Forwarded from Jornada Libertária
Da Produção de Segurança – Gustave de Molinari [PDF]
Capítulo VII
GOVERNO E SOCIEDADE
Neste capítulo, o autor explica por que muitos pensadores políticos rejeitam a ideia de forças de segurança livres, ou seja, que não sejam monopólio nem comunais. Ele observa que os governantes costumam enxergar a sociedade como uma criação artificial, algo que deve ser moldado e controlado. Essa visão exige uma autoridade central, que eles procuram justificar de duas formas: ou como um direito divino, ou como expressão da vontade da maioria. O capítulo termina com o autor questionando a legitimidade dessa autoridade, sugerindo que ela não é natural, mas uma construção usada para manter o poder.
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Capítulo VII
GOVERNO E SOCIEDADE
Neste capítulo, o autor explica por que muitos pensadores políticos rejeitam a ideia de forças de segurança livres, ou seja, que não sejam monopólio nem comunais. Ele observa que os governantes costumam enxergar a sociedade como uma criação artificial, algo que deve ser moldado e controlado. Essa visão exige uma autoridade central, que eles procuram justificar de duas formas: ou como um direito divino, ou como expressão da vontade da maioria. O capítulo termina com o autor questionando a legitimidade dessa autoridade, sugerindo que ela não é natural, mas uma construção usada para manter o poder.
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Da Produção de Segurança – Gustave de Molinari [PDF]
Capítulo VIII
O PODER DIVINO DOS REIS E DA MAIORIA (PARTE I)
Molinari critica a ideia de que os governantes possuam uma autoridade divina para moldar a sociedade. Se fosse verdade que o homem não pudesse se organizar naturalmente, os legisladores precisariam de um poder quase sagrado — algo impossível de provar. Por isso, os reis criaram a ficção do “direito divino”, sustentando que seu poder vinha de Deus, o que impedia a resistência popular e tornava o governo praticamente inquestionável.
Com o tempo, as pessoas passaram a perceber que os governantes são homens comuns, guiados por interesses próprios e não por inspiração divina. Quando esse “encanto” se quebra, o poder começa a ser questionado e as decisões soberanas passam a ser resistidas. Assim, a crença no poder divino perde força, pois os governados descobrem que os governos não os dirigem melhor do que eles próprios seriam capazes de fazê-lo.
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Capítulo VIII
O PODER DIVINO DOS REIS E DA MAIORIA (PARTE I)
Molinari critica a ideia de que os governantes possuam uma autoridade divina para moldar a sociedade. Se fosse verdade que o homem não pudesse se organizar naturalmente, os legisladores precisariam de um poder quase sagrado — algo impossível de provar. Por isso, os reis criaram a ficção do “direito divino”, sustentando que seu poder vinha de Deus, o que impedia a resistência popular e tornava o governo praticamente inquestionável.
Com o tempo, as pessoas passaram a perceber que os governantes são homens comuns, guiados por interesses próprios e não por inspiração divina. Quando esse “encanto” se quebra, o poder começa a ser questionado e as decisões soberanas passam a ser resistidas. Assim, a crença no poder divino perde força, pois os governados descobrem que os governos não os dirigem melhor do que eles próprios seriam capazes de fazê-lo.
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