… A decisão do Fomc, esperada para as 15h, não deve ser unânime. UBS e ASA esperam votos pela manutenção, enquanto o comunicado deve evitar guidance claro sobre os próximos movimentos e reforçar a necessidade de novos avanços na desinflação.
… O Fed enfrenta uma combinação desconfortável de petróleo perto de US$ 110 e juros longos nas máximas em quase duas décadas. A T-note de 10 anos chegou ontem a 5,041%, maior nível desde 2007, antes de devolver parte da alta.
… Nem toda a alta dos rendimentos dos títulos, no entanto, é atribuída à elevação dos juros.
… Pesquisa da Bloomberg mostra que 40% dos investidores em títulos/renda fixa apontam a aceleração dos preços como maior ameaça aos Treasuries nos próximos seis meses, seguida pelas preocupações fiscais, com 38%. Apenas 7% citam novas altas do Fed.
… O secretário do Tesouro, Scott Bessent, reconheceu ontem que a necessidade de conter o déficit pressiona os juros longos americanos.
COPOM CORTA, MAS E DEPOIS?
– No sentido contrário ao Fed, o Copom deve reduzir a Selic em 25 pontos-base, para 13,75%, às 18h30. A curva precifica 96% de probabilidade desse movimento e 75 das 78 instituições consultadas pelo Broadcast também esperam o corte.
… A dúvida está no que acontece depois. Para novembro, os DIs já indicam praticamente um empate, com 52% de probabilidade de novo corte de 25 pontos-base e 48% de manutenção. Para dezembro, a aposta em manutenção sobe para 84%.
… Desde a reunião de agosto, o cenário doméstico ficou mais confortável para o BC. A desaceleração da atividade se espalhou por mais setores, enquanto a inflação corrente e a média dos núcleos perderam força, embora os serviços continuem pressionados.
… O PIB cresceu 0,5% no segundo trimestre, mas a demanda doméstica foi mais fraca do que o número cheio sugere. O consumo das famílias caiu 0,4%, a indústria de transformação recuou e os serviços avançaram pouco.
… Os indicadores posteriores reforçaram nesta terça-feira a perda de fôlego, com o varejo recuando 0,8% somente em julho.
… Os juros elevados também começam a aparecer com mais clareza no crédito. As concessões livres às empresas recuaram, a inadimplência aumentou e a taxa média cobrada das empresas chegou a 25,4% em julho, maior nível desde 2017.
… Do outro lado, permanecem a inflação de serviços, as expectativas acima da meta e as incertezas fiscal e eleitoral. E o cenário externo, que piorou bastante com o petróleo perto de US$ 110 e a alta dos juros longos americanos.
… O choque do petróleo, porém, não exige necessariamente uma resposta direta do BC. O que importa para a política monetária é uma eventual contaminação do câmbio, das expectativas e da inflação subjacente. Até agora, o real tem mostrado resistência à piora desse cenário.
COMUNICAÇÃO SERÁ FUNDAMENTAL – O mercado não espera guidance para novembro, e acredita que o BC deixará os próximos movimentos dependentes da atividade, da inflação, do câmbio e das expectativas. Ou seja, deve manter em aberto todas as possibilidades.
… A mediana do Projeções Broadcast mantém a Selic em 13,75% até o fim do ano, o que faria do corte de amanhã o último de 2026.
… Mas há divergências importantes no mercado sobre esse cenário.
… A Eytse Estratégia espera que o Copom continue reduzindo a Selic em passos de 25 pontos-base até o fim do ano.
… Para a consultoria, a desaceleração mais disseminada da atividade e o aumento da restrição no crédito permitem prolongar o ciclo, desde que não haja depreciação relevante do real ou nova deterioração das expectativas.
… Sérgio Goldenstein acredita que mesmo um leve ajuste na projeção do IPCA do BC para o horizonte relevante (1TR/28), de 3,2% em agosto para 3,3%, manteria a inflação ao redor da meta e seria compatível com novo corte de 25 pontos-base.
STF ADIA DESFECHO
– O pedido de vista de Flávio Dino deixou em suspenso a decisão do STF sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por suas relações com Daniel Vorcaro ou pelas relações do escritório de advocacia de sua mulher com o banqueiro.
@SharkSignalsCripto
… O Fed enfrenta uma combinação desconfortável de petróleo perto de US$ 110 e juros longos nas máximas em quase duas décadas. A T-note de 10 anos chegou ontem a 5,041%, maior nível desde 2007, antes de devolver parte da alta.
… Nem toda a alta dos rendimentos dos títulos, no entanto, é atribuída à elevação dos juros.
… Pesquisa da Bloomberg mostra que 40% dos investidores em títulos/renda fixa apontam a aceleração dos preços como maior ameaça aos Treasuries nos próximos seis meses, seguida pelas preocupações fiscais, com 38%. Apenas 7% citam novas altas do Fed.
… O secretário do Tesouro, Scott Bessent, reconheceu ontem que a necessidade de conter o déficit pressiona os juros longos americanos.
COPOM CORTA, MAS E DEPOIS?
– No sentido contrário ao Fed, o Copom deve reduzir a Selic em 25 pontos-base, para 13,75%, às 18h30. A curva precifica 96% de probabilidade desse movimento e 75 das 78 instituições consultadas pelo Broadcast também esperam o corte.
… A dúvida está no que acontece depois. Para novembro, os DIs já indicam praticamente um empate, com 52% de probabilidade de novo corte de 25 pontos-base e 48% de manutenção. Para dezembro, a aposta em manutenção sobe para 84%.
… Desde a reunião de agosto, o cenário doméstico ficou mais confortável para o BC. A desaceleração da atividade se espalhou por mais setores, enquanto a inflação corrente e a média dos núcleos perderam força, embora os serviços continuem pressionados.
… O PIB cresceu 0,5% no segundo trimestre, mas a demanda doméstica foi mais fraca do que o número cheio sugere. O consumo das famílias caiu 0,4%, a indústria de transformação recuou e os serviços avançaram pouco.
… Os indicadores posteriores reforçaram nesta terça-feira a perda de fôlego, com o varejo recuando 0,8% somente em julho.
… Os juros elevados também começam a aparecer com mais clareza no crédito. As concessões livres às empresas recuaram, a inadimplência aumentou e a taxa média cobrada das empresas chegou a 25,4% em julho, maior nível desde 2017.
… Do outro lado, permanecem a inflação de serviços, as expectativas acima da meta e as incertezas fiscal e eleitoral. E o cenário externo, que piorou bastante com o petróleo perto de US$ 110 e a alta dos juros longos americanos.
… O choque do petróleo, porém, não exige necessariamente uma resposta direta do BC. O que importa para a política monetária é uma eventual contaminação do câmbio, das expectativas e da inflação subjacente. Até agora, o real tem mostrado resistência à piora desse cenário.
COMUNICAÇÃO SERÁ FUNDAMENTAL – O mercado não espera guidance para novembro, e acredita que o BC deixará os próximos movimentos dependentes da atividade, da inflação, do câmbio e das expectativas. Ou seja, deve manter em aberto todas as possibilidades.
