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Confessions to a data lake - Moxie Marlinspike
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The Secret of Hodlers.
O Segredo dos Hodlers.
El secreto de Hodlers.
سر هودلرز.
Секрет Ходлеров.
>>> Explication
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Fanquake hits 5,000 commits to Bitcoin Core
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yoyostr - gamified learning app on nostr
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It's all up to you. It depends on the choices you make
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Take Back Our Tech:
Total Information Awareness
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This week in Bitcoin Core
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Forwarded from Rafael Bitencourt
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No início de 2026, entram em vigor novas regras do INSS que tornam o acesso à aposentadoria mais difícil para milhões de trabalhadores brasileiros. Essas mudanças fazem parte da transição da Reforma da Previdência e continuam sendo aplicadas durante o governo do presidente Lula, sem alterações ou medidas de compensação social até o momento.
Na prática, isso significa que o trabalhador precisará trabalhar mais tempo e atingir requisitos mais altos para se aposentar. Pela regra de idade mínima progressiva, as mulheres agora só poderão se aposentar a partir dos 59 anos e 6 meses, enquanto os homens precisarão ter 64 anos e 6 meses. Essa idade aumenta gradualmente a cada ano.
Além da idade, existe a chamada regra de pontos, que soma a idade da pessoa com o tempo de contribuição ao INSS. Em 2026, as mulheres precisam atingir 93 pontos, e os homens 103 pontos. Por exemplo: uma mulher com 59 anos e 34 anos de contribuição chega aos 93 pontos; se não alcançar essa soma, terá que continuar trabalhando e contribuindo.
O problema é que essa realidade não acompanha as condições do mercado de trabalho brasileiro. Milhões de pessoas enfrentam desemprego, informalidade e trabalhos intermitentes, o que dificulta manter contribuições regulares ao INSS. Com isso, muitos trabalhadores acabam ficando presos por mais anos no mercado, sem conseguir se aposentar, mesmo após décadas de esforço.
Críticos afirmam que, embora o presidente Lula tenha prometido proteção social e atenção aos mais pobres, o governo não revisou nem suavizou essas regras, permitindo que elas continuem impactando principalmente trabalhadores de baixa renda, que começam a trabalhar cedo e têm menor estabilidade profissional.
Sem políticas compensatórias — como facilitação de contribuições, ampliação de benefícios assistenciais ou regras mais justas para quem exerce atividades desgastantes —, cresce a percepção de que a chamada “sustentabilidade fiscal” está sendo priorizada em detrimento da dignidade do trabalhador idoso.
Especialistas e sindicatos alertam que essa aposentadoria cada vez mais distante pode aprofundar desigualdades sociais e gerar frustração popular, levantando questionamentos sobre se o projeto de um “Brasil para todos” realmente inclui aqueles que mais precisam de segurança e amparo na velhice.
Na prática, isso significa que o trabalhador precisará trabalhar mais tempo e atingir requisitos mais altos para se aposentar. Pela regra de idade mínima progressiva, as mulheres agora só poderão se aposentar a partir dos 59 anos e 6 meses, enquanto os homens precisarão ter 64 anos e 6 meses. Essa idade aumenta gradualmente a cada ano.
Além da idade, existe a chamada regra de pontos, que soma a idade da pessoa com o tempo de contribuição ao INSS. Em 2026, as mulheres precisam atingir 93 pontos, e os homens 103 pontos. Por exemplo: uma mulher com 59 anos e 34 anos de contribuição chega aos 93 pontos; se não alcançar essa soma, terá que continuar trabalhando e contribuindo.
O problema é que essa realidade não acompanha as condições do mercado de trabalho brasileiro. Milhões de pessoas enfrentam desemprego, informalidade e trabalhos intermitentes, o que dificulta manter contribuições regulares ao INSS. Com isso, muitos trabalhadores acabam ficando presos por mais anos no mercado, sem conseguir se aposentar, mesmo após décadas de esforço.
Críticos afirmam que, embora o presidente Lula tenha prometido proteção social e atenção aos mais pobres, o governo não revisou nem suavizou essas regras, permitindo que elas continuem impactando principalmente trabalhadores de baixa renda, que começam a trabalhar cedo e têm menor estabilidade profissional.
Sem políticas compensatórias — como facilitação de contribuições, ampliação de benefícios assistenciais ou regras mais justas para quem exerce atividades desgastantes —, cresce a percepção de que a chamada “sustentabilidade fiscal” está sendo priorizada em detrimento da dignidade do trabalhador idoso.
Especialistas e sindicatos alertam que essa aposentadoria cada vez mais distante pode aprofundar desigualdades sociais e gerar frustração popular, levantando questionamentos sobre se o projeto de um “Brasil para todos” realmente inclui aqueles que mais precisam de segurança e amparo na velhice.