BTCCLUB / ausbtcclub:
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Bitcoin Archives - Crypto Briefing:
Bitcoin’s biggest risk is governance, not quantum computing, says Galaxy CEO
Bitcoin’s biggest risk is governance, not quantum computing, says Galaxy CEO
Crypto Briefing
Bitcoin's biggest risk is governance, not quantum computing, says Galaxy CEO
Michael Novogratz says Bitcoin will adapt to become quantum-resistant before quantum poses a real threat to the network's security.
Cauê Oliveira
$74K e contando...
Até onde vai a queda do Bitcoin na sua opinião?
PS. Gravitaremos em torno da SMA200 ou Preço Realizado até meados de OUT-DEZ 2026.
>> F/F
$74K e contando...
Até onde vai a queda do Bitcoin na sua opinião?
PS. Gravitaremos em torno da SMA200 ou Preço Realizado até meados de OUT-DEZ 2026.
>> F/F
Ali Zaeteri / alizaeteri:
Zohran Mamdani was backed by donor networks linked to Jewish Billionaire George Soros.
His Mom Mira Nair partied with Epstein, Clinton, Bezos at Ghislaine Maxwell's house.
A hypocrite who rails against billionaires... while cashing their checks and pushing their agendas.
Fake revolution. Controlled opposition.
A thread 🧵
PS. Distration.
Zohran Mamdani was backed by donor networks linked to Jewish Billionaire George Soros.
His Mom Mira Nair partied with Epstein, Clinton, Bezos at Ghislaine Maxwell's house.
A hypocrite who rails against billionaires... while cashing their checks and pushing their agendas.
Fake revolution. Controlled opposition.
A thread 🧵
PS. Distration.
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A instrumentalização estratégica da indignação moral.
É notável como certos temas recorrentes — como os arquivos Epstein ou denúncias de tráfico de crianças — ganham proeminência midiática precisamente nos momentos em que agendas globalistas enfrentam resistência ou crises de legitimidade.
Embora a solução estrutural para ambas as questões dependa, em última análise, de uma genuína renovação do sistema político, há um paradoxo estratégico em jogo:
esses temas emergem justamente como mecanismos de dispersão da atenção pública, desviando o foco das disputas eleitorais e, consequentemente das reformas institucionais que criariam as condições para que tais problemas fossem efetivamente enfrentados.
A dimensão tática dessa dinâmica merece reflexão:
temas de forte apelo moral são instrumentalizados não para promover mudanças sistêmicas, mas para fragmentar o debate e proteger os arranjos de poder existentes.
Por isso, é mais produtivo concentrar esforços nas frentes que efetivamente promovem um ambiente institucional onde essas e outras questões possam ser devidamente enfrentadas — em vez de reagir aos ciclos de indignação calculada.
Nesse sentido, a pandemia deveria ter deixado uma lição — mas o que ficou foi justamente a confirmação do padrão:
indignação moral orquestrada, debate fragmentado, arranjos de poder intactos.
É notável como certos temas recorrentes — como os arquivos Epstein ou denúncias de tráfico de crianças — ganham proeminência midiática precisamente nos momentos em que agendas globalistas enfrentam resistência ou crises de legitimidade.
Embora a solução estrutural para ambas as questões dependa, em última análise, de uma genuína renovação do sistema político, há um paradoxo estratégico em jogo:
esses temas emergem justamente como mecanismos de dispersão da atenção pública, desviando o foco das disputas eleitorais e, consequentemente das reformas institucionais que criariam as condições para que tais problemas fossem efetivamente enfrentados.
A dimensão tática dessa dinâmica merece reflexão:
temas de forte apelo moral são instrumentalizados não para promover mudanças sistêmicas, mas para fragmentar o debate e proteger os arranjos de poder existentes.
Por isso, é mais produtivo concentrar esforços nas frentes que efetivamente promovem um ambiente institucional onde essas e outras questões possam ser devidamente enfrentadas — em vez de reagir aos ciclos de indignação calculada.
Nesse sentido, a pandemia deveria ter deixado uma lição — mas o que ficou foi justamente a confirmação do padrão:
indignação moral orquestrada, debate fragmentado, arranjos de poder intactos.