《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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A Rainha Mãe do Ocidente (chinês: 西王母, pinyin: Xī Wáng Mŭ, Wade-Giles: Hsi Wang Mu; japonês: Seiōbo; hangul: 서왕모), é uma antiga deusa chinesa, também conhecida no Japão e na Coreia. Sua origem pode ser rastreada até inscrições em osso oráculo do século XV a.C. registram sacrifícios para uma "mãe ocidental". (Cahill, 1993) Mesmo que essas inscrições ilustrem que ela antecede o taoismo organizado, ela é mais frequentemente associada com taoismo. De seu nome, apenas algumas de suas características mais importantes são reveladas: ela é real, do sexo feminino e está associada com o Ocidente. (Benard, 2000) A crescente popularidade da Rainha Mãe do Ocidente, bem como as crenças que ela era a distribuidora da prosperidade, longevidade e bem-aventurança eterna teve lugar durante o século II a.C., quando as partes norte e oeste da China, foram mais conhecidas devido à abertura das Rotas da Seda. (Mair, 2006)

Seu título oficial no taoismo é Yaochi Jinmu(瑶池 金 母), ou a Mãe de Ouro do Lago Luminoso. Biógrafos históricos (dinastia Tang) deram-lhe o nome de Chin Mu Yüan Chun, a Governante Primordial, Mãe de Metal (Ouro); Mãe de Metal (Ouro) da Montanha Tortoise, Ela dos Nove Numina, a Grande Maravilhosa, a Maravilha do Aperfeiçoamento da Florescência Ocidental, e a Última Digna da Caverna Yin. Plebeus e poetas da dinastia Tang se referiam a ela de forma mais simples, como a Rainha Mãe, Mãe Divina, ou pela antiga expressão familiar para "mãe" ou "babá", Amah. Nos tempos modernos, ela é muitas vezes chamado Wangmu Niángniang(王母娘娘).

Fonte: http://bit.ly/2MiB2w2
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◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 40
Assunto: Messianismo Judaico ou Judaísmo Messiânico
Judaísmo messiânico é o nome pela qual é conhecido a vertente que crê em Yeshua(Jesus) e guardam os princípios da fé judaica, não compartilhando como fazem os cristãos assim, na crença do dogma católico trinitariano.

São comunidades religiosas formadas por judeus, não judeus e prosélitos que tem por característica principal a crença em Jesus, como o Mashiach ("Messias") prometido ao povo judeu. Como não há uma organização que centralize essas comunidades, comumente acontecem divergências de opiniões que acabam por fazer com que isolem-se uma das outras.

Os rabinos messiânicos não tem formação rabínica, tampouco passam por um Beit Din(Tribunal Rabínico). Os judeus messiânicos tem uma visão mais liberal do que os judeus ortodoxos. Ao contrário do judaísmo ortodoxo, que só aceita judeus filhos de mães judias, no judaísmo messiânico judeus por parte de pai também são aceitos. No entanto, salvo exceções de algumas comunidades, os judeus messiânicos guardam as mitzvot de Israel, como circuncisão de seus filhos, as 613 Mitzvot (obviamente, aqueles que são passíveis de serem cumpridos atualmente), observando as festas tradicionais e a Kashrut, professam os treze princípios da fé judaica, formulados por Maimônides, no século XII, atendem ao Tzahal (quando vivendo em Israel). Enfim, vivem como judeus normais.

Pode-se distinguir dois tipos de messianismo deste tipo:

1) Nos primeiros séculos as seitas dos nazarenos e os ebionitas eram na maioria de judeus que aceitavam a crença em Jesus como Messias, e não compartilhavam da crença na divindade de Jesus. Criam que os gentios (não judeus) que se convertessem deveriam aceitar as tradições religiosas judaicas. Porém, a entrada cada vez maior de prosélitos de origem não judaica acabou por desencadear o processo que separaria de vez a seita dos nazarenos do judaísmo, separação esta concretizada definitivamente com o Primeiro Concílio de Niceia (325).