… A mediana do Projeções Broadcast mantém a Selic em 13,75% até o fim do ano, o que faria do corte de amanhã o último de 2026.
… Mas há divergências importantes no mercado sobre esse cenário.
… A Eytse Estratégia espera que o Copom continue reduzindo a Selic em passos de 25 pontos-base até o fim do ano.
… Para a consultoria, a desaceleração mais disseminada da atividade e o aumento da restrição no crédito permitem prolongar o ciclo, desde que não haja depreciação relevante do real ou nova deterioração das expectativas.
… Sérgio Goldenstein acredita que mesmo um leve ajuste na projeção do IPCA do BC para o horizonte relevante (1TR/28), de 3,2% em agosto para 3,3%, manteria a inflação ao redor da meta e seria compatível com novo corte de 25 pontos-base.
STF ADIA DESFECHO
– O pedido de vista de Flávio Dino deixou em suspenso a decisão do STF sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por suas relações com Daniel Vorcaro ou pelas relações do escritório de advocacia de sua mulher com o banqueiro.
@SharkSignalsCripto
… A sessão terminou sem discutir o mérito e Dino terá 90 dias para devolver o processo, o que pode empurrar o desfecho para após as eleições. Se usar todo o prazo, o ministro só devolverá o processo em 13 de dezembro. Não há, porém, impedimento para que antecipe a devolução.
… Antes da suspensão, o STF formou placar de 4 a 3 contra uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que pretendia reunir o caso de Alexandre de Moraes ao processo sobre André Mendonça e redistribuir a relatoria.
… Votaram com o relator Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia para manter os julgamentos separados. Gilmar foi acompanhado por Cristiano Zanin e Moraes. Dino também havia se manifestado a favor, mas seu voto não foi contabilizado depois do pedido de vista.
… A sessão foi marcada por fortes atritos entre os ministros. Gilmar acusou Mendonça de ter motivações políticas na condução do caso, e Mendonça respondeu que o decano estava sendo “leviano”. Também houve embates entre Dino e Fachin e entre Moraes e Mendonça.
… Dias Toffoli e Nunes Marques se declararam impedidos de participar do julgamento.
… Com o julgamento de Moraes suspenso antes de uma decisão sobre a proposta de análise conjunta dos dois casos, permanece marcada para a semana que vem, dia 23 de setembro, a sessão sobre a abertura de processo contra André Mendonça. Fachin é o relator.
IMPACTO NA ELEIÇÃO
– A tensão no STF foi acompanhada de perto pelos investidores e acrescentou prêmio aos juros futuros intermediários e longos, embora o petróleo perto de US$ 110 e a pressão dos Treasuries também tenham pesado sobre a curva.
… Para gestores ouvidos pelo Broadcast, o principal canal de transmissão da crise do Supremo para os ativos continua sendo a eleição. A avaliação é de que o mercado tende a reagir menos ao resultado jurídico do que aos efeitos sobre a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.
… O pedido de vista acrescenta uma variável a essa conta ao permitir que o caso permaneça sem solução durante a campanha.
… Um gestor avaliou que, quanto mais tempo o STF permanecer no noticiário, maior será o espaço para a oposição explorar o desgaste da Corte e tentar associá-lo a Lula. A própria campanha de Lula faz uma avaliação semelhante.
… Segundo apurou a Coluna do Estadão com petistas não há um desfecho capaz de produzir ganho eleitoral claro para o presidente. A abertura de investigação contra Moraes seria o cenário “menos pior”, porque permitiria a Lula tentar se descolar do ministro.
… E o presidente tem trabalhado nisso em sua campanha. Em entrevista à Record, ontem à noite, defendeu que todos os ministros envolvidos no caso Master sejam investigados, “sem distinção”, e afirmou que o STF enfrenta uma crise de credibilidade.
… Já Flávio Bolsonaro continua sabendo explorar a crise a seu favor. Ao comentar o pedido de vista que adiou o julgamento, acusou Dino de proteger Moraes e voltou a associar os dois ministros ao presidente Lula, em comício ontem em Fortaleza.
MAIS PESQUISAS
– Ainda nesta terça-feira, a Indexa/Broadcast apontou empate técnico, com Lula em 43% e Flávio em 42%. A vantagem do presidente caiu de cinco pontos percentuais em agosto para apenas um ponto em setembro.
… Já a CNT/MDA mostrou Lula à frente de Flávio Bolsonaro no segundo turno, acima da margem de erro, por 47,3% a 40%.
MAIS AGENDA
– Antes da Superquarta, o IBC-Br de julho, às 9h, será mais um teste para a desaceleração da atividade. A mediana do Projeções Broadcast aponta queda de 0,10% na margem, após recuo de 0,64% em junho, com estimativas de -0,40% a +0,40%.
… Na comparação anual, a projeção é de alta de 1,10%, com intervalo de 0,80% a 2,10%, desacelerando dos 2,35% registrados em junho.
… Mais cedo, às 8h, a FGV divulga o IGP-10 de setembro, que deve voltar ao terreno positivo após três meses de deflação. A mediana é de alta de 1,15%, ante queda de 0,51% em agosto, com estimativas entre +0,25% e +1,50%.
… Nos Estados Unidos, as vendas no varejo de agosto, às 9h30, são o principal indicador, com previsão de +0,7%, após queda de 0,6% em julho.
… Antes da suspensão, o STF formou placar de 4 a 3 contra uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que pretendia reunir o caso de Alexandre de Moraes ao processo sobre André Mendonça e redistribuir a relatoria.
… Votaram com o relator Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia para manter os julgamentos separados. Gilmar foi acompanhado por Cristiano Zanin e Moraes. Dino também havia se manifestado a favor, mas seu voto não foi contabilizado depois do pedido de vista.
… A sessão foi marcada por fortes atritos entre os ministros. Gilmar acusou Mendonça de ter motivações políticas na condução do caso, e Mendonça respondeu que o decano estava sendo “leviano”. Também houve embates entre Dino e Fachin e entre Moraes e Mendonça.
… Dias Toffoli e Nunes Marques se declararam impedidos de participar do julgamento.
… Com o julgamento de Moraes suspenso antes de uma decisão sobre a proposta de análise conjunta dos dois casos, permanece marcada para a semana que vem, dia 23 de setembro, a sessão sobre a abertura de processo contra André Mendonça. Fachin é o relator.
IMPACTO NA ELEIÇÃO
– A tensão no STF foi acompanhada de perto pelos investidores e acrescentou prêmio aos juros futuros intermediários e longos, embora o petróleo perto de US$ 110 e a pressão dos Treasuries também tenham pesado sobre a curva.
… Para gestores ouvidos pelo Broadcast, o principal canal de transmissão da crise do Supremo para os ativos continua sendo a eleição. A avaliação é de que o mercado tende a reagir menos ao resultado jurídico do que aos efeitos sobre a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.
… O pedido de vista acrescenta uma variável a essa conta ao permitir que o caso permaneça sem solução durante a campanha.
