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Capricórnio na Mitologia:
Uma cabra chamada Amalteia amamentou Zeus quando bebê. Ao se tornar o soberano, ele colocou os chifres dela – a Cornucópia – no céu, como um símbolo da abundância. Mas os bodes também eram símbolos da licenciosidade. O deus bode Pã, com seu séquito de sátiros, personificava a força vital incontrolável expressa pela luxúria humana. Com o cristianismo, o lascivo deus Pã tornou-se o bode expiatório, a encarnação animal das falhas e imperfeições humanas.
Saturno, o planeta regente de Capricórnio, também era uma personificação das riquezas da Terra. Paradoxalmente, era o deus do tempo que estabelecia os limites da vida mortal. Por isso, incorporava não só a abundância da natureza, como também sua austera mortalidade. O signo tem início junto com o solstício de inverno no hemisfério norte, quando a noite é mais longa. Nessa época de escuridão, o mítico deus solar renasce a cada ano. O profundo simbolismo da luz que renasce da escuridão é visto não só nas imagens cristãs, mas também nas figuras de Mitras e do Deus Sol Invictus, que dividiam com Jesus a data comemorativa de seus nascimentos.
Portanto, o bode expressa muitos níveis de significado, desde a abundância sensual da Terra até o caráter inevitável do tempo, bem como a esperança de redenção que nasce quando o senso de mortalidade é mais evidente. Escuridão e luz, estrutura e abandono… Esses paradoxos se refletem na natureza aparentemente contraditória do signo.
Uma cabra chamada Amalteia amamentou Zeus quando bebê. Ao se tornar o soberano, ele colocou os chifres dela – a Cornucópia – no céu, como um símbolo da abundância. Mas os bodes também eram símbolos da licenciosidade. O deus bode Pã, com seu séquito de sátiros, personificava a força vital incontrolável expressa pela luxúria humana. Com o cristianismo, o lascivo deus Pã tornou-se o bode expiatório, a encarnação animal das falhas e imperfeições humanas.
Saturno, o planeta regente de Capricórnio, também era uma personificação das riquezas da Terra. Paradoxalmente, era o deus do tempo que estabelecia os limites da vida mortal. Por isso, incorporava não só a abundância da natureza, como também sua austera mortalidade. O signo tem início junto com o solstício de inverno no hemisfério norte, quando a noite é mais longa. Nessa época de escuridão, o mítico deus solar renasce a cada ano. O profundo simbolismo da luz que renasce da escuridão é visto não só nas imagens cristãs, mas também nas figuras de Mitras e do Deus Sol Invictus, que dividiam com Jesus a data comemorativa de seus nascimentos.
Portanto, o bode expressa muitos níveis de significado, desde a abundância sensual da Terra até o caráter inevitável do tempo, bem como a esperança de redenção que nasce quando o senso de mortalidade é mais evidente. Escuridão e luz, estrutura e abandono… Esses paradoxos se refletem na natureza aparentemente contraditória do signo.
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Aquário na Mitologia:
Para os egípcios, o bondoso deus Hapi carregava nos ombros um grande cântaro, por onde se derramavam as águas do rio Nilo. Os gregos o viam como Ganimedes, por quem Zeus se apaixonou e que tinha a função de levar a ambrosia aos deuses.
Mas a figura que melhor representa Aquário não é um portador da água, mas sim do fogo. Os gregos o chamavam de Prometeu – aquele que tem premonição. Ele roubou a chama de Zeus e a ofereceu aos seres humanos, para que pudessem aprender a viver como criaturas civilizadas.
A substância mágica que o aguadeiro carrega, seja água, fogo ou o elixir da vida, não é de fácil definição. O mito de Prometeu sugere que é o poder mental, a sabedoria, o conhecimento inspirado que Aquário demonstra, para criar um mundo mais eficiente, em que todos tenham o seu papel e contribuam para o bem comum.
Para os egípcios, o bondoso deus Hapi carregava nos ombros um grande cântaro, por onde se derramavam as águas do rio Nilo. Os gregos o viam como Ganimedes, por quem Zeus se apaixonou e que tinha a função de levar a ambrosia aos deuses.
Mas a figura que melhor representa Aquário não é um portador da água, mas sim do fogo. Os gregos o chamavam de Prometeu – aquele que tem premonição. Ele roubou a chama de Zeus e a ofereceu aos seres humanos, para que pudessem aprender a viver como criaturas civilizadas.
A substância mágica que o aguadeiro carrega, seja água, fogo ou o elixir da vida, não é de fácil definição. O mito de Prometeu sugere que é o poder mental, a sabedoria, o conhecimento inspirado que Aquário demonstra, para criar um mundo mais eficiente, em que todos tenham o seu papel e contribuam para o bem comum.
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Peixes na Mitologia:
Na mitologia síria, o peixe era associado com a grande deusa da fertilidade, Atargatis ou Derke, retratada com cabeça de mulher e corpo de peixe. Os gregos identificavam essa divindade com Afrodite. Na figura do signo, os dois Peixes simbolizam o grande ciclo anual e fértil da natureza. O ciclo do eterno nascimento, morte e renascimento expresso pelos ritmos do mundo natural.
Também retrata uma profunda verdade sobre a natureza dos seres humanos: o peixe maior tornou-se um símbolo do corpo mortal, com seu apetite insaciável e necessidades instintivas. O peixe menor tornou-se a imagem do poder redentor do espírito imortal, que embora preso ao ciclo da vida, renasce continuamente.
Na mitologia greco-romana, o simbolismo espiritual do peixe se reflete na figura do semideus Orfeu, cuja vida trágica adquiriu um sentido redentor. O peixe como redentor espiritual chegou até o Cristianismo primitivo, quando Jesus, ele mesmo, era o Peixe e Pedro era o Pescador de Homens. As imagens míticas de Peixes retratam o mistério de um espírito imortal que sempre tem uma nova chance para se redimir
Na mitologia síria, o peixe era associado com a grande deusa da fertilidade, Atargatis ou Derke, retratada com cabeça de mulher e corpo de peixe. Os gregos identificavam essa divindade com Afrodite. Na figura do signo, os dois Peixes simbolizam o grande ciclo anual e fértil da natureza. O ciclo do eterno nascimento, morte e renascimento expresso pelos ritmos do mundo natural.
Também retrata uma profunda verdade sobre a natureza dos seres humanos: o peixe maior tornou-se um símbolo do corpo mortal, com seu apetite insaciável e necessidades instintivas. O peixe menor tornou-se a imagem do poder redentor do espírito imortal, que embora preso ao ciclo da vida, renasce continuamente.
Na mitologia greco-romana, o simbolismo espiritual do peixe se reflete na figura do semideus Orfeu, cuja vida trágica adquiriu um sentido redentor. O peixe como redentor espiritual chegou até o Cristianismo primitivo, quando Jesus, ele mesmo, era o Peixe e Pedro era o Pescador de Homens. As imagens míticas de Peixes retratam o mistério de um espírito imortal que sempre tem uma nova chance para se redimir
🏅 Canais Recomendados 🏅
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Boa tardeee, galeraaa
Segue os 3 ultimos vídeos, da série Alienígenas Encarnados na terra.
Bom fim de tarde, e excelente semana a todos. 😘
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