2) O moderno judaísmo messiânico é um movimento surgido no século XX nos Estados Unidos, originado do hebreu-cristianismo nascido na Inglaterra no século XIX. A grande maioria dos modernos judeus messiânicos aceita as diversas tradições do judaísmo, julgando-as, no entanto, incompletas em seu significado, de certa maneira. O significado completo, segundo eles, só pode ser obtido a partir do entendimento e aceitação de Jesus como sendo o Messias.

O judaísmo em geral rejeita o judaísmo messiânico/nazareno como sendo um ramo do judaísmo, embora, em sua origem no século I, tenha sido considerado como tal. Ao mesmo tempo, a despeito de ser considerado apenas como uma ramificação cristã com o propósito de converter judeus aos cristianismo, como por exemplo a organização Ministério Ensinando de Sião a CINA Congregação Israelita da Nova Aliança  e diversas outras comunidades existentes tanto no Brasil quanto no restante do mundo, até mesmo em Israel, aonde essas comunidades estão ganhando cada vez mais força, os convertidos ao judaísmo messiânico, não usufruem da Aliá (Lei de Retorno). A posição oficial do Estado de Israel atualmente reconhece para a Lei do Retorno apenas judeus que possam comprovar sua ascendência judaica.
História do judaísmo messiânico

Origens do messianismo judaico

No Tanakh (Antiga Aliança) que ficou conhecido como Antigo Testamento, a palavra Messias (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashiach ou Moshiach, "Ungido", através do aramaico e transliterado, no grego do "Novo Testamento" como Μεσσιας) referia-se ao "ungido por D'us", o rei ou governante de Israel.

Nos tempos após o Cativeiro Babilônico, o termo passou a ser usado como ha-Kohen ha-Mashiaḥ, ou o sacerdote ungido, se referindo ao Sumo Sacerdote de Israel. Ciro, o Grandetambém foi chamado de "messias" ("ungido por Deus") porque Deus fez ele ser vitorioso para que libertasse os judeus exilados.

Um conceito do judaísmo refere-se, principalmente, à crença do Judaísmo posterior na futura vinda de um descendente do rei David que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo, desta forma, a paz ao mundo.

Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar mais forma após a destruição do Templo de Jerusalém. O retorno do cativeiro, aliado a eventos históricos serviu para o aumento de um nacionalismo judaico, despertando uma esperança judaica pela reconstrução de sua nação e pelo governo de um rei levantado por Deus, que submeteria todos os povos à legislação da Torá.

Esta esperança messiânica aumentou ainda mais com o domínio romano sobre a judeia no primeiro século. As diversas ramificações judaicas, pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes), pretendiam obter sua independência do domínio romano, e inspirados pelo ideal da independência, acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador.
Os antigos nazarenos e o surgimento do cristianismo

De acordo com a "tradição cristã" geralmente aceita, Jesus de Nazaré seria o Messias esperado pela tradição profética judaica (Mateus 2:1-6, Lucas 2:1-32, os dois trechos baseando-se, entre outros, no texto de Miqueias 5:2). Teria sido crucificado, ressuscitou e foi elevado aos céus (Mateus 28: 7:, Atos 2:22-34, Atos 4:10, Atos 5:30). Inicialmente, seus seguidores foram de fato judeus que não abandonaram suas tradições religiosas judaicas, mas as praticavam acrescentando-lhes a crença em Jesus como Messias (Atos 20:7-8; Atos 21:20). Estes eram chamados de notzrim ("nazarenos") devido à cidade de origem de Jesus, ou de "cristãos", pelo público gentio.

No entanto, com a difusão dos ensinamentos de Jesus, muitos gentios passaram a aceitar e acreditar nestas doutrinas. Daí surgiu a primeira crise entre os seguidores de Jesus: os gentios que acreditavam em Jesus deveriam ou não ser submetidos às leis de Moisés? Os judeus acreditavam que Jesus não teria vindo abolir a Torá. Desta forma, pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá. No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do movimento de Jesus dentro da religião judaica, deve-se crer que o ensino original não tenha sido muito diferente disto.