… Um gestor avaliou que, quanto mais tempo o STF permanecer no noticiário, maior será o espaço para a oposição explorar o desgaste da Corte e tentar associá-lo a Lula. A própria campanha de Lula faz uma avaliação semelhante.
… Segundo apurou a Coluna do Estadão com petistas não há um desfecho capaz de produzir ganho eleitoral claro para o presidente. A abertura de investigação contra Moraes seria o cenário “menos pior”, porque permitiria a Lula tentar se descolar do ministro.
… E o presidente tem trabalhado nisso em sua campanha. Em entrevista à Record, ontem à noite, defendeu que todos os ministros envolvidos no caso Master sejam investigados, “sem distinção”, e afirmou que o STF enfrenta uma crise de credibilidade.
… Já Flávio Bolsonaro continua sabendo explorar a crise a seu favor. Ao comentar o pedido de vista que adiou o julgamento, acusou Dino de proteger Moraes e voltou a associar os dois ministros ao presidente Lula, em comício ontem em Fortaleza.
MAIS PESQUISAS
– Ainda nesta terça-feira, a Indexa/Broadcast apontou empate técnico, com Lula em 43% e Flávio em 42%. A vantagem do presidente caiu de cinco pontos percentuais em agosto para apenas um ponto em setembro.
… Já a CNT/MDA mostrou Lula à frente de Flávio Bolsonaro no segundo turno, acima da margem de erro, por 47,3% a 40%.
MAIS AGENDA
– Antes da Superquarta, o IBC-Br de julho, às 9h, será mais um teste para a desaceleração da atividade. A mediana do Projeções Broadcast aponta queda de 0,10% na margem, após recuo de 0,64% em junho, com estimativas de -0,40% a +0,40%.
… Na comparação anual, a projeção é de alta de 1,10%, com intervalo de 0,80% a 2,10%, desacelerando dos 2,35% registrados em junho.
… Mais cedo, às 8h, a FGV divulga o IGP-10 de setembro, que deve voltar ao terreno positivo após três meses de deflação. A mediana é de alta de 1,15%, ante queda de 0,51% em agosto, com estimativas entre +0,25% e +1,50%.
… Nos Estados Unidos, as vendas no varejo de agosto, às 9h30, são o principal indicador, com previsão de +0,7%, após queda de 0,6% em julho.
… Às 11h30, o DoE divulga os estoques semanais de petróleo, gasolina e destilados, em um momento de forte pressão sobre os preços da energia.
… No Reino Unido, o CPI de agosto sai às 3h, com previsão de aceleração para 3,1% em 12 meses, de 2,9% em julho. O núcleo deve passar de 2,6% para 2,7%. Às 6h, a zona do euro divulga a produção industrial de julho, com previsão de alta de 0,1%, após estabilidade no mês anterior.
… Ainda na Europa, a presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de evento em Frankfurt às 14h.
BDM LIVE – A economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, conversa hoje, às 10h, com os jornalistas Rosa Riscala e Téo Takar sobre as expectativas para a decisão da Selic nesta Superquarta. Assista no canal do BDM no YouTube.
RISCA O FÓSFORO
– Simultaneamente, o investidor se vê desafiado a lidar com dois focos de incêndio no ambiente de negócios (petróleo em quase US$ 110 e crise de credibilidade do STF), que elevam a guarda.
… Está difícil de manter o sangue-frio com o estresse institucional no Supremo e com as taxas dos Treasuries rodando nas máximas em quase 20 anos, sem qualquer previsão factível para o fim da guerra no Oriente Médio.
… Ontem, o miolo e a ponta longa da curva do DI não conseguiram esconder a pressão dupla, doméstica e externa.
… No fechamento, o contrato para Jan/28 subiu a 13,670% (contra 13,628% na véspera); Jan/29 avançou para 13,940% (de 13,867%); Jan/31 saltou para 14,230% (de 14,108%); e Jan/33, para 14,370% (contra 14,255%).
… Em véspera de Copom, só os juros futuros curtos conseguiram se defender perto da estabilidade, porque o corte da Selic hoje é dado como certo e porque as vendas no varejo em julho do IBGE vieram no piso esperado (-0,8%).
… O contrato de DI para Janeiro de 2027 marcou 13,580%, praticamente igual aos 13,585% no ajuste anterior.
… O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato, acredita que o Copom tem espaço para cortes adicionais das taxas se economia doméstica continuar enfraquecendo, mas adverte que Selic de um dígito só em 2028.
… “Será necessário um ajuste fiscal”, disse, durante painel no B3 Week a investidores estrangeiros. “Dependendo do ajuste fiscal, o País terá condições de alcançar um nível de crescimento do PIB semelhante ao global, de 2,5% a 3%.”
LENHA NA FOGUEIRA
– Lá fora, com o petróleo explodindo e o Fed preso nas cordas da inflação para elevar o juro hoje, as taxas dos Treasuries continuam operando sob pressão e reforçando o fracasso de Bessent em apagar o fogo.
… Nesta terça-feira, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de dez anos atingiram picos não vistos desde 2007. Cravaram 5,041% durante a madrugada e fecharam o pregão regular em 5,001%, de 4,987% um dia antes.
… A última vez em que a taxa do bônus de dez anos fechou acima de 5% foi há quase três anos, em outubro de 2023, e permaneceu nesse nível por apenas um dia, o que transfere toda a atenção para o fechamento de hoje.
… Durante a audiência ontem em comitê da Câmara americana, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, atribuiu a alta nos rendimentos dos Treasuries a “questões globais”, mas reconheceu a necessidade de enfrentar o déficit.
… Apesar de os yields dos Treasuries terem continuado escalando nos últimos dias, mesmo após o Tesouro ter realizado semana passada a maior recompra de títulos, Bessent disse nesta terça que a operação foi um sucesso.
… O secretário também defendeu a intervenção conjunta do Tesouro com o Japão para sustentar a moeda japonesa e impedir que o governo de Tóquio vendesse Treasuries em massa para bancar operações para apreciar o iene.
… Apesar da perspectiva de que o BoJ eleve a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25%, esta semana, o iene caiu 0,52%, para 155,11 por dólar, porque a moeda americana aproveitou para ganhar força antes do Fed.
… O BofA calcula que o BC japonês promoverá quatro ajustes em alta na política monetária: um agora em setembro, outro em dezembro e mais dois, em março e julho do ano que vem, elevando a taxa básica ao nível terminal de 2%.
@SharkSignalsCripto
… No Reino Unido, o CPI de agosto sai às 3h, com previsão de aceleração para 3,1% em 12 meses, de 2,9% em julho. O núcleo deve passar de 2,6% para 2,7%. Às 6h, a zona do euro divulga a produção industrial de julho, com previsão de alta de 0,1%, após estabilidade no mês anterior.
… Ainda na Europa, a presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de evento em Frankfurt às 14h.
BDM LIVE – A economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, conversa hoje, às 10h, com os jornalistas Rosa Riscala e Téo Takar sobre as expectativas para a decisão da Selic nesta Superquarta. Assista no canal do BDM no YouTube.
