Outra definição
O batuque, também chamado por vezes de nação, é uma religião afrobrasileira, e por vezes chamada de afrogaúcha, já que está presente quase que apenas no estado do Rio Grande do Sul e em lugares vizinhos a ele (como Santa Cataria, e outros países como Uruguai e Argentina). Alguns registros supõem que tenha se estruturado no século XIX, e que os primeiros terreiros foram fundados na região de Rio Grande e Pelotas. O batuque possui aspectos bastante semelhantes com o Xangô Pernambucano ou Tambor de Mina. É por vezes confundido com o Candomblé.
Do Rio Grande do Sul, o batuque migrou para o Prata, onde hoje há muitas casas "de religião", para usar um termo usado por seus integrantes, na Argentina, Uruguai, Paraguai e outros países vizinhos.
O batuque tem seu culto voltado aos orixás, sendo fruto de religiões dos povos africanos da Costa da Guiné e da Nigéria, com as nações Jeje, Ijexá, Oyó, Cabinda e Nagô (e as chamadas “mistas” como Jeje-Ijexá, Jeje-Nagô, Nagô-Ijexá, etc). Apesar das diversas nações, o culto do Batuque é praticamente homogêneo em todas as casas, predominando a cultura Ijexá que cultua doze orixás (Bará, Ogum Oyá, Xangô, Odé e Otin, Ossanha, Obá, Xapanã, Oxun, Yemanjá e Oxalá), além dos Ibejis (crianças).
Fonte: http://bit.ly/2JjTUdS
O batuque, também chamado por vezes de nação, é uma religião afrobrasileira, e por vezes chamada de afrogaúcha, já que está presente quase que apenas no estado do Rio Grande do Sul e em lugares vizinhos a ele (como Santa Cataria, e outros países como Uruguai e Argentina). Alguns registros supõem que tenha se estruturado no século XIX, e que os primeiros terreiros foram fundados na região de Rio Grande e Pelotas. O batuque possui aspectos bastante semelhantes com o Xangô Pernambucano ou Tambor de Mina. É por vezes confundido com o Candomblé.
Do Rio Grande do Sul, o batuque migrou para o Prata, onde hoje há muitas casas "de religião", para usar um termo usado por seus integrantes, na Argentina, Uruguai, Paraguai e outros países vizinhos.
O batuque tem seu culto voltado aos orixás, sendo fruto de religiões dos povos africanos da Costa da Guiné e da Nigéria, com as nações Jeje, Ijexá, Oyó, Cabinda e Nagô (e as chamadas “mistas” como Jeje-Ijexá, Jeje-Nagô, Nagô-Ijexá, etc). Apesar das diversas nações, o culto do Batuque é praticamente homogêneo em todas as casas, predominando a cultura Ijexá que cultua doze orixás (Bará, Ogum Oyá, Xangô, Odé e Otin, Ossanha, Obá, Xapanã, Oxun, Yemanjá e Oxalá), além dos Ibejis (crianças).
Fonte: http://bit.ly/2JjTUdS
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Os crocodilianos ou crocodilos são os répteis da ordem Crocodilia (ou Crocodylia), na qual existem 24 espécies vivas e numerosos fósseis. São répteis maioritariamente grandes, predadores e semiaquáticos. Pertencem a esta ordem os crocodilos (família Crocodylidae)…
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 53
Assunto: Babaçuê
Parte: 53
Assunto: Babaçuê
Babaçuê é um culto religioso afro-ameríndio popular do Norte e Nordeste do Brasil em especial nos estados do Amazonas e do Pará.
Também chamado de Batuque-de-Santa-Bárbara, Batuque-de-Mina, é considerado como uma das Religiões afro-brasileiras por ser um tipo de candomblé mestiço, também chamado de Jeje-Nagô, onde são cultuados tanto Orixás como Voduns.
Como Batuque de Santa Bárbara, cultua os Orixás nagôs Iansã e Xangô, a primeira protegendo as mulheres e o segundo, os homens. E na versão Batuque-de-Mina, cultua os Voduns.
Também chamado de Batuque-de-Santa-Bárbara, Batuque-de-Mina, é considerado como uma das Religiões afro-brasileiras por ser um tipo de candomblé mestiço, também chamado de Jeje-Nagô, onde são cultuados tanto Orixás como Voduns.
Como Batuque de Santa Bárbara, cultua os Orixás nagôs Iansã e Xangô, a primeira protegendo as mulheres e o segundo, os homens. E na versão Batuque-de-Mina, cultua os Voduns.
Descrição
O babaçuê é uma religião presente no estado especialmente no Pará, mas também no Amazonas e no Maranhão. De tradição jeje-nagô, possui fortes elementos indígenas. Está intimamente ligada ao tambor-de-mina e ao terecô do Maranhão. "Babaçuê" possivelmente é uma corruptela de "Bárbara Soeira", nome pelo qual o terecô maranhense também é conhecido.
No início do século XX, pesquisadores de visibilidade nacional davam notícias vagas sobre um tipo de culto na Amazôniadenominado "batuque" ou "babaçuê", que teria se curvado às tradições ameríndias, ou seja, à pajelança (CAMPELO, Marilu; DE LUCA, Taíssa; apud Carneiro, 1964).
As danças rituais constituem a parte mais externa e pública do culto. Através das danças, toques e cânticos, as entidades são homenageados, invocadas e se apossam dos iniciados e assim participam dos ritos. Os cânticos do babaçuê recebem o nome genérico de doutrina.
Como o tambor-de-mina e o terecô, o babaçuê se baseia na tradição jeje (fon) de culto aos voduns. Porém, também é realizado o culto aos orixás (tradição nagô), em especial Iansã (orixá dos ventos e protetora das mulheres, sincretizada com Santa Bárbara) e Xangô (orixá dos raios e da justiça, protetor dos homens). Além de voduns e orixás, cultuam-se os "caboclos" ou "encantados", ou seja, os espíritos dos ancestrais indígenas. Narra Carneiro (2014):
[...] Alvarenga inicia seus registros sobre babassuê ou pajelança em Belém, tomando como base o pajé Sátiro Ferreira de Barros, ele 'tinha 43 anos. Nascido em Belém do Pará, no ano de 1895, era negro e filho de João Batista de Oliveira e Maria Teodora de Barros, ambos paraenses da capital. Disse que não trabalhava, vivia do babassuê e que era chefe do terreiro Babau Mataitá.
— ALVARENGA, 1950, p.21.
Segundo o relato de Alvarenga (1950), Sátiro afirmava que em Belém existiam três linhas de culto africanas: a cambinda, trazidas pelos primeiros que chegaram à cidade; a nagô, que veio depois; e a jeje que chamava o batuque pelo nome de "tambô di mina" (p. 22). A autora segue durante toda a sua obra descrevendo atividades realizadas por Sátiro em sua casa, e chama atenção em seu texto para o fato de que na pajelança de Sátiro, o pajé negro, não haver uso ou referência à pena e ao maracá. Ela procura destacar que, mesmo invocando espíritos como o de Japetequara (um velho índio que mora nos matos da Ilha do Marajó), Sátiro cultua os voduns jeje, "entidades trazidas pelos escravos africanos do antigo reino do Daomé".
Esse registro das atividades de Sátiro nos permite perceber que as práticas de pajelança no Pará apresentavam um outro elemento marcante, além da hegemonia da figura do índio pajé e do caboclo pajé, há o negro pajé que introduz na configuração da pajelança amazônica elementos africanos. Alvarenga (1950) parece querer estabelecer que a pajelança amazônica seria o resultado da amalgamação de religiões de origem africanae de cultos praticados pelos índios da região. A pajelança, chamada de babassuê por Sátiro, seria o exemplo concreto de uma religião primitivamente brasileira: o babassuê. Nessa prática se teria a base de todas as crenças brasileiras, construída com a predominância de elementos negros e índios"
Fonte: http://bit.ly/2FDzA24
O babaçuê é uma religião presente no estado especialmente no Pará, mas também no Amazonas e no Maranhão. De tradição jeje-nagô, possui fortes elementos indígenas. Está intimamente ligada ao tambor-de-mina e ao terecô do Maranhão. "Babaçuê" possivelmente é uma corruptela de "Bárbara Soeira", nome pelo qual o terecô maranhense também é conhecido.
