formava na internet. De um lado, os conservadores olavistas. De outro, o pessoal do Instituto Borborema, da Burke e do Mises/Rothbard Brasil. Eu era muito novo, estava no auge da adolescência e quis absorver tudo o que pudesse. E absorvi. Fiz amizades verdadeiras, do tipo "Idem Valle, Idem Nolle" em todos esses movimentos.
Muitas daquelas pessoas estavam empenhadas em derrubar Dilma e acabaram formando os três grandes movimentos do período: MBL, Vem Pra Rua e Movimento Conservador (Direita São Paulo). No MBL, havia amigos meus da época do Mises Brasil, com quem eu discutia Rothbard, Locke, Smith e Hayek. Eram jovens como eu, mas realmente interessados em estudo e no movimento liberal clássico. Para mim, o MBL seria o maior movimento político do Brasil.
O primeiro desencanto
Mas eu acordei a tempo. Vi interesses pessoais conduzirem o movimento para um destino diferente daquele que me atraiu.
Em 2016, enquanto o Brasil acompanhava o impeachment, os EUA caminhavam para uma eleição que parecia fácil para Hillary Clinton contra um "palhaço" outsider. Eu já estava desgostoso com a política brasileira e apaixonado pela americana. Lembro que, em 2012, chorei de verdade com a morte de uma inspiração: Andrew Breitbart. Desde então, acreditei que a mídia alternativa era o futuro e que o jornalismo cidadão seria o grande ponto de inflexão da sociedade. E de fato é, embora, quando jovem, eu enxergasse isso em proporções maiores. Talvez seja por causa de Breitbart que existe o Armillary.
Foi nessa época que vi Fernando Holiday, hoje abraçado ao bolsonarismo, defender que Hillary, o establishment, era melhor que Trump. Quase tive um troço. Briguei com todo mundo e disse que eles não passavam de liberais à americana, o que, aliás, às vezes ainda acho.
De lá para cá, tive várias idas e vindas: ora me aproximava, ora me afastava para preservar a sanidade. Acompanhei de perto a ascensão e as rupturas do grupo, inclusive o período em que o MBL apoiou Bolsonaro e depois rompeu com ele.
Chego, então, ao que realmente quero dizer. Sabem o que impediu vocês de ir além dos 2% nas urnas? Não foi perseguição de Bolsonaro, nem qualquer outra coisa. Foi a pandemia, meus caros.
Como eu disse, conheci essa galera no Mises Brasil, discutindo Hayek, Smith e Locke. Vocês construíram a imagem e o público em torno da defesa da liberdade individual e do Estado limitado. E, quando veio a primeira grande emergência, a primeira vez que a situação escapou do nosso controle, vocês defenderam o cerceamento das liberdades individuais e cooperaram, dialeticamente, com o avanço autoritário do Estado contra civis. Esse é um preço que vocês pagam hoje e sempre pagarão.
Na contramão, um político com poucos instrumentos de estudo liberal, que talvez nem soubesse a fundo o que é libertarianismo ou liberalismo, foi mais libertário, mais liberal e mais defensor das liberdades econômicas e individuais do que qualquer liberal "graduado". Vocês podem chamá-lo de corrupto, se é que há alguma mancha, ou de covarde, se é que ser atacado por todos os lados permite outra coisa. Mas o que é ser corrupto? Quando, no momento de maior pressão, imploramos por autoritarismo, isso também é corrupção: é corromper a própria consciência.
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Não se enganem, MBL/Missão: o que fez de vocês a "alternativa da alternativa" não foi perseguição, nem falta de dinheiro, nem a mídia. Foi a pandemia. Não a pandemia em si, mas as ações de VOCÊS!
Foi nela que o discurso encontrou o teste real. Durante anos, vocês venderam liberdade individual, Estado limitado e desconfiança do poder. Bastou o medo chegar para o discurso desmoronar. Quem citava Hayek e Locke passou a pedir que o Estado trancasse as pessoas em casa, fechasse seus negócios e as tratasse como suspeitas. Liberdade era ótima enquanto não custava nada.
Isso não é um deslize de estratégia, é uma quebra de princípio. Um princípio que só vale em tempos de calma não é princípio, é slogan. E o público liberal percebeu isso melhor do que vocês imaginam. Muita gente que os acompanhava por convicção, e não por modinha, entendeu ali que vocês não eram o que diziam ser.
Vocês podem continuar culpando Bolsonaro, o algoritmo ou a "polarização bolsolulista". Mas a verdade é mais simples e mais dura: perderam a confiança de quem acreditava que vocês defenderiam a liberdade quando ela fosse inconveniente. E confiança perdida assim não volta com nota de esclarecimento, nem com live, nem com mudança de discurso.
