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Nós ficamos obcecados com a entrada de calorias no nosso corpo, mas o fato é que a queima dessas calorias é muito mais importante.

Supondo um consumo de 2500 calorias de energia alimentar em um dia, qual é o destino metabólico dessas 2500 calorias?

- Produção de calor
- Síntese de novas proteínas
- Formação de ossos
- Formação de músculo
- Função cerebral
- Aumento da frequência cardíaca e do volume sistólico
- Exercício/esforço físico
- Desintoxicação hepática
- Função/desintoxicação renal
- Digestão
- Metabolismo dos alimentos
- Respiração
- Armazenamento de gordura

Nós não temos controle direto sobre como essa energia será utilizada. Por exemplo, não podemos decidir quanta energia será direcionada para o acúmulo de gordura ou para a formação de ossos. Como esses processos metabólicos são praticamente impossíveis de medir com precisão no dia a dia, muitas pessoas os tratam como se fossem totalmente estáveis, o que é um erro comum, propagado por pessoas avessas à reflexão.

Muita gente que não entende de fisiologia insiste, de forma simplista, em repetir a tecla similar a um símio “contagem de calorias e déficit calórico”.

Um erro grotesco, afinal, nosso metabolismo é totalmente variável, nada estável, como a galera binária acredita ser.
O óleo de coco evita danos causados por desreguladores endócrinos em experimentos.

Produtos químicos sintéticos podem mexer com o seu sistema reprodutivo, mas o óleo de coco combate isso:

• AUMENTA a testosterona

• Protege os testículos de danos

• Restaura a contagem de espermatozóides, motilidade

• Reduz o estrogênio

• Diminui a prolactina

• Restaura a secreção normal de LH/FSH/GnRH

• Aumenta a expressão do receptor andrógeno

Meu consumo é de uma colher ao dia
O exercício físico é extremamente benéfico para a saúde. Melhora a aptidão cardiovascular, a saúde metabólica, a saúde mental, o bem‑estar, regula o humor e reduz o risco de diversas doenças crônicas.

No entanto, quando o objetivo específico é perda de peso corporal, o efeito do exercício isolado é frequentemente superestimado.

A ideia tradicional de que seria necessário um déficit fixo de aproximadamente 7.000–7.700 kcal para perder 1 kg de gordura baseia‑se em um modelo linear simplificado, que não leva em conta adaptações fisiológicas, como redução do gasto energético, aumento da eficiência metabólica e respostas compensatórias no apetite. Esse modelo já foi demonstrado como inadequado para prever a perda de peso real ao longo do tempo, e os bonobos binários que esbravejam reduzir ingestão e aumentar a queima acreditam fielmente nisso.

Em ensaios clínicos randomizados de média e longa duração (≥ 6 meses), a perda de peso observada com exercício frequentemente corresponde a apenas uma fração do valor previsto pelos cálculos calóricos. Em diversos estudos, a perda real ficou próxima de 30% ou menos do peso estimado.

Em um estudo controlado, participantes aumentaram a frequência de exercícios para cinco sessões semanais, com gasto aproximado de 600 kcal por sessão. Após cerca de 10 meses, o grupo que se exercitou perdeu, em média, 4,5 kg a mais do que o grupo controle sedentário. No entanto, de acordo com o cálculo clássico baseado no déficit calórico acumulado, a perda esperada seria de aproximadamente 16 kg, evidenciando uma discrepância substancial entre o peso previsto e o peso efetivamente perdido.

Estudos randomizados de longo prazo mostram que o exercício isolado produz perda de peso pequena ou nula em média, apesar de melhorar significativamente diversos marcadores de saúde. Em um estudo dinamarquês, indivíduos previamente sedentários foram treinados para correr uma maratona. Ao final da intervenção, os homens apresentaram uma perda média de 2,3 kg de gordura corporal, enquanto as mulheres não apresentaram perda significativa de peso, apesar do alto volume de exercício.

Esses resultados são explicados por mecanismos fisiológicos compensatórios. O aumento do gasto energético induzido pelo exercício frequentemente leva a um aumento espontâneo da ingestão calórica e/ou a uma redução do gasto energético fora do exercício (NEAT). A ingestão energética e o gasto energético estão intimamente acoplados por mecanismos homeostáticos.

Reduzir a ingestão calórica reduz o gasto energético; aumentar o gasto energético aumenta a pressão fisiológica por maior ingestão. Essas respostas não são uma falha moral ou falta de disciplina, mas sim adaptações biológicas inatas. A longo prazo, é praticamente impossível ir contra esses mecanismos.
O selênio é um nutriente antiestrogênico.

O oligoelemento encontrado no fígado bovino, coração, gema de ovo, castanha-do-pará e carne vermelha:

• Inibe o crescimento do câncer impulsionado pelo estrogênio
• Diminui o receptor primário de estrogênio
• Pode suprimir a aromatase (conversão de andrógenos em estrogênios)

Parte do seu efeito anticancerígeno foi observado em diversos estudos.