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🇷🇺Informações não confirmadas de um lançamento de Oreshnik. Não está claro se isto está relacionado com lançamentos de teste ou um ataque real.
Temos de espera 10 minutos.
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Lembre-se, os Oreshniks NÃO PODEM ser detectados por radares até que estejam a cair nos seus alvos. Se estiver na Ucrânia, é melhor abrigar-se agora.
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🇺🇦🇷🇺⚡️Por alguns minutos, pelo menos 5 mísseis balísticos foram lançados em Kiev.
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🇺🇦🇷🇺⚡️Em Kiev, ocorreram mais de 10 explosões consecutivas. Os projéteis estão a cair em grupos.
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🇺🇸❗️ — Uma imagem do exterior da Casa Branca mostra um perímetro de segurança expandido.
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🇺🇸 - As imagens da ABC News captam o momento em que foram disparados tiros na Casa Branca.
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Comunicado: O futuro do Armillary e o nosso retorno
Fala, pessoal. Passando aqui para dar uma satisfação real para vocês e explicar o que tem acontecido com o canal.
Como vocês notaram, o Armillary passou por um hiato nas notícias autorais nos últimos tempos.
Minha rotina mudou drasticamente e o tempo que eu tinha para me dedicar ao canal foi reduzido a quase zero. Para não deixar a comunidade completamente sem informações de qualidade, o canal passou a funcionar predominantemente compartilhando o excelente trabalho do @WarTrackerBR, que é editado por um dos nossos administradores.
Mas a partir de agora, isso vai mudar.
Estou retornando com uma proposta diferente e mais realista para o momento.
Teremos menos publicações, mas uma precisão muito maior.
Menos volume, mais foco nas notícias que realmente interessam a quem está aqui.
Porém, para que o Armillary ganhe força de verdade, eu preciso de ajuda.
Estou à procura de administradores comprometidos que queiram tocar o canal junto comigo e fazer o projeto crescer. Se você tem interesse, acompanha o nosso conteúdo e quer somar na equipe, entre em contato diretamente pelos e-mails ou chat privado:
✉️ republicano@disroot.org
✉️ armillary@disroot.org
✈️ @Republicano
Quero agradecer de coração a cada um de vocês que continuou aqui, mesmo no silêncio dos últimos meses.
Ver que vocês permaneceram significa muito para mim.
Mas agora estamos de volta!!
Fala, pessoal. Passando aqui para dar uma satisfação real para vocês e explicar o que tem acontecido com o canal.
Como vocês notaram, o Armillary passou por um hiato nas notícias autorais nos últimos tempos.
Minha rotina mudou drasticamente e o tempo que eu tinha para me dedicar ao canal foi reduzido a quase zero. Para não deixar a comunidade completamente sem informações de qualidade, o canal passou a funcionar predominantemente compartilhando o excelente trabalho do @WarTrackerBR, que é editado por um dos nossos administradores.
Mas a partir de agora, isso vai mudar.
Estou retornando com uma proposta diferente e mais realista para o momento.
Teremos menos publicações, mas uma precisão muito maior.
Menos volume, mais foco nas notícias que realmente interessam a quem está aqui.
Porém, para que o Armillary ganhe força de verdade, eu preciso de ajuda.
Estou à procura de administradores comprometidos que queiram tocar o canal junto comigo e fazer o projeto crescer. Se você tem interesse, acompanha o nosso conteúdo e quer somar na equipe, entre em contato diretamente pelos e-mails ou chat privado:
Quero agradecer de coração a cada um de vocês que continuou aqui, mesmo no silêncio dos últimos meses.
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A acusação aponta Deolane como braço financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) imputam à investigada o crime de lavagem de dinheiro em benefício da facção.
O caso envolve a prática de depósitos fracionados, conhecida como smurfing, com recursos originários de uma transportadora de fachada controlada pelo PCC.
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Parem para analisar o seguinte: faz apenas 10 semanas. Só dez semanas! Parece que já faz anos, mas a nossa percepção mudou drasticamente em menos de três meses.
