Impera | ₿ / @imperabtc:
Em 2009, Satoshi Nakamoto minerou o primeiro bloco do Bitcoin sozinho.
Ficou rodando a rede por dias sem que ninguém mais participasse.
Não havia preço, não havia exchange, não havia utilidade prática imediata.
Havia apenas a convicção de que o problema estava resolvido.
A maioria das evoluções começa com alguém sustentando sozinho algo que ninguém ainda entendeu.
Em 2009, Satoshi Nakamoto minerou o primeiro bloco do Bitcoin sozinho.
Ficou rodando a rede por dias sem que ninguém mais participasse.
Não havia preço, não havia exchange, não havia utilidade prática imediata.
Havia apenas a convicção de que o problema estava resolvido.
A maioria das evoluções começa com alguém sustentando sozinho algo que ninguém ainda entendeu.
Simon Willison's Weblog:
How we contain Claude across products
How we contain Claude across products
Simon Willison’s Weblog
How we contain Claude across products
A complaint I often have about sandboxing products is that they are rarely thoroughly documented, and in the absence of detailed documentation it's hard to know how much I can …
Alessandro Mattos / @Apenasam:
Se existe preocupação com outras organizações criminosas ou grupos armados que atuam fora do alcance do Estado, o debate deveria começar com o que o próprio governo brasileiro pretende fazer a respeito, não?
Porque a discussão não era assunto antes? Cadê a transparência?
Se existe preocupação com outras organizações criminosas ou grupos armados que atuam fora do alcance do Estado, o debate deveria começar com o que o próprio governo brasileiro pretende fazer a respeito, não?
Porque a discussão não era assunto antes? Cadê a transparência?
Alessandro Mattos / @Apenasam:
RT by @Apenasam: Toda vez que um problema social movimenta bilhões em verbas, contratos, projetos e estruturas permanentes, vale fazer uma pergunta simples:
quem é recompensado quando o problema diminui?!
Porque sistemas costumam se expandir na direção dos incentivos que recebem, não é?
RT by @Apenasam: Toda vez que um problema social movimenta bilhões em verbas, contratos, projetos e estruturas permanentes, vale fazer uma pergunta simples:
quem é recompensado quando o problema diminui?!
Porque sistemas costumam se expandir na direção dos incentivos que recebem, não é?