RISCA O FÓSFORO
– Simultaneamente, o investidor se vê desafiado a lidar com dois focos de incêndio no ambiente de negócios (petróleo em quase US$ 110 e crise de credibilidade do STF), que elevam a guarda.
… Está difícil de manter o sangue-frio com o estresse institucional no Supremo e com as taxas dos Treasuries rodando nas máximas em quase 20 anos, sem qualquer previsão factível para o fim da guerra no Oriente Médio.
… Ontem, o miolo e a ponta longa da curva do DI não conseguiram esconder a pressão dupla, doméstica e externa.
… No fechamento, o contrato para Jan/28 subiu a 13,670% (contra 13,628% na véspera); Jan/29 avançou para 13,940% (de 13,867%); Jan/31 saltou para 14,230% (de 14,108%); e Jan/33, para 14,370% (contra 14,255%).
… Em véspera de Copom, só os juros futuros curtos conseguiram se defender perto da estabilidade, porque o corte da Selic hoje é dado como certo e porque as vendas no varejo em julho do IBGE vieram no piso esperado (-0,8%).
… O contrato de DI para Janeiro de 2027 marcou 13,580%, praticamente igual aos 13,585% no ajuste anterior.
… O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato, acredita que o Copom tem espaço para cortes adicionais das taxas se economia doméstica continuar enfraquecendo, mas adverte que Selic de um dígito só em 2028.
… “Será necessário um ajuste fiscal”, disse, durante painel no B3 Week a investidores estrangeiros. “Dependendo do ajuste fiscal, o País terá condições de alcançar um nível de crescimento do PIB semelhante ao global, de 2,5% a 3%.”
LENHA NA FOGUEIRA
– Lá fora, com o petróleo explodindo e o Fed preso nas cordas da inflação para elevar o juro hoje, as taxas dos Treasuries continuam operando sob pressão e reforçando o fracasso de Bessent em apagar o fogo.
… Nesta terça-feira, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de dez anos atingiram picos não vistos desde 2007. Cravaram 5,041% durante a madrugada e fecharam o pregão regular em 5,001%, de 4,987% um dia antes.
… A última vez em que a taxa do bônus de dez anos fechou acima de 5% foi há quase três anos, em outubro de 2023, e permaneceu nesse nível por apenas um dia, o que transfere toda a atenção para o fechamento de hoje.
… Durante a audiência ontem em comitê da Câmara americana, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, atribuiu a alta nos rendimentos dos Treasuries a “questões globais”, mas reconheceu a necessidade de enfrentar o déficit.
… Apesar de os yields dos Treasuries terem continuado escalando nos últimos dias, mesmo após o Tesouro ter realizado semana passada a maior recompra de títulos, Bessent disse nesta terça que a operação foi um sucesso.
… O secretário também defendeu a intervenção conjunta do Tesouro com o Japão para sustentar a moeda japonesa e impedir que o governo de Tóquio vendesse Treasuries em massa para bancar operações para apreciar o iene.
… Apesar da perspectiva de que o BoJ eleve a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25%, esta semana, o iene caiu 0,52%, para 155,11 por dólar, porque a moeda americana aproveitou para ganhar força antes do Fed.
… O BofA calcula que o BC japonês promoverá quatro ajustes em alta na política monetária: um agora em setembro, outro em dezembro e mais dois, em março e julho do ano que vem, elevando a taxa básica ao nível terminal de 2%.
@SharkSignalsCripto
⚠️ Em véspera de Fed, o euro caiu 0,12%, para US$ 1,1545, e a libra esterlina perdeu 0,21%, a US$ 1,3479.
… Por aqui, o dólar subiu pouco, só 0,14%, cotado a R$ 5,1543, porque o petróleo caro traz compensações ao real.
NA CAUDA DO COMETA
– De carona no rali do petróleo, Petrobras alcançou ontem o maior valor de mercado da história, de R$ 693,14 bilhões, ultrapassando a marca dos R$ 680,1 bilhões que havia sido atingida em abril.
… O papel PN segue à risca o comportamento do barril e acumula alta de 73% no ano, exatamente igual ao Brent. Ontem, a ação saltou 3,09%, a R$ 50,43, e Petrobras ON (+3,63%), a R$ 56,23, liderou o ranking de altas do Ibovespa.
… O índice à vista da bolsa doméstica fechou com ganho de 0,54%, aos 186.502,64 pontos, mas o giro reduzido, de apenas R$ 15,8 bilhões, comprova que o investidor se manteve na defensiva, com o petróleo e o STF no foco.
… Neste ambiente, Vale caiu 1,17%, à mínima intraday de R$ 74,60, e foi pior do que o minério (-0,56%).
… Os principais bancos também recuaram, em sua maioria: Bradesco PN, -0,71% (R$ 18,20); BB, -0,36% (R$ 22,04); Santander unit, -0,99% (R$ 30,07); e BTG unit, -0,46% (R$ 60,20). A exceção foi Itaú, que subiu 0,76% (R$ 42,67).
… As bolsas em Nova York não pararam em pé, diante da pressão persistente do petróleo, da alta de juro contratada para o Fed e do medo sobre a segurança na Inteligência Artificial. O Nasdaq recuou 0,78%, aos 25.981,57 pontos.
… O Dow Jones caiu 0,63%, aos 52.092,11 pontos; e o S&P 500 perdeu 0,45%, aos 7.585,73 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER
– Governo avalia usar títulos soberanos de Angola como garantia para financiamento de cerca de R$ 2 bilhões para venda de três C-390 da EMBRAER ao país africano, segundo o Valor.
AVIBRAS. Cade aprovou sem restrições a compra da maior indústria de defesa do Brasil pela Globe Investimentos, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.
JBS e VIVA assinaram acordo para unir os negócios de couro na JBS VIVA, com participação de 50% para cada grupo. Operação ainda depende de condições para conclusão.
MINERVA aprovou aumento de capital de R$ 2,7 mil, com emissão de 544 ações ON decorrente do exercício de bônus de subscrição.
CVC. Fitch reafirmou rating BBB(bra) e revisou perspectiva de positiva para estável, diante de geração de caixa mais fraca e pressões sobre o setor de turismo.
ALLOS pagará R$ 438 milhões em dividendos, ou R$ 0,291919 por ação, em três parcelas entre outubro e dezembro.
WEG pagará quase R$ 450 milhões em JCP, equivalentes ao valor líquido de R$ 0,08845 por ação. Papéis ficam ex a partir de 21/9.
AXIA converterá 69,9 milhões de ações PNC em ON e resgatará outros 41,6 milhões de papéis, com liquidação financeira de R$ 2,31 bilhões.
COPASA informou ao Ministério Público suspeita de sabotagem após quatro rompimentos de adutoras em Minas Gerais. Órgão avaliará abertura de investigação criminal.
JALLES MACHADO. S&P reafirmou ratings BB e brAAA, com perspectiva estável, citando resiliência de indicadores de crédito, flexibilidade financeira e disciplina na alocação de capital.