No início do século XX, pesquisadores de visibilidade nacional davam notícias vagas sobre um tipo de culto na Amazôniadenominado "batuque" ou "babaçuê", que teria se curvado às tradições ameríndias, ou seja, à pajelança (CAMPELO, Marilu; DE LUCA, Taíssa; apud Carneiro, 1964).
As danças rituais constituem a parte mais externa e pública do culto. Através das danças, toques e cânticos, as entidades são homenageados, invocadas e se apossam dos iniciados e assim participam dos ritos. Os cânticos do babaçuê recebem o nome genérico de doutrina.
Como o tambor-de-mina e o terecô, o babaçuê se baseia na tradição jeje (fon) de culto aos voduns. Porém, também é realizado o culto aos orixás (tradição nagô), em especial Iansã (orixá dos ventos e protetora das mulheres, sincretizada com Santa Bárbara) e Xangô (orixá dos raios e da justiça, protetor dos homens). Além de voduns e orixás, cultuam-se os "caboclos" ou "encantados", ou seja, os espíritos dos ancestrais indígenas. Narra Carneiro (2014):
[...] Alvarenga inicia seus registros sobre babassuê ou pajelança em Belém, tomando como base o pajé Sátiro Ferreira de Barros, ele 'tinha 43 anos. Nascido em Belém do Pará, no ano de 1895, era negro e filho de João Batista de Oliveira e Maria Teodora de Barros, ambos paraenses da capital. Disse que não trabalhava, vivia do babassuê e que era chefe do terreiro Babau Mataitá.
— ALVARENGA, 1950, p.21.
Segundo o relato de Alvarenga (1950), Sátiro afirmava que em Belém existiam três linhas de culto africanas: a cambinda, trazidas pelos primeiros que chegaram à cidade; a nagô, que veio depois; e a jeje que chamava o batuque pelo nome de "tambô di mina" (p. 22). A autora segue durante toda a sua obra descrevendo atividades realizadas por Sátiro em sua casa, e chama atenção em seu texto para o fato de que na pajelança de Sátiro, o pajé negro, não haver uso ou referência à pena e ao maracá. Ela procura destacar que, mesmo invocando espíritos como o de Japetequara (um velho índio que mora nos matos da Ilha do Marajó), Sátiro cultua os voduns jeje, "entidades trazidas pelos escravos africanos do antigo reino do Daomé".
Esse registro das atividades de Sátiro nos permite perceber que as práticas de pajelança no Pará apresentavam um outro elemento marcante, além da hegemonia da figura do índio pajé e do caboclo pajé, há o negro pajé que introduz na configuração da pajelança amazônica elementos africanos. Alvarenga (1950) parece querer estabelecer que a pajelança amazônica seria o resultado da amalgamação de religiões de origem africanae de cultos praticados pelos índios da região. A pajelança, chamada de babassuê por Sátiro, seria o exemplo concreto de uma religião primitivamente brasileira: o babassuê. Nessa prática se teria a base de todas as crenças brasileiras, construída com a predominância de elementos negros e índios"
Fonte: http://bit.ly/2FDzA24
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Babaçuê – Wikipédia, a enciclopédia livre
Babaçuê é um culto religioso afro-ameríndio popular do Norte e Nordeste do Brasil em especial nos estados do Amazonas e do Pará.
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 54
Assunto: Candomblé jeje
Parte: 54
Assunto: Candomblé jeje
Candomblé Jeje, é o candomblé que cultua os Voduns do Reino do Daomé levados para o Brasil pelos africanos escravizados em várias regiões da África Ocidental e África Central. Essas divindades são da rica, complexa e elevada Mitologia Fon. Os vários grupos étnicos - como fon, ewe, fanti, ashanti, mina - ao chegarem no Brasil, eram chamados djedje(do yoruba àjèjì, 'estrangeiro, estranho'), designação que os yoruba, no Daoméatribuíam aos povos vizinhos, Introduziram o seu culto em Salvador, Cachoeira e São Felix, na Bahia, em São Luís, no Maranhão, e, posteriormente, em vários outros estados do Brasil.
História
Assim, como os Nagôs ou yorubas, os jejes língua ewe, língua fon, língua mina e os fanti ashantis, formam grupos sudaneses que englobam a África Ocidental hoje denominada de Nigéria,Gana, Benin e Togo. Sua entrada no Brasil ocorreu em meados do século XVII.
A palavra djedje (jeje) recebeu uma conotação pejorativa, como “inimigo”, por parte dos povos conquistados pelos reis de Dahomey. Quando os conquistadores eram avistados pelos nativos de uma aldeia, muitos gritavam dando o alarme “Pou okan, djedje hum wa!” ("Olhem, os jejes estão chegando!).
Quando os primeiros daomeanos chegaram ao Brasil como escravos, aqueles que já estavam aqui reconheceram o inimigo e gritaram “Pou okan, djedje hum wa!”; e assim ficou conhecido o culto dos Voduns no Brasil ou Nação Jeje.
Assim, como os Nagôs ou yorubas, os jejes língua ewe, língua fon, língua mina e os fanti ashantis, formam grupos sudaneses que englobam a África Ocidental hoje denominada de Nigéria,Gana, Benin e Togo. Sua entrada no Brasil ocorreu em meados do século XVII.
A palavra djedje (jeje) recebeu uma conotação pejorativa, como “inimigo”, por parte dos povos conquistados pelos reis de Dahomey. Quando os conquistadores eram avistados pelos nativos de uma aldeia, muitos gritavam dando o alarme “Pou okan, djedje hum wa!” ("Olhem, os jejes estão chegando!).
Quando os primeiros daomeanos chegaram ao Brasil como escravos, aqueles que já estavam aqui reconheceram o inimigo e gritaram “Pou okan, djedje hum wa!”; e assim ficou conhecido o culto dos Voduns no Brasil ou Nação Jeje.
Bahia
A daomeana Ludovina Pessoa, natural da cidade Mahi (pron. marri), foi escolhida pelos Voduns para fundar três templos na Bahia:
um templo para Dan; Kwé Sejá Hundé, mais conhecido como a Roça do Ventura ou Kpó Zehen [pó zerrêm] de Jeje Mahi, em Cachoeira e São Felix;
um templo para Heviossô Zoogodo Bogun Male Hundô Terreiro do Bogum, em Salvador;
um templo para Ajunsun, que não se sabe por que não foi efetivamente criado. Esse é o segmento Jeje Mahi do povo Fon.
O templo de Ajunsun-Sakpata foi criado mais tarde pela africana Gaiaku Satu, em salvadore recebeu o nome mais conhecido por Cacunda de Yayá, que tem como sua representante a Gaiaku Maria de Lourdes Buana (Gaiaku Ominibu Kafae foobá), filha de Mãe Tança de Nanã (Jaoci), que era filha de Gaiaku Satu.A Cacunda de YáYá funcionou muitos anos no bairro da "Sussuarana" em Salvador, onde tiveram que se deslocar do lugar original pela construção da rodovia, onde foram indenizados pelo governo baiano, e foram se instalar na parte mais alta do terreno, que dizem ser tão grande que não sabiam a dimensão exata, tinha mata, fontes, riachos, tudo no terreno da Cacunda.
Gaiaku Lourdes, teve roça em Salvador, no Bairro Alto do Cabrito, e também em Nilópolis, cidade na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, e viveu até os seus 90 anos, falecendo em Outubro de 2014, marcando sua tradição no Kwe Foobá, com diversos descendentes do Jeje Savalu. Seguindo a tradição Kwe Foobá está a Doné Maira Bohana de Jesus, filha carnal e descendente espiritual de Gaiaku Lourdes. O Kwe Foobá está localizado na Rua Coronel França Leite, 1591 - Nilópolis - RJ.