Já Paulo de Tarso (um fariseu, circunciso e que respeitava os preceitos da Torá), defendia que Jesus viera trazer salvação de Deus à humanidade e que a Torá não poderia ser imposta aos gentios porque a salvação se daria por intermédio da fé. O choque entre os dois grupos, "circuncisos" e "incircuncisos", já é aparente no livro de Atos, onde a discussão entre eles obriga à convocação da assembleia dos apóstolos (Atos 15). Tiago(judeu e circunciso), guiado pelo Espírito Santo deu seu ponto de vista, apoiado pelo apóstolo Pedro: aqueles que eram gentios não precisavam submeter-se de forma obrigatória às leis de Moisés e aqueles que eram judeus poderiam prosseguir com a lei desde que não impusessem seu modo de viver aos gentios («...mas escrever-lhes que se abstenham das viandas oferecidas aos ídolos, da fornicação, dos animais sufocados e do sangue. Pois Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados.»(Atos 15:20-21) (comparar com as Leis de Noé). Os gentios poderiam aprender a Torá, que é santa, boa e justa (Romanos 7:12), a cada Shabat, mas isso não deveria ser imposto aos gentios.
Concílio de Niceia

Após a destruição do Templo de Herodes e o início da Diáspora, os cristãos espalharam-se ainda mais pelo império, bem como os demais judeus. Entretanto, a entrada cada vez maior de gentios na comunidade cristã iniciou de vez o processo de rompimento de suas ligações com o judaísmo, especialmente porque estes gentios passaram a assimilar-se cada vez menos às práticas da Torá, como proposto no Concílio de Jerusalém, e com isso mantinham algumas de suas práticas pagãs, misturando-as apenas às primeiras doutrinas dos então nazarenos. A invasão dessas práticas pagãs, aliada ao prestígio agora dado à seita pelo império, graças ao crescimento surpreendente da mesma, culminou no desenvolvimento e no surgimento dos princípios que originaram o chamado cristianismo.

Os choques entre cristãos e judeus foram mais ou menos leves até a adoção do cristianismo como religião oficial do Império Romano. O Primeiro Concílio de Niceia, realizado no ano 325, tratou de separar definitivamente o agora cristianismo do judaísmo, estabelecendo definitivamente as doutrinas contrárias ao Tanakh (Antigo Testamento) tais: "Trindade" e a intituição do Espírito Santo (Ruach HaKodesh) como uma pessoa. E, com a posterior adoção do cristianismo como a religião oficial do Império Romano no ano 380, graças aos dogmas estabelecidos em Niceia, passou-se a tentar converter os judeus e a impor-lhes diversas sanções que dariam origem ao antissemitismo religioso da Idade Média. Este sentimento foi posteriormente compartilhado inclusive pelas diversas ramificações cristãs protestantes tradicionais (evangélicos), que viam nos judeus um povo intransigente que teria matado seu Messias e que se recusava a converter-se ao cristianismo.

Os judaizantes acabaram sendo segregados tanto pelos cristãos como pelos judeus. Estes judaizantes foram reconhecidos como ebionitas (do hebraico evionim "pobres"), organizando sua própria literatura religiosa e com o passar do tempo foram virtualmente extintos. Mesmo assim encontra-se uma gama de relatos históricos desses pequenos grupos cristãos que datam aproximadamente do século XIV e XV. Há diversos movimentos religiosos que em maior ou menor grau compartilham a visão ebionita. Dentre elas, podemos mencionar o movimento criado por Shemayah Phillips, que em 1985 fundou o movimento conhecido como a Ebionite Jewish Community. Esta comunidade, estritamente monoteísta, reconhece Yeshua como um profeta justo, e defende uma interpretação judaica do Tanakh e que tal sirva como meio de união entre judeus e gentios para implantação de uma sociedade justa.
Judaísmo messiânico moderno

O judaísmo messiânico moderno ou movimento messiânico é um movimento recente iniciado no século XIX. Embora já em 1718 John Toland, em sua obra Nazarenus, tenha feito a sugestão de que os "cristãos entre os judeus guardassem a Torá", somente no início do século XIX nasceu o movimento cristão-hebreu na Inglaterra. E, em 1886, foi fundada em Chişinău, na atual Moldávia, a primeira Congregação Judaico-Messiânica moderna, por Ioseph Rabinovich.

