Business News | Economy, Markets, Industrials, Companies:
US Moves to Restrict China’s Access to Advanced AI Chips
US Moves to Restrict China’s Access to Advanced AI Chips
The Epoch Times
US Moves to Restrict China’s Access to Advanced AI Chips
The guidance comes amid broader debate over Nvidia chip sales to China and U.S. efforts to protect advanced semiconductor technology.
AI Engineer:
How to talk to statues — Joe Reeve, ElevenLabs
How to talk to statues — Joe Reeve, ElevenLabs
YouTube
How to talk to statues — Joe Reeve, ElevenLabs
A museum CEO tracked down his WhatsApp number and called. "I've had a team of 10 people working on this for a year. How did you build this?" Joe from ElevenLabs built the statue app in two hours on a Sunday using Cursor and a single one shot prompt. He posted…
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Alessandro Mattos / @Apenasam:
RT by @Apenasam: Boa. Acho que o ponto principal nem é discutir uma religião específica. A questão é se o Brasil aceita ou não que qualquer sistema jurídico, religioso ou comunitário se sobreponha à Constituição e às leis nacionais.
Numa república, deve existir apenas uma autoridade legal final: a Constituição. Todo o resto pode existir livremente como crença, tradição ou associação voluntária, mas não como ordem jurídica paralela.
RT by @Apenasam: Boa. Acho que o ponto principal nem é discutir uma religião específica. A questão é se o Brasil aceita ou não que qualquer sistema jurídico, religioso ou comunitário se sobreponha à Constituição e às leis nacionais.
Numa república, deve existir apenas uma autoridade legal final: a Constituição. Todo o resto pode existir livremente como crença, tradição ou associação voluntária, mas não como ordem jurídica paralela.
Alessandro Mattos / @Apenasam:
RT by @Apenasam: A questão não é quantas horas o brasileiro trabalha, mas sim "o que o brasileiro produz por hora trabalhada?"
Nos anos 1980, o Brasil tinha uma das maiores bases industriais do mundo. Produzíamos máquinas, veículos, equipamentos e tecnologia. Hoje exportamos principalmente commodities e importamos produtos de maior valor agregado.
Quando uma economia perde indústria, perde produtividade, salários, pesquisa, engenharia e capacidade tecnológica.
Nenhum país enriquece apenas ...
RT by @Apenasam: A questão não é quantas horas o brasileiro trabalha, mas sim "o que o brasileiro produz por hora trabalhada?"
Nos anos 1980, o Brasil tinha uma das maiores bases industriais do mundo. Produzíamos máquinas, veículos, equipamentos e tecnologia. Hoje exportamos principalmente commodities e importamos produtos de maior valor agregado.
Quando uma economia perde indústria, perde produtividade, salários, pesquisa, engenharia e capacidade tecnológica.
Nenhum país enriquece apenas ...
Alessandro Mattos / @Apenasam:
Toda sociedade precisa decidir o que deseja produzir.
Algumas produzem tecnologia.
Algumas produzem conhecimento.
Algumas produzem patrimônio.
O Brasil parece cada vez mais ocupado produzindo burocracia, narrativas e disputas políticas.
Enquanto isso, instituições que deveriam formar as próximas gerações perdem relevância ano após ano.
Nenhuma nação consegue prosperar por muito tempo quando deixa de investir seriamente na própria capacidade de produzir conhecimento. 🪶
Toda sociedade precisa decidir o que deseja produzir.
Algumas produzem tecnologia.
Algumas produzem conhecimento.
Algumas produzem patrimônio.
O Brasil parece cada vez mais ocupado produzindo burocracia, narrativas e disputas políticas.
Enquanto isso, instituições que deveriam formar as próximas gerações perdem relevância ano após ano.
Nenhuma nação consegue prosperar por muito tempo quando deixa de investir seriamente na própria capacidade de produzir conhecimento. 🪶
Alessandro Mattos / @Apenasam:
RT by @Apenasam: Notem que toda vez que ouvimos propostas de regulamentação internacional, surge uma pergunta inevitável:
quem regulamenta os reguladores?
Porque criar mecanismos globais para controlar fluxos de informação pode resolver alguns problemas reais, mas também concentra um poder gigantesco nas mãos de instituições que não respondem diretamente aos cidadãos afetados por suas decisões.
RT by @Apenasam: Notem que toda vez que ouvimos propostas de regulamentação internacional, surge uma pergunta inevitável:
quem regulamenta os reguladores?
Porque criar mecanismos globais para controlar fluxos de informação pode resolver alguns problemas reais, mas também concentra um poder gigantesco nas mãos de instituições que não respondem diretamente aos cidadãos afetados por suas decisões.
Alessandro Mattos / @Apenasam:
RT by @Apenasam: Existe uma ironia interessante nessa discussão.
O argumento utilizado é a defesa da soberania dos países contra empresas globais, mas a solução proposta é justamente a construção de mecanismos internacionais de supervisão e controle da circulação de informação.
Talvez a pergunta central não seja mais "quem controla as redes?"
Mas "quem controla aqueles que passarão a controlar as redes?"
RT by @Apenasam: Existe uma ironia interessante nessa discussão.
O argumento utilizado é a defesa da soberania dos países contra empresas globais, mas a solução proposta é justamente a construção de mecanismos internacionais de supervisão e controle da circulação de informação.
Talvez a pergunta central não seja mais "quem controla as redes?"
Mas "quem controla aqueles que passarão a controlar as redes?"
Alessandro Mattos / @Apenasam:
Toda geração produz uma justificativa para ampliar mecanismos de controle.
"Segurança."
"Estabilidade."
"Combate à desinformação."
"Proteção da democracia."
O problema não é a intenção declarada, mas que ferramentas criadas para lidar com ameaças legítimas raramente permanecem limitadas ao propósito original.
Toda geração produz uma justificativa para ampliar mecanismos de controle.
"Segurança."
"Estabilidade."
"Combate à desinformação."
"Proteção da democracia."
O problema não é a intenção declarada, mas que ferramentas criadas para lidar com ameaças legítimas raramente permanecem limitadas ao propósito original.