São os Jeje Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade de Savalu na África, segundo alguns historiadores, e foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon.
Na Rua do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, Amilton de Adaen(Sogbo) segue a luta pela preservação da tradição do Jeje Savaluno, na condição de Doté, à frente do Kwe Vodun Zo (Templo do Vodun/Espírito do Fogo). Amilton é descendente espiritual da Cacunda de Yayá, onde teve o seu nascimento para zelar do Panteão Savaluno, pelas mãos de Jaoci Mãe Tança de Nanã.
A daomeana Ludovina Pessoa, natural da cidade Mahi (pron. marri), foi escolhida pelos Voduns para fundar três templos na Bahia:
um templo para Dan; Kwé Sejá Hundé, mais conhecido como a Roça do Ventura ou Kpó Zehen [pó zerrêm] de Jeje Mahi, em Cachoeira e São Felix;
um templo para Heviossô Zoogodo Bogun Male Hundô Terreiro do Bogum, em Salvador;
um templo para Ajunsun, que não se sabe por que não foi efetivamente criado. Esse é o segmento Jeje Mahi do povo Fon.
O templo de Ajunsun-Sakpata foi criado mais tarde pela africana Gaiaku Satu, em salvadore recebeu o nome mais conhecido por Cacunda de Yayá, que tem como sua representante a Gaiaku Maria de Lourdes Buana (Gaiaku Ominibu Kafae foobá), filha de Mãe Tança de Nanã (Jaoci), que era filha de Gaiaku Satu.A Cacunda de YáYá funcionou muitos anos no bairro da "Sussuarana" em Salvador, onde tiveram que se deslocar do lugar original pela construção da rodovia, onde foram indenizados pelo governo baiano, e foram se instalar na parte mais alta do terreno, que dizem ser tão grande que não sabiam a dimensão exata, tinha mata, fontes, riachos, tudo no terreno da Cacunda.
Gaiaku Lourdes, teve roça em Salvador, no Bairro Alto do Cabrito, e também em Nilópolis, cidade na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, e viveu até os seus 90 anos, falecendo em Outubro de 2014, marcando sua tradição no Kwe Foobá, com diversos descendentes do Jeje Savalu. Seguindo a tradição Kwe Foobá está a Doné Maira Bohana de Jesus, filha carnal e descendente espiritual de Gaiaku Lourdes. O Kwe Foobá está localizado na Rua Coronel França Leite, 1591 - Nilópolis - RJ.
São os Jeje Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade de Savalu na África, segundo alguns historiadores, e foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon.
Na Rua do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, Amilton de Adaen(Sogbo) segue a luta pela preservação da tradição do Jeje Savaluno, na condição de Doté, à frente do Kwe Vodun Zo (Templo do Vodun/Espírito do Fogo). Amilton é descendente espiritual da Cacunda de Yayá, onde teve o seu nascimento para zelar do Panteão Savaluno, pelas mãos de Jaoci Mãe Tança de Nanã.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, foi fundado pela africana Gaiaku Rosena, natural de Allada, o Terreiro do Kpodagbá no bairro da Saúde, que foi herdado por sua filha Adelaide São Martinho do Espírito Santo, também conhecida como Ontinha de Oiá (Oya Devodê), mais conhecida como Mejitó, que transferiu a casa de santo para o bairro Coelho da Rocha, e esse axé foi herdado por Glorinha Tokweno (lê-se: Toqüeno), com terreiro no bairro de Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro. O Kpodabá é a casa matriz , mas deixou ramificações, como o Kwesinfá fundado em Agostinho Porto, por Natalina de Oxum (Ezintoede) tendo como herdeira Helena de Dan que transferiu o axépara Parque Paulista, em Duque de Caxias. A sacerdotisa Ercylia Braz da Silva mais conhecida como Cecília de Bela Vista, tinha o seu terreiro fundado no Rio de Janeiro e foi iniciada no Jeje por mãe Runhó no terreiro do Bogum, após a morte de sua mãe de Santo ercylia migrou para o engenho Velho casa branca pois por motivo de força maior pois no terreiro do bogum não tinha nenhum pessoa q fosse mais velha do que a mãe ercylia pois mãe ercylia não ficou de mãe de Santo no terreiro do bogum bogum por grandes motivos, ao chegar no engenho Velho mãe maci deu obrigação em dona ercylia foi aí que ela ganhou o seu cargo de ya morô e yalê apois muitos anos ganhou o cargo de ya tebexé da casa branca, aos seus 115 anos de vida ela faleceu pois só tinha uma pessoa q poderia ficar como babalorixá era o babá kekerê de sua casa Jorginho de logum pois Antônio Jorge só era um dois últimos filhos de Santo dela com o seu terreiro fundado em Caxias ela tinha mais de 350 filhos de Santo raspado pois o único q poderia ser o herdeiro legal de tudo é Jorge de logum pois pai jorge o famoso ODÉBABAOMIM do rio de janeiro pois hoje ele exerce o seu cargo de babalorixá em Nova Iguaçu geneciano pois lá no seu yle ele tem mais de 200 filhos de Santo raspado pois hoje ele tem o seu grande Palácio a casa do grande rei odé e o príncipe logum. Tendo ramificações do Axé em Brasília, fundado pelo sacerdote Rui D'Osaguian filho de Natalina de Aziri. Em Manaus/Amazonas o kwensinfá teve sua ramificação através do Babalorixá Edmilson D´Oxossi, filho do sacerdote Rui D´Osaguian.
Depois, descendente do Zogbodo Bo Gu Ma Le Seja Hunde, veio Antonio Pinto de Oliveira,Tata Fomotinho que fundou o Kwe Sejá Nassó, no bairro de Santo Cristo, depois mudou-se para Madureira na Estrada do Portela, depois para São João de Meriti onde finalmente se estabeleceu na Rua Paraíba.
Dizem os mais velhos, que Mejitó, ajudou muito Tata Fomotinho no começo de sua vida de santo no Rio de Janeiro.
Ele deixou uma legião de filhos, netos e bisnetos. Dentre esses, Jorge de Iemanjá que fundou o Kwe Sejá Tessi, Pai Zézinho da Boa Viagem que fundou o Terreiro de Nossa Senhora dos Navegantes, Tia Belinha que fundou a Colina de Oxosse, Etemi Marcelo de Avimaje, mais conhecido no Rio de Janeiro como Doté Marcelo de Jagun, filho de Tia Belinha do Oxossi que fundou o Kwe Sejá Ji Dan, Amaro de Xangô, Djalma Souza Santos (Djalma de Lalu) que fundou o Kwe Lonã. Djalma de Lalu iniciou Doné Mirtéia de Ogun que fundou o Axé Kwe Azon, que por sua vez iniciou Doté Wildes de Obaluayê que fundou o Axé Kwe Egi, Doté José Luiz Nunes de Ogun, primeiro filho de Doné Mirtéia do Ogun, que fundou o Hunkpame Guniké, Doné Vilma da Oxum (Hunsó do Hunkpame Guniké), filha do Pai Bira de Bessen, Doné Dilcéia de Oxum que fundou o Kwe Kawì (neta de mãe Mirtéia), Doné Dezinha de Oxum que fundou o Kwe Ellè e Heraldo Sanches de Araújo (Doté Heraldo de Xangô ((filho de Doné Mirtéia) iniciado no Nago Egbá) após mudar as águas, fundou o Axé Kwe L'Ossu, Doné Maria de Iansã (in memoriam) (também filha de Mirtéia), que fundou o Kwe Sejá Demi, Doté Nelson de Logun Edé (in memoriam), que fundou o Kwè Sejá Singbo.