@SharkSignalsCripto
… Por aqui, o dólar subiu pouco, só 0,14%, cotado a R$ 5,1543, porque o petróleo caro traz compensações ao real.
NA CAUDA DO COMETA
– De carona no rali do petróleo, Petrobras alcançou ontem o maior valor de mercado da história, de R$ 693,14 bilhões, ultrapassando a marca dos R$ 680,1 bilhões que havia sido atingida em abril.
… O papel PN segue à risca o comportamento do barril e acumula alta de 73% no ano, exatamente igual ao Brent. Ontem, a ação saltou 3,09%, a R$ 50,43, e Petrobras ON (+3,63%), a R$ 56,23, liderou o ranking de altas do Ibovespa.
… O índice à vista da bolsa doméstica fechou com ganho de 0,54%, aos 186.502,64 pontos, mas o giro reduzido, de apenas R$ 15,8 bilhões, comprova que o investidor se manteve na defensiva, com o petróleo e o STF no foco.
… Neste ambiente, Vale caiu 1,17%, à mínima intraday de R$ 74,60, e foi pior do que o minério (-0,56%).
… Os principais bancos também recuaram, em sua maioria: Bradesco PN, -0,71% (R$ 18,20); BB, -0,36% (R$ 22,04); Santander unit, -0,99% (R$ 30,07); e BTG unit, -0,46% (R$ 60,20). A exceção foi Itaú, que subiu 0,76% (R$ 42,67).
… As bolsas em Nova York não pararam em pé, diante da pressão persistente do petróleo, da alta de juro contratada para o Fed e do medo sobre a segurança na Inteligência Artificial. O Nasdaq recuou 0,78%, aos 25.981,57 pontos.
… O Dow Jones caiu 0,63%, aos 52.092,11 pontos; e o S&P 500 perdeu 0,45%, aos 7.585,73 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER
– Governo avalia usar títulos soberanos de Angola como garantia para financiamento de cerca de R$ 2 bilhões para venda de três C-390 da EMBRAER ao país africano, segundo o Valor.
AVIBRAS. Cade aprovou sem restrições a compra da maior indústria de defesa do Brasil pela Globe Investimentos, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.
JBS e VIVA assinaram acordo para unir os negócios de couro na JBS VIVA, com participação de 50% para cada grupo. Operação ainda depende de condições para conclusão.
MINERVA aprovou aumento de capital de R$ 2,7 mil, com emissão de 544 ações ON decorrente do exercício de bônus de subscrição.
CVC. Fitch reafirmou rating BBB(bra) e revisou perspectiva de positiva para estável, diante de geração de caixa mais fraca e pressões sobre o setor de turismo.
ALLOS pagará R$ 438 milhões em dividendos, ou R$ 0,291919 por ação, em três parcelas entre outubro e dezembro.
WEG pagará quase R$ 450 milhões em JCP, equivalentes ao valor líquido de R$ 0,08845 por ação. Papéis ficam ex a partir de 21/9.
AXIA converterá 69,9 milhões de ações PNC em ON e resgatará outros 41,6 milhões de papéis, com liquidação financeira de R$ 2,31 bilhões.
COPASA informou ao Ministério Público suspeita de sabotagem após quatro rompimentos de adutoras em Minas Gerais. Órgão avaliará abertura de investigação criminal.
JALLES MACHADO. S&P reafirmou ratings BB e brAAA, com perspectiva estável, citando resiliência de indicadores de crédito, flexibilidade financeira e disciplina na alocação de capital.
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🌅 Pré-mercado EUA · 16/09/2026
🟢 Futuros: S&P +0,2% · Nasdaq +0,4%
Mercado em alta moderada antes da decisão do Fed, com foco em inflação e política monetária. Agenda combina vendas no varejo e estoques de petróleo (EIA) antes do anúncio da tarde. Setor de energia pode ganhar destaque.
Destaques do pré-mercado 🔽 toque para abrir
🇺🇸 AÇÕES EUA
📈 Altas
• Intel (INTC) +3,51%: SK Hynix negocia acordo para fabricar chips de memória nos EUA
• Coherent (COHR) +2,76%
📉 Baixas
• J.B. Hunt (JBHT) −10,13%: alerta de resultados apontou custos maiores
• Expedia (EXPE) −2,71%
🇧🇷 ADRs BRASIL
• Sabesp (SBS) +0,76%
• Vale (VALE) +0,14%
• Nubank (NU) +0,14%
• Petrobras (PBR) −0,18%
• Petrobras (PBR.A) −1,28%
• PagSeguro (PAGS) −2,08%
📅 Agenda de hoje: Vendas no varejo · Estoques de petróleo EIA · Decisão do Fed
🔒 Para a B3: ADRs mistas com viés levemente negativo para papéis brasileiros, puxado por PAGS e PBR. Fechamento do dia dependerá do tom da decisão do Fed.
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🟢 Futuros: S&P +0,2% · Nasdaq +0,4%
Mercado em alta moderada antes da decisão do Fed, com foco em inflação e política monetária. Agenda combina vendas no varejo e estoques de petróleo (EIA) antes do anúncio da tarde. Setor de energia pode ganhar destaque.
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🇺🇸 AÇÕES EUA
📈 Altas
• Intel (INTC) +3,51%: SK Hynix negocia acordo para fabricar chips de memória nos EUA
• Coherent (COHR) +2,76%
📉 Baixas
• J.B. Hunt (JBHT) −10,13%: alerta de resultados apontou custos maiores
• Expedia (EXPE) −2,71%
🇧🇷 ADRs BRASIL
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• Nubank (NU) +0,14%
• Petrobras (PBR) −0,18%
• Petrobras (PBR.A) −1,28%
• PagSeguro (PAGS) −2,08%
📅 Agenda de hoje: Vendas no varejo · Estoques de petróleo EIA · Decisão do Fed
🔒 Para a B3: ADRs mistas com viés levemente negativo para papéis brasileiros, puxado por PAGS e PBR. Fechamento do dia dependerá do tom da decisão do Fed.
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📊 Noticiário Corporativo – 16/09/2026 #morningcall
#ALOS3 - Allos aprovou R$ 438 milhões em dividendos intermediários, distribuídos em três parcelas de R$ 146 milhões, equivalentes a R$ 0,291918638 por ação, com pagamentos em 2 de outubro, 4 de novembro e 2 de dezembro.
#BEEF3 - Minerva homologou aumento de capital de R$ 2.705,97, mediante a emissão de 544 ações ordinárias a R$ 4,97430071556 cada, após o exercício de bônus de subscrição, elevando o capital social para R$ 3.134.597.751,88.
#JALL3 - Jalles Machado teve o rating de longo prazo reafirmado em BB pela S&P, com perspectiva estável. A agência projeta moagem de 8,1 milhões de toneladas na safra 2026/2027, ante 7,1 milhões, e alavancagem líquida de 2,4x.
