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The Americas - History, Culture, Economy, and Regional Organizations | The Epoch Times: Maduro’s Capture Sends Message to China, Other Authoritarian States: Analysts PS. Outro ponto de vista: - Os três (Fantoches) decidem junto com banqueiros e o resto tem…
Para ser franco: Isto não tem a ver com #Maduro. Tem haver com quem orquestrou a sua queda e porquê.

Quando um presidente é preso e não há caos interno ou fissura visível na liderança, nenhuma histeria militar ou derramamento de sangue nas ruas, estamos a assistir a uma operação controlada. As verdadeiras revoluções são ruidosas. As transições negociadas são silenciosas.

Aqui não há heroísmo nem epopeias. Há negociações frias. E a negociação não é com o povo, mas com a elite que garante a ordem. Quem acredita que os Estados Unidos — ou a estrutura que define a agenda — buscam justiça, democracia ou reparação histórica não entendeu como o poder funciona. O que eles buscam é estabilidade, acesso a recursos e o fim de um ciclo incômodo. Todo o resto é mera fachada.

Por isso insisto: o elemento-chave é a traição funcional do círculo íntimo de Maduro. Não ideológica, não moral: funcional. A traição que ocorre quando eles entendem que o regime já caiu e que é melhor se reposicionar do que resistir. É aí que entram nomes específicos, não por conspiração, mas pela lógica do poder: Delcy Rodríguez, Diosdado Cabello, Vladimir Padrino López. Não como salvadores ou demônios, mas como os arquitetos da queda do regime.

O detalhe verdadeiramente perturbador, para mim, não é um vídeo ou um vazamento. É a calma reveladora. A calma de alguém que já sabe que não cairá no abismo. A calma de alguém que recebeu garantias. Ninguém fica tranquilo no meio de uma tempestade sem uma rede de segurança pré-estabelecida. Essa serenidade não é inocente; é estratégica.

E aqui está a parte mais incômoda: as transições supervisionadas não libertam os países, elas os reorganizam. Elas mudam a narrativa, redistribuem o poder, encobrem alguns enquanto sacrificam outros. O cidadão entra na equação apenas como pretexto. Prometem-lhe um futuro enquanto a distribuição do poder é decidida a portas fechadas.

Não se trata de esquerda ou direita. Trata-se de quem controla a riqueza, o dinheiro, as armas e a narrativa quando a cortina se fechar. E se o processo avançar sem problemas, não é porque o sistema se tornou mais humano, mas porque o acordo sobre quem paga e quem sai impune já foi feito.

O resto é apenas ruído. E o ruído, quase sempre, serve para distrair você de onde as decisões reais estão sendo tomadas. Continuaremos a noticiar. Sem rodeios. #Venezuela

https://fxtwitter.com/crismartinj/status/2007791005626482701
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é o que a China faz.