Ressaltamos ainda, a importância do Jeje Mahi quanto ao Vodun Azunsun ou Ajunsun - Azansu, Sakpatá. [Todos os Voduns, pertencentes ao panteão de Sakpatá, são da família Dambirá. Nesse panteão temos vários Voduns. O mais velho que se tem notícia é Toy Akossu, no transe, ele se m
No Rio de Janeiro, foi fundado pela africana Gaiaku Rosena, natural de Allada, o Terreiro do Kpodagbá no bairro da Saúde, que foi herdado por sua filha Adelaide São Martinho do Espírito Santo, também conhecida como Ontinha de Oiá (Oya Devodê), mais conhecida como Mejitó, que transferiu a casa de santo para o bairro Coelho da Rocha, e esse axé foi herdado por Glorinha Tokweno (lê-se: Toqüeno), com terreiro no bairro de Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro. O Kpodabá é a casa matriz , mas deixou ramificações, como o Kwesinfá fundado em Agostinho Porto, por Natalina de Oxum (Ezintoede) tendo como herdeira Helena de Dan que transferiu o axépara Parque Paulista, em Duque de Caxias. A sacerdotisa Ercylia Braz da Silva mais conhecida como Cecília de Bela Vista, tinha o seu terreiro fundado no Rio de Janeiro e foi iniciada no Jeje por mãe Runhó no terreiro do Bogum, após a morte de sua mãe de Santo ercylia migrou para o engenho Velho casa branca pois por motivo de força maior pois no terreiro do bogum não tinha nenhum pessoa q fosse mais velha do que a mãe ercylia pois mãe ercylia não ficou de mãe de Santo no terreiro do bogum bogum por grandes motivos, ao chegar no engenho Velho mãe maci deu obrigação em dona ercylia foi aí que ela ganhou o seu cargo de ya morô e yalê apois muitos anos ganhou o cargo de ya tebexé da casa branca, aos seus 115 anos de vida ela faleceu pois só tinha uma pessoa q poderia ficar como babalorixá era o babá kekerê de sua casa Jorginho de logum pois Antônio Jorge só era um dois últimos filhos de Santo dela com o seu terreiro fundado em Caxias ela tinha mais de 350 filhos de Santo raspado pois o único q poderia ser o herdeiro legal de tudo é Jorge de logum pois pai jorge o famoso ODÉBABAOMIM do rio de janeiro pois hoje ele exerce o seu cargo de babalorixá em Nova Iguaçu geneciano pois lá no seu yle ele tem mais de 200 filhos de Santo raspado pois hoje ele tem o seu grande Palácio a casa do grande rei odé e o príncipe logum. Tendo ramificações do Axé em Brasília, fundado pelo sacerdote Rui D'Osaguian filho de Natalina de Aziri. Em Manaus/Amazonas o kwensinfá teve sua ramificação através do Babalorixá Edmilson D´Oxossi, filho do sacerdote Rui D´Osaguian.
Depois, descendente do Zogbodo Bo Gu Ma Le Seja Hunde, veio Antonio Pinto de Oliveira,Tata Fomotinho que fundou o Kwe Sejá Nassó, no bairro de Santo Cristo, depois mudou-se para Madureira na Estrada do Portela, depois para São João de Meriti onde finalmente se estabeleceu na Rua Paraíba.
Dizem os mais velhos, que Mejitó, ajudou muito Tata Fomotinho no começo de sua vida de santo no Rio de Janeiro.
Ele deixou uma legião de filhos, netos e bisnetos. Dentre esses, Jorge de Iemanjá que fundou o Kwe Sejá Tessi, Pai Zézinho da Boa Viagem que fundou o Terreiro de Nossa Senhora dos Navegantes, Tia Belinha que fundou a Colina de Oxosse, Etemi Marcelo de Avimaje, mais conhecido no Rio de Janeiro como Doté Marcelo de Jagun, filho de Tia Belinha do Oxossi que fundou o Kwe Sejá Ji Dan, Amaro de Xangô, Djalma Souza Santos (Djalma de Lalu) que fundou o Kwe Lonã. Djalma de Lalu iniciou Doné Mirtéia de Ogun que fundou o Axé Kwe Azon, que por sua vez iniciou Doté Wildes de Obaluayê que fundou o Axé Kwe Egi, Doté José Luiz Nunes de Ogun, primeiro filho de Doné Mirtéia do Ogun, que fundou o Hunkpame Guniké, Doné Vilma da Oxum (Hunsó do Hunkpame Guniké), filha do Pai Bira de Bessen, Doné Dilcéia de Oxum que fundou o Kwe Kawì (neta de mãe Mirtéia), Doné Dezinha de Oxum que fundou o Kwe Ellè e Heraldo Sanches de Araújo (Doté Heraldo de Xangô ((filho de Doné Mirtéia) iniciado no Nago Egbá) após mudar as águas, fundou o Axé Kwe L'Ossu, Doné Maria de Iansã (in memoriam) (também filha de Mirtéia), que fundou o Kwe Sejá Demi, Doté Nelson de Logun Edé (in memoriam), que fundou o Kwè Sejá Singbo.
Ressaltamos ainda, a importância do Jeje Mahi quanto ao Vodun Azunsun ou Ajunsun - Azansu, Sakpatá. [Todos os Voduns, pertencentes ao panteão de Sakpatá, são da família Dambirá. Nesse panteão temos vários Voduns. O mais velho que se tem notícia é Toy Akossu, no transe, ele se m
antém deitado na azan (esteira). Dizem os mais velhos, que Toy Akossu é o patrono dos cientistas, ele lhes dá inspirações para a descoberta das fórmulas mágicas que curarão as doenças e as pestes. Ele é a própria "doença e cura", como também um excelente conselheiro.]
São Paulo
Pai Vavá de Bessém era da nação Jeje Savalude Cachoeira de São Félix iniciado aos 3 anos como era comum na época, quando jovem foi para Salvador onde teve um terreiro de candomblé e viveu por muitos anos, depois foi morar no Rio de Janeiro e por último em São Paulo onde morou até morrer.
Pai Vavá de Bessém era da nação Jeje Savalude Cachoeira de São Félix iniciado aos 3 anos como era comum na época, quando jovem foi para Salvador onde teve um terreiro de candomblé e viveu por muitos anos, depois foi morar no Rio de Janeiro e por último em São Paulo onde morou até morrer.
Voduns
Os Voduns no Jeje são basicamente os da Mitologia Ewe e Fon.
Dangbé é a serpente sagrada que representa o espírito de Vodum Dan.
Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon.
Lissá que é masculino, e também co-responsável pela Criação.
Loko é o primogênito dos voduns.dono da joia de mahi que e o rungbe
Gu vodun dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.
Heviossô vodun que comanda os raios e relâmpagos.
Sakpatá vodun da varíola.
Dan vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
Agué vodun da caça e protetor das florestas.
Agbê vodun dono dos mares.
Ayizan vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
Agassu vodun que representa a linhagem real do Reino do Dahomey.
Aguê vodun que representa a terra firme.
Legba o caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.
Fa vodun da adivinhação e do destino.
Aziri vodun das águas doces.
Possun vodun do po e da terra seca representado pelo tigre.
Bessem é o dono das águas doces em Abomey e Ouidah, do qual é patrono.
Sogbô vodun do trovão da família de Heviossô.
Tobossi, Naê ou Mami Wata, são todas as voduns femininas das ezins jeçuçu, jevivi e salobres.
Nanã considerada por todos os adeptos do Culto Vodun como a grande Mãe Universal.
Os Voduns no Jeje são basicamente os da Mitologia Ewe e Fon.
Dangbé é a serpente sagrada que representa o espírito de Vodum Dan.
Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon.
Lissá que é masculino, e também co-responsável pela Criação.
Loko é o primogênito dos voduns.dono da joia de mahi que e o rungbe
Gu vodun dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.
Heviossô vodun que comanda os raios e relâmpagos.