Na Inglaterra, o movimento conhecido como "hebreu-cristianismo" iniciou-se com o princípio básico de reunir cristãos de origem judaica, tendo em vista o propósito de conscientizá-los de sua identidade judaica e reavivá-la, tendo sido a Hebrew-Christian Alliance of Great Britain finalmente organizada em 1866. Nos Estados Unidos, uma organização similar foi fundada em 1915, a Hebrew-Christian Aliance of America, cujo nome foi mudado para Messianic Jewish American Alliance em 1976. Em 1925, uma organização internacional foi criada com o mesmo propósito, a International Hebrew-Christian Alliance, posteriormente chamada International Messianic Jewish Alliance. Em 1979 foi fundada a Union of the Messianic Jewish Congregations (UMJC).

O moderno judaísmo messiânico, finalmente "estabelecido" a partir da década de 1960, intitula-se como um movimento originalmente judaico, fundado por membros judeus e para judeus, embora não seja reconhecido como tal. É essencialmente diferente do movimento Judeus para Jesus (Jews for Jesus), movimento este reconhecidamente protestante e com a finalidade única da conversão dos judeus ao cristianismo (e que teve, por esta razão, uma resposta por parte do judaísmo através do movimento Jews for Judaism ("Judeus para o Judaísmo").

Estes grupos messiânicos são apoiados por igrejas evangélicas que atualmente tem promovido uma aceitação das tradições judaicas como o uso de músicas e orações em hebraico, adoção de festas religiosas judaicas, itens como kipá e tefilin, além de uso de nomenclatura e termos de origem judaica (como rabino) mas negando muitas vezes outras tradições essenciais do judaísmo como a brit milá e outros mandamentos sob a visão de que estes mandamentos teriam sido abolidos por Jesus.

O governo de Israel não reconhece os assim autodenominados "judeus messiânicos" como judeus para efeitos da aliá (imigração de judeus a Israel), uma vez que a Lei do Retorno considera aptos à aliá filhos ou netos de judeus que não sigam crenças e costumes estranhos ao judaísmo, como é o caso do cristianismo. Por este motivo, apesar de certos grupos messiânicos clamarem que Israel teria aceitado os messiânicos como judeus para efeitos de aliá, o Ministério do Interior de Israel os considera cristãos e desconsiderados como candidatos à Lei do Retorno.
Teologia

A teologia judaico-messiânica estuda a divindade e as Escrituras segundo uma perspectiva judaico-messiânica.
Cânon

Os judeus messiânicos comumente reconhecem o Tanakh (Antiga Aliança) que ficou conhecido como "Antigo Testamento" como sendo divinamente inspirado. O teólogo David H. Stern, em seu "Comentário do Novo Testamento Judaico", argumenta que Shaul de Tarso (conhecido como Paulo de Tarso) é completamente coerente com o judaísmo messiânico, e que a Brit Chadashah ("Nova Aliança") que ficou conhecido como Novo Testamento deve ser tomado pelos judeus messiânicos como sendo também a inspirada "Palavra de D'us". Entretanto, esta é apenas a principal visão dentro do movimento, pois, como em todas as religiões, há diversas correntes de pensamento.

Desta forma, no entanto, o cânon judaico-messiânico difere do cânon judaico tradicional essencialmente pela inclusão dos livros do Novo Testamento (ou conhecido como Brit Chadashá). O cânon judaico-messiânico, em suas diferentes visões, geralmente contêm os seguintes livros:

1. Torá [תורה], "a Lei", "Instrução", ou "Ensino". Também chamada Chumash [חומש], "os cinco", referência aos cinco livros de Moisés; o Pentateuco.

2. Neviim [נביאים], os "Profetas".

3. Ketuvim [כתובים], os "Escritos".

4. Besorot [בשורות], os "Evangelhos".

5. Ma'ase Hashelichim [מעשי השליחים], os "Atos dos Apóstolos".

6. Igarot Shaul Hashaliach [אגרות שאול השליח], as "Epístolas de Paulo".

7. Igarot Hashelichim [אגרות השליחים], as "Epístolas dos apóstolos".

8. Chazon [חזון], a "Revelação".

Stern produziu recentemente uma versão judaico-messiânica da Bíblia, chamada A Bíblia Judaica Completa.
Talmude e comentários bíblicos

Algumas comunidades judaico-messiânicas consideram os comentários rabínicos, como a Mishná, no Talmude como historicamente informativos e úteis no entendimento da tradição, embora não os considerem normativos, especialmente nas questões nas quais o Talmude diverge das escrituras messiânicas.