#JBSS3 - JBS assinou acordo definitivo com a Viva Holding para criar a JBS Viva, joint venture com participação de 50% para cada parte, reunindo ativos globais de couros. O conselho terá seis membros, com governança paritária e diretores indicados por ambas.
#VULC3 - Vulcabras mapeia aquisições em marcas de skate, surfwear e tênis, enquanto mantém a expansão no segmento esportivo. No segundo trimestre, a receita líquida cresceu 11,2% para R$ 994,8 milhões, o 24º trimestre seguido de avanço, e o custo de capital caiu 49%.
#WEGE3 - WEG aprovou R$ 449,84 milhões em juros sobre capital próprio, equivalentes a R$ 0,107212121 por ação. Os papéis ficam ex-juros em 21 de setembro, e o pagamento está previsto para 10 de março de 2027, com valor líquido de R$ 0,088450000 por ação.
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#ALOS3 - Allos aprovou R$ 438 milhões em dividendos intermediários, distribuídos em três parcelas de R$ 146 milhões, equivalentes a R$ 0,291918638 por ação, com pagamentos em 2 de outubro, 4 de novembro e 2 de dezembro.
#BEEF3 - Minerva homologou aumento de capital de R$ 2.705,97, mediante a emissão de 544 ações ordinárias a R$ 4,97430071556 cada, após o exercício de bônus de subscrição, elevando o capital social para R$ 3.134.597.751,88.
#JALL3 - Jalles Machado teve o rating de longo prazo reafirmado em BB pela S&P, com perspectiva estável. A agência projeta moagem de 8,1 milhões de toneladas na safra 2026/2027, ante 7,1 milhões, e alavancagem líquida de 2,4x.
#JBSS3 - JBS assinou acordo definitivo com a Viva Holding para criar a JBS Viva, joint venture com participação de 50% para cada parte, reunindo ativos globais de couros. O conselho terá seis membros, com governança paritária e diretores indicados por ambas.
#VULC3 - Vulcabras mapeia aquisições em marcas de skate, surfwear e tênis, enquanto mantém a expansão no segmento esportivo. No segundo trimestre, a receita líquida cresceu 11,2% para R$ 994,8 milhões, o 24º trimestre seguido de avanço, e o custo de capital caiu 49%.
#WEGE3 - WEG aprovou R$ 449,84 milhões em juros sobre capital próprio, equivalentes a R$ 0,107212121 por ação. Os papéis ficam ex-juros em 21 de setembro, e o pagamento está previsto para 10 de março de 2027, com valor líquido de R$ 0,088450000 por ação.
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🤵♂ Independentemente do desfecho do julgamento no STF, o impacto sobre a disputa presidencial é o principal canal de transmissão para o mercado financeiro.
A avaliação predominante de gestores ouvidos pela Broadcast sendo de que os ativos devem reagir menos à decisão jurídica em si do que à capacidade do episódio de aumentar o desgaste do governo e alterar as chances de Lula e Flávio Bolsonaro na corrida ao Planalto.
Marcelo Audi (Cardinal Partners) vê um quadro eleitoral negativo para Lula nos diferentes cenários possíveis no STF, afirmando: "Então eu vejo um cenário que é perde-perde para o Lula. Não acredito em um cenário que possa ser positivo para o Lula do ponto de vista eleitoral", sendo o tema da corrupção o principal canal capaz de levar a crise no Supremo ao eleitorado.
Ao Metrópoles: Aliados do candidato Flávio Bolsonaro, estão avaliando que as divisões expostas no Supremo interessam num momento em que o candidato aumentou os ataques à Corte e tenta associar o ministro a Lula, acreditando que o desgaste do STF pode respingar no petista.
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A avaliação predominante de gestores ouvidos pela Broadcast sendo de que os ativos devem reagir menos à decisão jurídica em si do que à capacidade do episódio de aumentar o desgaste do governo e alterar as chances de Lula e Flávio Bolsonaro na corrida ao Planalto.
Marcelo Audi (Cardinal Partners) vê um quadro eleitoral negativo para Lula nos diferentes cenários possíveis no STF, afirmando: "Então eu vejo um cenário que é perde-perde para o Lula. Não acredito em um cenário que possa ser positivo para o Lula do ponto de vista eleitoral", sendo o tema da corrupção o principal canal capaz de levar a crise no Supremo ao eleitorado.
Ao Metrópoles: Aliados do candidato Flávio Bolsonaro, estão avaliando que as divisões expostas no Supremo interessam num momento em que o candidato aumentou os ataques à Corte e tenta associar o ministro a Lula, acreditando que o desgaste do STF pode respingar no petista.
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🇧🇷🗳Mercado de previsão acompanha disputa presidencial
Neste momento, a Polymarket aponta 54,3% de probabilidade para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula em um eventual cenário de eleição presidencial
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Neste momento, a Polymarket aponta 54,3% de probabilidade para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula em um eventual cenário de eleição presidencial
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❤2👏2
📊 Abertura do mercado (16/09): superquarta de juros e petróleo elevado no radar
🌍 Exterior
- Ontem, as bolsas americanas fecharam em queda, com o Dow Jones (-0,63%), S&P 500 (-0,45%) e Nasdaq (-0,78%), enquanto o mercado aguardava as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
- O petróleo segue pressionado pela guerra entre Irã e EUA. O Brent permanece acima de US$ 100 por barril e novas notícias sobre interrupções na produção da Líbia aumentam as preocupações com a oferta global.
- O foco do dia é a decisão do Fed. A expectativa é de alta de 25 pontos-base, mas o mercado estará atento principalmente à comunicação do presidente Warsh e ao gráfico de projeções de juros ("dots"), em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária.
🇧🇷 *Brasil*
- O Ibovespa avançou 0,54% ontem, aos 186.503 pontos, sustentado pela forte alta da Petrobras. Já o dólar subiu 0,14%, encerrando o dia a R$ 5,1543.
- O destaque da agenda doméstica é a decisão do Copom. A expectativa é de corte de 25 pontos-base, levando a Selic para 13,75%, com manutenção de um tom cauteloso e dependente dos próximos dados.
- A atividade segue mostrando sinais de desaceleração. A PMC de julho veio abaixo das expectativas, com queda do varejo restrito e desempenho mais fraco do indicador ampliado ex-atacarejo. Pela manhã, o mercado acompanha a divulgação do IBC-Br de julho.
📌 *Agenda do dia*
- Brasil: IBC-Br de julho e decisão do Copom.
- Exterior: decisão de juros do Fed e coletiva do presidente da instituição.
- No radar: petróleo, comunicação dos bancos centrais, inflação americana e ritmo da atividade econômica no Brasil.
Com informações do time de pesquisas econômicas do Itaú e Valor Pro
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🌍 Exterior
- Ontem, as bolsas americanas fecharam em queda, com o Dow Jones (-0,63%), S&P 500 (-0,45%) e Nasdaq (-0,78%), enquanto o mercado aguardava as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
- O petróleo segue pressionado pela guerra entre Irã e EUA. O Brent permanece acima de US$ 100 por barril e novas notícias sobre interrupções na produção da Líbia aumentam as preocupações com a oferta global.