Sakpatá vodun da varíola.
Dan vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
Agué vodun da caça e protetor das florestas.
Agbê vodun dono dos mares.
Ayizan vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
Agassu vodun que representa a linhagem real do Reino do Dahomey.
Aguê vodun que representa a terra firme.
Legba o caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.
Fa vodun da adivinhação e do destino.
Aziri vodun das águas doces.
Possun vodun do po e da terra seca representado pelo tigre.
Bessem é o dono das águas doces em Abomey e Ouidah, do qual é patrono.
Sogbô vodun do trovão da família de Heviossô.
Tobossi, Naê ou Mami Wata, são todas as voduns femininas das ezins jeçuçu, jevivi e salobres.
Nanã considerada por todos os adeptos do Culto Vodun como a grande Mãe Universal.
Ritual
Na Nação Jeje existe a necessidade do poço (se não existir uma nascente nas terras), o ideal é um sítio com nascente, mata natural, plantas e animais.
Infelizmente nas casas urbanas isto já não é tão possível, pois as Casas cada vez mais diminuem de tamanho. Mas ainda assim toda casa Jeje deverá ter pelo menos um poço, um local reservado exclusivamente para as plantas e árvores necessárias ao culto, que chamamos "kpamahin", e alguns animais que são muito importantes no culto.
Voduns não usam roupas luxuosas não gostam de roupas de festa e geralmente preferem a boa e velha roupa de ração. As danças são cadenciadas em um ritmo mais denso e pesado.
A iniciação ao culto dos voduns é complexa, longa e pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados e períodos de reclusão dentro do convento ou terreiro humpagme, que podem chegar a durar um ano, onde os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.
Na Nação Jeje existe a necessidade do poço (se não existir uma nascente nas terras), o ideal é um sítio com nascente, mata natural, plantas e animais.
Infelizmente nas casas urbanas isto já não é tão possível, pois as Casas cada vez mais diminuem de tamanho. Mas ainda assim toda casa Jeje deverá ter pelo menos um poço, um local reservado exclusivamente para as plantas e árvores necessárias ao culto, que chamamos "kpamahin", e alguns animais que são muito importantes no culto.
Voduns não usam roupas luxuosas não gostam de roupas de festa e geralmente preferem a boa e velha roupa de ração. As danças são cadenciadas em um ritmo mais denso e pesado.
A iniciação ao culto dos voduns é complexa, longa e pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados e períodos de reclusão dentro do convento ou terreiro humpagme, que podem chegar a durar um ano, onde os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.
Hierarquia
Bokonon - Sacerdote do Vodun Fa equivalente ao Babalawo
Doté Sacerdotes (homens) da família de Sogbô e Doné Sacerdotisas (mulheres) esse título é usado no Terreiro do Bogum onde também são usados os títulos Gaiaku e Mejitó.
Noche - Sacerdotisas do Jeje-Mina
Vodunsi - após 1 ano da iniciação.
Kajekaji - iniciado que ainda não completou o ciclo de obrigações.
Curiosidades: Tasén = cerimonia equivalente ao bori dos yoruba.
Hundote (rundote) = O mesmo que abiasé dos yorubas, quando a mae é iniciada com o filho no ventre, esse filho se torna um hundote.
Ahehun (Arerrum) = o mesmo que yao.
Ahuretè- ahè ( arrurete, arre ) = termo usado para pessoas nao iniciadas, o mesmo que abian dos yoruba.
Adla' = o mesmo que ebo' dos yoruba.
Azan = o mesmo que mariow dos yorubas.
Agrala = o mesmo que pade dos yoruba.
Ta', ita' = o mesmo que ori dos yorubas.
Hundeme= ronco
Mlam mlam = rezas
Dope= o mesmo que pao'
Aban= prato.
Abaman= caneca.
Abieé = o mesmo que ago, perdão.
Odohozan ( odorozan)= o mesmo que xire dos yoruba.
Durozan= despachar.
Fonte: http://bit.ly/2UqBoWs
Bokonon - Sacerdote do Vodun Fa equivalente ao Babalawo
Doté Sacerdotes (homens) da família de Sogbô e Doné Sacerdotisas (mulheres) esse título é usado no Terreiro do Bogum onde também são usados os títulos Gaiaku e Mejitó.
Noche - Sacerdotisas do Jeje-Mina
Vodunsi - após 1 ano da iniciação.
Kajekaji - iniciado que ainda não completou o ciclo de obrigações.
Curiosidades: Tasén = cerimonia equivalente ao bori dos yoruba.
Hundote (rundote) = O mesmo que abiasé dos yorubas, quando a mae é iniciada com o filho no ventre, esse filho se torna um hundote.
Ahehun (Arerrum) = o mesmo que yao.
Ahuretè- ahè ( arrurete, arre ) = termo usado para pessoas nao iniciadas, o mesmo que abian dos yoruba.
Adla' = o mesmo que ebo' dos yoruba.
Azan = o mesmo que mariow dos yorubas.
Agrala = o mesmo que pade dos yoruba.
Ta', ita' = o mesmo que ori dos yorubas.
Hundeme= ronco
Mlam mlam = rezas
Dope= o mesmo que pao'
Aban= prato.
Abaman= caneca.
Abieé = o mesmo que ago, perdão.
Odohozan ( odorozan)= o mesmo que xire dos yoruba.
Durozan= despachar.
Fonte: http://bit.ly/2UqBoWs
Wikipedia
Candomblé jeje – Wikipédia, a enciclopédia livre
Religiões afro-brasileiras
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 55
Assunto: Candomblé ketu
Parte: 55
Assunto: Candomblé ketu
Candomblé Ketu (pronuncia-se "quêtu", também chamado candomblé queto ou candomblé de rito nagô) é a maior e a mais popular "nação" do candomblé, uma das religiões afro-brasileiras, tendo origens nas tradições dos povos da região Ketu, incluídos entre os iorubás ("nagôs").
Origens
Um dos mitos da criação do mundo (Cf. em Barretti Fª, (1984/2003) 2012 - "Ilê-Ifé a Origem do Mundo.") diz que Odùduwà. é seu criador, fundador e o primeiro Ọba Òóni Ifè de Ilé-Ifè – o progenitor de todo o povo yorùbá(Cf. em Barretti Fª, (2003) 2012 - "Odùduwà – Óòni Ifè"). Numa sociedade polígama, Odùduwà teve muitas esposas e uma grande prole. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "As Esposas de Odùduwà").
Os filhos, netos ou bisnetos de Odùduwà, os deuses, semideuses e/ou heróis, formaram a base da nação yorùbá, o que faz Odùduwà ser conhecido como "O Patriarca dos Yorùbá", passando a ser aclamado de Olófin Odùduwà Àjàlàiyé. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "A Formação do Povo Yorùbá")
Enfim, alguns de seus filhos geraram as linhagens dos Ọba dos yorùbá (Reis considerados como descendentes diretos do Òrìṣà cultuado, que representam ou "são" o próprio Òrìṣà em vida) e uns foram os precursores dos principais subgrupos, ou mais, que deram origem à civilização dos yorùbá e, religiosamente falando, de todos os povos do mundo. (confira em Barretti Fº, (2003) 2012 - "Os Ọba").
O grupo étnico yorùbá é subdividido em vários subgrupos, tais como: os Kétu, Òyó, Ìjèṣà, Ifè, Ifòn, Ègbà, Èfòn etc. Esses deram origem, na diáspora, à religião dos Òrìṣà. Os Kétu, no nosso caso, foram um importante precursor das religiões afrobrasileiras.
Portanto, nos candomblés ditos de nação Kétu, de origem étnica Yorùbá, o Òrìṣà Òsóòsì, o senhor da caça e dos caçadores, é revivido, reverenciado e aclamado como "Ọba Alákétu(título real de Kétu), Rei e Senhor de Kétu e dos Kétu": rei do candomblé Kétu. Nessa mesma nação, o Òrìṣà Èṣù, principal comunicador, "articulador" e "transformador" de todo o sistema religioso yorùbá e do candomblé, ganha ainda maior notoriedade quando é agraciado, saudado e cultuado como Èṣù Alákétu, Rei em Ilé-Kétu.