Alguns outros grupos messiânicos, no entanto, consideram "perigosos" os comentários rabínicos do Talmude. Estes grupos defendem a ideia de que os que seguem as explicações e os comentários rabínicos e halaquicos não são crentes em Yeshua como Messias. Além disso, negam a autoridade dos fariseus, crendo que estes foram substituídos e contraditos pelo messianismo.

Há um número grande de comentários messiânicos sobre diversos livros da Bíblia quanto do Tanakh. David H. Stern publicou em volume único seu Comentário Judaico do Novo Testamento, mas ele limita-se a apenas fornecer notas explanatórias de um ponto de vista judaico, deixando de lado muitas das questões sobre a composição, história, data e contexto dos livros do Novo Testamento. Outros comentaristas notáveis do Novo Testamento são Joseph Shulam, que escreveu comentários de Atos, Romanos e Gálatas, e Tim Hegg, que escreveu sobre Romanos, Gálatas e Hebreus, e atualmente está estudando o evangelho de Mateus.
Doutrinas principais

Nesta seção estão listadas algumas das principais crenças e doutrinas do Judaísmo Messiânico:

1. D'us - Os judeus messiânicos creem no D'us do Tanakh, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa "ouve", oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 - "Ouve, ó Israel, o Eterno nosso Deus é Único Deus -, texto que mostra a unidade do D'us de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano. Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia de uma "Trindade", entendendo o Shemá como a declaração literal de que Deus é um, apenas, além de considerar textos do próprio Novo Testamento que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica - portanto, relegam a Trindade a algo totalmente idólatra. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos, abandonando desta forma o monoteísmo e se apegando apenas a uma idolatria com elementos de tradição judaica.

2. Yeshua como o Messias - (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Yeshua como sendo "a Torá (palavra) feita carne" (referência a Yochanan/João 1:14). Quanto à divindade de Yeshua no entanto, os grupos divergem.:

Os monoteístas acreditam que ele é um ungido (tal como Elias ou Moisés) de D'us.Os trinitarianos acreditam que Yeshua seja D'us e a Segunda Pessoa da Trindade.Os dualistas acreditam que ele é D'us encarnado.Os unicistas acreditam que ele é uma manifestação de D'us.Os unitários humanistas acreditam que Yeshua é filho de José com Maria, mas como desde de o útero de sua mãe ele teve sobre si o Espírito do Eterno e como nunca transgredido nenhum mandamento, mas os cumprindo com grande maestria mandamento, mas os cumprindo com grande maestria e excelência todos eles (Mandamentos), foi lhe concedido o título de Primogênito Filho do Eterno.

3. A Torá escrita - Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário da visão cristã), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a Deus. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou. Porém muitos messiânicos mesmo tendo a Lei como sendo uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, a compreendem de forma espiritual e não literal, ou seja, visam cumprir o objetivo pelo qual a determinada lei foi estabelecida em primeiro lugar, e não apenas cumprir ela literal e cegamente. Exemplo: Digamos que exista uma lei "não estacione na frente de um hidrante" essa lei foi forjada com o propósito de que nenhum carro atrapalhe a necessidade de um bombeiro de usar os hidrantes para salvar vidas e apagar incêndios. Hipoteticamente se um carro de um civil chega ao local de um acidente 40 minutos a frente de qualquer carro de bombeiro e este carro tem capacidade de começar a carregar pessoas feridas para as levar ao hospital mas a unica vaga que ele tem para estacionar e fazer o salvamento é na frente do hidrante; Se ele estaciona e resgata ele cumpre o espirito(objetivo) da lei, mas a fere na pratica literal. 2 Coríntios 3:6 Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.