- O foco do dia é a decisão do Fed. A expectativa é de alta de 25 pontos-base, mas o mercado estará atento principalmente à comunicação do presidente Warsh e ao gráfico de projeções de juros ("dots"), em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária.
🇧🇷 *Brasil*
- O Ibovespa avançou 0,54% ontem, aos 186.503 pontos, sustentado pela forte alta da Petrobras. Já o dólar subiu 0,14%, encerrando o dia a R$ 5,1543.
- O destaque da agenda doméstica é a decisão do Copom. A expectativa é de corte de 25 pontos-base, levando a Selic para 13,75%, com manutenção de um tom cauteloso e dependente dos próximos dados.
- A atividade segue mostrando sinais de desaceleração. A PMC de julho veio abaixo das expectativas, com queda do varejo restrito e desempenho mais fraco do indicador ampliado ex-atacarejo. Pela manhã, o mercado acompanha a divulgação do IBC-Br de julho.
📌 *Agenda do dia*
- Brasil: IBC-Br de julho e decisão do Copom.
- Exterior: decisão de juros do Fed e coletiva do presidente da instituição.
- No radar: petróleo, comunicação dos bancos centrais, inflação americana e ritmo da atividade econômica no Brasil.
Com informações do time de pesquisas econômicas do Itaú e Valor Pro
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📑 Abertura de mercado (16/09/2026)
Nesta “superquarta”, dia de decisões sobre as taxas de juros nos Estados Unidos e no Brasil, os contratos futuros do Ibovespa amanheceram em leve alta, seguindo o movimento apresentado no último pregão. Nos EUA, os índices futuros americanos também abriram a sessão trabalhando no campo positivo.
Mercado futuro
Ibovespa futuro: 188.670 pts | +0,08%
S&P 500 Futuro: 7.610 pts | +0,32%
Nasdaq 100 Futuro: 29.121 pts | +0,63%
Dólar: R$ 5,15 | -0,07%
Agenda econômica
🇧🇷 8h: IGP-10 de setembro
🇧🇷 9h: IBC-Br de julho
🇺🇸 9h30: Vendas no varejo de agosto
🇺🇸 15h: Decisão monetária do Fed e Sumário de Projeções Econômicas (SEP)
🇺🇸 15h30: Coletiva de imprensa do Fed
🇧🇷 18h30: Copom anuncia decisão sobre a Selic
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Nesta “superquarta”, dia de decisões sobre as taxas de juros nos Estados Unidos e no Brasil, os contratos futuros do Ibovespa amanheceram em leve alta, seguindo o movimento apresentado no último pregão. Nos EUA, os índices futuros americanos também abriram a sessão trabalhando no campo positivo.
Mercado futuro
Ibovespa futuro: 188.670 pts | +0,08%
S&P 500 Futuro: 7.610 pts | +0,32%
Nasdaq 100 Futuro: 29.121 pts | +0,63%
Dólar: R$ 5,15 | -0,07%
Agenda econômica
🇧🇷 8h: IGP-10 de setembro
🇧🇷 9h: IBC-Br de julho
🇺🇸 9h30: Vendas no varejo de agosto
🇺🇸 15h: Decisão monetária do Fed e Sumário de Projeções Econômicas (SEP)
🇺🇸 15h30: Coletiva de imprensa do Fed
🇧🇷 18h30: Copom anuncia decisão sobre a Selic
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🏦 Banco do Brasil sobe 3,7% no ano, mas analistas veem riscos no crédito e na eleição(InfoMoney)
As ações do Banco do Brasil (#BBAS3) acumulam alta de 3,7% no ano e 4,45% no mês, mas analistas de três casas mantêm recomendação neutra.
O JPMorgan cortou estimativa de lucro recorrente 2026 em 8%, para R$ 16,879 bilhões (queda de 18% anual), com ROE de 9%. Para 2027, o lucro estimado é R$ 23,524 bilhões (ROE 12%). Preço-alvo reduzido de R$ 25 para R$ 22.
A revisão reflete NPL de cartões que saltou 7,5 pp no trimestre e receitas mais fracas de BB Seguridade (#BBSE3). O Itaú BBA manteve meta em R$ 23 e o Bradesco BBI em R$ 20.
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As ações do Banco do Brasil (#BBAS3) acumulam alta de 3,7% no ano e 4,45% no mês, mas analistas de três casas mantêm recomendação neutra.
O JPMorgan cortou estimativa de lucro recorrente 2026 em 8%, para R$ 16,879 bilhões (queda de 18% anual), com ROE de 9%. Para 2027, o lucro estimado é R$ 23,524 bilhões (ROE 12%). Preço-alvo reduzido de R$ 25 para R$ 22.
A revisão reflete NPL de cartões que saltou 7,5 pp no trimestre e receitas mais fracas de BB Seguridade (#BBSE3). O Itaú BBA manteve meta em R$ 23 e o Bradesco BBI em R$ 20.
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🇧🇷IBC-Br cai 0,2% em julho e supera previsão de queda menor
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br, caiu 0,2% em julho em relação a junho, segundo dados dessazonalizados divulgados nesta quarta-feira.
A expectativa do mercado, em pesquisa da Reuters, era de uma queda de apenas 0,10%, sinalizando desempenho pior que o antecipado.
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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br, caiu 0,2% em julho em relação a junho, segundo dados dessazonalizados divulgados nesta quarta-feira.
A expectativa do mercado, em pesquisa da Reuters, era de uma queda de apenas 0,10%, sinalizando desempenho pior que o antecipado.
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🇧🇷🤵♂ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou dez ministros para o Supremo Tribunal Federal ao longo de seus mandatos.
Ministros Atuais na Corte
Atualmente, quatro indicados por Lula integram o STF:
Cármen Lúcia (posse em 2006)
Dias Toffoli (posse em 2009)
Cristiano Zanin (posse em 2023)
Flávio Dino (posse em 2024)
O ministro Alexandre de Moraes foi indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Michel Temer (Vice presidente da Dilma Rousseff - PT), em 2017, para assumir a vaga aberta após o falecimento do ministro Teori Zavascki.
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Ministros Atuais na Corte
Atualmente, quatro indicados por Lula integram o STF:
Cármen Lúcia (posse em 2006)
Dias Toffoli (posse em 2009)
Cristiano Zanin (posse em 2023)
Flávio Dino (posse em 2024)
O ministro Alexandre de Moraes foi indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Michel Temer (Vice presidente da Dilma Rousseff - PT), em 2017, para assumir a vaga aberta após o falecimento do ministro Teori Zavascki.
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📰 Destaques corporativos | 16 de setembro de 2026
Todas as manhãs, você recebe essa seleção com as principais notícias do dia.
Boa leitura e bons investimentos.
