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Momentum turning positive is a key shift, but there is a catch.

This is not the first attempt. January already showed a failed ignition, where momentum turned positive but lacked follow-through and quickly reverted.

The difference now is that momentum is recovering from deeper exhaustion.

Even so, we still need to see it sustain above the transition zone and build toward the 0.5 inflection level.

Without that, this risks becoming another short-lived spike rather than an expansion.

Early signal, not confirmation. https://twitter.com/bitcoinvector/status/2027401477421945117#m
Joao Wedson

Bitcoin changed after one single event.

Since CME futures launched, the market was never the same.

No more true euphoria. No more clean blow-off tops.
Now we get:
• Complex distributions
• Massive liquidations
• Weaker performance

Maybe it’s time to stop celebrating institutional adoption.
More leverage = more risk.

Is this what Satoshi envisioned?
Cauê Oliveira

🚨O FED está ENCURRALADO, e o mercado ainda não precificou isso direito.

A reunião de março deixou claro: os cortes de juros não vêm tão cedo quanto muitos esperavam.

O FOMC de ontem manteve os juros pela segunda reunião seguida e agora projeta apenas um corte em 2026 e outro em 2027.

Ao mesmo tempo, revisou a inflação para cima (2,7%).

Ou seja, o cenário base mudou.

Menos cortes.
Inflação mais persistente.
Mais incerteza.

Powell foi direto ao ponto ao minimizar o peso do “dot plot” e destacar que o caminho depende dos dados, principalmente inflação de serviços, que segue resistente.

E tem mais um fator entrando na equação: Geopolítica.

O Fed mencionou explicitamente a incerteza no Oriente Médio, com o petróleo voltando a pressionar.

Historicamente, energia alta complica ainda mais o trabalho de trazer a inflação para a meta.

O recado implícito é claro.

A era de dinheiro fácil acabou. (pelo menos por enquanto)

Agora, qualquer afrouxamento depende de uma deterioração mais clara da economia, especialmente no mercado de trabalho.

Isso cria um cenário delicado:

Se a economia desacelera → o Fed pode cortar
Mas se a inflação continuar pressionada → o Fed fica travado

Esse tipo de ambiente tende a ser negativo para liquidez global.

E quando a liquidez não expande, fragilidades estruturais aparecem e ativos de risco são penalizados.
Cauê Oliveira

🚨Escalada no Oriente Médio atinge múltiplos países e eleva risco para petróleo e alimentos.

O Irã lançou ataques simultâneos contra diversos países da região, incluindo Israel, Catar, Emirados Árabes, Arábia Saudita e outros pontos estratégicos ligados à infraestrutura energética e presença militar dos EUA.

Entre os alvos, há relatos de danos ao hub de LNG de Ras Laffan, no Catar, uma das principais instalações de exportação de gás natural do mundo.

A ofensiva ocorre após ataques ao campo de South Pars, o maior campo de gás do planeta, elevando significativamente o risco geopolítico sobre o fornecimento global de energia.

O impacto imediato já aparece no mercado.

Aumento do prêmio de risco no petróleo e no gás natural, com potencial de pressionar cadeias globais de energia.

Efeito secundário relevante vem nos alimentos.

Custos mais altos de energia tendem a elevar preços de fertilizantes, transporte e produção agrícola, ampliando pressões inflacionárias globais.

O cenário reforça um ponto central no macro atual.

Choques geopolíticos seguem sendo um dos principais vetores de inflação, justamente no momento em que bancos centrais enfrentam dificuldade para controlar preços.
Cauê Oliveira

🚨Os preços do gás natural na Europa disparam mais de 30% depois que o Irã atacou a maior instalação de GNL do Catar, responsável por 20% do fornecimento global.

A diferença entre o petróleo Brent e o WTI é a maior desde 2013. Estando quase US$ 20 mais caro que o WTI, com a guerra afetando desproporcionalmente a Europa.
apsk32 Mar/19/26

O noble and benevolent 58k gang, aged men of the forgotten order, wilt thou still heed the clarion call?

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