Esses Òrìṣà tornam-se identificadores indiscutíveis da nação Kétu e possuem em comum o título real Alákétu. (confira em Barretti Fº, (2010) 2012 - Os Òrìṣà Alákétu).
Sendo assim, os Òrìṣà Èṣù e Òsóòsì – que intitulamos Òrìṣà Alákétu, que, além de seus valores naturais, revelam-se como poderosos identificadores dos Kétu e de fundamental importância para a continuidade do candomblé Kétu.
Alákétu continua sendo o título do rei da atual cidade de Kétu, antigo reino yorùbá, situada na República do Benim (antigo Daomé), país que faz fronteira, a oeste, com a Nigéria. Essas regiões são conhecidas por yorubaland: terras onde habitam os yorùbá, independentemente das divisões geopolíticas e/ou sociológicas impostas às etnias africanas." (Barretti Fº, 2010, dados e extratos: pp. 75–81)
Um dos mitos da criação do mundo (Cf. em Barretti Fª, (1984/2003) 2012 - "Ilê-Ifé a Origem do Mundo.") diz que Odùduwà. é seu criador, fundador e o primeiro Ọba Òóni Ifè de Ilé-Ifè – o progenitor de todo o povo yorùbá(Cf. em Barretti Fª, (2003) 2012 - "Odùduwà – Óòni Ifè"). Numa sociedade polígama, Odùduwà teve muitas esposas e uma grande prole. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "As Esposas de Odùduwà").
Os filhos, netos ou bisnetos de Odùduwà, os deuses, semideuses e/ou heróis, formaram a base da nação yorùbá, o que faz Odùduwà ser conhecido como "O Patriarca dos Yorùbá", passando a ser aclamado de Olófin Odùduwà Àjàlàiyé. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "A Formação do Povo Yorùbá")
Enfim, alguns de seus filhos geraram as linhagens dos Ọba dos yorùbá (Reis considerados como descendentes diretos do Òrìṣà cultuado, que representam ou "são" o próprio Òrìṣà em vida) e uns foram os precursores dos principais subgrupos, ou mais, que deram origem à civilização dos yorùbá e, religiosamente falando, de todos os povos do mundo. (confira em Barretti Fº, (2003) 2012 - "Os Ọba").
O grupo étnico yorùbá é subdividido em vários subgrupos, tais como: os Kétu, Òyó, Ìjèṣà, Ifè, Ifòn, Ègbà, Èfòn etc. Esses deram origem, na diáspora, à religião dos Òrìṣà. Os Kétu, no nosso caso, foram um importante precursor das religiões afrobrasileiras.
Portanto, nos candomblés ditos de nação Kétu, de origem étnica Yorùbá, o Òrìṣà Òsóòsì, o senhor da caça e dos caçad
Um dos mitos da criação do mundo (Cf. em Barretti Fª, (1984/2003) 2012 - "Ilê-Ifé a Origem do Mundo.") diz que Odùduwà. é seu criador, fundador e o primeiro Ọba Òóni Ifè de Ilé-Ifè – o progenitor de todo o povo yorùbá(Cf. em Barretti Fª, (2003) 2012 - "Odùduwà – Óòni Ifè"). Numa sociedade polígama, Odùduwà teve muitas esposas e uma grande prole. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "As Esposas de Odùduwà").
Os filhos, netos ou bisnetos de Odùduwà, os deuses, semideuses e/ou heróis, formaram a base da nação yorùbá, o que faz Odùduwà ser conhecido como "O Patriarca dos Yorùbá", passando a ser aclamado de Olófin Odùduwà Àjàlàiyé. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "A Formação do Povo Yorùbá")
Enfim, alguns de seus filhos geraram as linhagens dos Ọba dos yorùbá (Reis considerados como descendentes diretos do Òrìṣà cultuado, que representam ou "são" o próprio Òrìṣà em vida) e uns foram os precursores dos principais subgrupos, ou mais, que deram origem à civilização dos yorùbá e, religiosamente falando, de todos os povos do mundo. (confira em Barretti Fº, (2003) 2012 - "Os Ọba").
O grupo étnico yorùbá é subdividido em vários subgrupos, tais como: os Kétu, Òyó, Ìjèṣà, Ifè, Ifòn, Ègbà, Èfòn etc. Esses deram origem, na diáspora, à religião dos Òrìṣà. Os Kétu, no nosso caso, foram um importante precursor das religiões afrobrasileiras.
Portanto, nos candomblés ditos de nação Kétu, de origem étnica Yorùbá, o Òrìṣà Òsóòsì, o senhor da caça e dos caçadores, é revivido, reverenciado e aclamado como "Ọba Alákétu(título real de Kétu), Rei e Senhor de Kétu e dos Kétu": rei do candomblé Kétu. Nessa mesma nação, o Òrìṣà Èṣù, principal comunicador, "articulador" e "transformador" de todo o sistema religioso yorùbá e do candomblé, ganha ainda maior notoriedade quando é agraciado, saudado e cultuado como Èṣù Alákétu, Rei em Ilé-Kétu.
Esses Òrìṣà tornam-se identificadores indiscutíveis da nação Kétu e possuem em comum o título real Alákétu. (confira em Barretti Fº, (2010) 2012 - Os Òrìṣà Alákétu).
Sendo assim, os Òrìṣà Èṣù e Òsóòsì – que intitulamos Òrìṣà Alákétu, que, além de seus valores naturais, revelam-se como poderosos identificadores dos Kétu e de fundamental importância para a continuidade do candomblé Kétu.
Alákétu continua sendo o título do rei da atual cidade de Kétu, antigo reino yorùbá, situada na República do Benim (antigo Daomé), país que faz fronteira, a oeste, com a Nigéria. Essas regiões são conhecidas por yorubaland: terras onde habitam os yorùbá, independentemente das divisões geopolíticas e/ou sociológicas impostas às etnias africanas." (Barretti Fº, 2010, dados e extratos: pp. 75–81)
Um dos mitos da criação do mundo (Cf. em Barretti Fª, (1984/2003) 2012 - "Ilê-Ifé a Origem do Mundo.") diz que Odùduwà. é seu criador, fundador e o primeiro Ọba Òóni Ifè de Ilé-Ifè – o progenitor de todo o povo yorùbá(Cf. em Barretti Fª, (2003) 2012 - "Odùduwà – Óòni Ifè"). Numa sociedade polígama, Odùduwà teve muitas esposas e uma grande prole. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "As Esposas de Odùduwà").
Os filhos, netos ou bisnetos de Odùduwà, os deuses, semideuses e/ou heróis, formaram a base da nação yorùbá, o que faz Odùduwà ser conhecido como "O Patriarca dos Yorùbá", passando a ser aclamado de Olófin Odùduwà Àjàlàiyé. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "A Formação do Povo Yorùbá")
Enfim, alguns de seus filhos geraram as linhagens dos Ọba dos yorùbá (Reis considerados como descendentes diretos do Òrìṣà cultuado, que representam ou "são" o próprio Òrìṣà em vida) e uns foram os precursores dos principais subgrupos, ou mais, que deram origem à civilização dos yorùbá e, religiosamente falando, de todos os povos do mundo. (confira em Barretti Fº, (2003) 2012 - "Os Ọba").
O grupo étnico yorùbá é subdividido em vários subgrupos, tais como: os Kétu, Òyó, Ìjèṣà, Ifè, Ifòn, Ègbà, Èfòn etc. Esses deram origem, na diáspora, à religião dos Òrìṣà. Os Kétu, no nosso caso, foram um importante precursor das religiões afrobrasileiras.