1. Embraer
O governo federal avalia usar títulos soberanos de Angola como garantia para viabilizar um financiamento de cerca de R$ 2 bilhões, ou US$ 400 milhões, para a compra de aeronaves militares da Embraer pelo país, apurou o Valor. A alternativa, que seria inédita, entrou em discussão diante das restrições de Angola para oferecer um depósito em dinheiro equivalente a parcelas do financiamento como garantia. A operação teria prazo de 20 anos.
2. Copasa
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou ao Ministério Público do Estado (MP) que suspeita de sabotagem no rompimento de adutoras na região metropolitana de Belo Horizonte nos últimos dias. O Ministério Público vai analisar informações colhidas pela empresa e, a partir daí, decidirá se abre investigação para apuração criminal do caso.
3. JBS
A JBS assinou com a Viva Holding a criação da joint venture JBS Viva, que atuará na cadeia de produção de couros, de acordo com fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Acertado quase um ano após o início das negociações, o acordo excluiu alguns ativos das empresas no segmento.
4. WEG
O conselho de administração da WEG aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total bruto de R$ 449,8 milhões, correspondente a R$ 0,107212121 por ação.
5. Allos
O conselho de administração da Allos aprovou o pagamento de dividendos intermediários no valor bruto de R$ 438 milhões.
6. Toky
O Grupo Toky afirmou que o pedido de convocação de uma assembleia extraordinária de acionistas apresentado por um determinado grupo na semana passada continha “vícios formais e materiais” e foi, portanto, desconsiderado.
7. Avibras
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a compra da Nova AVB, controladora da Avibras, fabricante nacional de produtos de defesa, pela Globe Investimentos, empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (15).
8. B3
O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações subiu 26,1% em agosto de 2026 na comparação com o registrado em igual período de 2025, ficando em R$ 30,284 bilhões. Em relação a julho, houve alta de 33,8%.
9. Cielo
A empresa de meios de pagamento Cielo anunciou na noite de terça-feira uma emissão de debêntures no montante de R$ 2,5 bilhões, conforme aviso ao mercado.
10. Alliança Saúde
A Fitch Ratings manteve o rating nacional de longo prazo da Alliança Saúde em “RD(bra)”, após a homologação do plano de recuperação extrajudicial da companhia pela Justiça de São Paulo.
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Boa leitura e bons investimentos.
1. Embraer
O governo federal avalia usar títulos soberanos de Angola como garantia para viabilizar um financiamento de cerca de R$ 2 bilhões, ou US$ 400 milhões, para a compra de aeronaves militares da Embraer pelo país, apurou o Valor. A alternativa, que seria inédita, entrou em discussão diante das restrições de Angola para oferecer um depósito em dinheiro equivalente a parcelas do financiamento como garantia. A operação teria prazo de 20 anos.
2. Copasa
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou ao Ministério Público do Estado (MP) que suspeita de sabotagem no rompimento de adutoras na região metropolitana de Belo Horizonte nos últimos dias. O Ministério Público vai analisar informações colhidas pela empresa e, a partir daí, decidirá se abre investigação para apuração criminal do caso.
3. JBS
A JBS assinou com a Viva Holding a criação da joint venture JBS Viva, que atuará na cadeia de produção de couros, de acordo com fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Acertado quase um ano após o início das negociações, o acordo excluiu alguns ativos das empresas no segmento.
4. WEG
O conselho de administração da WEG aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total bruto de R$ 449,8 milhões, correspondente a R$ 0,107212121 por ação.
5. Allos
O conselho de administração da Allos aprovou o pagamento de dividendos intermediários no valor bruto de R$ 438 milhões.
6. Toky
O Grupo Toky afirmou que o pedido de convocação de uma assembleia extraordinária de acionistas apresentado por um determinado grupo na semana passada continha “vícios formais e materiais” e foi, portanto, desconsiderado.
7. Avibras
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a compra da Nova AVB, controladora da Avibras, fabricante nacional de produtos de defesa, pela Globe Investimentos, empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (15).
8. B3
O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações subiu 26,1% em agosto de 2026 na comparação com o registrado em igual período de 2025, ficando em R$ 30,284 bilhões. Em relação a julho, houve alta de 33,8%.
9. Cielo
A empresa de meios de pagamento Cielo anunciou na noite de terça-feira uma emissão de debêntures no montante de R$ 2,5 bilhões, conforme aviso ao mercado.
10. Alliança Saúde
A Fitch Ratings manteve o rating nacional de longo prazo da Alliança Saúde em “RD(bra)”, após a homologação do plano de recuperação extrajudicial da companhia pela Justiça de São Paulo.
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🧠Negociar trará um estilo de vida melhor a longo prazo
🟢 Durma melhor
🟢 Coma mais saudável
🟢 Estresse e se preocupe menos
🟢 Exercite-se mais
🟢 Desenvolva uma mentalidade de crescimento
É uma longa jornada
para descobrir e reconstruir a si mesmo!
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🟢 Durma melhor
🟢 Coma mais saudável
🟢 Estresse e se preocupe menos
🟢 Exercite-se mais
🟢 Desenvolva uma mentalidade de crescimento
É uma longa jornada
para descobrir e reconstruir a si mesmo!
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👍2
A Strategy manteve sua posição em Bitcoin inalterada esta semana, permanecendo com 845.050 BTC a um custo médio de US$ 76 mil.
A empresa utilizou US$ 139,3 milhões em caixa para recomprar 1.420.467 ações da STRC.@SharkSignalsCripto
🔥1
🇧🇷📈 Ibovespa cai 0,10%, aos 186.313,66 pontos
As ações de Vale (VALE3) sobem 1,10% e as de Petrobras (PETR4) recuam 1,33%. Bancos operam em baixa: Itaú (ITUB4), -0,26%; Banco do Brasil (BBAS3), -0,73%; Santander (SANB11), -0,37%; Bradesco (BBDC4), -0,38%. O dólar comercial sobe a R$ 5,15 e os juros futuros recuam.
Lá fora, o Dow Jones Futuro sobe 0,20%, o S&P500 Futuro avança 0,31% e a Nasdaq Futuro ganha 0,51%.
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As ações de Vale (VALE3) sobem 1,10% e as de Petrobras (PETR4) recuam 1,33%. Bancos operam em baixa: Itaú (ITUB4), -0,26%; Banco do Brasil (BBAS3), -0,73%; Santander (SANB11), -0,37%; Bradesco (BBDC4), -0,38%. O dólar comercial sobe a R$ 5,15 e os juros futuros recuam.
Lá fora, o Dow Jones Futuro sobe 0,20%, o S&P500 Futuro avança 0,31% e a Nasdaq Futuro ganha 0,51%.
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🇬🇧📊 Reino Unido/CPI: Taxa de inflação anual subiu para 3,1% em agosto, a mais alta em cinco meses, em linha com as expectativas e acima dos 2,9% em julho; núcleo se manteve em 2,6%
Em termos mensais, os preços ao consumidor subiram 0,5%, de 0,3% em julho; inflação subjacente de agosto, +0,3%, de +0,5%.
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Em termos mensais, os preços ao consumidor subiram 0,5%, de 0,3% em julho; inflação subjacente de agosto, +0,3%, de +0,5%.
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