4. Israel - Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do Deus de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada "teologia da substituição", a visão de que a Igreja cristãsubstituiu Israel na mente e nos planos de Deus.

5. A Bíblia - O Tanakh e a Brit Chadashah são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por D'us.

6. Escatologia bíblica - A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do "fim dos tempos",
da segunda vinda de Yeshua, como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.

7. A Torá Oral - As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à "Lei oral", como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Yeshua observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.

Fonte: http://bit.ly/2N6mNL3
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 41
Assunto: Cientologia
Cientologia é um conjunto de crenças e práticas relacionadas criado por L. Ron Hubbard (1911–1986), começando em 1952, como sucessor ao seus sistemas de auto-ajuda chamado Dianéticas. Hubbard caracterizou a Cientologia como religião e em 1953 incorporou a Igreja da Cientologia em Camden, Nova Jersey.

Cientologia ensina que as pessoas são seres imortais que se esqueceram de sua verdadeira natureza. Seu método de reabilitação psiquiátrica espiritual é um tipo de aconselhamento conhecido comoAuditoria, no qual os praticantes visam reviver conscientemente os eventos dolorosos ou traumáticos de seu passado a fim de libertar-se dos seus efeitos limitantes. Os materiais de estudo e cursos de auditoria são disponibilizados aos membros em troca de doações específicas. A Cientologia é reconhecida legalmente como uma religião isenta de impostos nos Estados Unidos, Itália, África do Sul, Austrália, Suécia, Nova Zelândia, Portugal e Espanha. A Igreja da Cientologia enfatiza isso como prova de que é uma religião de boa-fé. Em outros países, nomeadamente Canadá, França, Alemanha e no Reino Unido, a Cientologia não tem status religioso comparável embora suas Igrejas sejam permitidas.

A maioria dos países da Europa considera a Cientologia uma seita. Na Alemanha, a cientologia é monitorada nacionalmente pelo Bundesamt für Verfassungsschutz (BfV). É público e notório que a Cientologia gasta milhões de dólares com advogados e detetives particulares para processar e espionar qualquer pessoa que se mostre uma ameaça aos seus negócios. A cientologia foi condenada definitivamente na França em 2013, por fraude e formação de quadrilha, depois que o Tribunal de Cassação, a instância judicial mais importante no país, rejeitou o recurso apresentado pela organização. Os juízes, na sentença de fevereiro de 2012 do Tribunal de Apelação, consideraram provado que as duas principais entidades da Cientologia na França contavam com uma estrutura destinada a extorquir pessoas vulneráveis.

A justiça belga quer estabelecer um precedente internacional com uma condenação exemplar da Igreja da Cientologia, estabelecida na Bélgica desde 1974, acusada de fraude, violação da lei de proteção de dados pessoais (proteção da privacidade), extorsão e charlatanismo(exercício ilegal de medicina). O processo partiu de uma investigação que se prolongou por seis anos. Ofertas de emprego teriam sido feitas pela Igreja da Cientologia em Bruxelas para recrutar voluntários e novos membros, infringindo as rígidas leis trabalhistas belgas. A Igreja da Cientologia na Bélgica exigia aos interessados que aderissem aos seus princípios filosóficos.

As filmagens sobre a tentativa de assassinato de Adolf Hitler no filme Operação Valquíria, com Tom Cruise no papel principal, foram proibidas em área militar alemã (em torno do Memorial Bendlerblock, em Berlim), pelo fato do protagonista pertencer à Igreja da Cientologia. Além de ser o produtor, Tom Cruise fez o papel principal, interpretando o herói alemão Claus Schenk Graf von Stauffenberg, que tentou assassinar Adolf Hitler com uma bomba escondida em uma pasta em julho de 1944.

Na Alemanha, membros da Cientologia estão constantemente sob vigilância do Bundesamt für Verfassungsschutz (BfV) (Escritório Federal para Proteção da Constituição), cujo trabalho é monitorar atividades antidemocráticas como partidos políticos neonazistas, células terroristas e seitas.