Portanto, nos candomblés ditos de nação Kétu, de origem étnica Yorùbá, o Òrìṣà Òsóòsì, o senhor da caça e dos caçad
ores, é revivido, reverenciado e aclamado como "Ọba Alákétu(título real de Kétu), Rei e Senhor de Kétu e dos Kétu": rei do candomblé Kétu. Nessa mesma nação, o Òrìṣà Èṣù, principal comunicador, "articulador" e "transformador" de todo o sistema religioso yorùbá e do candomblé, ganha ainda maior notoriedade quando é agraciado, saudado e cultuado como Èṣù Alákétu, Rei em Ilé-Kétu.
Esses Òrìṣà tornam-se identificadores indiscutíveis da nação Kétu e possuem em comum o título real Alákétu. (confira em Barretti Fº, (2010) 2012 - Os Òrìṣà Alákétu).
Sendo assim, os Òrìṣà Èṣù e Òsóòsì – que intitulamos Òrìṣà Alákétu, que, além de seus valores naturais, revelam-se como poderosos identificadores dos Kétu e de fundamental importância para a continuidade do candomblé Kétu.
Alákétu continua sendo o título do rei da atual cidade de Kétu, antigo reino yorùbá, situada na República do Benim (antigo Daomé), país que faz fronteira, a oeste, com a Nigéria. Essas regiões são conhecidas por yorubaland: terras onde habitam os yorùbá, independentemente das divisões geopolíticas e/ou sociológicas impostas às etnias africanas." (Barretti Fº, 2010, dados e extratos: pp. 75–81)
Esses Òrìṣà tornam-se identificadores indiscutíveis da nação Kétu e possuem em comum o título real Alákétu. (confira em Barretti Fº, (2010) 2012 - Os Òrìṣà Alákétu).
Sendo assim, os Òrìṣà Èṣù e Òsóòsì – que intitulamos Òrìṣà Alákétu, que, além de seus valores naturais, revelam-se como poderosos identificadores dos Kétu e de fundamental importância para a continuidade do candomblé Kétu.
Alákétu continua sendo o título do rei da atual cidade de Kétu, antigo reino yorùbá, situada na República do Benim (antigo Daomé), país que faz fronteira, a oeste, com a Nigéria. Essas regiões são conhecidas por yorubaland: terras onde habitam os yorùbá, independentemente das divisões geopolíticas e/ou sociológicas impostas às etnias africanas." (Barretti Fº, 2010, dados e extratos: pp. 75–81)
Orixás
Os Orixás do Ketu são basicamente os da Mitologia Yoruba.
Olorun também chamado Olodumare é o Deus supremo, que criou as divindades ou Orixás (Òrìsà em yoruba). As centenas de orixás ainda cultuados na África, ficou reduzida a um pequeno número que são invocados em cerimônias:
Exu, Orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.
Ogum, Orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia.
Oxóssi, Orixá da caça e da fartura.
Logunedé, Orixá jovem da caça e da pesca
Xangô, Orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.
Ayrà, Usa branco, tem profundas ligações com Oxalá e com Xangô.
Obaluaiyê, Orixá das doenças epidérmicas e pragas, Orixá da Cura.
Oxumaré, Orixá da chuva e do arco-íris, o Dono das Cobras.
Ossaim, Orixá das Folhas, conhece o segredo de todas elas.
Oyá ou Iansã, Orixá feminino dos ventos, relâmpagos, tempestades, e do Rio Niger
Oxum, Orixá feminino dos rios, do ouro, do jogo de búzios, e do amor.
Iemanjá, Orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, mãe de muitos Orixás.
Nanã, Orixá feminino dos pântanos, e da morte, mãe de Obaluaiê.
Yewá, Orixá feminino do Rio Yewa.
Obá, Orixá feminino do Rio Oba, uma das esposas de Xangô
Axabó, Orixá feminino da família de Xangô
Ibeji, Orixás gêmeos
Irôco, Orixá da árvore sagrada, (gameleira branca no Brasil).
Egungun, ancestral cultuado após a morte em casas separadas dos Orixás.
Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.
Onilé, Orixá do culto de Egungun
Oxalá, Orixá do Branco, da Paz, da Fé.
Orixa Nlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos.
Ifá ou Orunmila-Ifa, Ifá é o porta-voz de Orunmila, Orixá da Adivinhação e do destino.
Odudua, Orixá também tido como criadora do mundo, mãe de Oranian e dos yoruba.
Oranian, Orixá filho mais novo de Odudua
Baiani, Orixá também chamado Dadá Ajaká
Olokun, Orixá divindade do mar
Olossá, Orixá dos lagos e lagoas
Oxalufon, Qualidade de Oxalá velho e sábio
Oxaguian, Qualidade de Oxalá jovem e guerreiro
Orixá Oko, Orixá da agricultura
Na África, cada Orixá estava ligado originalmente a uma cidade ou a um país inteiro. Tratava-se de uma série de cultos regionais ou nacionais. Şàngó em Oyó, Yemoja na região de Egbá, Iyewa em Egbado, Ògún em Ekiti e Ondo, Òşun em Ilesa, Osogbo e Ijebu Ode, Erinlé em Ilobu, Lógunnède em Ilesa, Otin em Inisa, Oşàálà-Obàtálá em Ifé, subdivididos em Oşàlúfon em Ifo e Òşágiyan em Ejigbo.
No Brasil, em cada templo religioso, são cultuados todos os Orixás, diferenciando que nas casas grandes tem um quarto separado para cada Orixá, nas casas menores são cultuados em um único quarto de santo (expressão usada para designar o quarto onde são cultuados os Orixás).
Os Orixás do Ketu são basicamente os da Mitologia Yoruba.
Olorun também chamado Olodumare é o Deus supremo, que criou as divindades ou Orixás (Òrìsà em yoruba). As centenas de orixás ainda cultuados na África, ficou reduzida a um pequeno número que são invocados em cerimônias:
Exu, Orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.
Ogum, Orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia.
Oxóssi, Orixá da caça e da fartura.
Logunedé, Orixá jovem da caça e da pesca
Xangô, Orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.
Ayrà, Usa branco, tem profundas ligações com Oxalá e com Xangô.
Obaluaiyê, Orixá das doenças epidérmicas e pragas, Orixá da Cura.
Oxumaré, Orixá da chuva e do arco-íris, o Dono das Cobras.
Ossaim, Orixá das Folhas, conhece o segredo de todas elas.
Oyá ou Iansã, Orixá feminino dos ventos, relâmpagos, tempestades, e do Rio Niger
Oxum, Orixá feminino dos rios, do ouro, do jogo de búzios, e do amor.
Iemanjá, Orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, mãe de muitos Orixás.
Nanã, Orixá feminino dos pântanos, e da morte, mãe de Obaluaiê.
Yewá, Orixá feminino do Rio Yewa.
Obá, Orixá feminino do Rio Oba, uma das esposas de Xangô
Axabó, Orixá feminino da família de Xangô
Ibeji, Orixás gêmeos
Irôco, Orixá da árvore sagrada, (gameleira branca no Brasil).
Egungun, ancestral cultuado após a morte em casas separadas dos Orixás.
Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.
Onilé, Orixá do culto de Egungun
Oxalá, Orixá do Branco, da Paz, da Fé.
Orixa Nlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos.
Ifá ou Orunmila-Ifa, Ifá é o porta-voz de Orunmila, Orixá da Adivinhação e do destino.
Odudua, Orixá também tido como criadora do mundo, mãe de Oranian e dos yoruba.