É impressionante como o debate público consegue ir do ápice da tensão ao mais absoluto esquecimento num piscar de olhos.
Há 10 semanas, o clima era de puro pânico geopolítico.
O conflito entre Irã, EUA e Israel parecia que ia colapsar o mundo amanhã. Todo mundo em frangalhos, projetando o fim dos tempos com base em meras conjecturas.
Lembrem-se do delírio coletivo daquela época: teorias jurando que o Netanyahu tinha morrido ou estava em coma, que as aparições dele eram deepfakes de IA, além daquelas expectativas enormes sobre os próximos passos do Trump. Era o puro medo do desconhecido travando a atenção de todo mundo.
E hoje? O interesse simplesmente sumiu.
O conflito foi escanteado para o rodapé do noticiário, seguindo exatamente o mesmo roteiro do que aconteceu com a guerra na Ucrânia. E a explicação é simples: o impacto real disso na vida do homem médio é nulo. O cidadão comum acordou e percebeu que a inflação continua subindo, os boletos vencem igual e os problemas internos da nossa própria realidade cobram urgência.
O debate voltou correndo para a política doméstica e para o bolso.
Aqueles boatos sobre inteligência artificial e a morte de líderes sumiram de tal forma que, se você puxar esse assunto hoje, vão te olhar como se estivesse preso a um devaneio do passado. O ciclo de notícias moeu a narrativa e a histeria perdeu a validade.
A real sobre como as pessoas consomem informação é essa: o medo da novidade suga a atenção, promete o apocalipse e, quando nada acontece, o que sobra é a frustração de ter gasto energia mental à toa. O resultado dessa frustração é o desinteresse.
Em apenas 10 semanas, a galera foi do topo da paranoia global à indiferença total. O colapso iminente virou só ruído de fundo.
É impressionante como o debate público consegue ir do ápice da tensão ao mais absoluto esquecimento num piscar de olhos.
Há 10 semanas, o clima era de puro pânico geopolítico.
O conflito entre Irã, EUA e Israel parecia que ia colapsar o mundo amanhã. Todo mundo em frangalhos, projetando o fim dos tempos com base em meras conjecturas.
Lembrem-se do delírio coletivo daquela época: teorias jurando que o Netanyahu tinha morrido ou estava em coma, que as aparições dele eram deepfakes de IA, além daquelas expectativas enormes sobre os próximos passos do Trump. Era o puro medo do desconhecido travando a atenção de todo mundo.
E hoje? O interesse simplesmente sumiu.
O conflito foi escanteado para o rodapé do noticiário, seguindo exatamente o mesmo roteiro do que aconteceu com a guerra na Ucrânia. E a explicação é simples: o impacto real disso na vida do homem médio é nulo. O cidadão comum acordou e percebeu que a inflação continua subindo, os boletos vencem igual e os problemas internos da nossa própria realidade cobram urgência.
O debate voltou correndo para a política doméstica e para o bolso.
Aqueles boatos sobre inteligência artificial e a morte de líderes sumiram de tal forma que, se você puxar esse assunto hoje, vão te olhar como se estivesse preso a um devaneio do passado. O ciclo de notícias moeu a narrativa e a histeria perdeu a validade.
A real sobre como as pessoas consomem informação é essa: o medo da novidade suga a atenção, promete o apocalipse e, quando nada acontece, o que sobra é a frustração de ter gasto energia mental à toa. O resultado dessa frustração é o desinteresse.
Em apenas 10 semanas, a galera foi do topo da paranoia global à indiferença total. O colapso iminente virou só ruído de fundo.
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🇺🇸🇮🇷Segundo o presidente dos EUA, Donald J. Trump, uma reunião acontecerá agora na Sala de Situação da Casa Branca para fazer uma determinação final sobre um possível acordo entre os EUA e o Irã. De acordo com o presidente Trump, o bloqueio dos EUA a embarcações que viajam de e para portos iranianos será agora suspenso. Segundo Trump, o Irã também removerá minas e se comprometerá a permitir a remoção de material enriquecido sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica. Além disso, segundo a declaração, "Outros itens, de importância muito menor, foram acordados."
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