Na Alemanha, o governo quer suprimir a existência das Parallelgesellschaften(sociedades paralelas) baseadas em convicções filosóficas separadas por meio do sistema educacional. Para o diretor da Associação Alemã de Professores de Escolas Primárias, aulas particulares conduzidas por cientologistas podem tirar vantagem da vulnerabilidade das crianças com dificuldades de aprendizado, que podem se sentir inferiores, o que as torna mais influenciáveis. A qualidade do ensino é, de um modo geral, muito boa e os custos são acessíveis, no entanto, os professores encorajam os estudantes a participar de outras classes, frequentemente muito mais caras, prometendo transformar o aluno em uma n
ova pessoa.

Um grande número de organizações que supervisionam a aplicação da Cientologia foram estabelecidas, a mais notável delas sendo a Igreja da Cientologia. A Cientologia patrocina uma variedade de programas de serviço social. Estas incluem a Narconon, programa antidrogas, a Criminon, programa de reabilitação em prisões, a Study Tech, metodologia de educação, a Volunteer Ministers, o World Institute of Scientology Enterprises e um conjunto de diretrizes morais expressas em um livreto chamado The Way to Happiness.

A Igreja da Cientologia é um dos mais controversos movimentos religiosos surgidos no século XX. Tem sido muitas vezes descrita como um culto que faz lavagem cerebral, defrauda e abusa financeiramente de seus membros, cobrando taxas exorbitantes por seus serviços espirituais. Em resposta, os cientologistas têm argumentado que é um movimento religioso genuíno e que tem sido deturpado, caluniado e perseguido. A Igreja da Cientologia tem usado de forma consistente litígio contra seus críticos, e sua agressividade processando seus inimigos tem sido condenada como assédio. As controvérsias centram-se na crença da Cientologia que as almas ("thetans") reencarnaram e viveram em outros planetas antes de viverem na Terra, e que alguns dos ensinamentos relacionados não são reveladas aos praticantes até que eles paguem milhares de dólares para a Igreja da Cientologia. Outra crença controversa assegurada pelos cientologistas é de que a prática de psiquiatria é destrutiva, abusiva e deve ser abolida.
Etimologia e uso anterior

A palavra Cientologia é um emparelhamento da palavra latina scientia ("conhecimento", "habilidade"), que deriva do verbo scīre("saber"), e da palavra em grego λόγος lógos("palavra" ou " relato [sobre]").

A palavra Cientologia usada por L. Ron Hubbard, vem do latim scio, que significa "conhecimento, no sentido mais pleno da palavra" e da palavra grega logos, que significa "estudo de". A palavra Cientologia é ainda definida como "o estudo e manejo do espírito em relação a si mesmo, universos, e outras formas de vida."

Em 1901, Allen Upward cunhou Cientologia "como um termo depreciativo, para indicar uma cega e irracional aceitação de doutrina científica" de acordo com o Internet Sacred Text Archive como citado no prefácio da edição recente do livro de Upward, The New Word: On the meaning of the word Idealist pela Forgotten Books. Continuando a citação, o editor escreve: "Eu não estou ciente de qualquer evidência de que Hubbard sabia deste livro bastante obscuro."

Em 1934, filósofo Anastácio Nordenholz publicou um livro que usou o termo para significar "ciência da ciência". Também é incerto se Hubbard estava ciente desse uso anterior da palavra.
Dianéticas

A Cientologia foi desenvolvida por L. Ron Hubbard como uma sucessora para o seu sistema anterior de auto-ajuda chamado de Dianética. A Dianética usa uma técnica de aconselhamento conhecido como auditoria, desenvolvida por Hubbard para permitir lembrança consciente de eventos traumáticos no passado de um indivíduo. Esse sistema foi originalmente destinado a ser um novo tipo de psicoterapia e não era esperado se tornar a base de uma nova religião. Hubbard definiu a Dianética de várias maneiras como uma tecnologia de cura espiritual e uma ciência organizada do pensamento. A declarada intenção da Dianética é libertar os indivíduos da influência de traumas passados ​​pela sistemática exposição e remoção das reminiscências que esses eventos deixaram para trás, em um processo chamado de limpeza.
A Igreja da Cientologia