Oranian, Orixá filho mais novo de Odudua
Baiani, Orixá também chamado Dadá Ajaká
Olokun, Orixá divindade do mar
Olossá, Orixá dos lagos e lagoas
Oxalufon, Qualidade de Oxalá velho e sábio
Oxaguian, Qualidade de Oxalá jovem e guerreiro
Orixá Oko, Orixá da agricultura
Na África, cada Orixá estava ligado originalmente a uma cidade ou a um país inteiro. Tratava-se de uma série de cultos regionais ou nacionais. Şàngó em Oyó, Yemoja na região de Egbá, Iyewa em Egbado, Ògún em Ekiti e Ondo, Òşun em Ilesa, Osogbo e Ijebu Ode, Erinlé em Ilobu, Lógunnède em Ilesa, Otin em Inisa, Oşàálà-Obàtálá em Ifé, subdivididos em Oşàlúfon em Ifo e Òşágiyan em Ejigbo.
No Brasil, em cada templo religioso, são cultuados todos os Orixás, diferenciando que nas casas grandes tem um quarto separado para cada Orixá, nas casas menores são cultuados em um único quarto de santo (expressão usada para designar o quarto onde são cultuados os Orixás).
Ritual
O ritual de uma casa de Ketu é diferente dos das casas de outras nações. A diferença está no idioma, no toque dos Ilus (atabaque no Ketu), nas cantigas, nas cores usadas pelos Orixás, os rituais mais importantes são: Padê, Sacrifício, Oferenda, Sassayin, Iniciação, Axexê, Olubajé, Águas de Oxalá, Ipeté de Oxum...
A língua sagrada utilizada em rituais do Ketu é derivada da língua Yoruba ou Nagô. O povo de Ketu procura manter-se fiel aos ensinamentos das africanas que fundaram as primeiras casas, reproduzem os rituais, rezas, lendas, cantigas, comidas, festas, e esses ensinamentos são passados oralmente até hoje.
O ritual de uma casa de Ketu é diferente dos das casas de outras nações. A diferença está no idioma, no toque dos Ilus (atabaque no Ketu), nas cantigas, nas cores usadas pelos Orixás, os rituais mais importantes são: Padê, Sacrifício, Oferenda, Sassayin, Iniciação, Axexê, Olubajé, Águas de Oxalá, Ipeté de Oxum...
A língua sagrada utilizada em rituais do Ketu é derivada da língua Yoruba ou Nagô. O povo de Ketu procura manter-se fiel aos ensinamentos das africanas que fundaram as primeiras casas, reproduzem os rituais, rezas, lendas, cantigas, comidas, festas, e esses ensinamentos são passados oralmente até hoje.
Hierarquia
As posições principais do Ketu (são chamados de cargo ou posto: em yoruba, Olóyès, Ogãns e Àjòiès), em termos de autoridade, são:
O cargo de autoridade máxima dentro de uma casa de candomblé é o de Babalorixá (pai de santo). São pessoas escolhidas pelos Orixás para ocupar esse posto. São sacerdotes, que após muitos anos de estudo adquiriram o conhecimento para tal função e são as únicas autoridades que podem abrir uma casa ou terreiro de candomblé.Alem do Babalorixa existe o cargo maximo que e do Babalodum, quando um filho de orixa maximo, ou seja Olisa Osala Giyan Ejonile Egbe [Oxaguian], que hoje e ocupado pelo sacerdote Pai menino do Oxala [Paulo Ricardo da Silva Branco]. Este por sua vez assumiu o cargo de imperador do Afonja aos 16 anos de idade, mostrando maturidade suficiente e criando admiracao entre os mais de 50 mil filhos de santo.Um Babalodum e um sacerdote que no caso especifico de pai menino e da quarta hierarquia, significando que detem o axe de cura e da visao, alem de ter que cumprir uma missao ja pre estabelecida ha mais de 5 mil anos pelo povo Yoruba/Nago ainda na Africa. Pai menino encontra-se em missao em busca da Yialodum, que segundo a lenda Yoruba seria uma filha de Oxum Opara, que teria dois filhos que seria um deles, o proximo e ultimo babalodum, antes da volta de Oxala e de todos os Orixas ao aye(terra). Quando a pessoa escolhida através do jogo de búzios ainda não está preparada para assumir o posto, terá que ser assistida por todos os Egbomis (meu irmão mais velho) da casa para obter o conhecimento necessário.
Iyalorixá ou Babalorixá: A palavra iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.
Iyakekerê (mulher): mãe pequena, segunda sacerdotisa.
Babakekerê (homem): pai pequeno, segundo sacerdote.
Iyalaxé (mulher): cuida dos objetos rituais.
Ojubonã ou Agibonã: mãe criadeira, supervisiona e ajuda na iniciação
Egbomis: são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado: egbon mi, "meu irmão mais velho").
Ogãs ou Ogans: tocadores de atabaques (não entram em transe).
Axogun: responsável pelo sacrifício dos animais (não entra em transe).
Alagbê: responsável pelos atabaques e pelos toques (não entra em transe).
Ajoiê ou ekedi: camareira do Orixá (não entra em transe). Na Casa Branca do Engenho Velho, as ajoiés são chamadas de ekedis. No Gantois, de "Iyárobá" e na Angola, é chamada de "makota de angúzo". "Ekedi" é nome de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil.
Iyabassê: mulher responsável pela preparação das comidas de santo
Iaô: filha(o) de santo que já entra em transe.
Abiã ou abian: novato.
Fonte: http://bit.ly/2KSxQaP
As posições principais do Ketu (são chamados de cargo ou posto: em yoruba, Olóyès, Ogãns e Àjòiès), em termos de autoridade, são:
O cargo de autoridade máxima dentro de uma casa de candomblé é o de Babalorixá (pai de santo). São pessoas escolhidas pelos Orixás para ocupar esse posto. São sacerdotes, que após muitos anos de estudo adquiriram o conhecimento para tal função e são as únicas autoridades que podem abrir uma casa ou terreiro de candomblé.Alem do Babalorixa existe o cargo maximo que e do Babalodum, quando um filho de orixa maximo, ou seja Olisa Osala Giyan Ejonile Egbe [Oxaguian], que hoje e ocupado pelo sacerdote Pai menino do Oxala [Paulo Ricardo da Silva Branco]. Este por sua vez assumiu o cargo de imperador do Afonja aos 16 anos de idade, mostrando maturidade suficiente e criando admiracao entre os mais de 50 mil filhos de santo.Um Babalodum e um sacerdote que no caso especifico de pai menino e da quarta hierarquia, significando que detem o axe de cura e da visao, alem de ter que cumprir uma missao ja pre estabelecida ha mais de 5 mil anos pelo povo Yoruba/Nago ainda na Africa. Pai menino encontra-se em missao em busca da Yialodum, que segundo a lenda Yoruba seria uma filha de Oxum Opara, que teria dois filhos que seria um deles, o proximo e ultimo babalodum, antes da volta de Oxala e de todos os Orixas ao aye(terra). Quando a pessoa escolhida através do jogo de búzios ainda não está preparada para assumir o posto, terá que ser assistida por todos os Egbomis (meu irmão mais velho) da casa para obter o conhecimento necessário.
Iyalorixá ou Babalorixá: A palavra iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.
Iyakekerê (mulher): mãe pequena, segunda sacerdotisa.
Babakekerê (homem): pai pequeno, segundo sacerdote.
Iyalaxé (mulher): cuida dos objetos rituais.
Ojubonã ou Agibonã: mãe criadeira, supervisiona e ajuda na iniciação
Egbomis: são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado: egbon mi, "meu irmão mais velho").
Ogãs ou Ogans: tocadores de atabaques (não entram em transe).
Axogun: responsável pelo sacrifício dos animais (não entra em transe).
Alagbê: responsável pelos atabaques e pelos toques (não entra em transe).
Ajoiê ou ekedi: camareira do Orixá (não entra em transe). Na Casa Branca do Engenho Velho, as ajoiés são chamadas de ekedis. No Gantois, de "Iyárobá" e na Angola, é chamada de "makota de angúzo". "Ekedi" é nome de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil.
Iyabassê: mulher responsável pela preparação das comidas de santo
Iaô: filha(o) de santo que já entra em transe.
Abiã ou abian: novato.
Fonte: http://bit.ly/2KSxQaP
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