Esse é o preço. Vocês o pagam hoje e vão pagá-lo sempre, porque quem abre mão da liberdade no primeiro susto jamais volta a ser levado a sério quando fala dela.
Talvez vocês enganem a galera mais nova, que não conheceu vocês de verdade quando ainda eram jovens sonhadores, como eu, e queriam mais liberdade para o País. Não espero que vocês, líderes do MBL/Missão, apoiem Bolsonaro contra o PT. Porque eu vi com meus próprios olhos vocês se aliarem à esquerda durante a pandemia para impichar um presidente que, mesmo com todos os defeitos, era uma voz dissonante de todo autoritarismo.
E, ao contrário de vocês, que demonizam bolsonaristas até mais do que o próprio Bolsonaro, eu não faço isso com a galera que apoia o Missão. Porque acredito e espero que esses seguidores talvez tenham o mesmo espírito que Renan e Kim tinham no passado, e não o que têm hoje.
Foi nela que o discurso encontrou o teste real. Durante anos, vocês venderam liberdade individual, Estado limitado e desconfiança do poder. Bastou o medo chegar para o discurso desmoronar. Quem citava Hayek e Locke passou a pedir que o Estado trancasse as pessoas em casa, fechasse seus negócios e as tratasse como suspeitas. Liberdade era ótima enquanto não custava nada.
Isso não é um deslize de estratégia, é uma quebra de princípio. Um princípio que só vale em tempos de calma não é princípio, é slogan. E o público liberal percebeu isso melhor do que vocês imaginam. Muita gente que os acompanhava por convicção, e não por modinha, entendeu ali que vocês não eram o que diziam ser.
Vocês podem continuar culpando Bolsonaro, o algoritmo ou a "polarização bolsolulista". Mas a verdade é mais simples e mais dura: perderam a confiança de quem acreditava que vocês defenderiam a liberdade quando ela fosse inconveniente. E confiança perdida assim não volta com nota de esclarecimento, nem com live, nem com mudança de discurso.
Esse é o preço. Vocês o pagam hoje e vão pagá-lo sempre, porque quem abre mão da liberdade no primeiro susto jamais volta a ser levado a sério quando fala dela.
Talvez vocês enganem a galera mais nova, que não conheceu vocês de verdade quando ainda eram jovens sonhadores, como eu, e queriam mais liberdade para o País. Não espero que vocês, líderes do MBL/Missão, apoiem Bolsonaro contra o PT. Porque eu vi com meus próprios olhos vocês se aliarem à esquerda durante a pandemia para impichar um presidente que, mesmo com todos os defeitos, era uma voz dissonante de todo autoritarismo.
E, ao contrário de vocês, que demonizam bolsonaristas até mais do que o próprio Bolsonaro, eu não faço isso com a galera que apoia o Missão. Porque acredito e espero que esses seguidores talvez tenham o mesmo espírito que Renan e Kim tinham no passado, e não o que têm hoje.
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Quem diria, hein?
Os Petistas tomando taca da galera com🐆 🟨⬛🟨 no nick depois de pedir apoio para eles. Kkkkkkk
Os Petistas tomando taca da galera com
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Rapaz, para quem estava esperando uma bomba contra o Flávio. O dia de hoje foi uma fat boy na campanha de Lula. E a Veja, após ser atacada, ainda caiu atirando ainda mais, envolvendo até o PGR.
Xiiiiiiiii!
Xiiiiiiiii!
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“Advogados de Vorcaro confirmam autenticidade dos áudios, mas diz que áudios foram captados de forma clandestina”.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!
Xiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!
😁39
Agora, vamos aos fatos, esse tal do Lula é um baita de um Ladrão, hein?
Conseguiu roubar dinheiro que financiou o seu próprio filme. kkkk
Conseguiu roubar dinheiro que financiou o seu próprio filme. kkkk
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Papo reto: eu tô a meio passo de coringar de vez e passar 24 horas por dia postando contra o Lula só pelo puro e simples prazer de ver a bolha petista surtar.
A militância conseguiu o impossível: quanto mais eles tentam palestrar e 'converter' o meu voto, mais vontade eu tenho de ir até a urna com uma fantasia de cavaleiro templário e afundar o dedo no 22 com a força de mil sóis.
Dia 25 eu, que acredito ser uma pessoa até que moderada, vou ser o pior dos bolsonaristas só por causa de petista filho da puta.
A militância conseguiu o impossível: quanto mais eles tentam palestrar e 'converter' o meu voto, mais vontade eu tenho de ir até a urna com uma fantasia de cavaleiro templário e afundar o dedo no 22 com a força de mil sóis.
Dia 25 eu, que acredito ser uma pessoa até que moderada, vou ser o pior dos bolsonaristas só por causa de petista filho da puta.
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