Em 1952, Hubbard construiu sobre a estrutura existente estabelecida da Dianética e publicou um novo conjunto de ensinamentos como Cientologia, uma filosofia religiosa. Em dezembro de 1953, Hubbard incorporou três igrejas - uma "Igreja da Ciência Americana", a "Igreja da Cientologia" e uma "Igreja da Engenharia Espiritual" - em Camden, New Jersey. Em 18 de fevereiro de 1954, com a bênção de Hubbard, alguns de seus seguidores criaram a primeira Igreja local da Cientologia, a Igreja da Cientologia da Califórnia, adotando os "objetivos, finalidades, princípios e credos da Igreja da Ciência Americana, como fundada por L. Ron Hubbard." O movimento espalhou-se rapidamente através dos Estados Unidos e para outros países de língua inglesa como Inglaterra, Irlanda, Sul da Africa e Austrália. A segunda Igreja local da Cientologia a ser criado, após a da Califórnia, estava em Auckland, Nova Zelândia. Em 1955, Hubbard criou a Igreja Fundadora da Cientologia em Washington, D.C. Em 1957, Igreja da Cientologia da Califórnia recebeu concessão de estatuto de isenção fiscal por parte dos Estados Unidos Receita Federal(IRS), e assim, por um tempo, existiu ainda outras igrejas locais. Em 1958, no entanto, a Receita Federal iniciou uma revisão da adequação desse status.

A Igreja experimentou novos desafios. O FDA iniciou uma investigação sobre as alegações da Igreja da Cientologia feitas em conexão com seus E-meters. Em 4 de janeiro de 1963 eles invadiram os escritórios da Igreja da Cientologia e apreenderam centenas de e-meters como sendo dispositivos médicos ilegais. Os dispositivos já foram obrigados a ter um aviso dizendo que são um artefato puramente religiosa.

Em meados dos anos sessenta, a Igreja da Cientologia foi proibida em vários estados australianos, começando com Vitória em 1965. A proibição foi baseada no Relatório de Anderson, que constatou que o processo de auditoria envolvia hipnose de "comando", em que o hipnotizador assume "controle autoritário positivo" sobre o paciente. Neste ponto, o relatório afirma:

É firme conclusão deste Conselho sobre a maioria das técnicas da Cientologia e dianética são de hipnose autoritária e, como tal, são perigosas ... a evidência científica que o Conselho ouviu de vários peritos de reconhecida reputação ... leva à conclusão inevitável de que apenas o nome difere a hipnose autoritária das técnicas da Cientologia. Muitas técnicas da cientologia são de fato técnicas hipnóticas e Hubbard não mudou a sua natureza, apenas alterou seus nomes.

A Igreja australiana foi forçada a operar sob o nome de "Igreja da Nova Fé", como resultado, o nome e a prática da Cientologia têm se tornado ilegal nos estados relevantes. Several years of court proceedings aimed at overturning the ban followed.

No decorrer do desenvolvimento de Cientologia, Hubbard promoveu rápidas mudanças de ensinamentos que eram muitas vezes contraditórios. Para o quadro interno de cientologistas desse período, o envolvimento não dependia tanto na crença de uma doutrina particular, mas na fé inquestionável em Hubbard. Em 1966, Hubbard deixou o cargo de diretor-executivo da Cientologia para se dedicar à pesquisa e à escrita. No ano seguinte, ele formou a Organização Sea ou Sea Org, que seria desenvolvida para um grupo de elite dentro da Cientologia. O Sea Org tem base em três navios, chamados Diana, Atena e Apolo. Um mês após o estabelecimento da Sea Org, Hubbard anunciou que havia feito uma descoberta revolucionária, cujo resultado foram os materiais da "OT III" que pretendem fornecer um método para superar fatores inibidores do progresso espiritual. Estes materiais foram divulgadas pela primeira vez nos navios e depois propagados pelos membros da Sea Org redesignados como funcionários das Organizações Avançadas em terra.

Em 1967, a Receita Federal dos EUA removeu o status de isenção fiscal da Cientologia, afirmando que suas atividades eram comerciais e operadas para o benefício de Hubbard e não para fins de caridade ou religião. A decisão resultou em um processo judicial que foi resolvido em favor da Igreja,